A história que vou contar a vocês aconteceu há alguns anos, quando minha prima Lorrane terminou o colegial e decidiu que queria fazer faculdade. Como na cidade que ela morava não havia o curso que ela queria, ela veio morar em minha cidade, com a minha família. Ela estava quase completando 18 anos mas ainda tinha carinha de menina. Minha prima era loirinha, magrinha, usava esses óculos de menina estudiosa, muito linda e usava aparelhos para correção dos dentes, que contribuiam para dar um charme a mais nela. Seus peitinhos já estavam bem crescidinhos e sua bundinha, apesar de ela ser magrinha, era redondinha e muito bem desenhada. Eu adorava ficar olhando para a bunda dela, com suas bermudas legging enfiadas no rêgo do cú. Eu já estava com 26 anos, e era o único filho de meus pais que ainda não tinha saído de casa. Minha irmã e meu outro irmão já estavam casados e moravam em cidades vizinhas. Então, na minha casa estávamos eu, a Lorrane, meu pai e minha mãe. Como meus pais trabalhavam fora, coube a mim ajudar a minha prima a resolver questões da faculdade e se acostumar ao rítmo agitado da cidade grande. Um dia, poucas semanas depois de ela ter chegado na minha casa, eu e a Lorrane decidimos ir a um clube muito popular próximo de onde morávamos. Foi até uma sugestão da minha mãe, já que ela achava que a minha prima precisava logo fazer novos amigos. Assim que chegamos eu indiquei a ela o vestiário feminino e disse que a encontraria nas piscinas. Fui ao vestiário masculino e vesti a minha sunga. Eu já estava há uns 15 minutos na piscina quando a Lorrane apareceu. Não consegui esconder minha surpresa. Minha prima tinha tirado os óculos e estava usando um biquini preto que tampava somente o necessário. Na calcinha do biquini era possível ver o pequeno e lindo volume de sua bucetinha, e seus seios pareciam querer rasgar a parte de cima e saltar para fora, livres daquela opressão. Percebi que os caras não tiravam os olhos da bunda dela, e dei toda a razão a eles. A minha prima estava realmente um espetáculo de gostosura. Se eu já gostava de ficar secando o traseiro dela, agora então, eu tinha um centena de motivos para continuar olhando. Ela veio chegando toda tímida e começamos a brincar na piscina. Eu não perdia oportunidades, e estava o tempo todo tocando o corpo dela, é claro, dando a entender que não era intencional. Entre as brincadeiras eu sugeri um mergulhar e passar por debaixo das pernas do outro. Que delícia! Nessas horas eu aproveitava para passar a mão pelas coxas dela, e ela não reclamava de nada, ou seja, não via malícia nenhuma nesses encontros de corpos. Ou se via, ela não deu a entender em momento algum. O problema é que, em um determinado momento, eu a abracei por trás, bem apertado. Quando a soltei, percebi que os biquinhos de seus seios estavam super duros, como se ela estivesse muito excitada. Pronto! Meu pau começou a ficar duro como uma barra de ferro. Meu tesão foi lá nas alturas, e eu não estava mais conseguindo mais me controlar. Ou eu me aliviava ou corria o risco de fazer alguma besteira. - Lorrane, vou comprar refrigerante... você quer? - Sim, quero sim... paga que depois te passo o dinheiro, tá? - ela respondeu e eu saí da piscina disfarçando a minha ereção. Em seguida corri para o vestiário masculino e bati uma senhora punheta. Eu não estava acreditando naquilo. Eu estava me masturbando pensando na minha prima. Gozei imaginando meu pau enfiado até o talo naquela pepeca dela. Voltei para a piscina como se nada tivesse acontecido e continuei a conversar e brincar com a minha prima, agora já mais tranquilo e livre daquela tensão sexual. Almoçamos por lá, banhamos mais um pouco e então fomos embora. O negócio é que depois desse dia eu fiquei tarado na Lorrane. Eu ficava o tempo todo olhando para a bunda dela em nossa casa, vestida em seus shortinhos de lycra, marcando a calcinha. Por várias vezes ela se sentava ou deitava no sofá de saia, para assistir TV ou cochilar. E eu sempre por perto. Quando ela se distraia e abria as pernas, meus olhos iam direto em seus fundos. E dá lhe punheta. Cheguei até mesmo a entrar em seu quarto enquanto ela dormia durante as tardes e bati punheta olhando para o corpinho dela. Mas não deixei nem ela nem meus pais perceberem nada. Algumas semanas depois, eu e a Lorrane resolvemos pescar na chácara de um amigo do meu pai. Quando chegamos lá, o caseiro nos mostrou a margem do rio e percebemos que, além de uma boa pescaria, poderíamos também curtir um pedacinho de praia que havia se formado alí. E foi isso que fizemos. Depois de pescar um pouco, a Lorrane logo vestiu seu biquini e eu coloquei minha sunga. Dessa vez, enquanto ela ficava sem seus óculos, eu estava com os meus óculos escuros, para poder olhar para todo o corpinho dela sem ela perceber. Que delícia! Qualquer movimento mais sensual que ela fazia eu não perdia a oportunidade, e olhava para a bundinha dela e aquela xoxotinha, que mais parecia um risquinho, de tão pequena que era. - Ei, Murilo... tú quer passar protetor em mim? - ela falou de repente e já foi se deitando na toalha, de bruços, e oferecendo as costas para mim. Passei o protetor nas costas e ombros dela, lentamente, fazendo uma massagem, e ela toda tranquila, cantando e conversando. Depois ela virou de barriga para cima e passei também em suas coxas, pernas e, é claro, em sua barriguinha. A essa altura minha pica já estava atravessada na minha sunga. - Deixa eu passar nos seus seios também? - resolvi arriscar. - Ficou doido?!?... e se chegar alguém? - ela fez cara de susto. - Ninguém vai vir aqui não, Lorrane... o caseiro disse que ia dar uma saidinha! - insisti. - Sei...! - Sério! Ele ia sair mesmo!... Você tem que bronzear os seios também... senão vão ficar brancos... não vai combinar bem com o resto do corpo!... e se chegar alguém a gente vê de longe e você coloca a toalha em cima! - Tá bom... mas fica de olho pra mim! - ela pensou mais um pouquinho e acabou concordando. Eu quase não estava acreditando. Com um movimento cheio de delicadeza, a Lorrane soltou a parte de cima do biquini e seus peitinhos saltaram para fora, redondinhos e com uns bicões rosados. Que delícia! Eu já tinha visto os seios dela de relance, quando ela se distría, mas assim, por completo, era muito melhor. - O que foi?!?... meu deusssss... nunca viu peito não? - ela riu da minha cara de surpresa. - Já vi muitos, Lorrane... mas os seus são muito lindos! - Sei, seu tarado... não vai ficar pegando não... só vou deixar você passar protetor neles... vamos... começa! - ela falou e fechou os olhos. Não perdi tempo. Espalhei creme nos peitinhos dela e fiz uma bela massagem, e ela quietinha, só curtindo. Percebi que os biquinhos dos seios dela ficaram durinhos, sinal que ela estava excitada. Mas preferi não abusar da sorte. Se ela tinha me mostrado os seios e até deixado eu passar protetor neles, era questão de tempo até ela me mostrar a bucetinha e deixar eu meter nela. Assim, me deitei ao lado dela e ficamos conversando. E o meu pau duro, inquieto, preso na minha sunga. E ela percebeu, pois a peguei olhando de relance algumas vezes, mas, espertinha que era, não falou nada. Depois de mais algum tempo nós resolvemos voltar para casa. Quando chegamos não havia ninguém. Liguei para a minha mãe e fui informado que eles estava jantando na casa de um conhecido nosso, e que era pra gente tomar banho e irmos também. Na hora a Lorrane se ofereceu para tomar banho primeiro e já correu para o banheiro. E eu fui pra cozinha guardar os peixes que tínhamos apanhado. - Muriloooooooo... vem cá me ajudar! - ouvi ela gritando lá do banheiro. - Sim... o que foi? - me aproximei. - Não estou conseguindo tirar a parte de cima do biquini... deu um nó aqui... me ajuda! Na hora que a minha prima falou isso eu fiquei parado na porta do banheiro, indeciso, sem saber muito bem o que fazer. - Vem logo... você já viu meus peitos... não vou te morder não, seu bobo... somos primos, esqueceu? - ela me olhou e começou a rir. Ri também. Então ela ficou de costas para mim e jogou os cabelos para um lado. Deus do céu! Minha prima estava gostosa demais. E meu pau reagiu na mesma hora. Desatei o nó da parte de cima de seu biquini e, para minha surpresa, ela fez um movimento com os braços, deixando a peça deslizar por seu corpo e indo parar em seus pés. Meu sangue ferveu ao ver as costas dela com aquele lindo bronzeado. Agora ela estava apenas com um shorts jeans e, por baixo, a calcinha do biquini. A Lorrane estava com vontade de dar pra mim, com certeza. Mas eu ia esperar pra ver o que ia acontecer. - Tira meu shorts agora... não estou conseguindo também! - ela falou, ainda de costas para mim. Me agachei atrás dela e, depois de abrir o botão e zíper de seu shorts jeans, fui descendo ele lentamente, e aproveitei para passar meus dedos na pele de suas coxas e pernas. Que delícia! Era a primeira vez que eu a tocava daquele jeito, com o seu consentimento. Quando ela levantou uma das pernas para se livrar do shorts, eu pude ver o fundinho da calcinha do biquini. Estava molhadinha, o que não deixava dúvidas de que ela estava a fim de transar. E aquele biquini enfiado todinho na racha da bunda dela me deixou louco. Tive que me segurar para não dar umas mordidas naquelas nádegas perfeitas. - Tire o resto, ué! - ela me falou e, virando o rosto, me deu um sorriso cheio de malícia. Loucura demais! Minha cabeça estava quase dando um troço, de tanto tesão que eu estava sentindo. Ainda agachado atrás dela, desatei os laços da calcinha de seu biquini e aquela bundinha maravilhosa apareceu bem diante os meus olhos. E, como o meu rosto estava muito perto, pude sentir o cheiro delicioso que subiu até o meu nariz e quase me enlouqueceu. Na hora a Lorrane se virou de frente para mim. A xoxotinha dela ficou na altura do meu rosto e pude vê-la perfeitamente, pequenina e com uma penugem muito rala, perfeitamente desenhada. Olhei para cima e ela estava me encarando, com aqueles peitinhos deliciosos e convidativos. Não aguentei. Me levantei e fui de boca nas tetinhas dela. Beijei cada uma, e depois chupei com muita vontade, fazendo minha prima gemer muito gostoso. Enquanto eu mamava naquelas frutinhas lindas eu passei um dedo na rachinha dela. Estava toda meladinha. Tentei enfiar a ponta do dedo e a Lorrane recuou o corpo. - Toma banho comigo, Murilo... pra você esfregar minhas costas! - ela pediu, com a voz toda manhosa. Não pensei duas vezes. Rapidamente tirei minha camiseta, bermuda e cueca, e meu pau saltou para fora, duro e louco pra encontrar a entradinha da xoxota da minha prima. - Hummmmmmmm... isso é por minha causa? - ela olhou para o meu pênis e deu uma risadinha. - É sim, Lorrane... está vendo como ele está te querendo? - Mas somos primos, Murilo... primos não podem fazer isso! - ela falou e caiu na risada. Aproveitei para dar um beijo na boca dela. E ela correspondeu. Foi um beijo gostoso demais. Nunca imaginei que um dia eu beijaria a boquinha da minha prima. - Então vem aqui... aqui... fica sentado aqui... vou brincar com ele um pouquinho... mas depois a gente vai é tomar banho, tá? - ela disse e me fez ficar sentado na tampa do vaso sanitário. Em seguida ela se ajoelhou entre as minhas pernas e segurou minha pica, apertando levemente. Deixei escapar um gemido de tesão. - Hummmmmmm... que pau mais gostoso, Murilo... pode chupar? - Claro que pode, prima... chupa bem gostoso... vai...! - respondi e ela não perdeu tempo. Em segundos senti sua boquinha quentinha na cabeça da minha rola, lambendo, beijando e chupando. E, enquanto ela mamava e tentava enfiar tudo em sua boca, com uma das mãos ela punhetava em um rítmo bem cadenciado. E eu alí, olhando para o rostinho dela e tentando não gozar antes da hora. - Ahhhhhhhhhhh... que delícia essa sua boca, Lorrane... isso... uhhhhhhhhhhh... que gostoso, prima! - gemi como um louco. O toque dos ferrinhos do aparelho dela no meu pau me proporcionava um prazer sem igual. E a visão do corpinho delicioso da minha prima alí, peladinha, ajoelhada entre as minhas pernas, concentrada, me chupando, era demais. Eu ia gozar se ela continuasse. - Deixa eu te chupar agora... quero sentir o gostinho dela! - falei e ela deixou meu pau escapar de sua boca. Voltamos a nos beijar. - Tá... mas só chupar... nada de meter, tá? - ela respondeu e trocamos de lugar. Fiz ela se sentar na tampa do vaso e abri bem suas pernas. A pequena xoxotinha ficou exposta, com um grelinho durinho e assanhado. Aproximei minha boca lentamente. - Ahhhhhhhhhh... Muriloooooo...! - a Lorrane gemeu deliciosamente quando meti minha língua na bucetinha dela. Lambi o grelinho e chupei lentamente, bebendo todo o melzinho da xoxota, que não parava de escorrer. E o gosto era algo difícil de descrever. Ou ela já estava gozando ou estava com muita vontade de ser penetrada. Senti suas mãos firmes na minha cabeça, apertando o meu rosto contra a sua bucetinha. Mas o meu pau estava quase explodindo. Eu precisava meter nela. - Fica de quatro agora... deixa eu te comer, Lorrane! - Não... meter não, Murilo... sou virgem ainda... vamos tomar banho que a vontade passa! - Virgem?!?... você nunca transou? - falei, um pouco assustado. - Nunca fiz na frente... quero continuar virgem até me casar! Quando ela falou que nunca tinha feito na frente, eu entendi perfeitamente. Mas fiquei sem palavras, já que eu nunca tinha imaginado que a minha prima dava o cú. - Sim, seu bobo... eu faço é atrás... só deixo enfiar lá atrás! - ela disse e ficou rindo da minha cara de surpresa. - Mas... eu...! - tentei raciocinar. - Você quer ou não, Murilo?... deixa de ser bobo... você não vai ser o primeiro a me comer atrás!... atrás eu deixo fazer tudo... só não quero ser penetrada na buceta... quero continuar virgem! - ela falou e ficou ajoelhada em cima da tampa do vaso, de costas pra mim, com a bunda um pouco empinada. Eu não estava acreditando na minha sorte. Vi o cuzinho dela, perfeitinho, lisinho, limpinho, só me esperando. A essa altura meu pau já estava dando uns pinotes. Passei um pouco de cuspe na entradinha do ânus dela e, me ajeitando um pouco para ficar na altura certa, encostei a cabeça do pau e fiz um pouquinho de pressão. O cú da Lorrane não ofereceu nenhuma resistência. Parecia que meu pau estava sendo chupado para dentro dela. Em segundos entrou tudo, até o talo. Que cú mais macio e quente. Mesmo tendo entrado com facilidade, eu ainda sentia um pouco apertado, e ela não parava de contrair seu anelzinho, o que me proporcionava um prazer extra. - Ohhhhhhhhh... Muriloooo... faz bem gostoso, faz... soca tudo na sua priminha... bem fundo... ahhhhhhhhhhhh.... ahhhhhhhhh... que delícia esse pau no meu cuzinhooooooo... soca... enfia bem fundo nele... meu deussssssss... eu sentia tanta falta de fazer issooooooo...!! - ela gemia e rebolava a bunda. E eu metendo bem cadenciado, segurando ela firme pela cintura e distribuindo beijinhos em suas costas e nuca. Fui aumentando o rítmo das metidas e o cuzinho dela foi aceitando cada vez mais. Eu já conseguia tirar o pau quase todo para fora e depois enfiava tudo, deslizando para dentro, até meu saco bater na xoxotinha dela. - Ohhhhhh... delícia, Murilo... fode tudo... fode... não precisa ter dó de mim não, tá?... ahhhhhh... fode lá dentro... meu deussssss...!! - ela falava e não parava de empurrar a bunda na minha pica. Com uma mão na parede para se apoiar e não cair, ela enfiou a outra mão em seu clitóris e começou a se masturbar. Aproveitei e a abracei bem forte, dando pequenos beliscões nos biquinhos de seus seios. Foi o bastante. - Ohhhhh... deussssssss... estou... eu.... vou... ahhhhhhh... vou... ahhhhhhhhhhhhhhh... gozarrrrrrrrrr...!! - ela soltou uns gritinhos e começou a gozar. Enquanto gozava, minha prima contraia o ânus igual uma louca, e apertava muito o meu pau. Foi impossível segurar. - Lorrane... vou gozar também... ahhhhhhhhhhh...! - Espera... espera... na minha boca...! - ela falou e, rapidamente, se agachou entre minhas pernas. Só precisei punhetar umas três vezes e os jatos de esperma vieram como canhões. - Hummmmmmm... hummmmmm... isso... que delíciaaaa... hummmm...!! - minha prima falava enquanto eu esporrava dentro de sua boquinha. A safadinha bebeu até a última gota e ainda ficou chupando a cabeça da minha rola. Fazia muito tempo que eu não gozava daquele jeito. E ela só rindo, com a carinha mais safadinha do mundo. Quem diria que minha priminha comportada do interior fosse na verdade uma verdadeira putinha do sexo anal? Terminamos nosso banho e fomos ao encontro dos meus pais para jantarmos. Nem preciso dizer que, nessa mesma noite, a Lorrane saiu de fininho do quarto dela e foi para meu. Comi o cuzinho dela a noite toda, e ela ainda dormiu na minha cama comigo. Meus tios e meus pais nunca desconfiaram, mas eu passei mais de um ano fodendo a Lorrane, mas sempre no cú. Acho que ela só deu a buceta mesmo para um carinha da faculdade, com quem ela acabou se casando.
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