Favelada carente e cão safado! Parte 4. Pega no flagra pelo marido!
No dia seguinte, o sol escaldante da favela batia nas telhas de amianto, fazendo o ar dentro da casa parecer um forno. Maria acordou cedo, corpo ainda dolorido da noite anterior – o cu latejando uma mistura de ardência e desejo residual, marcas vermelhas nas costas coçando sob a blusa fina. João havia chegado de madrugada, exausto da viagem, rolando para o lado dela na cama e dormindo pesado, sem nem tocá-la. Ela fingiu normalidade no café da manhã: ovos mexidos aguados, pão amanhecido, Lucas babando no colo dela. Mas sua mente vagava para o vira-lata, o pau grosso esticando seu cu, o nó inchado travando-a num êxtase proibido. A boceta umedecia só de pensar; ela apertava as coxas debaixo da mesa, sentindo o cheiro sutil de sêmen canino que ainda pairava em sua pele, apesar do banho rápido. João anunciou que sairia para o trabalho, mas voltaria cedo com um amigo, o Zé, um pedreiro parrudo que trabalhava com ele. "Vamos tomar uma cerveja aqui em casa, pra relaxar", disse ele, beijando-a possessivo na boca, mão apertando sua bunda com força. Maria assentiu, coração acelerado – o risco a excitava mais que nunca. Assim que ele saiu pela porta rangente, ela chamou o cão da rua, voz baixa e trêmula. O vira-lata veio correndo, cauda abanando, já condicionado ao cheiro dela. Ela o trouxe para dentro, trancando a porta, mas deixando a janela do quarto entreaberta por descuido, cortina fina balançando com a brisa morna. No quarto abafado, cheirando a suor velho e mingau de bebê, Maria se despiu devagar, pele morena reluzindo de transpiração, seios pesados com veias azuis pulsantes, bicos escuros endurecidos como pedras. Deitou de bruços no colchão mofado, bunda empinada, quadris largos tremendo de antecipação. Untou o cu com cuspe abundante, dedos circulando o anel enrugado, penetrando devagar para relaxar. "Hoje vai doer mais, seu safado... mas vai ser gostoso pra caralho", murmurou rouca, guiando o focinho do cão para trás. A língua áspera lambeu faminta – raspando as nádegas suadas, circulando o cu sensível, penetrando o buraco apertado com saliva quente e viscosa. Sabor salgado, animalesco; ela gemeu baixo, clitóris latejando, mel escorrendo da boceta pelos lábios inchados e pingando no lençol sujo. O cão montou instintivo, patas peludas arranhando suas costas, unhas deixando sulcos profundos que ardiam como fogo. O pau ereto cutucou primeiro a boceta molhada – escorregando no mel viscoso, fazendo-a arquear as costas –, mas ela ajustou com a mão trêmula, direcionando para o cu. A cabeça grossa, rosada e veiada, pressionou o anel resistente. Dor inicial lancinante, como se estivesse sendo rasgada ao meio, mas misturada a um prazer cru, primal. "Ahhh, porra... tá doendo tanto!", gritou abafado, mordendo o travesseiro fedorento, lágrimas escorrendo pelos olhos. Ele empurrou selvagem, centímetro por centímetro, esticando as paredes internas sensíveis, veias pulsantes roçando nervos expostos. O nó inchou rápido, travando dentro dela, preenchendo-a até o limite, uma bola de carne quente latejando contra seu interior. Cada bombada era uma explosão de sensações: dor aguda nas bordas do cu esticado, prazer profundo no ponto sensível lá dentro, bolas peludas batendo ritmadas na boceta encharcada, enviando choques elétricos ao clitóris túrgido. Cheiros intensos preenchiam o ar – suor azedo feminino, musk canino forte, vaselina misturada ao pré-gozo claro que vazava. Sons molhados ecoavam: ploc-ploc viscoso de carne contra carne, gemidos guturais dela se misturando aos ganidos roucos dele. "Fode mais forte! Me rasga, caralho... ah, tá gostoso demais!", berrou, unhas cravadas no colchão, corpo convulsionando em ondas de êxtase dolorido. O orgasmo se aproximava como um vulcão – cu contraindo em espasmos apertados, leite quente jorrando dentro dela, prolongando a agonia deliciosa. De repente, a porta da frente rangeu – chave girando na fechadura enferrujada. Maria congelou, cu apertando involuntário ao redor do pau preso, coração disparando como um tambor. Passos pesados no chão de cimento rachado: dois pares. "Maria? Cheguei cedo, trouxe o Zé pra uma breja!", gritou João da sala, voz casual, mas parando abruptamente ao ouvir os gemidos abafados do quarto. João empurrou a porta do quarto com força, o trinco rangendo, e parou petrificado na soleira. Seus olhos arregalados fixaram na cena: sua esposa nua, de bruços na cama, bunda empinada e vermelha de arranhões, o vira-lata montado nela, pau grosso enterrado no cu, nó inchado travando-os, bombando instintivo. O cheiro de sexo animalesco o atingiu como um soco – suor, sêmen, musk cru. "Que porra é essa?!", berrou ele, voz tremendo de choque e raiva, rosto corando vermelho, veias saltando no pescoço. Ele piscou incrédulo, boca aberta em um O silencioso, processando a traição bizarra: não com um homem, mas com um cachorro de rua sujo, gemendo como uma vadia no cio. Atrás dele, Zé, o amigo alto e musculoso, espiou por cima do ombro, olhos vidrados na bunda de Maria tremendo, o pau canino pulsando visivelmente. Zé engoliu em seco, uma mistura de choque e tesão involuntário, pau endurecendo na calça jeans apertada. "Meu Deus do céu, João... isso é real?", murmurou Zé, voz rouca, incapaz de desviar o olhar. Maria virou o rosto devagar, lágrimas de orgasmo misturadas a pavor, cu ainda latejando ao redor do nó que não desinchava. Vergonha absoluta a consumiu como fogo – calor subindo pelo corpo nu, pele arrepiando, rosto queimando escarlate. "João... eu... por favor...", gaguejou ela, voz quebrada, tentando se soltar, mas presa pelo nó, o cão ganindo confuso. Seus seios balançavam expostos, mel escorrendo pelas coxas, sêmen vazando devagar do cu esticado. Ela se sentia exposta, humilhada, uma puta suja flagrada no pior ato possível, na frente do marido possessivo e de um estranho que a olhava com nojo e desejo. Lágrimas quentes escorriam pelo rosto, misturando-se ao suor; ela cobriu o rosto com as mãos trêmulas, corpo tremendo de mortificação, o orgasmo interrompido virando náusea. João avançou, punhos cerrados, olhos flamejantes de fúria traída, enquanto Zé ficava parado, a cena gravada para sempre em sua mente. O risco que ela tanto amava agora a destruía.
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