Rayane e Lorrana saíram da casa da missionária ainda com o corpo dolorido e pegajoso, o cheiro de porra de cachorro grudado na pele, nos cabelos, na alma. O banho tinha sido só uma pausa — água quente escorrendo por cima da sujeira, mas não conseguindo lavar o que estava dentro delas. Vestiram-se com as roupas mais recatadas que encontraram no armário de Lorrana: saias longas abaixo do joelho, blusas de manga comprida, lenços no pescoço para esconder as marcas roxas e vermelhas que os dentes e as patas deixaram. Pareciam duas irmãs de igreja exemplares, prontas para cumprir a agenda do dia: missão evangelística na comunidade carente do Baixo do Papagaio, um aglomerado de barracos de madeira e zinco onde a igreja prometia levar “a luz de Cristo” uma vez por mês. No carro, o silêncio era pesado. Rayane dirigia, as mãos apertando o volante com força demais, os mamilos ainda duros roçando o tecido áspero da blusa. Lorrana, ao lado, cruzava e descruzava as pernas, o clitóris latejando contra a calcinha que já estava úmida de novo. Elas tentavam falar de versículos, de testemunhos, mas as palavras saíam entrecortadas, falsas. O que saía de verdade era o desejo de voltar para a cama e chamar mais cães. Chegaram ao morro no final da tarde. O sol queimava o chão de terra vermelha, o ar cheirava a esgoto aberto e fumaça de lenha. As crianças corriam descalças, algumas nuas, outras com camisetas rasgadas. Elas desceram do carro carregando Bíblias, folhetos coloridos e um violão que ninguém sabia tocar direito. Caminharam pela viela estreita, distribuindo sorrisos forçados e “Deus te abençoe”, mas os moradores olhavam com desconfiança ou indiferença. Foi quando passaram pela última curva que avistaram: um terreiro de candomblé escondido no fundo de um quintal, telhado de zinco, paredes caiadas de branco, uma bandeira vermelha e preta tremulando na porta. O som de atabaques baixos chegava até elas, misturado com cantos em iorubá. Um cheiro forte de incenso, ervas queimadas e algo doce e pesado subia pelo ar. Rayane parou, os olhos estreitando. “Olha aquilo… um terreiro. Bem aqui no meio dos nossos irmãos. Isso é obra do diabo.” Lorrana sentiu um frio na espinha, mas também uma curiosidade que ela mesma não entendia. “A gente devia orar contra isso. Ou… confrontar. Mostrar a verdade.” Elas trocaram um olhar. O preconceito religioso, misturado ao fogo que ainda queimava entre as pernas, deu o empurrão. “Vamos lá falar com eles. Mostrar que Cristo é o único caminho”, disse Rayane, mas a voz saiu mais baixa do que pretendia. Entraram pelo portãozinho de madeira. O terreiro era pequeno, chão de cimento batido, um altar coberto de velas apagadas, imagens de orixás em madeira e cerâmica. No centro, um homem alto, negro, pele escura brilhando de suor, camisa branca aberta no peito largo, calça branca de algodão fina que marcava o corpo inteiro. Ele estava acendendo incenso, os braços musculosos flexionando a cada movimento. Quando as viu, parou. Olhos castanhos profundos, barba curta bem aparada, presença que ocupava o espaço inteiro. “Boa tarde, filhas. Entraram sem pedir licença?” Rayane ergueu o queixo. “Somos da igreja evangélica. Viemos falar da verdade. Isso aqui é idolatria. Vocês estão enganando o povo.” Lorrana completou, voz tremendo um pouco: “A Bíblia diz que não devemos ter outros deuses. Só Jesus salva.” O pai de santo sorriu devagar, sem raiva. “Eu sou Pai Jorge. E vocês são bem-vindas. Mas sentem aí primeiro. Vamos conversar com calma.” Ele indicou dois banquinhos de madeira perto do altar. Elas hesitaram, mas sentaram. O ar estava denso — incenso de arruda, folhas de guiné queimando, um cheiro doce de mel e cachaça. Algo pesado, quase visível, parecia pressionar os ombros delas, aquecer a pele por baixo da roupa. Pai Jorge sentou-se de frente, pernas abertas, o volume na calça branca evidente mesmo sem intenção. “Vocês falam de um só Deus. Eu falo de muitos orixás que cuidam da gente. Cada um tem sua força. Exu abre caminhos, Ogum corta demandas, Iemanjá acalma o coração. Vocês não sentem falta de algo que cuide do corpo também?” Rayane sentiu um calor subir pelo ventre. “Nosso corpo é templo do Espírito Santo. Não precisamos de… entidades.” Mas a voz saiu fraca. Lorrana apertou as coxas, o clitóris latejando de repente. “É… é tudo engano do diabo.” Pai Jorge riu baixo, voz grave ecoando no terreiro vazio. “Diabo pra quem não conhece. Pra mim, é só energia. Olhem pra vocês mesmas. Estão inquietas. Suando. Respirando pesado. Isso não é o Espírito Santo. Isso é Oxóssi caçando, é Xangô julgando, é Iansã trazendo vento quente.” Ele se levantou, aproximou-se devagar. O cheiro dele chegou primeiro — ervas, suor limpo, cachaça antiga. Rayane sentiu a buceta contrair. Lorrana mordeu o lábio inferior. “Tá quente aqui… muito quente”, Rayane murmurou, desabotoando o primeiro botão da blusa. Pai Jorge assentiu. “Fiquem à vontade, filhas. Aqui ninguém julga o corpo.” Lorrana e Rayane sentiu uma energia forte cair sobre elas, algo que foi consumindo de maneira inexplicável seus corpos e suas almas, um fogo entre as pernas absurdo e inesperado. O volume do pau de Pai Jorge era algo que estava em bastante evidência no momento, despertando de maneira sadia e incomoda a curiosidade das evangélicas que ali estavam presente, calor foi aumentando, tomando conta delas duas. Lorrana, com voz quase inaudível, com o rosto corado, em um misto de vergonha e curiosidade, indagou apontando pro volume que estava enorme do Pai Jorge: “Eu… eu só queria ver… curiosidade… como é… o seu… membro.” Ele sorriu, sem pressa. Desabotoou a calça branca devagar. O pau saltou livre — grosso, escuro, veias grossas pulsando, mais de 25 centímetros, a cabeça inchada brilhando de pré-gozo, bolas pesadas penduradas como frutos maduros. Rayane arfou. “Meu Deus…” Lorrana estendeu a mão trêmula, tocou a glande quente. “É enorme… nunca vi um assim… parece vivo, olha Rayane como ele se meche sozinho…” Rayane se aproximou também, os dedos alisando o comprimento, sentindo as veias saltadas. “Tá quente… pulsando… cheira a homem de verdade, cheira a macho raiz, bem diferente daqueles homens da igreja…” As duas caíram de joelhos quase ao mesmo tempo. Bocas abertas, línguas lambendo a glande juntas, chupando os lados do pau como se fosse o último alimento do mundo. Pai Jorge gemeu baixo, mãos nos cabelos delas. “Chupem gostoso, filhas… lambam o pau desse pai de santo… ele vai abrir caminho em vocês.” Elas chuparam com desespero. Rayane engolia até a garganta, engasgando, saliva escorrendo pelo queixo; Lorrana lambia as bolas pesadas, chupando uma de cada vez, gemendo como se estivesse rezando. Pai Jorge segurou as cabeças, fodeu as bocas alternadamente, o pau entrando e saindo com estalos molhados. Depois de minutos de boquete voraz, ele as puxou para cima. “De quatro. As duas. Empinem essas bundas pra mim.” Elas obedeceram. Rayane e Lorrana lado a lado, saias levantadas, bundas empinadas. Pai Jorge se ajoelhou atrás de Rayane primeiro. Cuspiu na buceta morena, alinhou o pau enorme e empurrou de uma vez. Rayane gritou, o corpo arqueando. “Caralho… tá me rasgando… que pauzão enorme e grosso… fode forte, vaai… me arromba!” Ele meteu com violência, os quadris batendo na bunda dela, as bolas pesadas batendo forte contra o clitóris. Depois de dez estocadas brutas, saiu e foi para Lorrana. Enfiou na buceta rosada dela, esticando as paredes internas até o limite. Lorrana chorou de prazer, as unhas cravando no chão. “Aiiiii, uiiiiii… tá batendo no útero… fode mais… me fode como a energia dos orixás fode a terra… me enche, me completa vaaaai!” Ele alternava: cinco estocadas fortes em Rayane, cinco em Lorrana, as duas gritando, gemendo, se beijando de lado enquanto eram fodidas. Depois ele as virou de costas, pernas abertas, e meteu na Rayane de frente, segurando as coxas dela, socando fundo enquanto mordia os seios fartos. Lorrana se masturbava ao lado, dedos enfiados na própria buceta, gemendo: “Olha como ele te fode… olha como te abre… tô gozando só de ver…” Rayane gozou primeiro, esguichando forte no pau dele, o corpo convulsionando, gritando: “Tô gozando… no pauzão dele… ahhh, caralho… me enche de porra! Lorrana veio em seguida, os dedos bombando rápido, esguichando no chão enquanto via o pai de santo socar a amiga. Ele as colocou de novo de quatro, uma ao lado da outra. Meteu no cu de Rayane primeiro — sem aviso, só cuspe e força bruta. Rayane berrou, o anel esticando ao limite, dor misturada a prazer insano, no cuzinho que já estava quase em carne viva. “No cuuuuuuu, isso, vaaaaai… tá me arrombando o cuuuu…fode, fode forte e me arromba assim vai, fode mais… me rasga!” Depois foi pro cu de Lorrana, o pau enorme invadindo o anel já sensível, esticando até ela chorar de tesão. “Aiiiii…aiiiiiiii meu cuuuu… tá todo aberto… fode forte e me arromba assim, vaaai, maceta e viola, me viola assim… me faz tua puta de santo!” Ele alternava entre os cus, socando com violência, as bolas batendo nas bucetas encharcadas. As duas gritavam, se beijavam de lado, lágrimas escorrendo, gemendo na boca uma da outra, rebolando alucinadamente a cada socada que recebiam, lágrimas de prazer e dor desciam pelo seus lindos rostos. “Vai, Lorrana… goza pelo cu enquanto ele me fode, goza vai sua missionária descarada… goza comigo, sua vadia!” “Tô gozando… tô gozando pelo cu… no pauzão preto dele… ahhh… porra…ahhh caralho, que delícia, tô gozando horrores, tô gozandoooooo pra caralhoooooo!” Ele não aguentou mais. Tirou do cu de Lorrana, enfiou na buceta de Rayane e gozou com um rugido profundo. Jatos grossos e quentes inundaram o interior dela, enchendo até transbordar, escorrendo pelas coxas morenas em fios brancos e abundantes. Saiu e enfiou em Lorrana, gozando mais, enchendo a buceta rosada dela também, porra vazando pelos lados, pingando no chão. As duas desabaram, ofegantes, abraçadas, corpos melados de porra, suor, lágrimas. Pai Jorge ficou de pé, o pau ainda semi-duro pingando os últimos fios. “Agora vocês sentiram Ogum. Sentiram Exu. Sentiram a força que a igreja de vocês nega. Vão embora… mas vão voltar. Porque o corpo não mente.” Rayane e Lorrana se olharam, sorriram entre lágrimas, babando satisfeitas. “Vamos voltar sim… toda semana… pra aprender mais.” Elas se levantaram devagar, pernas bambas, saias amarrotadas, corpos marcados. Saíram do terreiro cambaleando, a porra escorrendo pelas coxas, o sorriso satisfeito nos lábios. A missão evangelística tinha fracassado. Mas outra missão — muito mais antiga e honesta — tinha acabado de começar.
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