Passados alguns dias, a rotina da favela havia se tornado um ciclo vicioso de desejo e vigilância. João partiu para um trabalho longo no interior, deixando um recado claro para Zé: "Cuida da casa, cuida do moleque... e cuida da minha mulher como a gente combinou." Zé, com um sorriso cúmplice e o pau já latejando só de lembrar daquela noite caótica, assumiu o posto. Durante aqueles primeiros dias, ele comia Maria em momentos roubados – no quintal ao amanhecer, com ela debruçada na pia lavando louça, pau dele cravando seco no cu enquanto Lucas brincava na sala; ou à noite, no colchão ainda fedendo a porra velha, ele a fodia de lado, mão tapando a boca dela para abafar os gemidos roucos de "Me enche mais, Zé, sua rola grossa me arromba gostoso". Maria se entregava sem resistência, o corpo viciado na violência que agora virava rotina, boceta pingando só de ver o olhar predador dele. Mas Zé precisou viajar para outra cidade, resolver umas pendências com fornecedores de material de construção. "Volto em três dias, fica quietinha, hein? Senão conto tudo pro João", avisou ele, beijando-a com força antes de sair, mão apertando a bunda marcada. Sozinha com Lucas, Maria sentia o vazio crescer de novo – uma coceira constante entre as pernas, mamilos duros roçando a blusa fina, pensamentos voltando para paus grossos a preenchendo. No segundo dia de ausência de Zé, o telefone tocou: era a mãe dela, voz apressada. "Filha, pode fazer um favor? A amiga minha, a Dona Cida, tá com um problema familiar e precisa viajar urgente. O filho dela, o Thiago, tem 18 anos recém-completados, está vivendo uma situação difícil com os amigos no lugar onde mora e precisa ficar uns dias longe, coitado. Pode ficar com ele aí uns dois dias? Ele é quieto, não vai dar trabalho." Maria hesitou um segundo, mas o tédio e a fome falaram mais alto. "Pode mandar, mãe. Eu cuido dele." Thiago chegou no fim da tarde, mochila nas costas, corpo magro mas atlético de quem joga bola na rua, pele morena suada do calor da favela, olhos castanhos nervosos desviando dos dela. "Oi, tia Maria... valeu por me receber", murmurou ele, voz baixa, quase tímida, sentando no sofá velho enquanto Lucas dormia. Maria observava: o garoto era bonito, traços jovens ainda arredondados, mas com uma energia inquieta, pernas mexendo sem parar. Ela serviu jantar – feijão grosso, arroz, carne seca – e conversaram sobre bobagens: escola que ele largou, sonhos de trabalhar na construção como João. À noite, ela o acomodou no sofá-cama da sala, desejando boa noite com um sorriso que escondia o latejar entre suas coxas. No dia seguinte, o calor era insuportável. Lucas tirava soneca à tarde, e Thiago disse que ia tomar banho. Maria, limpando a casa, passou pelo banheiro improvisado no quintal – porta entreaberta por descuido. Espiou pela fresta, e o que viu a paralisou: Thiago de pé, calça abaixada, mão bombando um pau enorme, ereto e veiado, grosso como seu pulso, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo, bolas pesadas balançando com o movimento ritmado. Ele gemia baixinho, olhos fechados, punhetando rápido, imaginando sabe-se lá o quê. Maria sentiu a boceta contrair instantaneamente, umidade escorrendo pela calcinha. "Caralho... maior que o de João, maior que o do Zé... que rola monstruosa", pensou ela, mordendo o lábio, mamilos endurecendo, um calor subindo pelo ventre. Saiu dali tremendo, mas a imagem grudou: aquele pau jovem, pulsante, inexplorado. A obsessão cresceu devagar, como uma febre. Maria começou a provocar sutil: usava blusas decotadas, mostrando os seios fartos marcados pela maternidade; sentava perto dele no sofá, coxas roçando "sem querer". Conversas viravam confidências – ela fingindo ser a "tia mais velha compreensiva". "Thiago, você tá na idade dos hormônios loucos, né? Nervos à flor da pele... normal o garoto ficar excitado o tempo todo." Ele corava, gaguejava, mas os olhos dele desciam para os quadris largos dela, para a bunda redonda na saia fina. "É... tia, às vezes eu... não aguento." Maria sorria por dentro, boceta latejando. "Pode desabafar comigo, viu? Tia aqui entende... já passei por muita coisa. Homem precisa de alívio, senão explode." Na segunda noite, com Lucas dormindo cedo, ela sentou ao lado dele no sofá, mão no joelho dele "de apoio". "Me conta, Thiago... você pensa em quem quando... se alivia?" Ele engoliu em seco, pau endurecendo visivelmente na bermuda. "Em... em mulheres mais velhas, tia. Tipo você... quer dizer..." Maria não deixou escapar. "Shh, normal. Tia aqui tá sozinha faz tempo, sente falta de um homem forte. Você é tão grande... vi sem querer ontem. Que pau lindo, Thiago. Maior que muito marmanjo por aí." Ele arfou, olhos vidrados. Ela se aproximou, mão subindo pela coxa dele, voz rouca: "Deixa tia te ajudar... te ensino como é uma buceta de verdade. Vai ser nosso segredo. Você quer foder tia, né? Quer meter essa rola enorme na minha buceta molhada?" Thiago não resistiu mais – mãos tremendo, ele a beijou desajeitado no começo, mas logo faminto, língua invadindo a boca dela enquanto ela guiava a mão dele para dentro da saia, dedos sentindo a boceta encharcada. "Porra, tia... tá pingando... quero te foder sim, caralho!" Maria o levou pro quarto, despiu-se devagar, corpo curvilíneo exposto: seios pesados balançando, buceta inchada e depilada piscando mel. Ele tirou a roupa, pau saltando monstruoso – uns 25cm, grosso, veias saltadas, cabeça babando. Ela deitou de pernas abertas, guiando-o: "Vem, mete forte logo... fode tia como uma puta, Thiago. Rasga minha buceta com essa rola de menino safado!" Ele cravou de uma vez, estocada bruta e profunda, esticando-a ao limite, acertando o útero num soco delicioso. "Aaaahhh, caralho, que pau enorme... me arromba, Thiago, fode violento!", berrou ela, unhas cravando as costas dele, quadris empinando para mais. Thiago perdeu o controle – bombava insano, bolas batendo ploc-ploc alto na buceta molhada, suor pingando, gemendo rouco: "Tia safada... sua buceta aperta pra caralho... vou te encher de porra!" Era escandaloso: cama rangendo, gemidos ecoando pela casa fina, cheiro de sexo jovem e cru preenchendo tudo. Ele variava – de quatro, ela rebolando como vadia, bunda batendo contra ele; de lado, pau acertando o ponto G perfeito; por cima, ela cavalgando selvagem, seios balançando na cara dele, que chupava os bicos duros mordendo. Maria delirava: nunca sentira algo assim – preenchida total, cada estocada um êxtase novo, orgasmo vindo em ondas múltiplas. "Tô gozando, porra... aaaahhh, sua rola é a melhor, Thiago... me fode mais, me destrói, goza dentro, enche tia de leite quente!", uivava ela sem pudor, boceta jorrando em jatos abundantes, contraindo violenta ao redor do pau monstro, visão borrada, corpo convulsionando em espasmos intermináveis. Era a melhor foda da vida dela – intensa, jovem, insaciável, sem limites. Thiago gozou rugindo, jatos grossos e quentes transbordando, prolongando o delírio dela. Ofegantes, colados em suor, ela soube: aquele pau a viciara para sempre. O segredo deles só começava.
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