Dois dias depois, o crepúsculo tingia o céu de Inhambupe de um vermelho sangue quando a campainha soou como um aviso de perdição. Lilian já estava no limite: os últimos dois dias foram um suplício de desejo incontrolável. A buceta latejava sem trégua, inchada e vermelha de tanto se masturbar pensando nele; o cuzinho, ainda dolorido da lembrança da promessa, piscava ansioso, vazio, implorando. Ela havia tomado banho gelado três vezes, mas nada apagava o fogo. Vestira apenas uma camisola preta de renda fina, quase transparente, que mal cobria os mamilos duros como pedras e deixava a bunda completamente exposta. Sem calcinha. Sem nada. Pronta para ser destruída. Abriu a porta tremendo. Renato entrou como um furacão. Sem saudação. Sem paz do Senhor. Apenas um olhar de predador faminto. Ele fechou a porta com violência, trancou-a, e já estava sobre ela, as mãos grandes agarrando sua garganta com firmeza controlada, empurrando-a de costas contra a parede fria da sala. — Você pensou em mim esses dias, sua puta? — rosnou ele, a voz baixa e perigosa, o hálito quente no rosto dela. — Todo segundo… — ela sussurrou, os olhos vidrados. — Meu cu tá coçando desde que você saiu. Dói ainda… e eu quero mais dor. Quero que você me rasgue de vez. Ele apertou mais a garganta, só o suficiente para ela sentir o pulso acelerar. — Então hoje não tem piedade, Lili. Hoje eu arrombo esse cu virgem até você implorar pra parar… e continuar implorando mesmo assim. Sem aviso, ele a virou de frente para a parede, levantou a camisola até a cintura e deu um tapa tão forte na nádega direita que o som ecoou como um trovão. A pele imediatamente ficou branca, depois vermelha ardente. Outro tapa. Outro. Ela gritou, as pernas fraquejando. — Empina essa bunda de cadela. Abre tudo. Lilian obedeceu, mãos trêmulas abrindo as nádegas com força, expondo o cuzinho rosado e apertado, ainda marcado levemente da última vez. Renato cuspiu direto no orifício — um cuspe grosso, quente, que escorreu devagar pela fenda. Depois cuspiu de novo. E de novo. Até o cuzinho ficar encharcado, brilhando. Ele enfiou três dedos na buceta dela sem aviso, girando-os com brutalidade, coletando o mel abundante. Tirou-os melados e os levou pro cuzinho, forçando a entrada de uma vez. Dois dedos primeiro. Depois três. Lilian berrou, o corpo arqueando de dor. — Aiii caralho… tá queimando… tá rasgando meu cu… — Cala a boca e abre mais, vadia. Seu cu vai aprender a engolir rola hoje. Ele forçou os três dedos até o fundo, abrindo-a em tesoura, girando, esticando as paredes internas sem dó. Lágrimas escorriam pelo rosto dela, mas a buceta jorrava ainda mais, pingando no chão em fios grossos. Quando achou que estava minimamente preparada, ele tirou os dedos com um som molhado e posicionou a cabeça grossa do pau — já babando pré-gozo em fios longos — exatamente na entrada minúscula. — Respira fundo, porca. Porque agora eu entro até o talo… e não paro até gozar dentro. Ele empurrou devagar no começo, implacável. A glande forçou o anel apertado, esticando-o ao extremo. Lilian gritou como se estivesse sendo rasgada ao meio, as unhas arranhando a parede. — NÃÃÃO… TÁ RASGANDO… DÓI DEMAIS… PARA, PASTOR… POR FAVOR… Mas ele não parou. Continuou empurrando, centímetro por centímetro cruel, o pau grosso abrindo caminho no canal virgem, as paredes internas se contraindo em pânico ao redor da invasão. Quando metade estava dentro, ele segurou os quadris dela com força bruta e deu o resto de uma estocada violenta. O pau inteiro desapareceu no cuzinho dela. Lilian soltou um grito animalesco, o corpo convulsionando de dor pura. Lágrimas escorriam em rios, o rosto colado na parede, o corpo tremendo inteiro. — Tá todo dentro… olha como seu cu tá engolindo minha rola… — ele rosnou, imóvel por alguns segundos, deixando-a sentir cada veia pulsando dentro dela, a plenitude insuportável. Então começou a meter. Lento no início. Saiu quase todo, o anel esticado agarrando a glande como se não quisesse soltar, e voltou com força. Cada estocada era um martírio: ardor lancinante, pressão que parecia rasgar tudo, mas misturado a um prazer doentio que subia pela espinha dela como eletricidade. — Rebola, sua cadela imunda… rebola no pau que tá te destruindo o cu. Ela começou a mexer os quadris devagar, depois mais desesperada, empurrando contra ele, sentindo o pau chegar ao intestino, batendo em lugares nunca tocados. A dor ainda dominava, mas o prazer a sobrepujava aos poucos — uma sensação de ser completamente possuída, violada, reduzida a um buraco para o prazer dele. Renato perdeu o controle. Agarrando os cabelos dela como rédea, puxou com força brutal até o pescoço arquear ao limite. Começou a socar com fúria animal: estocadas profundas, rápidas, violentas. O pau entrava e saía num ritmo insano, o saco batendo com força contra a buceta melada, o som de carne contra carne misturado aos gritos dela e ao rangido do sofá. — Toma, sua puta nojenta! Toma rola no cu! Grita que tá gostando de ser arrombada como uma cadela de rua! Lilian berrava sem parar, voz rouca e quebrada: — AIII CARALHO… TÁ ME RASGANDO O CU… DÓI PRA PORRA… MAS É TÃO GOSTOSO… FODE MAIS FORTE… ARROMBA MEU CU DE PUTA… ME FAZ SANGRAR NESSA ROLA… EU QUERO MAIS DOR… MAIS PORRA NO MEU CU! Ele deu tapas alternados nas duas nádegas, deixando-as vermelhas e inchadas. Apertou os seios com força, beliscou os mamilos até sangrar levemente, puxando-os como se quisesse arrancá-los. O pau continuava destruindo: o cuzinho agora estava vermelho vivo, inchado, esticado ao máximo, uma espuma branca grossa se formando na base da rola, mistura de saliva, pré-gozo, secreções e um leve traço de sangue da ruptura mínima. — Você é minha agora, Lili… esse cu arrombado é propriedade do seu pastor… vou gozar fundo, vou encher você até transbordar. — Goza… enche meu cu de porra quente… me faz gozar só com pau no cu… AIII… TÔ GOZANDO… TÔ GOZANDO PELO CU ARROMBADO! O orgasmo dela foi cataclísmico: o corpo inteiro convulsionou como se tivesse levado choque, o cuzinho apertando o pau em espasmos violentos, a buceta esguichando jatos fortes que molharam as coxas dele, o sofá, o chão. Ela gritava, chorava, tremia, as pernas cedendo completamente. Renato socou mais fundo ainda, urrou como um animal e gozou: jatos grossos, quentes, abundantes enchendo o interior apertado e destruído do cuzinho dela. O excesso escorreu imediatamente pelas nádegas, branco denso misturado a traços rosados, pingando em poças no piso. Ele continuou metendo devagar, prolongando, até o pau sair com um som molhado e grotesco, deixando o cuzinho aberto como uma cratera vermelha, vazando porra em golfadas lentas, o anel pulsando, incapaz de se fechar. Lilian desabou no chão, de lado, ofegante, destruída. O corpo todo doía: cu ardendo como fogo, nádegas em chamas, lágrimas e suor misturados no rosto. Renato se abaixou, passou o dedo na entrada aberta, coletando porra e um leve traço de sangue, e levou aos lábios dela. — Chupa, minha filha… prova o que você virou. Ela chupou o dedo dele, lambendo tudo, os olhos vidrados de êxtase e submissão. — Volta amanhã… — sussurrou ela, voz quase inaudível. — Meu cu… ainda não tá destruído o suficiente. Ele sorriu, sombrio. — Amanhã eu trago algo maior. E você vai implorar pra eu usar os dois buracos ao mesmo tempo… até você não conseguir andar. Lilian fechou os olhos, o coração disparado, o corpo em ruínas, já ansiando pelo próximo tormento que a faria renascer na dor e no prazer.
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