Cão policial!

Sara era uma policial experiente, com dez anos na força, corpo atlético moldado por treinos rigorosos e patrulhas noturnas. Aos 35 anos, casada com Marcos, um engenheiro que viajava frequentemente por projetos internacionais, ela se via sozinha em casa mais uma vez. Desta vez, porém, com uma companhia inesperada: Thor, o pastor alemão treinado para operações policiais, que fora designado a ela para cuidados temporários enquanto seu parceiro canino se recuperava de uma lesão. O cão era imponente, musculoso, com pelagem negra e castanha reluzente, olhos alertas que pareciam sondar a alma de quem o fitava.
Há duas semanas, Marcos partira para a Ásia, deixando Sara com um beijo apressado e promessas de chamadas diárias que rareavam com o fuso horário. O tesão acumulado a consumia como uma febre baixa, persistente. Noites insones, lençóis úmidos de suor e sonhos eróticos que a faziam acordar ofegante, tocando-se desesperadamente no escuro. Seus dedos não bastavam mais; ela ansiava por algo mais primal, mais invasivo. Thor, sempre vigilante, dormia aos pés da cama, sua respiração ritmada ecoando no quarto vazio.
No início, Sara via Thor apenas como um dever profissional. Alimentava-o, levava-o para corridas matinais, treinava comandos básicos para manter sua disciplina. Mas, à medida que os dias se arrastavam, ela notava detalhes que a inquietavam: a força bruta em seus músculos ao pular para pegar uma bola, o cheiro almiscarado de animal selvagem após um banho, a língua rosada e larga lambendo a água da tigela com uma lentidão hipnótica. Uma noite, após um banho quente onde tentara aliviar a tensão com o chuveiro pulsátil, ela se sentou nua no sofá, pernas abertas, e Thor aproximou-se, farejando o ar com curiosidade instintiva.
Seu coração acelerou. "Não, Thor, sai daqui", murmurou ela, voz trêmula, empurrando-o gentilmente. Mas o cão insistiu, focinho frio roçando sua coxa interna, enviando arrepios elétricos por sua espinha. Sara fechou os olhos, lutando contra a imagem que se formava: aquele focinho explorando mais fundo, aquela língua áspera lambendo sua umidade crescente. "Isso é loucura", pensou, levantando-se abruptamente e trancando-se no quarto. A moral a esmagava – ela era uma policial, guardiã da lei, não uma depravada. Ainda assim, naquela noite, sonhou com Thor montando-a como um lobo alfa, e acordou gozando sozinha, os lençóis encharcados.
Os dias seguintes foram uma batalha interna. Sara evitava o cão durante o dia, mergulhando no trabalho, mas à noite, sozinha, o desejo voltava com fúria. Ela se masturbava furiosamente, imaginando cenários proibidos: Thor lambendo seus seios eretos, seu pau canino – que ela vira uma vez, rosado e inchado durante uma ereção involuntária – penetrando-a com selvageria. "Por que eu? Por que agora?", questionava-se no espelho, vendo seus olhos vidrados de luxúria. O marido ligava esporadicamente, voz cansada, falando de reuniões e saudades, mas Sara mal conseguia responder, sua mente divagando para o animal no andar de baixo.
Uma tarde chuvosa, após um turno exaustivo, Sara chegou em casa encharcada, corpo dolorido. Thor a recebeu com latidos animados, abanando o rabo, e ela, exausta, permitiu que ele lambesse suas mãos salgadas de suor. Sentou-se no chão, deixando-o subir em seu colo, o peso quente pressionando seu ventre. Sem pensar, sua mão escorregou para a barriga dele, roçando acidentalmente sua bainha peluda. Thor gemeu baixinho, e Sara sentiu o pau emergir, quente e úmido contra sua palma. "Meu Deus, o que estou fazendo?", sussurrou, mas não parou. Acariciou-o devagar, fascinada pela rigidez veiada, o nó basal inchando como uma promessa de posse total.
A consciência moral gritava: isso era errado, animalesco, contra tudo que ela representava. Mas o tesão, acumulado como uma represa prestes a romper, silenciava as vozes. "Só uma vez", justificou-se, tirando a calça jeans úmida, expondo sua buceta depilada, inchada de desejo. Deitou-se no tapete, pernas abertas, chamando Thor com um estalo de língua. O cão, instintivo, aproximou-se, focinho farejando sua excitação, língua lambendo experimentalmente as dobras molhadas. Sara arqueou as costas, gemendo alto: "Ah, sim, assim... lambe essa buceta safada".
A língua de Thor era áspera, incansável, explorando cada centímetro de sua vulva, do clitóris sensível às pregas internas. Sara agarrou sua pelagem, puxando-o mais perto, quadris rebolando contra o focinho. "Você é um cachorro safado, né? Lambendo a dona como uma puta no cio", murmurou, voz rouca de prazer. O cão respondia com lambidas mais profundas, penetrando-a levemente com a língua, fazendo-a tremer. Seu corpo traía qualquer resquício de culpa; sucos escorriam pelas coxas, misturando-se ao saliva dele.
Não aguentando mais, Sara virou de quatro, bunda empinada, oferecendo-se como uma cadela submissa. "Vem, Thor, me fode... me enche com esse pau de cachorro", implorou, voz entrecortada. O cão montou-a com urgência, patas frontais em suas costas, pau cutucando sua entrada. Com um impulso, ele entrou, grosso e quente, esticando-a de forma que nenhum homem jamais fizera. Sara gritou de dor e prazer misturados: "Porra, que pau enorme! Me rasga, seu animal!"
Thor bombava selvagemente, movimentos rápidos e instintivos, o nó inchando dentro dela, pressionando seu ponto G com intensidade brutal. Sara sentia cada veia pulsando, o calor animalesco invadindo seu útero. "Mais fundo, caralho... me faz gozar como uma vadia", gemia, unhas cravadas no tapete. O engate veio inevitável: o nó expandiu, travando-os juntos, como se fossem um só ser em êxtase primal. Thor uivava baixinho, jorrando sêmen quente em jatos intermináveis, enchendo-a até transbordar.
Sara explodiu em um orgasmo avassalador, corpo convulsionando, visão embaçando. "Ahhh, estou gozando... gozando no pau de um cachorro! Nunca gozei assim, porra!", berrou, ondas de prazer irradiando de sua buceta engatada, clitóris latejando contra o nó. Durou minutos eternos, cada contração sugando mais sêmen dele, prolongando o clímax até ela desabar, ofegante, suor pingando. Thor permaneceu preso, ofegando em seu pescoço, e Sara, em transe pós-orgásmico, sussurrou: "Você é meu agora... meu amante secreto".
Quando o nó finalmente diminuiu, permitindo a separação, Sara rolou para o lado, pernas trêmulas, buceta dolorida e satisfeita. O sêmen escorria, misturado ao seu gozo, e ela provou um dedo, sabor salgado e proibido. A culpa retornaria, ela sabia, mas naquele momento, só havia saciedade profunda, uma conexão animal que transcendia a moral humana. Thor lambeu seu rosto, e Sara sorriu, sabendo que as noites solitárias haviam mudado para sempre.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Cão policial!

Codigo do conto:
252615

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
19/01/2026

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