A crente casadinha e o pedreiro safado!

Olá, queridos e queridas! Meu nome é Alana, carinhosamente chamada de Laninha. Tenho hoje 28 anos, sou loira, cabelos longos e lisos. Modestamente sou uma mulher que desde novinha sempre atraiu os olhares voluptuosos dos homens, pois tenho seios fartos e um bumbum volumoso que parece uma pêra. Mas, como tive educação rígida e religiosa, nunca me deixei levar pelas cantadas e assédios dos homens. Aos 23 anos me casei com o Márcio, que já era meu namorado desde os meus 18 anos.
Então, dadas as apresentações, trago esse relato que é o início de uma história de transformação de uma esposa recatada, crente e fiel, numa putinha safada. Tudo começou a cerca de 1 ano. Minha vida estava normal: trabalhar, chegar em casa, cuidar da casa, esperar o marido e planejar os filhos. Eu era professora e meu marido trabalhava na construção naval. Logo, havia épocas que meu marido passava 15 dias embarcado e eu me sentia bastante sozinha.
No começo era fácil, pois eu ia visitar meus pais e muitas vezes passava um bom tempo lá, enquanto o Márcio não retornava. Até então estava tudo bem, ainda que o tempo embarcado do meu marido incomodasse um pouco, estava dando para segurar. Mas, tudo começou a mudar quando precisamos fazer um novo quarto, que era parte dos preparativos para o filho que planejávamos ter, e tratamos com um senhor que era membro da nossa igreja.
Esse homem se chamava Joel, com o qual meu marido fez as tratativas e ele logo começou a trabalhar. Tudo ia normal. O Sr. Joel chegava lá pelas 9:00 da manhã e começava o seu serviço. Eu estava desempregada nessa época, e, como o Sr. Joel era uma senhor considerado de respeito na igreja, meu marido não se importou de me deixar sozinha em casa, até porque a obra teria que começar pela parte dos fundos, o que não me deixava com muito contato com o pedreiro.
Eu acordava lá pelas 8:00hs e preparava uma garrafa de café com dois pães para ele e às 13:00 eu servia seu almoço. O Sr. Joel era muito respeitador, quase não me olhava nos olhos e sempre perguntava se ele podia entrar na casa para não me deixar envergonhada e não me causar problemas. Da minha parte, em princípio, não havia nada de anormal, até aquele dia.
Eu estava tomando um gostoso banho e tinha colocado uma música na sala. Mas quando eu estava me enxugando eu me deparei com o Sr. Joel na porta do banheiro, com cara de bobo e a mão alisando e apertando seu pau por cima da bermuda, amassando a pamonha.
- Seu Joeeeeeelll... nossaaaaaa... meu deusssssss... estou... peladaaaaaa...! - dei um grito de espanto e isso fez o velho homem sair do seu estado de torpor.
Ele ficou me olhando, também assustado, sem saber o que dizer, e eu fiquei muito injuriada.
- Safadoooooo... saí daqui... meu deusssss... velho safadoooo... vai embora... sai daqui...! - continuei gritando, muito descontrolada.
- Dona... Laninha... desculpa... eu... desculpa... eu...! - ele tentava se explicar.
- O senhor é um velho tarado... sai daqui, sai daqui... se o senhor não for embora agora... eu vou contar tudo pro meu marido... e pras pessoas da igreja... nossa... atrevido... velho safado...! - continuei. E o Sr. Joel ficou desnorteado, demonstrando estar bem confuso.
- Me desculpa, Dona Laninha... mil desculpas...! - ele juntou as mãos, como numa reza, suplicando para eu não despedí-lo. - Não me manda embora não, por favor... eu não quis fazer isso! - ele continuou.
- Mas por que o senhor entrou aqui sem pedir permissão?... e ainda ficou me espionando tomar banho? - eu o indaguei.
- Dona Laninha, pelo amor de deus... eu juro que não planejei isso... eu entrei aqui pra avisar que havia acabado o cimento. Ouvi a voz da senhora vindo daqui... pedi licença e entrei! - o Sr Joel tentava se explicar.
- Mas se o senhor não me ouviu dizer que podia entrar... por que entrou? E quando me viu aqui tomando banho por que não foi embora, Seu Joel? - eu o indaguei novamente.
- Mas... é... senhora... eu tenho o maior respeito pela senhora... eu nunca ia fazer isso, mas é que faz tempo que minha esposa faleceu, e desde então eu não tive nenhuma mulher... e quando vi a senhora aqui eu sai de mim... nossaaaaa... quando dei por mim eu estava aqui fazendo isso...! - ele respondeu ainda trêmulo. Confesso que estava tentativa do Sr. Joel de se explicar estava surtindo efeito, pois eu já não estava mais tão chateada com ele.
E ele continuou.
- Desculpe dizer isso, mas a senhora é a coisa mais linda que já vi... aí quando eu vi a senhora nua eu sai de mim... por favor, Dona Laninha, não me demite não, eu preciso muito desse dinheirinho... eu prometo, juro por tudo que é mais sagrado que nunca mais faço isso! - ele me pedia, com muita tristeza em seu olhar.
Eu até hoje não sei se essa súplica foi sincera, mas já tinha passado o susto e eu estava mais calma. Com isso analisei melhor os fatos e aquele senhor parecia estar dizendo a verdade. Além do mais, se eu fosse contar isso, poderia trazer problemas para o meu marido e para mim na igreja. Então resolvi deixar quieto.
- Tá bom, Seu Joel... já vi que foi mesmo sem querer. O senhor pode voltar ao trabalho e vamos esquecer isso! - falei e ele retornou ao serviço. E o dia seguiu normal. Veio a noite e, como já havia 7 dias que meu marido estava ausente, eu mais uma vez dormi sozinha. Porém, perto de acordar, eu tive um sonho erótico (coisa que nunca tinha me ocorrido antes) e acordei toda molhada.
Eu tinha sonhado com a cena que acontecera no dia anterior, mas, ao invés de todo o esporro que dei no Sr. Joel, tinha sido ao contrário. Ele tinha invadido o box e me comido loucamente ali no banheiro mesmo. Demorei a despertar, fiquei ali na cama ainda tentando me desfazer do sonho que tinha sido muito real e inconscientemente levei minha mão até minha xaninha encharcada, dedilhando-a levemente com os olhos fechados e a boca murmurante.
Todo o susto e as ameaças tinham se apagado, apenas aquela frase "a senhora é a coisa mais linda que já vi" ditas por aquele velho homem me permeavam o pensamento. Gozei gostosinho ali, quietinha, sozinha e murmurando baixinho o nome do Sr. Joel.
Fui despertada pelas palavras do próprio, no portão, me chamando. Me assustei. "Será que ele me viu? Será que ele me ouviu?", pensei, cheia de medo. Ele então me chamou mais umas duas ou três vezes, e finalmente consegui me recompor. Coloquei uma roupa e fui abrir o portão pra ele.
Eu estava com muito receio, muito medo, pois eu estava abrindo o portão de casa para um homem que tinha me visto nua no dia anterior e, pior, eu acabara de ter um sonho erótico com ele. Mas o Sr. Joel era bastante respeitador (ou pelo menos tentava ser) e sequer me olhou. Ele entrou e foi direto paro o serviço.
- Hoje eu perdi o horário, seu Joel... por isso o café vai demorar um pouco! - expliquei, entrei em casa e fui fazer o café dele. Alguns minutos mais tarde eu dei-lhe o café e fui tomar um banho. No banho comecei a me lembrar do flagra do dia anterior, do sonho e pensava que aquele macho que havia me feito gozar gostoso estava ali bem perto de mim, a poucos metros do meu corpo.
Nossa! Todo esse pensamento me fez instintivamente me tocar e fechar os olhos, segurando meus seios com as mãos e acariciando-os, levando-os até minha boca e chupando aflitamente eles. E secretamente algo me veio a mente: "E se ele aparecesse aqui agora?", pensei. Na mesma hora abri os olhos e vi meu rosto no espelho, como uma puta carente de piroca e doida pra ser fodida.
"Meu deus!", pensei, "O que estou fazendo? Sou uma mulher casada com um bom homem, sou temente a deus e estou aqui me comportando como uma vadia". Rapidamente me desfiz e voltei à normalidade. No entanto, esses pensamentos estavam me consumindo. Era uma montanha russa de emoções e sentimentos. Uma hora me via cheia de desejos por um homem que tinha idade pra ser meu pai e, e noutra eu me punia por estar sentindo isso.
Num desses momentos (os de desejo), o Sr. Joel me chamou na sala e veio todo de cabeça baixa. Foi quando eu resolvi tirar um pouco de sua culpa e falei abertamente com ele.
- Seu Joel, eu notei que o senhor nem me olha direito... é por causa de ontem?
- Sim, Dona Laninha... eu estou tão envergonhado que não tenho nem coragem de lhe olhar nos olhos! - ele respondeu, muito retraído.
- Tá tudo bem, Seu Joel... pode ficar tranquilo! Eu já desculpei o senhor, eu entendi o que o senhor disse! - retruquei.
- Eu sei, Dona Alana, a senhora é uma pessoa muito caridosa, eu sei disso... mas estou assim por que tenho medo de mim mesmo! - ele respondeu, agora olhando diretamente para os meus seios.
- Como assim, Seu Joel? - perguntei, confusa.
- É... bem... a senhora promete que não vai me levar a mal pelo que vou dizer?
- Sim, pode falar sem medo! - eu o tranquilizei.
- É... bem... errrr... é que, desculpe mesmo pelo que vou dizer, mas já que a senhora perguntou, Dona Laninha... a senhora é muito linda, tem os seios mais lindos e apetitosos que eu já vi... e desde ontem eu não parei de pensar na senhora... como eu disse ontem... faz um certo tempo que não tenho uma mulher... e eu vim pra cá hoje pensando que iria conseguir tirar a senhora do pensamento, mas não consegui... Então... se a senhora não quiser mais que eu venha eu vou entender! - o Sr. Joel explicou, com a voz baixa, meio que vergonhoso, mas seguro de si.
Eu confesso que fiquei espantada com a sinceridade e safadeza dele, mas algo dentro de mim balançou com isso.
- Seu Joel, desculpa por deixar o senhor assim... mas eu não quero dispensar o senhor! - falei, sem saber ao certo o que eu queria dizer com isso.
Ele percebeu uma brecha e, por mais que ele tentasse ser respeitoso, seu lado de macho carente começou a falar mais alto.
- Dona Laninha, faz uma coisinha por mim... só uma coisinha que tá na minha cabeça desde ontem... e talvez eu consiga deixar de ficar desejando a senhora! - ele falou e me olhou bem nos meus olhos. Vi paixão, desejo e tesão em seu olhar.
Eu deveria ficar irritada e brigar com ele, mas nesse momento eu estava era começando a gostar da safadeza daquele velho, mesmo que eu não tivesse consciência disso.
- Que coisinha? - me limitei a perguntar a ele, com um certo sorrisinho safado nos lábios.
- Bem... a senhora vai achar estranho, mas é que eu tenho uma tara em peitos grandes e desde que vi a senhora no banho ontem... ensaboando seus seios... eu não paro de pensar em chupá-los! - ele falou, com a cara mais lavada.
- Aí, Seu Joel... eu sou casada, meu deussss... o senhor conhece meu marido, somos da mesma igreja... como o senhor me pede uma coisa dessas... eu nunca sequer imaginei estar com outro homem, ainda mais um homem que tem idade pra ser meu pai! - expliquei a ele, séria mas muito curiosa em saber onde mais aquela conversa nos levaria.
- Dona Alana, por favor, ninguém saberá de nada, eu juro... eu não tô pedindo pra senhora dar pra mim... isso não pode nem ser considerado traição... vai, faz a alegria de um solitário e velho homem... prometo que não incomodo mais a senhora... nunca mais...! - o Sr. Joel começou a suplicar.
Que loucura! Eu balancei, é claro. Aquele homem que me viu pelada, invadiu os meus sonhos e me fez gozar em pensamentos o dia inteiro estava ali, na minha frente, pedindo só para chupar meus seios. Fiquei pensativa, calada, e, internamente, comecei a aceitar a proposta, pois a desculpa de que aquilo não poderia ser considerado traição talvez seria o meio termo entre sentir culpa e saciar meus desejos.
Oh, deus! Que indecisão cruel. Deixei.
- Tá... nossaaaaa... tá bom... mas vamos fazer bem rápido, Seu Joel... antes que eu me arrependa! - falei, cedendo àquela tentação. De pé, de costas para a parede, virei o rosto de lado e tirei a alça da blusinha que eu vestia, liberando um de meus seios.
- Hunnnff...! - soltei um gritinho, meio assustada. Não deu tempo nem de tirar tudo. O velho já caiu de boca no meu peito como um bebê esfomeado, e começou a chupar devagarzinho, mordiscando o bico grande do meu peito e com a outra mão já acariciava o outro seio, liberando-o também para fora da minha blusa. E eu estava lá, com a cabeça virada, fingindo estar fazendo uma caridade, mas vendo estrelinhas e amando aquela chupada violenta e sedenta.
Inconscientemente, meu corpo me traia e revelava o que os olhos fechados tentavam esconder. Eu estava excitadíssima. E minha buceta começava a evidenciar minha libido, tanto que nem percebi que os dedos grossos e calejados do Seu Joel estavam me acariciando, com a mão enfiada por baixo da minha saia, tocando a minha vagina, ainda protegida pela minha calcinha.
Então, de repente, ele parou com as chupadas e olhou diretamente para mim. E eu o olhei, com os lábios apertados e os olhos entorpecidos.
- Ainn, seu safado... você disse que era só meus seios! - falei, com a voz rouca de desejo. E ele riu maliciosamente.
- Diz que você tá gostando, vai... eu sei que tá... Você é muito gostosa, Dona Laninha... e sei que você tá carente... doida pra ser fodida por um macho de verdade! - ele disse, ainda com a mão na parte frontal da minha calcinha. Eu não disse nada. Apenas fechei os olhos e deixei acontecer. Senti ele se abaixar entre as minhas pernas, as quais afastei levemente. Suas mãos experientes levantaram minha saia e puxaram a minha calcinha para o lado, deixando minha xoxota toda exposta.
- Hummmmmmmmmmmmm...! - gemi quando o Sr. Joel passou a língua entre os lábios da minha buceta, lentamente, e depois outra lambida, e mais uma. Meu deusssss! Meu corpo respondeu na hora. Ele foi beijando minha xana suavemente, sugando todo o melzinho que escorria, e eu estava entregue àquele homem carente de sexo. Eu rebolava em sua língua, e gemia feito uma vadia.
- Ahhhhhh... nossaaaaaaa... vou... ahhhhh... meu... vou... gozarrrr...!! - não aguentei mais e gozei gostoso, como nunca havia gozado antes, na boca sedenta daquele macho. Minhas pernas ficaram bambas e o Sr. Joel me abraçou, e eu recostei minha cabeça em seu ombro, e ficamos os dois alí em pé, encostados na parede da sala. Já desvanecida e completamente entregue, procurei a boca dele e o beijei com sofreguidão, retribuindo o prazer que ele tinha me dado com sua experiente língua.
Então, enquanto ainda estávamos abraçados, vi ele desabotoando a calça e tirar a piroca para fora. Meu deussss! Era um pênis grande e grosso, talvez umas 2x maior que o do meu maridinho. E eu, sem qualquer lampejo de puritanismo, me ajoelhei e abocanhei aquela tora. Quase em desespero eu lambia a cabeça da rola e tentava enfiar tudo na minha boca, enquanto o Sr. Joel se contorcia e urrava de tanto prazer.
Eu nem me lembrava mais como era gostoso chupar um pau. Beijei a rola dele todinha, lambi, cuspi nela, esfreguei no meu rosto, punhetei, babei, chupei e suguei até ficar com a mandíbula dolorida. Então o Sr. Joel me levantou e novamente me beijou, loucamente, enquanto me levava em direção ao sofá, onde, instintivamente, me coloquei de quatro e, sem dizer nada, apenas com um gesto de mão, chamei meu macho para me foder.
O Sr. Joel veio por trás de mim, levantou a minha saia novamente, puxou minha calcinha todinha para o lado e deu uma forte chupada na minha buceta, deixando-a ainda mais lubrificada com o seu cuspe. Em seguida ele encaixou a cabeça da rola na minha entradinha, me segurou firme pelas ancas e foi enfiando devagarinho.
- Aaaarrgggg...! - gemi quando a cabeçona da rola entrou em mim. Nunca me senti tão cheia de rola em toda a minha vida.
O pau do Sr. Joel era abusado de grande, e estava me abrindo, esticando bem a minha xana, que até então só tinha experimentado o pequeno pau do meu marido. Eu rebolava meio que ajeitando minha buceta naquele membro, até que escorregou tudo para dentro, e aí eu fui ao céu. Após umas 10 metidas eu já gozava novamente e agora sorrindo e fazendo cara de safada.
- Ainnn, seu velho safado... fode gostoso, vai, me faz gozar de novo, faz...! - eu pedia para ele me foder.
- Então pede... vai, safada... pede pra eu te foder, vai...! - ele gemia e falava, no auge do seu prazer, comendo a crentinha casada e recatada.
- Hummmmmm... fode, vai, Seu Joel, fode gostoso essa buceta... soca tudo nela...! - eu falava, perdendo toda a minha compostura.
Ele, vendo o sinal aberto, socou sem dó na minha buceta. Ficamos assim durante uns 10 minutos ou mais.
- Uhhhhhhhhhhhhh... Dona... Laninha... vou... eu... ahhhhhhhhh... vou... ahhhhhhh... ohhhhhhhhh... estou... vou... gozarrrrrrrr...! - o Sr. Joel tirou rapidamente o pau de dentro da minha xoxota e derramou seu leite quente todo na minha bunda e nas minhas costas, me lambuzando de porra, com jatos de esperma indo parar até nos meus cabelos.
Quando passou o torpor eu senti vergonha de mim mesma. Parecia que eu tinha cometido o maior pecado do mundo, tentando arrumar os meus seios, que ainda estavam para fora da minha blusa, descendo a minha saia e arrumando a minha calcinha, cheia de constrangimento. Acho que se tivesse um buraco alí na minha frente eu teria entrado nele. E o Sr. Joel me olhando, sem saber o que dizer.
- Meu deussss... o que foi que fizemos?... desculpa, Dona Laninha... eu... eu... não queria fazer isso com a senhora... eu... não estava mais aguentando de vontade... eu... se... a senhora quiser... que eu não venha mais... eu vou entender...! - ele pedia desculpas e tentava se explicar.
- Depois eu vejo isso, Seu Joel... no momento só preciso que o senhor vá embora, tá bom? - foi só o que consegui dizer.
Ele então abaixou a cabeça, terminou de ajeitar sua roupa, pediu novamente desculpas e se foi, me deixando ali completamente confusa. A verdade é que minha vida mudou completamente depois desse dia. Parece que uma porta que sempre esteve trancada foi aberta e de esposa recatada eu havia me transformado numa mulher sedutora e extremamente vadia. Meu marido iria chegar exatamente naquele dia e eu estava totalmente perdida. Mas a continuação dessa história fica paro o próximo conto.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A crente casadinha e o pedreiro safado!

Codigo do conto:
255653

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
26/02/2026

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