Evangélica e carente: a redenção do marido!

A chegada inesperada de Erique transformou o quarto em um palco de caos congelado, onde o ar ainda vibrava com os ecos roucos dos gemidos de Rayane e Lorrana, o cheiro de suor e sucos femininos pairando como uma névoa densa e acusadora. Ele ficou parado na soleira da porta, a mala de viagem caindo de sua mão com um baque surdo no chão de cerâmica rachada, os olhos castanhos – sempre tão plácidos em suas orações matinais – agora dilatados em uma mistura de incredulidade e algo mais sombrio, uma fúria que brotava das profundezas de uma vida de repressão. Rayane, ainda ofegante, com o corpo moreno reluzente de suor e os seios fartos subindo e descendo em respirações irregulares, foi a primeira a romper o silêncio, sua voz rouca carregada de uma ousadia que ela mesma não esperava: "Erique... você não devia ter voltado agora. Mas já que veio, veja o que você ignorou todos esses anos." Não havia arrependimento em seu tom, apenas uma provocação crua, nascida da exaustão do prazer e da liberação de segredos acumulados.
Lorrana, por outro lado, encolheu-se na cama, as pernas claras ainda trêmulas dos espasmos do orgasmo compartilhado, as mãos cobrindo instintivamente os seios médios como se pudesse apagar a cena com um gesto de pudor tardio. Seus olhos azuis, marejados de lágrimas recentes de êxtase, agora transbordavam pânico, o rosto sardento corando em um vermelho violento que subia pelo pescoço. "Irmão Erique... por favor, não julgue. Foi um momento de fraqueza, uma tentação do inimigo. Nós... nós podemos orar juntos, pedir perdão." Sua voz saiu fraca, entrecortada por soluços que não eram mais de prazer, mas de um terror profundo, enraizado na doutrina que moldara sua vida missionária. No entanto, por baixo da súplica, havia uma centelha de rebeldia – o corpo ainda latejante, a buceta rosada pingando sucos misturados aos de Rayane, traía uma relutância em abandonar o abismo que acabara de abraçar.
Erique não se moveu imediatamente, seu corpo rígido como uma estátua de sal bíblica, os punhos cerrados ao lado do corpo enquanto processava a visão: sua esposa, a líder devota do grupo de jovens, entrelaçada com a missionária que ele admirava por sua pureza, as bucetas roçando em uma fricção molhada e obscena, esguichos recentes deixando poças viscosas nos lençóis que ele mesmo lavara na semana anterior. Uma veia pulsava em sua testa, e pela primeira vez em anos de casamento, Rayane viu algo além da indiferença nele – uma raiva primitiva, misturada a uma curiosidade traiçoeira que o fazia desviar o olhar para os corpos nus, os seios de Lorrana tremendo com a respiração acelerada, a bunda redonda de Rayane marcada por impressões digitais recentes. "Vocês... na minha cama? Com... isso? Eu dediquei minha vida à igreja, à submissão divina, e você, Rayane, me trai com uma mulher? Com a missionária Lorrana? Isso não é só adultério, é... blasfêmia!" Sua voz cresceu em volume, ecoando pelas paredes finas da casa, mas havia uma quebra no tom, uma hesitação que revelava o conflito interno: anos de abstinência forçada, noites virando para o lado para "preservar o espírito", agora confrontados com a realidade carnal que ele sempre evitou.
Rayane, sentindo o pulso da situação virar a seu favor, deslizou da cama com uma graça felina, o corpo nu se movendo sem pudor, os quadris generosos balançando enquanto se aproximava dele, os sucos ainda escorrendo pelas coxas internas como um rastro de evidência irrefutável. "Blasfêmia? Ou verdade, Erique? Você me deixou seca por meses, murmurando orações enquanto eu queimava por dentro. Lorrana me deu o que você negou – prazer, conexão, fogo. Mas agora que você viu... o que vai fazer? Gritar versos bíblicos ou finalmente agir como homem?" Suas palavras eram uma provocação deliberada, os olhos verdes fixos nos dele, uma mão estendendo-se para tocar o peito dele sobre a camisa de botão, sentindo o coração acelerado. Lorrana, ainda na cama, observava em silêncio aterrorizado, mas seus olhos traíam uma faísca de excitação – o risco do flagra, o marido devoto presenciando sua queda, adicionando uma camada de insanidade ao ar já carregado.
Erique recuou um passo, mas não o suficiente para escapar do toque dela, sua respiração tornando-se irregular enquanto olhava para além de Rayane, para Lorrana encolhida, as pernas claras cruzadas em uma tentativa vã de modéstia, a buceta rosada ainda inchada e reluzente de sucos. "Eu... eu devo chamar o pastor, expor vocês. Mas... por quê? Por que isso, Rayane? Eu te amei à maneira de Deus, com respeito e submissão." Sua voz falhou, os olhos descendo involuntariamente para os seios fartos dela, os mamilos rosados endurecidos pelo ar fresco e pela adrenalina do momento. Algo se quebrou nele então – anos de repressão explodindo em uma fúria que o fez avançar, empurrando Rayane contra a parede do quarto com uma força que ele mesmo desconhecia, as mãos grandes apertando os ombros dela, o rosto a centímetros do seu. "Você me humilhou... mas olhe para mim agora. Eu sinto... raiva, mas também... isso." Ele pressionou o quadril contra o dela, o pau endurecendo visivelmente sob o jeans, uma ereção traiçoeira nascida do ciúme e da visão proibida.
Lorrana, vendo a dinâmica virar, ergueu-se devagar da cama, o corpo nu tremendo não mais de medo, mas de uma curiosidade mórbida que a impulsionava para frente. "Erique... não faça nada precipitado. Nós... nós podemos explicar. Ou... talvez você queira entender." Sua voz saiu baixa, sedutora sem intenção, os olhos azuis fixos nele enquanto se aproximava, os seios médios balançando levemente, o suor ainda brilhando na pele clara. Rayane, presa contra a parede, sorriu com uma malícia que beirava a loucura, uma mão descendo para desabotoar o jeans dele, sentindo o pau pulsar quente sob o tecido. "Entender? Ou participar, marido? Veja como Lorrana goza... veja o que você perdeu." Ela puxou o pau dele para fora – uns 15 centímetros de carne modesta, mas agora dura como nunca, veias finas latejando com uma urgência reprimida por anos – e masturbou-o devagar, os dedos circulando a cabeça vermelha, pré-gozo brilhando na ponta enquanto Erique gemia baixo, os olhos fechando em conflito.
A insanidade escalou quando Lorrana, tomada por uma ousadia que surpreendeu até Rayane, ajoelhou-se ao lado dela, a boca se aproximando do pau de Erique com uma hesitação que se dissolveu em fome. "Deixe-me... mostrar o que a igreja nos nega", murmurou ela, a língua lambendo a glande devagar, o gosto salgado misturando-se aos sucos residuais em sua boca. Erique arfou, as mãos instintivamente indo para os cabelos loiros dela, guiando-a enquanto Rayane beijava seu pescoço, mordendo a pele com força suficiente para deixar marcas. "Isso... é loucura. Mas... não para." Sua voz era um sussurro quebrado, o corpo traindo a doutrina, os quadris se movendo para foder a boca de Lorrana com estocadas crescentes, a saliva escorrendo pelo queixo dela enquanto chupava vorazmente, os olhos azuis olhando para cima em submissão pecaminosa.
Rayane, sentindo o controle da situação, empurrou Erique para a cama, onde ele caiu de costas, o pau ereto latejando no ar. "Agora veja, marido... veja como nós nos amamos." Ela montou no rosto dele sem cerimônia, esfregando a buceta morena na boca dele, os sucos escorrendo pelo queixo enquanto ele, hesitante no início, lambia instintivamente, a língua explorando os lábios inchados pela primeira vez em anos. Lorrana, não ficando para trás, montou no pau dele, guiando-o para dentro da buceta rosada com um gemido gutural, cavalgando com movimentos circulares e profundos que faziam os seios médios balançar hipnoticamente. "Sente isso, Erique... minha buceta te engolindo, quente e molhada... melhor que orações, né?" Erique grunhiu contra a buceta de Rayane, as mãos apertando as coxas dela enquanto lambia vorazmente, o clitóris protuberante roçando na língua dele, enviando ondas de prazer que a faziam tremer.
A cena virou um caos insano: Rayane e Lorrana se beijando sobre ele, as línguas dançando em um emaranhado molhado enquanto roçavam os seios uma na outra, os mamilos se tocando em fricções elétricas; Erique, perdido na luxúria, alternando entre chupar a buceta de Rayane e ser cavalgado por Lorrana, o pau esticando as paredes internas dela com estocadas que ele nunca imaginara. Elas trocaram de posição com fúria – Lorrana agora no rosto dele, esfregando a buceta rosada na boca devota, os sucos escorrendo pelo queixo enquanto ele lambia o cuzinho virgem dela pela primeira vez; Rayane montando no pau, cavalgando com movimentos desesperados, os quadris batendo contra os dele, a bunda redonda slapando contra as coxas. "Fode sua esposa traidora, Erique... enche minha buceta como nunca fez!" Ele rugiu, as mãos apertando a bunda dela com força bruta, deixando marcas roxas, o pau latejando dentro dela enquanto gozava pela primeira vez em meses, jatos grossos inundando o interior, transbordando pelos lados em fios viscosos.
Mas a insanidade não parou aí: Lorrana, tomada por uma possessividade louca, empurrou Rayane para o lado e montou no pau ainda duro dele, misturando os sucos dela com a porra, cavalgando com uma fúria que fazia a cama ranger. Rayane, não contente em assistir, sentou-se no rosto de Lorrana, esfregando a buceta morena na boca da missionária enquanto beijava Erique, a língua invadindo a dele com o gosto de todos os pecados acumulados. "Sente isso, marido... nós três, unidos no pecado. Goza de novo, enche ela como me encheu." Erique, perdido na espiral, gozou novamente dentro de Lorrana, os gemidos dele misturando-se aos das mulheres em um coro rouco, os corpos convulsionando em orgasmos sincronizados – esguichos quentes molhando tudo, lágrimas de êxtase e confusão escorrendo pelos rostos.
Horas se passaram em uma espiral de posições insanas: Erique fodendo Rayane de quatro enquanto Lorrana chupava os seios dela, enfiando dedos no cu de ambos; Lorrana montada no rosto de Rayane enquanto Erique metia por trás, o pau batendo fundo na buceta rosada; os três entrelaçados em uma tesoura estendida, paus e bucetas roçando em fricções molhadas e desesperadas. Erique, transformado, murmurava entre gemidos: "Isso... é o que eu neguei? Deus, perdoe... mas não pare." Rayane ria rouca, o corpo exausto mas insaciável: "Bem-vindo ao nosso mundo, marido. Agora você entende." Lorrana, chorando de prazer sobrecarregado, sussurrava: "Somos perdidos... mas juntos." A noite dissolveu-se em um caos de fluidos e emoções, o casamento de Erique redefinido não em versos bíblicos, mas em um vórtice de luxúria que os consumia a todos, deixando-os exaustos na cama encharcada ao amanhecer, unidos em um pacto silencioso de insanidade compartilhada.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Evangélica e carente: a redenção do marido!

Codigo do conto:
253033

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
24/01/2026

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