Evangélica e carente: dando o cu pro irmãozinho e quase sendo flagrada pela missionária Lorrana!

A manhã de sábado em Camaçari despontava com um sol tímido filtrando pelas cortinas finas do quarto de hóspedes, tingindo o ar úmido de tons dourados e quentes, como se o próprio céu conspirasse com os pecados da noite anterior. Rayane, aos 24 anos, acordou cedo, o corpo ainda dolorido e marcado pela fúria incestuosa com o irmão Rafael – as costas arranhadas pelas unhas dele, os quadris roxos das apertadas brutais, a buceta latejante e inchada de tanto ser esticada pelo pau grosso dele, e o cuzinho virgem piscando com uma curiosidade nova, ansiando por mais degradação. A porra dele ainda escorria devagar de dentro dela, uma sensação pegajosa e quente entre as coxas que a fazia sorrir sacana ao se olhar no espelho do banheiro: cabelos castanhos ondulados desgrenhados como os de uma prostituta após uma noite selvagem, olhos verdes brilhando com luxúria insaciável, seios fartos com mamilos rosados endurecidos pelo ar fresco, e a pele morena clara salpicada de chupões vermelhos no pescoço e nos ombros, marcas de posse fraternal que ela admirava com um toque de orgulho pecaminoso.
Erique ainda estava fora na viagem missionária, a casa silenciosa como um templo profanado, e Rayane decidiu não vestir nada além de uma calcinha fio-dental preta minúscula, que mal cobria os lábios inchados da buceta e se enfiava entre as nádegas redondas, deixando o corpo voluptuoso quase nu – os seios balançando livres, os quadris generosos balançando ao andar, as pernas longas e torneadas reluzindo com um suor sutil do calor baiano. "Hoje eu vou ser mais ousada... vou dar meu cuzinho pro meu irmãozinho, sentir ele me arrombar onde ninguém nunca entrou", murmurou ela para si mesma, os dedos traçando o buraco virgem enquanto se imaginava gritando de prazer e dor misturados. A culpa religiosa era um eco distante agora, afogada no mar de orgasmos que ela havia tido na noite anterior – mais intensos que com o pai Eduardo, cuja possessividade era calculada; mais selvagens que o mendigo sujo, cuja bruteza era primitiva; mais proibidos que o nó do cachorro travando dentro dela, enchendo-a de sêmen animal, cuja foda não carregava o mesmo peso que o tabu incestuoso que era esse desejo e o sexo que ocorreu no dia anterior com o irmão.
Com um sorriso malicioso nos lábios carnudos, Rayane invadiu o quarto de hóspedes na ponta dos pés, a porta rangendo levemente como um convite ao pecado. Rafael dormia profundamente de barriga para cima, o lençol fino embolado na cintura, o peito nu subindo e descendo em respirações profundas, o pau semi-ereto marcando a cueca boxer branca com uma mancha úmida de pré-gozo matinal – um sonho erótico, talvez com ela, pensou Rayane, lambendo os lábios ao ver o contorno de 19 centímetros de carne grossa e veiada, as bolas pesadas inchadas de porra fresca. O cheiro dele preenchia o quarto: suor jovem misturado a sêmen seco da noite anterior, um aroma almiscarado que a fazia salivar. Ela se sentou na beira da cama, os seios roçando no braço dele, e sussurrou no ouvido: "Acorda, irmãozinho... sua maninha tá aqui, carente e pronta pra mais."
Rafael piscou os olhos verdes, acordando confuso, o rosto corando violentamente ao vê-la semi-nua, os seios fartos a centímetros do rosto dele, os mamilos endurecidos como convites rosados. Ele sentou-se rápido, puxando o lençol para cobrir o pau que endurecia involuntariamente, o arrependimento estampado no rosto jovem e bonito. "Maninha, pelo amor de Deus, o que você tá fazendo aqui? Ontem... ontem foi um erro, um pecado enorme! Somos irmãos, por Deus... eu não consigo acreditar que fizemos aquilo. Eu te fodi como um animal, gozei dentro de você... isso é incesto, vai pro inferno! Eu tava fraco, mas agora... sai daqui, por favor. Vamos esquecer, orar por perdão."
Rayane não recuou; em vez disso, ela se inclinou mais, os seios pressionando contra o peito dele, uma mão carinhosa traçando o rosto corado, os dedos descendo pelo pescoço até o peito liso, circulando os mamilos dele com toques suaves e sedutores. "Shhh, Raf... calma, meu amorzinho. Não foi erro nenhum... foi amor, amor de família puro e quente. Olha pra mim: eu te amo tanto, irmão. Ontem você me fez gozar como nunca... mais forte que o pai, que me fodeu no sofá dele; mais bruto que o mendigo que me encheu na casa abandonada; mais intenso que o cachorro que travou o nó na minha buceta e me fez esguichar horrores. Você é meu sangue, Raf... sente como meu corpo queima por você?" Ela pegou a mão dele e guiou para entre as pernas, fazendo-o sentir a calcinha encharcada, os dedos dele roçando os lábios inchados da buceta, o clitóris protuberante pulsando contra a palma.
Ele tentou puxar a mão, o pau traindo-o ao latejar duro sob o lençol, os olhos desviando mas sempre voltando para os seios dela. "Não, mana... isso é errado, muito errado! A Bíblia condena, Levítico fala de incesto como abominação. E se o pai souber? E se Erique voltar? Eu sou virgem... era virgem até ontem, e agora sou um pecador. Para com isso, por favor... vamos pra igreja amanhã, confessar." A voz dele tremia, uma mistura de culpa religiosa profunda – inculcada pelo pai Eduardo – e desejo reprimido, o corpo tenso como uma corda prestes a romper.
A conversa se estendeu por longos minutos agonizantes, Rayane insistindo com carinho infinito, beijando o pescoço dele devagar, lambendo o lóbulo da orelha enquanto sussurrava obscenidades doces: "Eu sei que você sente culpa, irmãozinho... eu senti também com o pai. Mas olha como seu pau tá duro pra mim... ele quer mais. Deixa eu te chupar um pouquinho, aliviar essa tensão. Ninguém vai saber, Raf... é só nós dois, como quando éramos crianças brincando de esconder. Mas agora é esconder o pau do irmão na buceta da mana... ou no cuzinho, que eu nunca dei pra ninguém. Quero ser sua primeira em tudo, amor. Fode-me de novo, mais forte, mais violento... me faz gozar gritando seu nome." Ela massageava o pau dele por cima da cueca agora, apertando as bolas pesadas, sentindo o pré-gozo umedecer o tecido, enquanto as lágrimas de conflito escorriam pelo rosto dele.
Rafael relutava, balançando a cabeça, murmurando orações baixinho – "Pai nosso que estais no céu..." – mas o corpo traía, os quadris se movendo involuntariamente contra a mão dela. "Eu não aguento, mana... você é tão linda, tão safada... mas é pecado mortal! Vamos parar, por favor." Rayane persistiu, subindo na cama e montando nas coxas dele, os seios balançando no rosto, esfregando a buceta molhada contra o volume endurecido. "Sente como eu tô encharcada por você? Meu cuzinho virgem piscando, querendo seu pau grosso me arrombando. Deixa eu te amar, Raf... esquece a Bíblia por um momento. Deus nos fez assim, cheios de desejo. Fode sua irmã, irmãozinho... violenta-me como ontem, mas no cu dessa vez. Eu imploro."
A insistência dela, misturada ao carinho – beijos suaves nos olhos dele, mãos afagando os cabelos, sussurros de "eu te amo" entre gemidos – quebrou as defesas dele. Após meia hora de luta interna, Rafael cedeu com um grunhido gutural, puxando-a para um beijo feroz, a língua invadindo a boca da irmã com fome voraz. "Porra, mana... você me convenceu. Vou te foder de novo, mais ousado, mais violento. Vou arrombar esse cuzinho virgem até você chorar de prazer." Ele arrancou a calcinha dela com um puxão rude, o tecido rasgando, expondo a buceta depilada reluzindo de sucos e o cuzinho rosado e apertado piscando de antecipação.
Rayane riu sacana, virando-se de quatro na cama, empinando a bunda redonda como uma oferenda, as mãos abrindo as nádegas para expor tudo: "Começa lambendo, irmão... prepara meu cu pro seu pau." Rafael, tomado pela luxúria, mergulhou o rosto entre as nádegas, a língua áspera lambendo o buraco virgem com voracidade, traçando círculos no anel apertado, penetrando com a ponta enquanto chupava os sucos da buceta que escorriam até ali. "Que cu delicioso, mana... cheiro de puta incestuosa." Ele enfiou um dedo salivado, depois dois, esticando o buraco com movimentos brutais, sentindo a resistência deliciosa enquanto ela gemia alto: "Ahhh... dedos no cu... mais, Raf... me abre pra você!"
Ele cuspiu no pau ereto, lubrificando a cabeça grossa, e posicionou na entrada do cuzinho virgem, empurrando devagar no início – a cabeça esticando o anel apertado, centímetro por centímetro, a dor prazerosa fazendo Rayane gritar rouca, as unhas cravando nos lençóis. "Ai, caralho... seu pau me rasgando o cu... dói, mas é tão bom... fode mais fundo, irmão safado!" Rafael, enlouquecido, empurrou com violência, enterrando tudo de uma vez, o pau grosso pulsando dentro do canal virgem e apertado, as bolas batendo contra a buceta molhada. Ele bombou com fúria insana, mais intenso que a noite anterior – os quadris batendo contra a bunda com estalos altos, puxando os cabelos dela para trás, uma mão no pescoço estrangulando levemente, controlando o ar enquanto sussurrava: "Toma no cu, mana... sente o pau do irmão te arrombando... goza com o cu cheio, sua vadia incestuosa!"
Rayane gozou horrores, um orgasmo anal devastador que a fez convulsionar inteira – as paredes do cu contraindo violentamente ao redor do pau, esguichando squirt da buceta em jatos quentes que molhavam a cama, o corpo tremendo como se possuído, lágrimas de êxtase escorrendo enquanto gritava: "Estou gozando no cu... ahhhh, Raf, me fode mais... enche meu cu de porra!" O prazer era alucinante, mais ousado e intenso que qualquer coisa anterior – o pai nunca ousara o anal; o mendigo era cru mas não familiar; o cachorro instintivo mas sem palavras sujas. Rafael, no limite, gozou rugindo, jatos grossos e quentes inundando o cu virgem dela, transbordando pelos lados em fios brancos e viscosos enquanto continuava socando, prolongando o orgasmo dela em ondas sucessivas.
Ofegantes e suados, eles caíram na cama, o pau dele ainda dentro do cu latejante, porra escorrendo pela bunda dela. Mas o êxtase foi interrompido por batidas na porta da frente – "Rayane? Rafael? É a Lorrana, da igreja! Vim chamar vocês pro culto de domingo... abram aí!" A voz da irmã da congregação, uma mulher devota de 30 anos, ecoou pela casa. Rayane e Rafael congelaram, o pânico misturado ao tesão residual. "Merda... vai pro banheiro, rápido!", sussurrou ela, vestindo a camisola às pressas enquanto ele corria nu para se esconder, o pau ainda semi-duro pingando porra. Rayane abriu a porta com um sorriso forçado, o corpo tremendo de aftershocks, a porra do irmão escorrendo pelas coxas internas enquanto mentia: "Ah, Lorrana... o Raf ainda tá dormindo. Vamos sim, já já a gente vai." Lorrana piscou desconfiada, mas assentiu, saindo sem entrar. Fechando a porta, Rayane riu baixinho, voltando para o quarto: "Quase pegos no flagra, irmão... mas isso só me deu mais tesão. Vem, vamos foder de novo antes do culto." Rafael, excitado pelo risco, puxou-a para mais uma rodada, o pecado selando sua união proibida para sempre.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Evangélica e carente: dando o cu pro irmãozinho e quase sendo flagrada pela missionária Lorrana!

Codigo do conto:
252419

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/01/2026

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