Evangélica e carente: consolada pelo pai! Parte 2.
Rayane mal conseguia respirar direito quando Eduardo a puxou para o colo dele no sofá velho da sala, depois daquele primeiro gozo explosivo que ainda escorria quente pela barriga dela. A porra dele, grossa e leitosa, formava poças viscosas na pele morena, algumas gotas escorrendo lentamente até a fenda inchada da buceta, misturando-se aos sucos dela que pingavam do sofá para o chão de cerâmica fria. Ela estava nua agora, exceto pela saia florida embolada na cintura como uma faixa inútil. Os seios pesados subiam e desciam com a respiração acelerada, os mamilos rosados ainda duros e sensíveis das mordidas e chupadas do pai. Eduardo, com a calça aberta até os tornozelos e a camisa desabotoada revelando o peito largo coberto de pelos grisalhos, olhava para ela como um predador que finalmente capturou a presa depois de anos de espera. "Você ainda não terminou, filha", murmurou ele com voz rouca, quase um rosnado. "Eu sinto sua bucetinha pulsando… quer mais, não quer? Quer sentir o pau do papai te abrir inteira de novo." Rayane mordeu o lábio inferior com força, os olhos verdes brilhando com uma mistura perigosa de vergonha, culpa e desejo incontrolável. A voz saiu fraca, quase um sussurro quebrado: "Quero… pai… mas eu… eu sinto tanta culpa… a Bíblia… Eduardo riu baixo, um som grave e sexual que fez o pau dele, ainda semi-duro, dar um pulo contra a coxa dela. "A Bíblia fala muito sobre adultério com estranhos, filha. Mas aqui é diferente. Aqui é família. Sangue com sangue. Deus entende quando uma filha precisa ser cuidada pelo homem que a gerou." Ele segurou o queixo dela com firmeza, obrigando-a a olhar diretamente nos olhos dele. "Você vai me dizer que não quer mais? Vai dizer que não sentiu sua buceta apertar e esguichar quando eu te chupei? Mentirosa." Ela balançou a cabeça devagar, lágrimas de vergonha misturadas com excitação escorrendo pelas bochechas. "Não… eu quero. Quero muito. Me sinto tão suja… e ao mesmo tempo tão… viva." "Então vem cá, minha putinha santa." Ele a levantou com facilidade, como se ela não pesasse nada, e a colocou de quatro no chão da sala, bem em frente à mesinha de centro onde a Bíblia aberta parecia os observar. A posição era humilhante e excitante ao mesmo tempo: joelhos e mãos no piso frio, bunda empinada, saia embolada nas costas, buceta exposta e brilhando de umidade e porra, os lábios grandes inchados e vermelhos, o clitóris latejando visivelmente. Eduardo se ajoelhou atrás dela, as mãos grandes abrindo as nádegas redondas com força, expondo tudo: a buceta molhada, o cuzinho rosado e apertado que nunca havia sido tocado por ninguém, nem mesmo por Erique. "Olha que visão, filha… sua bucetinha toda aberta, pingando… e esse cuzinho virgem piscando pra mim. Um dia eu vou te foder aqui também, mas hoje vou me contentar em te deixar louca de tesão." Ele cuspiu direto no buraco da buceta dela, um jato grosso e quente que escorreu para dentro, misturando-se aos fluidos. Depois levou a língua grossa e áspera do períneo até o clitóris, lambendo devagar, saboreando cada gota. Rayane gemeu alto, o corpo inteiro tremendo, as coxas se contraindo. "Pai… por favor… me fode de novo… eu não aguento mais esperar…" Ele riu contra a carne dela, o ar quente fazendo-a estremecer. "Implora direito, Rayane. Diz o que você é. Diz pra quem você quer dar essa buceta evangélica." Ela soluçou de tesão, a vergonha queimando tanto quanto o desejo. "Eu sou sua putinha, pai… sou sua filha vadia… quero dar minha buceta pro meu próprio pai… quero sentir esse pau grosso me rasgando… por favor, me fode, me enche de porra, me faz esquecer que sou casada…" Satisfeito, Eduardo segurou o pau pela base — agora completamente duro outra vez, as veias saltadas, a cabeça roxa e brilhante de pré-gozo — e alinhou com a entrada escorregadia. Ele esfregou a glande nos lábios inchados, provocando, batendo de leve no clitóris até ela choramingar. Então, com um movimento lento e cruel, empurrou tudo de uma vez. Rayane gritou, o som ecoando pela sala pequena. A sensação de ser esticada até o limite, de ter cada centímetro daquela carne grossa invadindo suas paredes internas, era quase insuportável de tão intensa. Ele parou com as bolas coladas na bunda dela, completamente enterrado, e ficou ali, pulsando dentro dela, deixando-a sentir cada veia, cada latejada. "Sentiu, filha? Sentiu como seu pai te preenche inteira? Erique nunca chegou nem perto disso, né?" "Não… nunca… ai, pai… está muito fundo… está batendo no meu útero…" "É exatamente aí que eu quero bater." Ele começou a se mover. Primeiro devagar, quase torturante, saindo quase todo e voltando até o talo. Depois mais rápido. Os estalos molhados da carne contra carne enchiam o ambiente, misturados aos gemidos dela e aos grunhidos graves dele. Ele segurava os quadris dela com tanta força que deixaria marcas roxas. Cada estocada fazia os seios pesados balançarem violentamente para frente e para trás, os mamilos roçando no tapete áspero. "Olha pra Bíblia aí na sua frente, Rayane", ele grunhiu, uma estocada particularmente forte fazendo-a gritar. "Olha enquanto seu pai te fode como uma cadela no cio. Você acha que Deus está olhando? Acho que Ele está gostando… porque Ele sabe que você precisava disso." Rayane chorava de prazer, as lágrimas pingando no chão. "Eu sou uma pecadora… uma filha incestuosa… mas não consigo parar… fode mais, pai… mais forte… me quebra…" Eduardo obedeceu. Passou a socar com violência, o pau entrando e saindo em estocadas brutais, as bolas pesadas batendo no clitóris dela a cada investida. Ele levou uma mão até os cabelos ondulados e puxou com força, arqueando as costas dela, obrigando-a a empinar ainda mais a bunda. Com a outra mão, ele começou a esfregar o clitóris dela em círculos rápidos e duros. "Goza, filha. Goza no pau do seu pai. Esborracha essa buceta santa no meu caralho." Rayane explodiu em menos de um minuto. O orgasmo foi violento, quase doloroso. Ela gritou rouco, o corpo inteiro convulsionando, a buceta apertando o pau dele em espasmos ritmados, esguichando forte outra vez — um jato quente e claro que molhou as coxas dele, o chão, o sofá. As paredes internas ordenhavam o pau como se quisessem sugar até a última gota. Eduardo não aguentou. Com um rugido gutural, enterrou-se até o fundo e gozou dentro dela. Jatos grossos e quentes inundaram o colo do útero dela, enchendo-a completamente. Ele continuou socando devagar enquanto ejaculava, prolongando o prazer, sentindo a porra transbordar e escorrer pelas coxas dela, misturando-se ao squirt. Quando finalmente saiu, o pau ainda latejando, um rio branco e grosso escorreu da buceta aberta e vermelha, pingando no chão em fios longos e viscosos. Rayane desabou de bruços, ofegante, o corpo suado e trêmulo. Eduardo se deitou ao lado dela, puxando-a para o peito, uma mão possessiva apertando a bunda marcada. "Agora você é minha de verdade, filha", sussurrou no ouvido dela, lambendo o lóbulo. "Toda vez que Erique te ignorar… você vem aqui. Toda vez que sentir vontade de gozar… você abre as pernas pro seu pai. Entendeu?" Ela assentiu devagar, ainda zonza, a voz fraca e satisfeita. "Sim, pai… entendi. Eu sou sua… sempre que precisar." Ele sorriu, beijando a testa suada dela. "Boa menina. Agora descansa um pouco… porque em meia hora eu quero te foder de novo. Dessa vez vou querer ver você engolir tudo." Rayane fechou os olhos, um sorriso culpado e saciado nos lábios, enquanto a porra do próprio pai ainda escorria devagar da buceta aberta e latejante. A Bíblia continuava aberta na mesinha, silenciosa testemunha de tudo. E, pela primeira vez na vida, Rayane não sentiu vontade de fechá-la.
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