Reunião de negócios!

Luna Blossom não era só um nome no ramo dos cosméticos — era uma marca de poder. Conhecida no ramo de cosméticos como Luna Blood aos 24 anos, casada com o mesmo executivo sem graça há cerca de 4 anos, mãe de dois filhos que já viviam grudados no celular, ela comandava uma empresa que faturava dezenas de milhões vendendo ilusões de juventude eterna em potinhos de creme. Corpo de deusa: 1,72m de pura curva, pele morena dourada de sol artificial, seios siliconados firmes que empinavam qualquer blusa, cintura fina, quadril largo e uma bunda redonda, empinada, que fazia diretores babarem escondido nas reuniões. Cabelo preto liso até o meio das costas, olhos castanhos afiados que intimidavam qualquer um. Por fora, a rainha dos negócios: tailleur justo, salto 12, perfume caro. Por dentro, uma buceta que ardia de fome fazia anos. O marido enfiava o pau meia-bomba duas vezes por mês, gozava em trinta segundos e roncava. Luna fingia, depois se trancava no banheiro, dedos enfiados na própria xota, imaginando mãos que a segurassem pelo pescoço e a chamassem de puta.
Naquela manhã de quarta, Theo, o secretário magrelo, entrou na sala dela com o rosto brilhando.
— Dona Luna, o Renato chegou ontem na cidade. O Renato, cara. A lenda viva dos cosméticos. Tá no Grand Palace, suíte presidencial. É a chance de ouro pro nosso novo serum de colágeno.
O coração dela deu um salto. Renato era mito ambulante: 35 anos, corpo de quem malha pesado, império bilionário construído na cara dura, no grupo de amigas e internamente ele tinha fama de fodedor que quebrava casadas como se fossem copos de plástico. Nos jantares de gala, as mulheres cochichavam: “Ele não transa, ele destrói.”
— Liga pra ele. Agora — mandou Luna, voz de aço.
Theo discou. Dois toques e a voz grave, rouca, quase animal, atendeu:
— Fala.
— Luna Blossom, da Blood Cosmetics. Senhor Renato, que prazer. Estou sabendo que está na cidade e adoraria marcar uma conversa sobre a parceria do serum, se possível pode ser uma ligação por aqui mesmo em outro momento ou uma chamada de vídeo via meet ou teams.
Ele deu uma risada baixa, lenta, que fez o clitóris dela pulsar sem aviso.
— Conversa por telefone, por webcam? Não, Luna. Eu não fecho negocio nenhum através de meios virtuais e eletrônicos. Venha pra minha suíte. Agora. Quarto 2801. E não me faça esperar, pois estou quase de saída. Detesto pessoas que façam perder meu tempo.
Desligou.
Luna ficou parada, celular na mão, bucetinha já molhando a calcinha de renda preta. “Só negócios”, repetiu mentalmente. Mas as pernas tremiam. Pegou a bolsa, avisou a equipe que ia resolver algo pessoal e dirigiu até o hotel cinco estrelas. Chegou impecável: saia lápis preta colada na bunda como segunda pele, blusa de seda branca quase transparente, sutiã de renda preto marcando os mamilos, meia-calça 7/8 fina, salto vermelho sangue. Na recepção, esperou quarenta e cinco minutos intermináveis. O concierge repetia “o senhor está em reunião”. Ela andava de um lado pro outro, coxas roçando, clitóris inchado roçando o tecido. Quando finalmente subiu, o elevador pareceu eterno. “Vou fechar o contrato e cair fora. Fácil.”
Bateu na porta. Abriu Renato: alto, ombros largos como porta de armário, cabelo grisalho curto, barba bem feita, olhos verdes frios de predador. Só um robe preto de seda aberto no peito, revelando peitoral definido, barriga tanquinho, trilha de pelos grossos descendo até o pau semi-duro que já marcava volume grosso.
— Luna Blossom. A famosa Luna Bood, dona do império Bood. Pode entrar, é uma honra recebe-la.
A suíte era luxo puro: luz baixa âmbar, champanhe gelando, vista da cidade toda. Ele serviu duas taças, empurrou uma pra ela.
— Pode se sentar. Vamos conversar a respeito da proposta que tem pra minha pessoa.
Ela sentou no sofá de couro, pernas cruzadas apertadas. Ele ficou de pé na frente, robe quase aberto e ela nervosamente reparava nesse detalhe. Renato andava de um lado a outro, enquanto Luna explicava detalhes a respeito do contrato, das vantagens que ambos teriam por firmar essa parceria, até que o mesmo para, finalmente senta, ler o contrato atentamente e dispara:
— O contrato é ótimo, Luna. Mas eu quero um bônus pra assinar hoje mesmo.
Ela sorriu profissional, mas a voz saiu rouca:
— Diga o valor, as cláusulas. Estou aberta a negociar.
Renato abriu o robe, o mesmo estava sem nada por baixo e o pau saltou livre: 22 centímetros de rola grossa, veiosa, cabeça rosada brilhando de pré-gozo, bolas pesadas penduradas.
Renato se dirigiu até a mesma, sem ter tempo dela retrucar, segurou o queixo dela com força, levantou o rosto dela até os olhos se encontrarem.
— Quero foder você até você esquecer que é casada. Quero te transformar na minha cadelinha particular, aqui, agora. Quero ouvir você implorar como puta no cio enquanto eu arrombo esse cuzinho virgem de executiva metida a besta.
Luna recuou como se tivesse levado um tapa.
— Você tá louco? Eu sou casada! Tenho filhos! Isso é assédio, eu vim aqui pra fechar negócio!
Ele riu, segurou o pau grosso na base e balançou devagar na frente da cara dela.
— Casada? Melhor ainda. Olha pra essa pica, Luna. Você já tá pingando só de olhar. Eu conheço o tipo: mulher de sucesso que apanha em casa, que finge orgasmo pro marido molenga e sonha com um macho de verdade que a trate como a vadia safada que ela realmente é.
Ele se inclinou, mordeu o pescoço dela devagar, língua quente traçando a veia. Luna tentou empurrar o peito dele, mas as mãos fraquejaram. O cheiro dele — suor masculino, colônia amadeirada, tesão puro — invadiu tudo.
— Não… meu marido… meus filhos… por favor…
A voz dela saiu um sussurro. Ele lambeu o lóbulo da orelha e sussurrou:
— Seu marido não te come direito. Eu vou te comer até você chorar de tesão. Aceita, cadela. Ou vai embora agora e perde o maior contrato da sua vida. E eu vou espalhar que Luna Blood é uma frígida que não aguenta pressão.
O clitóris dela latejava tanto que doía. Anos de desejo preso explodindo como bomba.
— Só… só hoje. Ninguém nunca fica sabendo. Jura.
Renato sorriu vitorioso, sádico.
— Boa putinha. Agora tira essa roupa de executiva falsa. Devagar. Quero ver cada centímetro dessa carne de puta casada.
Mãos trêmulas, ela obedeceu. Blusa deslizando, sutiã caindo, seios pesados saltando livres, mamilos marrons duros como pedrinhas. Saia descendo pelas coxas grossas, meia-calça enrolando, calcinha encharcada grudada na boceta depilada, brilhando de mel. Ficou completamente nua, só de salto alto, braços tentando cobrir os seios.
— Mãos atrás das costas. Empina esses peitos pra mim.
Ela obedeceu. Ele circulou devagar, dedo traçando a curva da bunda.
— Olha essa vadia toda produzida. Peitos perfeitos pra mamar o dia inteiro, bucetinha rosada já escorrendo como cachorra no cio. Vira de costas. Empina essa bunda pra seu dono.
Luna virou, mãos na parede, empinou o rabo. O primeiro tapa veio forte — PLÁÁÁ! — a carne tremendo, marca vermelha instantânea.
— Aaaai!
— Cala a boca. Conta. Cada tapa você agradece.
PLÁÁÁ! PLÁÁÁ! PLÁÁÁ! Ele metia a mão aberta, alternando bundas, cada tapa mais forte. A bunda dela ficou vermelha vivo, ardendo, latejando. Lágrimas de dor e tesão brotaram nos olhos.
— Obrigada… senhor… mais um… por favor…
— Agora de quatro no chão, cadela. Joelhos afastados.
Ela desceu, joelhos no carpete macio, bunda empinada, buceta aberta pingando fio transparente. Renato pegou na gaveta uma coleira de couro preto grossa, com argola de metal brilhante e plaquinha dizendo “PUTINHA DE RENATO”. Colocou no pescoço dela, apertou até ficar justo, mas sem sufocar.
— Pronto. Agora você não é mais Luna Blood. É minha cachorra. Minha vadia particular. Anda. De quatro até meus pés. Devagar.
Luna engatinhou, coleira puxando, bunda balançando pesada, seios balançando. Cada movimento fazia a buceta roçar nas coxas, mel escorrendo pelas pernas. Vergonha queimava o rosto dela, mas o tesão era maior. Nunca se sentira tão viva.
Ele sentou na poltrona larga, pernas abertas, pau duro apontando pro teto como lança.
— Lamba meus pés, putinha gulosa. Mostra pro seu dono o quanto você quer mamar essa rola.
Ela baixou o rosto, língua quente saindo. Começou pelo dedão, chupando devagar, depois a sola inteira, lambendo entre os dedos, sugando como se fosse uma pica. Salgado, cheiro forte de homem. Ela gemia baixinho, quadril mexendo sozinho.
— Isso… boa cadela. Olha como mama pé de macho com fome. Tá gostando, né? Diz alto.
— Sim… senhor… adoro… sou sua cadela… lamber seu pé me deixa molhada…
Renato puxou a coleira com força, levantou o rosto dela até o pau bater na bochecha.
— Chupa. Engole até o fundo. E não para até eu mandar.
Luna abriu a boca, lábios esticados na cabeça grossa. Ele segurou o cabelo dela como rédea e enfiou até a garganta. Ela engasgou, baba escorrendo pelos cantos da boca, olhos lacrimejando, mas não recuou. Chupava com devoção, língua enrolando na veia, sugando as bolas pesadas uma por uma, lambendo o saco inteiro. Garganta apertando a rola, vômito de tesão subindo.
— Isso, garganta de puta. Engole meu pau como a vadia de hotel que você virou. Olha o espelho ali — olha pra si mesma.
No espelho da suíte ela se viu: nua, de quatro, coleira no pescoço, boca cheia de pica, baba pingando nos peitos. Chorou de humilhação e prazer.
Depois de longos minutos babando, ele puxou ela pelos cabelos, cuspe escorrendo.
— De quatro no sofá. Bunda bem empinada, peitos esmagados no couro. Vou te foder até você esquecer o nome do seu marido molenga.
Luna subiu, posição de cadela perfeita, coxas tremendo, cuzinho piscando. Ele deu mais uma sequência de tapas — dez, vinte, contou alto — a bunda dela roxa, quente, cada tapa fazendo ela gritar e empinar mais.
— Ai caralho… queima… mas não para… me bate mais, senhor…
— Dói? Isso é pra você lembrar que agora é propriedade minha. Olha como sua bucetinha tá babando no sofá. Tá no cio, cachorra?
Ele esfregou a cabeça grossa na entrada molhada, batendo no clitóris inchado. Luna empurrou o rabo pra trás, desesperada.
— Por favor… me fode… não aguento mais… sou sua puta… me usa…
Renato meteu tudo de uma vez, rola grossa abrindo a buceta apertada até as bolas baterem no clitóris. Ela gritou rouca.
— Aaaahhh porraaa! Que pauzão do caralho! Me rasga inteira, Renato!
Ele socou forte, ritmado, mãos na cintura dela puxando a coleira como rédea de cavalo. Cada estocada fazia os seios dela balançarem, tapas ecoando.
— Toma, vadia casada! Toma essa pica que vai destruir seu casamento! Sua bucetinha gulosa tá me apertando como vício. Diz que é minha cadela! Grita!
— Sou sua cadela! Sua putinha casada! Fode mais forte, por favor! Me quebra! Me usa como buraco!
Ele metia sem piedade, bolas batendo molhado, suor pingando nas costas dela. Luna gozou pela primeira vez — corpo convulsionando inteiro, squirt jorrando forte, molhando as coxas dele, gritando:
— Tô gozandooo! Caralhooo! Nunca gozei assim! Não para, meu dono, não paraaa!
Lágrimas escorriam pelo rosto borrado de maquiagem, prazer tão intenso que ela soluçava.
Renato tirou o pau brilhando de mel, mirou o cuzinho virgem rosado, piscando de medo e tesão.
— Agora o buraco proibido, vagabunda. Vou arrombar esse cuzinho guloso até você mijar de tanto prazer.
Cuspiu grosso no cu dela, enfiou dois dedos abrindo devagar, girando, esticando. Luna gemeu de dor misturada com luxúria.
— Vai devagar… é meu primeiro… ai meu Deus…
— Cala a boca, cachorra. Cu de puta não tem primeiro. Relaxa e toma sua rola.
A cabeça grossa forçou, entrou milímetro por milímetro. Ela chorava, unhas cravadas no sofá, bunda tremendo.
— Tá rasgando meu cuuu… dói tanto… mas continua… me fode no cu, por favor… sou sua vadia!
Ele enterrou tudo, começou a meter fundo, lento no começo, depois acelerando como máquina. Uma mão puxando a coleira, outra dando tapas na bunda roxa.
— Olha só essa executiva metida levando rola grossa no cu. Gosta, né? Implora pra eu arrombar mais.
— Gosto! Arromba meu cuzinho! Me enche! Sou sua vagabunda! Sua cachorra no cio! Fode mais, dono!
Ele acelerou, o cu dela apertando, sugando. Luna gozou de novo, mais violento — corpo sacudindo, urina misturada com squirt espirrando no chão, chorando alto, voz rouca:
— Gozando gostoso pelo cuuu! Tô morrendo de tesão! Mais, mais, me quebra toda!
Renato rosnou fundo, bolas apertando.
— Toma tudo, cadela! Toma a porra quente do teu macho!
Explodiu dentro do cu dela — jatos grossos, abundantes, quentes, enchendo tanto que transbordou, escorrendo pelas coxas, pingando no sofá. Gozou tanto que grunhiu como animal, corpo tremendo.
Luna desabou tremendo, chorando de prazer absoluto, cus escorrendo, buceta e cu pulsando sem controle, lágrimas verdadeiras de submissão total.
Ele puxou a coleira, virou o rosto dela e enfiou a língua na boca, beijo bruto, babado.
— Boa putinha. Contrato assinado. E você volta amanhã às 14h. Sem calcinha. Pra eu te foder de novo até você não conseguir andar.
Ela, voz destruída, olhos vidrados de prazer:
— Sim, senhor… sou sua cadela pra sempre. Sempre que quiser. Obrigada por me quebrar.
E assim, a poderosa Luna Blood virou a cachorra particular de Renato, gemendo, chorando e implorando por mais porra toda vez que a coleira chamava.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Reunião de negócios!

Codigo do conto:
255739

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
28/02/2026

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2

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