Nesse exato momento a Carol se aproximou novamente e me puxou para a pista para dançarmos uma música mais lenta. Eu a segurei bem coladinha em mim e tive a certeza que ela podia sentir meu pau duro pressionado contra as coxas dela.
- Você pensou mais um pouquinho? - eu perguntei com a boca colada no ouvido dela.
- Sim, mas ainda estou em dúvidas. Eu não o conheço e isso me deixa muito nervosa. - ela me disse.
- Você tem alguns amigos aqui, não? - eu perguntei.
- Sim, tenho sim! Duas amigas da faculdade estão comigo!
- Por que você não dá a elas o meu nome e o nome do hotel onde eu estou ficando? Isso vai te deixar mais segura, não? - eu disse insistente.
- É uma boa idéia, mas eu estou com o carro do meu pai e preciso devolvê-lo ainda hoje. Ele vai sair amanhã bem cedinho.
- Podemos fazer assim! - eu continuei - Eu te sigo até sua casa, você deixa o carro do seu pai e vai comigo para o meu hotel. Depois eu te deixo em sua casa novamente.
- Combinado! Vou dar seus dados para a minha amiga Marina e pedir a ela um alibi pra mim. Aí eu aviso meus pais que vou dormir na casa dela. - ela explicou e eu gostei muito do plano.
A música terminou e eu dei minha carteira de motorista para a Carol. Ela foi até sua amiga e as duas conversaram e anotaram os meus dados. A amiga dela me olhou várias vezes e sorriu, como se estivesse dando sua aprovação para o homem que a Carol estava escolhendo naquela noite.
Logo a Carol voltou, devolveu minha carteira e eu avisei ao Magno que estávamos saindo. Ele estava conversando com uma garota que era uma verdadeira potranca e, pelo jeito como eles estavam bebendo, percebi que pelo menos um boquete ele ia ganhar naquela noite. Combinamos de nos encontrar no dia seguinte e saí do bar com a Carol.
Peguei meu carro e segui a Carol até a casa dos pais dela. Eu sabia que ela queria mesmo voltar comigo porque ela dirigia de forma que eu não a perdesse de vista. Havia tantas curvas e desvios no caminho que ela poderia ter me despistado a qualquer hora que ela quisesse. Esperei enquanto ela entrou na casa para guardar as chaves do carro e deixar um aviso para seus pais.
Alguns minutos depois a Carol já estava no meu carro me dando as instruções para eu voltar para a rua principal. De lá fomos ao hotel e a levei ao meu quarto. Eu sempre fui um cara louco por sexo anal, mas essa noite isso não estava como prioridade na minha cabeça. A verdade era que a Carol tinha uma bundinha de dar água na boca, mas antes eu queria dar a ela o máximo de prazer possível.
A primeira coisa que fiz foi tirar a roupa dela, e o fiz em frente ao espelho do meu quarto. Eu a coloquei de frente para o espelho e fiquei em pé atrás dela. Primeiro eu comecei a tirar a blusa dela, beijando seu pescoço e passando a lingua em sua orelha, à medida que eu subia sua blusa, revelando o sutiãzinho lindo que ela estava usando. Ela tremia e gemia baixinho nos meus braços quando terminei de tirar sua blusinha.
Continuei olhando pra ela no espelho e pude ver que os seios dela eram realmente lindos e verdadeiros. Soltei o fecho do sutiã e deslizei as alças para fora de seus ombros. Em seguida as alças deslizaram suavemente pelos braços dela, deixando seu sutiã cair ao chão, ao lado de sua blusa.
As mãos da Carol instintivamente cobriram seus seios durinhos mas eu as retirei, enquanto continuava dando beijinhos na nuca dela. Ela virou o rosto pra mim, querendo ser beijada e eu enfiei minha lingua na boca dela. Ela respondeu fazendo o mesmo e nossas linguas brincavam uma com a outra. Enquanto isso eu apertava e massageava seus peitinhos. Senti os biquinhos dos seios dela ficarem durinhos nas palmas das minhas mãos e eu os apertei gentilmente. Ela gemia bem gostoso e sua boca estava molhadinha de tanto prazer.
Deixei minha mão descer dos seus seios para sua barriga lisinha e seu abdômen bem firme e definido. Em seguida comecei a soltar o cinto da calça que ela usava. Depois do cinto eu desabotoei sua calça jeans e abri o zippper.
Interrompi nossos beijos e fiquei de joelhos atrás dela. Tirei suas sandálias lentamente e logo puxei sua calça pra baixo, mostrando suas pernas bem torneadas pouco a pouco. Como sou um cara que gosta muito de pernas e bundas, fiquei uns bons segundos apreciando a visão deliciosa das coxas e da bundinha da Carol.
Tirei a calça jeans dela uma perna de cada vez, observando-a levantar a perna lentamente para me ajudar na tarefa. Joguei sua calça junto à sua blusa e seu sutiã e voltei para beijar a parte interna de suas coxas, passando minha lingua por sua pele e fazendo ela se arrepiar toda. Beijei suas coxas e subi um pouco, beijando e cheirando o cuzinho dela ainda protegido por sua calcinha. Então comecei a tirar sua calcinha lentamente.
A Carol levantou suas pernas uma de cada vez enquanto eu tirava sua calcinha e pude sentir o cheiro gostoso que vinha da boceta dela. Comecei a beijar suas nádegas e ela me surpreendeu, empurrando a bunda em direção ao meu rosto. De repente eu percebi que sexo anal poderia acontecer aquela noite, mas eu não queria apressar nada. Subi uma mão pela parte interna de suas coxas e verifiquei que a xoxotinha dela estava muito molhadinha.
Brinquei com a bocetinha dela, enfiando e tirando meus dedos. Então me levantei. Meu pau estava tão duro que parecia querer rasgar minha calça e já estava na hora de tirar minha roupa também. Depois de tirar toda a minha roupa eu abracei a Carol por trás novamente, roçando minha pica na bundinha dela. Ela estava adorando e rebolava lentamente, me provocando.
Virei ela de frente pra mim e me ajoelhei na frente dela, enquanto ela continuou em pé. Comecei a beijar e chupar sua bocetinha e as mãos dela seguraram firme a minha cabeça, como se estivesse com medo que eu parasse de chupá-la. Ela estava toda molhadinha e cheia de tesão. Chupei e lambi o clitóris dela, levando-a a um orgasmo delicioso.
- Ohhh!! Júliooooo!!! Me seguraaaa!!! Bem forteeee!!! - ela gemia segurando forte minha cabeça e esfregando sua bocetinha na minha boca.
Eu segurei e apertei as nádegas dela fortemente enquanto ela gozava na minha boca.
- Ahhhhhh!!!! Estou gozandooooooo!!!! Estou gozandooooo!!! - ela disse tremendo e se apoiando na minha cabeça. Então ela se apoiou nos meus ombros e, por algum momento, pensei que ela estava um pouco tonta. Lambi o clitóris dela mais um pouquinho até que ela empurrou minha cabeça.
- Meu deussss!!! Júlio!! O que foi isso???? Gozei rápido demais!! Deixa eu me deitar um pouquinho! - ela falou quase suplicando.
Peguei ela pela mão e a deitei na cama. Ela estava radiante e sorridente e abriu os braços pra mim, sinalizando que eu me deitasse em cima dela. Não perdi tempo e me posicionei entre suas pernas à medida que ela as abria levemente. Ajeitei a cabeça da minha pica na entradinha de sua bocetinha pequenina e soltei meu peso.
- Ahhhhhh!!! Que pica gostosaaaaa, Júliooooo!!! - ela gemeu baixinho quando meu pênis deslizou pra dentro de sua prexequinha apertadinha. Em seguida ela colocou os braços ao redor do meu pescoço e prendeu as pernas ao redor da minha cintura.
- Ohhhhhh!!! Mete, Júlio!!! Mete bem fundo na sua menininha!!! Mete!! - ela falava no meu ouvido enquanto eu fazia um vai-e-vem bem gostoso na xoxotinha dela. Eu não estava com pressa de gozar e queria dar muito prazer a ela.
- Goza no pau do seu macho, gozaaaaa!!! - falei e beijei a boca dela, de forma a abafar um pouco os seus gritos.
- Simmm!!! Meu macho gostosooo!! Me come!! Me come!! - ela disse e senti sua bocetinha palpitar ao redor da minha pica, querendo me sugar pra dentro dela. Não demorou cinco segundos e ela começou a se contorcer toda.
- Ohhhh!!! Meu deussss...Estou gozandooooo de novo!! - ela nem conseguiu falar direito e gozou como uma louca. E foi um orgasmo tão intenso que me deixou um pouco assustado. "Que menina insaciável", pensei.
Fiquei mais um pouco deitado em cima dela, metendo bem devagar enquanto nos beijávamos como dois namorados.
- Me come de quatro agora!!! - ela disse e já foi ficando de quatro, com a bunda bem empinadinha.
De quatro sempre foi a minha posição favorita, ainda mais se a garota tiver uma bundinha gostosinha como a da Carol. Enquanto eu metia em sua bocetinha pequena e escorregadia eu acariciava seu ânus, passando o dedo ao redor de sua entradinha completamente lacrada. Eu tinha quase certeza que ela nunca tinha experimentado sexo anal. Lubrifiquei meu dedo mindinho ao redor da xoxotinha dela e o enfiei em seu cuzinho, lentamente.
- Aiiiiii!!! Devagarrrr!!!! - ela disse ficando parada por uns segundos e depois voltou a rebolar na minha pica lentamente, com meu dedo enfiado no seu ânus.
- Tenho tanta vontade de fazer sexo anal, Júlio!! Mas ainda estou com medo! Seu pau é muito grande pra mim! - disse ela quase em sussurro.
- Vamos tentar, Carol! Tenho um gel muito bom aqui. Se a qualquer momento você ficar assustada, com medo ou sentir dor a gente pára! - eu disse a ela.
- Quero tentar!! Mas bem devagar, tá? - ela disse hesitante, depois de pensar por alguns segundos.
Tirei minha pica da bocetinha da Carol e me agachei atrás dela. Comecei a lamber sua boceta e depois o seu cuzinho, levando lubrificação. Pensei que ela ia tentar escapar quando minha lingua tocou o seu ânus. Mas ela ficou paradinha e parecia estar gostando do que eu estava fazendo, de forma que continuei a brincar com o rabinho dela.
- Ohhhh, Júlio! Você sabe mesmo como deixar uma garota muito excitada! - ela disse com a voz rouca e sensual.
- Vou pegar o gel! - eu disse a ela e fui em direção à uma de minhas bolsas. Voltei com o gel e o usei para lubrificar ainda mais o seu buraquinho apertadinho.
- Ohhhhhh!!! Que gostosooooooo!!! Pode enfiar bem fundoooo!! - ela disse quando enfiei meu dedo bem fundo no seu cuzinho, que já estava bem lubrificado e escorregadio. Logo enfiei dois dedos e senti o corpinho dela se arrepiar todo. Seu rabinho já estava bem dilatado e pronto pra receber minha pica.
Passei bastante gel na cabeça do meu pênis e em toda a sua extensão, deixando-o bem lambuzado. Depois pedi a ela que usasse suas mãos para abrir bem suas nádegas.
- Ohhhhhh!! Esperaaaa!!! Uiiiii!!! Meu deusssss!! - ela gritou quando a cabeça da minha pica passou pelo anelzinho apertado do seu cuzinho.
- Quer que eu pare? - perguntei.
- Não!!!! Só fica parado um pouquinho!! Sem se mexer, por favor! Deixa eu me acostumar primeiro! - ela sussurrou em pânico.
Fiquei parado, com apenas a cabeça do meu pau dentro do cuzinho dela. Ficamos assim por alguns minutos enquanto eu beijava a nuca dela e massageada suas costas e ombros. Finalmente senti que ela empurrava a bunda na minha pica, deixando entrar mais um pouco. O cuzinho dela estava tão apertadinho e isso me dava um prazer difícil de descrever. Aos poucos ela foi aceitando e logo metade do meu pau já estava em seu ânus. Eu queria enfiar tudo mas percebi que ela já estava no seu limite.
- Ahhhh!! Já entrou muito!!! Fica parado agora, por favor!!! - ela falou e começou a controlar nossa foda, se movendo pra frente e pra trás, deslizando o cuzinho apertadinho na minha pica dura e grossa. Eu ficava olhando pra bundinha linda dela à medida que meu pau saia e entrava em seu ânus e isso levou meu tesão às alturas.
- Carol!!!! Vou gozar, princesinha!!!! Você quer que eu tire?? - perguntei, me segurando pra não gozar antes dela responder.
- Não, amorrrrr!!! Goza dentro, gozaaaa!!! Quero sentir você gozando dentro do meu cuzinhoooo!!! Por favorrrr!!! - ela respondeu muito excitada.
Nem falei nada. Só deu tempo de segurar ela firme pela cintura e dar umas quatro ou cinco bombadas bem fortes e fundas.
- Ohhhhh!!!!! Que deliciaaaa!!! Que cuzinhoooooo gostosooo!!! - urrei como um animal e minha pica começou a jorrar esperma quentinho no fundo do rabinho dela.
- Ahhhhhh!! Que deliciaaaaaa!!! Que coisa gostosaaaaaa!! - ela disse sorrindo, toda satisfeita.
Depois que gozei o meu pau continuou ainda duro dentro dela e eu podia sentir o seu esfincter contraindo e relaxando em volta do meu pênis. Esperei vários minutos e então tirei minha pica do rabinho dela, vendo o contrair e expulsar meu esperma, que descia para a sua bocetinha e começava a escorrer pela parte interna de suas coxas. A Carol contraia involuntariamente o seu esfincter e mais e mais do meu sêmen saia do seu cuzinho bastante dilatado da surra de pica que eu tinha dado nele.
Que visão maravilhosa ver meu esperma sair daquela bundinha redondinha e gostosa. Fiquei acariciando as nádegas dela até que ela se virou na cama e ficou me olhando.
- Sei que você vai rir, Júlio!!! Mas estou sentindo uma vontade louca de fazer cocô!! - disse ela rindo.
- Isso é natural depois de fazer sexo anal, Carol! - eu disse rindo - Vamos tomar um banho e lavar seu bumbum.
Eu e a Carol tomamos um banho juntos e ajudei a tirar minha pôrra do cuzinho dela, usando a ducha. Depois nos enxugamos e voltamos pra cama. Ela me olhava com olhos apaixonados e completamente satisfeita com a experiência. Ficamos deitados, com a cabeça dela no meu peito, e trocamos vários minutos de carícias, até que meu pau estava duro como ferro novamente.
- Deixa eu chupar ele um pouquinho agora? - ela perguntou, percebendo a minha ereção.
- Ohhhhhh!! Que boquinha gostosa, guria!! - deixei escapar quando os lábios dela deslizaram pela extensão do meu pênis, me dando uma das melhores mamadas que já tive em toda a minha vida.
- Você está gostando, meu macho? - ela perguntou tirando o meu pau da boca e dando batidinhas com ele nos lábios.
- Muito, Carol! Sua boca é deliciosa! Mas vamos fazer diferente, vire-se assim! - falei e a ajudei a se posicionar em cima de mim, de forma que ela pudesse chupar meu pau e eu pudesse lamber sua xoxotinha.
Ficamos nessa posição de 69 até que não me aguentei mais e enchi a boquinha dela de pôrra. Ela engoliu tudo e continuou com minha pica em sua boca, sugando até sair a última gota. Aumentei o rítmo das minhas lambidas no clitóris dela e percebi o seu corpinho tremendo todo, levando ela a um novo orgasmo. Que delicia sentir os fluidos da bocetinha dela na minha boca enquanto ela gozava quietinha, sem fazer muito barulho.
- Você pode me levar em casa agora? Preciso ir! - ela sussurrou no meu ouvido depois de algum tempo.
- Bem, eu gostaria que você ficasse mais! Mas, se você precisa mesmo ir eu te levo! - respondi beijando a boca dela.
- Sim, vai ser melhor se eu chegar em casa mais cedo.
Nos levantamos, nos vestimos e eu a levei até a casa de seus pais. Prestei muita atenção aos nomes das ruas e curvas de forma que eu pudesse encontrar meu caminho de volta.
- Estou tão feliz por ter experimentado sexo anal, Júlio! - ela disse sorrindo durante a nossa conversa na volta - Mas acho que não vou fazer isso nunca mais.
- Por que não? Foi tão ruim assim?
- No momento não! Eu estava com tesão e tal. Mas agora, meu bumbum dói demais! Mal estou conseguindo ficar sentada.
- É assim mesmo, Carol! - eu disse tentando não rir da situação - Você vai se sentir assim por alguns dias, mas logo vai passar. Seu esfíncter foi esticado e ele foi feito para empurrar as coisas pra fora e não para deixar coisas entrarem.
Ela sorriu e disse que tinha entendido minha explicação. Conversamos mais um pouco e eu a deixei em casa, sem trocarmos telefones, e-mails ou qualquer outro contato. Achei estranho mas acabei aceitando, afinal eu nem sabia quando eu voltaria a Santos novamente. Mas essa transa casual com direito a sexo anal foi algo que ficou marcado na minha memória, afinal, sexo no primeiro encontro já é um presente, imagina se tiver sexo anal.