Rayane dirigia devagar pela estrada secundária que ligava a casa do pai à cidade, o motor do carro velho ronronando baixo, quase como um ronco satisfeito depois de uma foda longa. O sol já tinha baixado bastante, pintando o céu de laranja sujo e jogando sombras compridas nas plantações de mandioca que margeavam a pista de terra batida. O corpo dela ainda vibrava inteiro. Cada solavanco da estrada fazia o cuzinho latejar, lembrando o pau grosso do pai entrando e saindo com força bruta, enquanto o irmão metia na buceta por baixo, os dois ritmados como se tivessem ensaiado a vida inteira pra foder ela ao mesmo tempo. A porra dos dois ainda escorria devagar entre as coxas, quente e grossa, misturando-se aos sucos dela. Ela não tinha colocado calcinha de propósito. Queria sentir tudo vazando, marcando o banco do carro, marcando ela. Estava leve, quase flutuando. Um sorriso bobo não saía do rosto. “Caralho… nunca gozei tanto na vida”, murmurou sozinha, apertando o volante com mais força. Os seios balançavam livres sob a blusa fina, os mamilos duros roçando o tecido a cada respiração. O clitóris inchado latejava contra o couro do banco, e ela se contorcia de leve, esfregando a buceta molhada no assento só pra prolongar a sensação. Pensava no pai gemendo “toma no cu, filha vadia”, no irmão segurando os cabelos dela enquanto gozava na garganta, no jeito que os dois a encheram até transbordar. “Quero mais… quero todo dia assim.” De repente o carro engasgou. Um estalo seco, o motor morreu, o volante ficou pesado. Rayane praguejou baixo, pisou no freio e encostou no acostamento de terra. Silêncio absoluto. Só o canto dos grilos e o vento quente batendo nas árvores. Ela tentou ligar de novo — nada. Bateria? Alternador? Não entendia porra nenhuma de carro. Desceu, abriu o capô, olhou o motor fumegante como se ele fosse responder. O vestido jeans curto subiu nas coxas, expondo a bunda nua e a buceta ainda vermelha e brilhante de porra. Foi quando ouviu o ronco de uma moto se aproximando. Dois caras. Capacetes pretos, jaquetas surradas, botas pesadas. Pararam a poucos metros, desligaram o motor. O mais alto desceu primeiro — pele morena queimada de sol, barba malfeita, tatuagem subindo pelo pescoço. O outro era mais magro, olhos fundos, sorriso torto. Ambos tiraram os capacetes devagar, olhando pra ela como predadores que acabaram de encontrar carne fresca. “Problemas, gata?” perguntou o alto, voz grossa, já dando um passo à frente. Rayane endireitou o corpo, tentou manter a pose. “Carro quebrou. Tô esperando alguém passar.” O magro riu baixo. “Aqui nessa estrada? Ninguém passa depois das sete. E você sozinha, vestida assim… perigoso, hein?” Ela sentiu o primeiro frio na espinha, mas o corpo ainda estava quente demais da foda anterior. O tesão não tinha ido embora — só mudado de forma. O alto se aproximou mais, os olhos descendo direto pras coxas dela, pra saia que tinha subido quando ela se abaixou pra olhar o motor. “Sem calcinha, é? Tá querendo o quê nessa estrada deserta, hein?” Rayane recuou um passo, encostando no carro. “Não quero confusão. Só preciso de ajuda com o carro.” O magro deu a volta pelo lado do motorista, bloqueando a saída. “Ajuda a gente dá. Mas primeiro… mostra o que tem aí embaixo.” Ela tentou empurrar o alto quando ele estendeu a mão. “Sai de perto de mim!” O empurrão só fez a saia subir de vez, expondo a buceta depilada, ainda inchada, brilhando de porra seca e suco fresco. Os dois congelaram por um segundo, depois trocaram um olhar faminto. “Caralho… olha isso. Tá toda melada. Essa puta acabou de foder alguém.” O alto agarrou o pulso dela, puxou com força. Rayane resistiu, chutou, mas o magro veio por trás, segurou os braços dela, torceu pra trás. A blusa rasgou no ombro, um seio saltou livre. “Se solta, vadia. A gente vai te comer gostoso. Você vai gostar.” Rayane sentiu o pânico misturar-se com outra coisa — o mesmo fogo que a consumia com o pai, com o irmão, com o cachorro. O corpo traía: a buceta pulsou forte, um jato de tesão escorreu pela coxa interna. Ela parou de lutar por um instante, respirando pesado. “Vocês… vão me estuprar?” O alto riu, apertando o seio exposto com força bruta, torcendo o mamilo até ela gemer. “Estupro? Não, gostosa. Você vai pedir. Olha como tá pingando. Tá louca pra levar pau.” Ele abriu o zíper da calça, tirou o pau pra fora — grosso, escuro, veias saltadas, já duro como pedra. O magro fez o mesmo, pau mais comprido, curvado pra cima, pingando pré-gozo. Rayane olhou pros dois, o coração disparado, o cu piscando, a buceta contraindo vazia. Rayane, no auge de sua excitação e tesão, após ter sido sodimizada pelo pai e irmão, pensou direito e chegou a conclusão de que não iria colocar mais resistência naquele diálogo entre os dois bandidos e tomou uma decisão, onde pra mesma não foi nenhuma surpresa, mas para os dois meliantes foi uma surpresa maravilhosa. “Então… me fode. Mas tem que ser gostoso. Me faz gozar. Senão eu grito até alguém aparecer.” Os dois riram, achando que era blefe. O alto a empurrou contra o capô do carro, ergueu uma perna dela, abriu a buceta com os dedos calejados. “Olha essa xota… toda vermelha, cheia de porra velha. Quem te comeu antes, hein? Te encheu antes de vir pra cá?” Rayane mordeu o lábio, voz rouca: “Meu pai… e meu irmão. Me foderam os dois ao mesmo tempo. Agora quero vocês. Me arrombem.” Eles dois ficaram surpresos com a revelação, justamente pelo fato de uma mulher daquelas, onde aparentava ser bastante recatada, revelar algo fora do comum que é sexo entre familiares ainda mais com o pai e irmão ao mesmo tempo. Eles se entreolharam, incrédulos com essa revelação mas visivelmente excitados e animados. O magro não aguentou. Ajoelhou na terra, abriu as nádegas dela e enfiou a língua no cuzinho ainda dolorido da foda anterior. Lambeu com vontade, chupando o anel apertado, enfiando a ponta da língua enquanto o alto metia dois dedos na buceta, mexendo a porra velha que ainda tinha lá dentro. Rayane gemeu alto, empurrando a bunda pra trás. “Isso… lambe meu cu… chupa a porra do meu pai que ainda tá aí… me deixa suja.” O alto tirou os dedos, enfiou o pau na buceta dela de uma vez, sem aviso. Rayane gritou, o corpo arqueando no capô quente. “Caralho… que pau grosso… fode forte… me rasga!” Ele meteu com violência, os quadris batendo na bunda dela, as bolas pesadas slapando contra o clitóris inchado. O magro se levantou, segurou o rosto dela e enfiou o pau na boca. “Chupa, vadia. Engole até a garganta.” Rayane chupou com vontade, a saliva escorrendo pelos cantos da boca, os olhos lacrimejando enquanto engolia o pau curvado até sentir a glande bater na garganta. O alto metia na buceta com força bruta, cada estocada fazendo os seios dela balançarem descontrolados. “Tá gostando, né? Uma putinha dessas, que pela aliança que está usando mostra que é casada levando rola na estrada… goza no meu pau, vai.” Ela gozou rápido, o corpo convulsionando, esguichando forte no pau dele, molhando as bolas e a terra embaixo. O grito saiu abafado pelo pau na boca. Trocaram de lugar. O magro sentou no banco do motorista, puxou Rayane pro colo. Ela sentou de frente, guiando o pau comprido pra dentro da buceta, descendo até sentir ele bater no fundo. “Porra… tá batendo no útero… fode assim, me enche…” O alto se posicionou atrás, cuspiu no cuzinho e enfiou o pau grosso sem dó. Rayane gritou alto, o corpo tremendo com a dupla penetração na estrada deserta. “Ai… caralho… os dois dentro… buceta e cu cheios… me fodam forte… me arrebentem!” Eles meteram juntos, ritmados, o carro balançando com as estocadas. O magro chupava os seios dela, mordendo os mamilos enquanto socava a buceta; o alto puxava os cabelos dela pra trás, mordendo o pescoço, enfiando o dedo no cu junto com o pau, esticando ainda mais. Rayane gozou de novo, o orgasmo mais violento, esguichando tanto que molhou o painel do carro, o colo do magro, o chão. “Tô gozando… os dois me rasgando… ahhh, porra… encham minha buceta e meu cu de porra!” O magro veio primeiro, enterrando-se até o talo e gozando dentro da buceta, jatos grossos enchendo-a até transbordar, escorrendo pelas bolas dele. O alto seguiu, socando o cu com estocadas brutas e gozando fundo, a porra quente inundando o canal apertado, vazando pelos lados e pingando no banco. Eles saíram dela devagar, o cuzinho e a buceta abertos, vermelhos, escorrendo porra branca em golfadas grossas que pingavam no chão da estrada. Rayane caiu sentada no banco, pernas abertas, tremendo, o corpo exausto e saciado. Os dois se vestiram, rindo baixo. “Boa foda, gata. Se o carro quebrar de novo, chama a gente.” Ela sorriu fraco, voz rouca: “Podem deixar. Mas da próxima vez… tragam mais amigos.” Eles ligaram a moto e sumiram na poeira. Rayane ficou ali, sozinha, o carro ainda quebrado, a buceta e o cu pulsando de dor e prazer, porra escorrendo pelas coxas, o sorriso satisfeito nos lábios. “Melhor pane da minha vida.”
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