Evangélica e carente: barganha na prefeitura!

O domingo amanheceu quente e úmido em Camaçari, o tipo de calor que faz a pele grudar na roupa e a mente vagar para lugares proibidos. A igreja estava lotada: fiéis abanando com folhetos, crianças correndo nos corredores, o cheiro de perfume barato misturado ao suor coletivo. Rayane e Lorrana sentavam lado a lado na terceira fileira, como sempre. Rayane com uma saia longa preta e blusa branca abotoada até o pescoço, mas sem sutiã; Lorrana com saia cinza e blusa bege, sem calcinha. As duas ainda sentiam o corpo dolorido da sessão com o pastor Baltazar no sábado à tarde — buceta e cu latejando, marcas roxas escondidas sob a roupa.
O pastor Baltazar subiu ao púlpito, suor brilhando na testa grisalha. Sua voz grave ecoou pelo salão:
“Irmãos e irmãs, o Senhor me deu uma visão. Precisamos expandir o Reino. Vamos construir uma nova unidade da igreja no bairro do Baixo do Papagaio, onde a escuridão é maior. Mas o dízimo não está dando conta. Precisamos de voluntários para ir até a prefeitura negociar uma verba, uma licitação, qualquer ajuda. Quem se dispõe a ir em nome de Cristo?”
O silêncio durou dois segundos. Rayane inclinou-se para o lado, boca quase colada na orelha de Lorrana, voz baixa e quente, carregada de malícia:
“Vamos nós duas. Imagina eu e você sozinhas com o prefeito… aquele homem maduro, poderoso… aposto que ele tem um pauzão escondido debaixo da mesa. A gente pode ‘convencer’ ele do jeito que a gente sabe… rebolando, chupando, abrindo as pernas… ele vai liberar a grana na hora. E depois a gente volta aqui contando tudo pro pastor enquanto ele nos fode no altar de novo.”
Lorrana sentiu um calor subir direto para a buceta. Apertou as coxas, mordendo o lábio inferior. Olhou para Rayane com os olhos azuis brilhando de tesão e medo.
“Você é louca… mas eu tô pingando só de imaginar. Vamos. Quero sentir o gosto do poder… e do pau dele.”
Rayane levantou a mão na frente de todos, voz clara e devota:
“Eu e a irmã Lorrana nos oferecemos, pastor. Vamos à prefeitura na quarta-feira. Vamos fazer o possível para que a obra saia.”
Baltazar sorriu satisfeito, sabendo exatamente o tipo de “possível” que elas fariam.
“Que o Senhor as abençoe, filhas. Quarta-feira vocês vão e voltam com o acordo fechado.”
O culto terminou com hinos e améns. Ninguém desconfiou de nada.
Quarta-feira, 10h30 da manhã. Prefeitura municipal. Rayane e Lorrana esperavam na recepção há mais de uma hora. O ar-condicionado estava fraco, o calor baiano grudava na pele. As duas suavam — não só de calor. A buceta de Rayane latejava dentro da saia longa, o clitóris inchado roçando o tecido. Lorrana cruzava e descruzava as pernas, sentindo o cu piscar, lembrando da última foda no altar.
Finalmente a secretária chamou:
“Prefeito vai recebê-las agora.”
A sala do prefeito era ampla, mesa de madeira escura, bandeira do Brasil atrás. Dr. Roberto, 48 anos, pele morena, cabelo grisalho nas têmporas, corpo forte de quem joga tênis. Olhou para as duas com um sorriso educado.
“Sentem, irmãs. Em que posso ajudar a igreja?”
Rayane falou primeiro, voz doce:
“Precisamos de uma verba para construir uma nova unidade no Baixo do Papagaio. É um bairro carente, muita gente precisa da palavra de Deus…”
Lorrana completou, tentando soar profissional:
“Qualquer apoio seria uma bênção…”
O prefeito ouvia, mas seus olhos desciam para os seios delas, para o decote discreto, para as coxas apertadas. Ele balançava a cabeça, irredutível:
“Infelizmente o orçamento está apertado. Tem muita demanda. Não sei se consigo liberar algo agora.”
As duas se olharam. Rayane respirou fundo, levantou-se devagar. Foi até a frente da mesa, ergueu a saia longa até a cintura, passou a calcinha para o lado, expondo a buceta depilada, lábios inchados, brilhando de umidade fresca.
“E se a gente te convencer de outro jeito, prefeito? Se a gente fizer tudo que o senhor quiser… o senhor libera a verba e a licitação?”
Lorrana arregalou os olhos, mas o fogo já queimava nela também. Levantou-se, tirou a calcinha branca de vez, jogou em cima da mesa do prefeito.
“Pode ter nós duas sempre que quiser. A gente vem aqui, fecha a porta… e o senhor faz o que quiser com a gente. Buceta, cu, boca… tudo seu.”
O prefeito ficou olhando para as duas bucetas expostas — uma morena depilada, outra rosada com pelinhos loiros finos. O pau dele endureceu instantaneamente dentro da calça social. Ele se levantou, abriu o zíper, tirou um pau enorme — mais de 23 centímetros, grosso, veias grossas, cabeça vermelha brilhando.
“Então venham aqui, suas putinhas evangélicas. Ajoelhem.”
As duas se ajoelharam na frente dele. Rayane pegou o pau primeiro, lambeu a glande devagar.
“Que pauzão… tá latejando… cheira a macho poderoso…”
Lorrana lambeu o lado, língua subindo pela veia grossa.
“Tão grosso… vai me abrir toda… me arrombar a buceta e o meu cuzinho… a gente vai ser suas putas particulares…”
Elas chuparam juntas. Bocas se encontrando na glande, línguas se tocando, saliva escorrendo pelo pau, gemidos molhados enchendo a sala.
“Chupa mais fundo, Rayane… engole esse pauzão… isso… boa vadia…”
“Lambe as bolas, Lorrana… chupa gostoso… vocês duas são umas putas lindas…”
O prefeito segurou as cabeças, fodeu as bocas alternadamente, gemendo rouco. Depois gozou forte — jatos grossos e quentes explodindo na boca e no rosto delas. Porra melando línguas, queixos, bochechas, pingando nos seios. Elas se beijaram, trocando porra, lambendo os lábios uma da outra.
O prefeito sorriu, pau ainda semi-duro.
“A verba está liberada. Mas ainda não terminei com vocês.”
Ele pegou o telefone, ligou para alguém:
“Estou indo pra lá com uma surpresa maravilhosa.”
Levou as duas até o carro oficial, mandou elas entrarem no banco de trás. Parou em um sexshop discreto, entrou sozinho e voltou com uma sacola preta. Elas não viram o que era.
Chegaram na Câmara de Vereadores. Entraram numa sala de reuniões com 7 vereadores sentados ao redor da mesa oval. O prefeito fechou a porta.
“Senhores, essas são as representantes da igreja. Elas vieram fechar o acordo. Tudo aqui é sigiloso. Ninguém vai saber.”
Ele olhou para as duas.
“Tirem tudo.”
Rayane e Lorrana se olharam. O tesão venceu o medo. Tiraram as roupas devagar, ficando completamente nuas no meio da sala. Os vereadores tiraram os paus pra fora das calças — paus de todos os tamanhos, todos duros, latejando.
Rayane e Lorrana se ajoelharam. Começaram a chupar. Uma boca no pau de um, outra no de outro. Línguas rodopiando, bocas se beijando enquanto mamavam, saliva escorrendo, gemidos molhados.
“Olha essas duas putas… chupando nossas picas… engole tudo, sua vadia…”
“Que boca gostosa… chupa mais fundo… isso… boa missionária puta…”
Depois de minutos de oral coletivo, o prefeito abriu a sacola e tirou o brinquedo: um consolo duplo enorme, preto, com duas pontas grossas e veias.
“Subam na mesa. De quatro. Queremos ver bunda com bunda.”
Elas obedeceram. Subiram na mesa de reuniões, de quatro, bundas empinadas. Enfiaram as duas pontas do consolo — Rayane na buceta, Lorrana no cu, depois inverteram. Começaram a rebolar forte, bunda com bunda, o consolo entrando e saindo, conectando as bundas, rebolando devagar, depois freneticamente., fazendo barulho molhado.
“Rebola mais, suas putas… olha como elas gostam… rebola essa bunda no brinquedo… goza pra gente ver!”
Os vereadores se masturbavam em volta da mesa, paus na mão, assistindo as duas rebolarem freneticamente. Rayane e Lorrana gemiam alto:
“Porra… tá me abrindo toda… rebola mais, Lorrana… sente meu cu apertando o brinquedo… tô gozando… tô gozando forte nesse consolo… ahhhhhhhhhhh!”
“Tô gozando também… minha bunda na suabunda… rebolando nesse pau de borracha… me fode mais, rebola mais forte Rayane pra me sodomizar…me faz esguichar na frente de todos!”
Os vereadores começaram a gozar. Jatos grossos caindo sobre os corpos delas — costas, bundas, seios, rostos. Rayane e Lorrana gozaram juntas, gritando, esguichando forte no consolo, o líquido quente escorrendo pela mesa.
Os vereadores, satisfeitos, pegaram as carteiras e jogaram notas de 100 e 200 reais sobre elas — centenas de notas caindo como chuva suja, cobrindo os corpos melados de porra e suor. Elas gozaram mais forte ainda, esguichando pelo brinquedo, gemendo alto, o dinheiro grudando na pele pegajosa.
Centenas, milhares de reais chovendo sobre Rayane e Lorrana enquanto elas gozavam, rebolando, chorando de prazer.
“Toma o dinheiro, suas putas… construam a igreja nova… mas voltem aqui toda semana pra pagar o ‘imposto’ com essa buceta e esse cu!”
Elas desabaram na mesa, cobertas de porra e dinheiro, ofegantes, sorrindo.
A nova igreja seria construída.
E o preço já estava pago.
Com juros muito altos.
E elas pagariam com prazer.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Evangélica e carente: barganha na prefeitura!

Codigo do conto:
255694

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
27/02/2026

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