Maria vivia em uma favela apertada no morro, onde as casas se empilhavam como caixas velhas. Aos 28 anos, casada com João, um pedreiro que saía antes do sol nascer e voltava exausto à noite, ela passava os dias trancada em casa com o pequeno Lucas, de quase 2 anos. O bebê era sua alegria, mas também sua prisão. João era ciumento, possessivo; proibia saídas, amigos, até olhares pela janela. "Você é minha, só minha", repetia ele, com um tom que misturava amor e ameaça. Maria obedecia por medo – medo de apanhar, de perder o filho, de ser jogada na rua. Mas dentro dela, uma fome crescia. Fazia meses que João mal a tocava; o cansaço o deixava distante. Maria se masturbava em segredo, no banheiro úmido, imaginando amantes fortes, proibidos. Queria trair, oh como queria! Vizinhos a olhavam com desejo, mas o pavor de João descobrir a paralisava. Sua luxúria virava um vulcão contido, latejando entre as pernas. Um dia, enquanto Lucas dormia no berço improvisado, Maria ouviu latidos na rua estreita. Espiou pela fresta da porta: um vira-lata magro, pelagem suja, perambulava. O que a paralisou foi o pênis dele, ereto, rosado, balançando ao vento. Grosso, pulsante, como se o animal estivesse no cio. Uma onda de calor subiu por seu corpo. Seus mamilos endureceram sob a blusa fina; sua calcinha umedeceu instantaneamente. "Meu Deus", murmurou, apertando as coxas. Aquela visão crua, animal, despertou algo primal nela. Luxúria pura, sem pudor. Esperou João sair no dia seguinte. Com o coração acelerado, chamou o cachorro com um pedaço de pão. O animal entrou tímido, farejando o ar. Maria trancou a porta, levou-o ao quintal minúsculo. Deu banho nele com água morna da bacia, ensaboando o pelo áspero. Suas mãos tremiam ao roçar o ventre dele; o pênis surgiu de novo, inchado, convidativo. "Vem cá, bonitinho", sussurrou, sentindo um arrepio. No quarto, com Lucas na sala cochilando, ela se despiu. Corpo curvilíneo, seios fartos, quadris largos de quem pariu. Deitou no colchão velho, pernas abertas. O cachorro, agora limpo, cheirava curioso. Maria guiou o focinho dele para sua vulva inchada, molhada. A língua áspera lambeu, explorando os lábios, o clitóris sensível. "Ahhh!", gemeu alto, arqueando as costas. Era áspero, insistente, melhor que qualquer homem. Ela se contorcia, unhas cravadas no lençol, enquanto ele lambia voraz, bebendo seu mel. Não aguentou mais. Virou de quatro, bunda empinada. O cachorro montou instintivo, patas arranhando suas costas. O pênis quente procurou, escorregou, então penetrou. Grosso, esticando-a como nunca. "Fode! Me fode!", gritou, esquecendo o mundo. Ele bombava selvagem, nó inchando dentro dela, prendendo-os. Cada estocada acertava seu ponto G, fazendo-a tremer. Gemidos ecoavam: "Mais! Ah, Deus, que pau gostoso. Continua, continua bombando que vou goooooooozar." Suor escorria, seios balançando. O orgasmo veio como um tsunami, Maria gozou gritando: Ahhh ahhhhh seu vira-lata safado, estou gozando, gozaaaando!- jatos quentes do cachorro enchendo-a, prolongando o êxtase. Nunca sentira aquilo: ondas intermináveis, corpo convulsionando. Ofegante, desmontou. O cachorro lambia-se satisfeito. Maria sorriu, culpada mas saciada. Seu segredo, sua liberdade. Dali em diante, o vira-lata viria mais vezes, alimentando sua fome insaciável.
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