Sou a Mari, sou baixinha, 1,56m, tenho 63kg. Me acho um pouco acima do peso, mas tenho o bumbum de médio para grande, seios médios, morena clara (quase branca), amo sexo, oral, vaginal, mas o que me faz ficar louca é sexo anal. Gozo muito gostoso tomando no cuzinho. Vou contar como tudo começou. Eu morava no interior da Bahia, trabalhava com meus pais na roça e a tarde eu ia para o colégio. Eu conheci um rapaz de 18 anos e comecei a gostar dele, mas, seria impossível um namoro. Meu pai não iria aceitar. Mas eu estava me apaixonando por ele e ele por mim. Então ele (Carlos) decidiu ir falar com meu pai, e sem eu acreditar, meu pai nos deixou namorarmos, mas com as condições de só dentro de casa, com ele ou minha mãe presente. Mas já era o primeiro passo. O Carlos, meu namorado, era alto, 1.86m, mas magro. Já estávamos uns 6 meses de namoro e ele encostava em mim de pau duro e eu ficava louquinha, mas disfarçava bem. Então, depois de alguns dias, meu pai começou a gostar dele e começou a nos deixar mais à vontade. Aí que a coisa começou a ficar boa. Mas eu morria de medo de ficar grávida. Meu pai com certeza me colocaria pra fora de casa, como fez com minha irmã. Nesses encontros o Carlos me pedia para pegar no seu pau e eu adorava, mas tudo isso por cima da calça dele. Depois de uns tempos, quando ficávamos a sós, ele tirava o pau dele para fora. Nossaaaaaa!!!! Eu ficava alucinada. A pica dele era grande e grossa, cheia de veias. Devia ter uns 21cm ou mais. Eu não resistia aos pedidos dele e logo comecei a chupar. Que delícia!! Minha bucetinha ficava molhadinha, mas não dava tempo para eu gozar. Até que um dia meus pais estavam na roça e ele veio em casa. Chupei ele tão gostoso e pude ver aquele pauzão entrando e saindo da minha boca, até que ele gozou. Que delicia!! Eu nunca tinha sentido porra na minha boquinha. Era quente e gostosa. Tomei o máximo de esperma que consegui, mas ele queria por na minha bucetinha. Eu estava louquinha para dar mas não podia porque eu tinha medo. Então ele me pediu para mim dar o cuzinho para ele. Que loucura!! - Meu deusssss, Carlos!! É muito grandeeee... vai me arregaçar toda! - eu disse a ele, olhando para aquela pica enorme e imaginando o estrago que ela ia fazer no meu cuzinho apertadinho e virgem. - Preocupa não, meu amor!! Vou enfiar bem devagar!! Pode confiar em mim! - ele dizia, tentando me convencer. Como eu estava louca para dar, deixei. Ele pediu para eu relaxar e colocou devagar. Quando a cabeça da rola dele entrou e o anelzinho do meu cuzinho tentou fechar e não mais conseguiu, eu senti uma dor que parecia que ia estourar meu cérebro. Ele percebeu que eu não estava aguentando e ficou parado um pouquinho, me beijando e falando coisas no meu ouvido. Logo ele começou a mexer, mas eu via estrelinhas de tanta dor. Logo senti o pau dele entrar mais um pouquinho e meu rabinho foi ficando mais relaxado. - Ohhhhhhhhh!!! Que gostosooooooo, amor... come esse cuzinho apertadinho... come, seu safadooooooooo!!! - perdi a vergonha e comecei a falar essas safadezas. Eu estava começando a gostar daquela rola gostosa me abrindo por completa, invadindo minha bundinha. Meu deusssss!! Ainda doía, mas estava muito gostoso. Ele não demorou muito e gozou. Que delicia aquela porra quente na minha bunda. Aí ele foi embora e eu fui tomar banho, porque eu tinha que ir à escola. Depois do banho, no meu quarto, eu ainda estava molhada e comecei a passar a mão em mim, lembrado dele fodendo o meu cuzinho, e gozei como uma louca. No dia seguinte meu pai e minha mãe tinham que ir a Salvador. Eles iriam passar três dias fora e eu tinha que ficar em casa e cuidar da minha irmã caçula. Foi a alegria para mim e ele. À noite eu colocava minha irmã para dormir e ficava com ele nos fundos da casa. Eu chupava muito aquele pauzão e comecei a gostar de tomar no cú. Aquilo estava me dando tanto prazer que comecei a gozar enquanto ele fodia meu rabinho. E eram gozadas tão fortes que parecia que eu estava desmaiando. No terceiro dia minha irmã dormiu cedo. Fechei a porta do quarto dela e ficamos na sala. Tirei toda a minha roupa e ele fez o mesmo. Eu olhava para aquela pica linda e chupava muito gostoso, até ele gozar na minha boca. Depois ele me colocou de quatro no sofá e meteu no meu cú tão gostoso que eu ficava abrindo mais, para socar tudo. Eu tinha que gemer baixinho para não acordar minha irmã. Que fodinha mais gostosa!! Havia um espelho na sala e eu ficava olhando para o espelho aquele pau entrar no meu cu até o fim. Meu tesão era tão grande que eu colocava a mão na minha buceta e gozava. Gozei umas quatro vezes. Logo ele me mudou para a posição de frango assado. - Mari, você tem o cu muito gostoso!! Puta que pariuuuuuuuu... vou foder muito esse rabo quentinho! - ele falava e me fodia com força mesmo. - Issoooooo... meu deusssssss... mete no meu cuzinhooo... mete... mete bem gostoso, Carlos... aiiiiiiii .... aiiiiiii.... estou adorando dar o meu cu pra você, meu amor!!! - eu gemia e falava. Logo ele não aguentou mais e gozou loucamente bem no fundo do meu ânus. O buraco do meu cu estava todo aberto e, quando ele tirou o pau, ficou escorrendo porra para as minhas pernas. Depois ele foi se lavar e eu fiquei esperando ele voltar. Mas o que eu queria mesmo era ficar sentindo aquela porra quente no meu cu, saindo aos poucos. Fiquei enfiando o dedo no meu rabinho, até sair tudo. Quando ele voltou ele falou: - Me chupa até eu gozar de novo, Mari!!! Eu não pensei duas vezes e chupei aquele mastro e as bolas, até que ele soltou o jato de porra na minha boca. Que loucura!!!! Depois de um ano e meio fodendo com o Carlos eu ainda era virgem, mas já viciada em dar o cu para ele. Até que um dia o filho da puta me traiu com uma amiga minha. Peguei ele transando com ela. Terminei tudo e fui para São Paulo. Em São Paulo eu arrumei um outro namorado e acabei perdendo a minha virgindade com ele (da buceta, é claro). Mas ele não tinha aquele pauzão como meu ex tinha. Mas eu estava gostando dele. Logo nos casamos e tive meu primeiro filho. O chato era que meu marido não gostava de me comer atrás, e não me satisfazia sexualmente. Depois de muitos anos ele me traiu, mas continuei com ele porque tínhamos um filho. Mas eu disse a ele que ele teria o troco. Um dia no meu trabalho eu conheci um moreno baixo, de 1,67m, magro, mas gente boa. Papo vai, papo vem, ele me levou a um motel. Meu deusssssss!!! Quando ele tirou as calças eu não acreditei no que eu estava vendo. O cara era um cavalo. Devia ter uns 26cm e uns 7cm de grossura. Fiquei pensando: "Como pode um cara pequeno ter um pau desse tamanho?". Meu deus!!! Me matei de chupar aquela pica tão gostosa que mal entrava na minha boca. E ele gemia e falou para mim: - Quero muito fazer uma coisa com você, Mari... será que você vai deixar? - O que você quer fazer comigo? - perguntei com carinha de safadinha. - Quero colocar na sua bundinha... só um pouquinho... se você não aguentar eu paro! Posso? Eu adorei esse seu traseiro desde a primeira vez que eu te vi. Eu fiquei louquinha de ouvir aquilo, e respondi: - Adoro dar meu cú para uma pica grande assim... pode me foder gostoso, arromba meu cú todinho.... é todo seu!!! "Aquele filho da puta me traiu, agora vou dar o troco", pensei. E dei muito o meu rabinho naquela noite. Saí do motel de bunda ardendo, mas acabou logo. Só saímos duas vezes depois disso, mas ele fazia questão de foder meu cu. Depois de um tempo eu me separei. Hoje estou casada com meu atual marido mas isso eu conto em outra história. Só posso dizer que agora está bem melhor, pois este meu marido sabe que gosto de uma rola bem grande no meu cú, e ele sabe que só fico satisfeita depois de um bom sexo anal.
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