Favelada carente. Parte 5: Vingança sádica do marido apos ser pega no flagra!

João ficou paralisado por um segundo eterno na porta do quarto, o ar denso e sufocante carregado com o cheiro acre de suor feminino misturado ao musk animalesco do cachorro, sêmen viscoso vazando devagar do cu esticado de Maria, pingando no colchão mofado como gotas de vergonha líquida. Seus olhos, antes cansados da jornada de trabalho, agora flamejavam como brasas, veias saltando no pescoço grosso, rosto contorcido em uma máscara de incredulidade e ódio puro. "Sua puta nojenta! Com um cachorro?!", rugiu ele, voz grave ecoando pelas paredes finas da casa, tão alta que Lucas acordou choramingando na sala ao lado. João avançou como um touro enlouquecido, punhos cerrados, músculos dos braços inchando sob a camisa suja de cimento, o cheiro de poeira e suor dele se misturando ao caos sensorial do quarto.
Maria, ainda presa pelo nó inchado do pau canino latejando dentro dela, virou o rosto encharcado de lágrimas e suor, olhos arregalados de pavor absoluto. Seu corpo nu tremia violentamente, seios pesados balançando com cada respiração ofegante, pele morena arrepiada de humilhação gelada, cu contraindo involuntariamente ao redor da carne quente e pulsante que a imobilizava. "João, por favor... eu não... foi um erro...", gaguejou ela, voz quebrada e rouca, as palavras saindo em soluços, enquanto tentava se arrastar para longe, mas o cão ganindo confuso a prendia no lugar, patas arranhando o chão de cimento rachado. A vergonha a consumia como ácido: exposta, suja, com sêmen escorrendo pelas coxas grossas, marcada por arranhões vermelhos nas costas, na frente do marido e de Zé, o amigo que ela mal conhecia, mas cujos olhos vidrados a faziam se sentir como uma aberração de favela.
João não ouviu súplicas. Com um grunhido gutural, ele agarrou o vira-lata pelo pescoço peludo, unhas cravando na pele do animal, que uivou de dor e medo, tentando se soltar. "Sai daí, seu bicho imundo!", berrou João, puxando com força bruta, o nó desinchando o suficiente para o pau escorregar para fora do cu de Maria com um som molhado e obsceno, sêmen grosso jorrando em um arco viscoso, salpicando o lençol e as pernas dela. O cão se debateu, arranhando o braço de João, deixando sulcos sangrentos, mas João o arremessou contra a parede com um baque surdo, o animal guinchando e fugindo mancando pela porta aberta, cauda entre as pernas.
Virando-se para Maria, que agora se encolhia no colchão, cobrindo os seios com os braços trêmulos, rosto enterrado no travesseiro fedorento para abafar os soluços, João a agarrou pelos cabelos pretos emaranhados, puxando sua cabeça para trás com violência, forçando-a a encará-lo. "Você me traiu com isso? Com um vira-lata fedorento? Sua vadia suja!", cuspiu ele, saliva voando, olhos injetados de sangue fixos nos dela, cheiro de cerveja rançosa no hálito misturando-se ao fedor de sexo no ar. Ele a esbofeteou com a mão aberta, o tapa ecoando como um estalo, deixando uma marca vermelha flamejante na bochecha dela, o impacto fazendo sua visão borrar, lágrimas quentes escorrendo. Maria gritou de dor e medo, corpo convulsionando, cu ainda latejando dolorido do sexo interrompido, boceta pingando mel residual de excitação traída pelo pavor. "Me solta, João! Pelo amor de Deus, o Lucas tá chorando!", implorou ela, voz entrecortada, unhas arranhando o braço dele debilmente, mas ele a empurrou de volta na cama, montando sobre ela, joelhos prendendo suas coxas, mão apertando seu pescoço com força controlada, suficiente para fazê-la ofegar por ar, veias pulsando sob a pele.
Zé, o amigo parrudo, ficou parado na soleira da porta como uma estátua de carne, olhos castanhos arregalados fixos na cena caótica: a bunda de Maria ainda empinada levemente, cu rosado e dilatado brilhando de sêmen e cuspe, seios expostos balançando com os solavancos, o cheiro de tudo aquilo o atingindo como uma onda nauseante e estranhamente hipnótica. Ele engoliu em seco, pau endurecendo involuntariamente na calça jeans apertada contra sua vontade, uma ereção traiçoeira causada pela visão proibida, mas seu corpo não se mexia. "João... cara, calma aí...", murmurou Zé por fim, voz baixa e hesitante, mãos penduradas ao lado do corpo, suor frio escorrendo pela testa, coração batendo acelerado. Ele não avançava para ajudar nem para intervir; a passividade o paralisava, uma mistura de choque cultural – na favela, brigas de casal eram comuns, mas isso era bizarro demais – e medo de se envolver na fúria de João. Zé desviou o olhar para o chão sujo, pés inquietos, mas permaneceu ali, espectador mudo, ouvindo os tapas ecoarem, os gemidos de dor de Maria, o choro de Lucas na sala se intensificando como um alarme distante. Ele coçou a barba rala, pigarreando, mas as palavras morriam na garganta; era amigo de João há anos, mas nunca vira algo assim, e sua inércia o tornava cúmplice silencioso da violência.
João continuou, ignorando Zé completamente, virando Maria de bruços com brutalidade, expondo as marcas vermelhas nas costas dela, e desferindo palmadas fortes na bunda, cada uma deixando impressões vermelhas que ardiam como fogo, ecoando ploc-ploc ritmados. "Vai aprender a respeitar seu homem, sua cachorra! Quer pau de bicho? Eu te dou pau de verdade!", grunhiu ele, desabotoando a calça com uma mão, pau já semi-ereto de raiva misturada a um tesão doentio, pressionando contra o cu ainda sensível dela. Maria chorava copiosamente, corpo mole de submissão forçada, vergonha absoluta a consumindo – humilhada na frente de Zé, que agora olhava de soslaio, rosto corado, sem mover um músculo para pará-lo. O quarto virava um inferno sensorial: cheiros de sexo, suor e lágrimas; sons de tapas, soluços e ganidos distantes do cão na rua; toques de dor lancinante e medo paralisante. João a penetrou seco no cu dolorido, estocadas punitivas, grunhindo insultos, enquanto Zé finalmente se mexeu devagar, virando as costas e saindo para a sala para acalmar Lucas, mas sem chamar ajuda, sua passividade selando o destino da noite violenta. A favela lá fora seguia indiferente, funk distante abafando os gritos.
João, com os olhos injetados de fúria cega e um tesão doentio pulsando em suas veias, pressionou o corpo suado e musculoso contra o de Maria, que ainda tremia de humilhação e dor residual no cu esticado. O quarto fedorento – ar carregado de sêmen canino viscoso, suor azedo e lágrimas salgadas – virava um palco de caos primal. Ele a manteve de bruços no colchão mofado, joelhos forçando as coxas grossas dela a se abrirem, expondo a boceta inchada e molhada de mel traidor, o cu rosado latejando aberto, brilhando de resquícios de cuspe e porra. "Você quer violência, sua cachorra? Eu te dou violência!", grunhiu ele rouco, voz ecoando como um trovão na casa apertada, ignorando o choro de Lucas na sala ao lado.
Com uma mão áspera, calejada de pedreiro, ele agarrou os cabelos dela novamente, puxando com força brutal, arqueando o pescoço dela para trás até ela gemer de dor lancinante, lágrimas quentes escorrendo pelo rosto corado. A outra mão desceu em palmadas ferozes na bunda vermelha, cada tapa ecoando ploc-ploc alto, deixando marcas roxas que ardiam como ferro em brasa, a pele tremendo com o impacto. Maria gritou, corpo convulsionando, unhas cravadas no lençol sujo, mas entre os soluços, uma faísca de prazer proibido acendia – o cu latejando misturava dor com o eco do orgasmo interrompido, boceta contraindo involuntária, umidade escorrendo pelas coxas. "Para, João... dói tanto!", implorou ela, voz quebrada, mas o corpo traía, quadris rebolando levemente contra a pressão dele, procurando mais.
Ele não parou. Desabotoou a calça jeans suja com movimentos frenéticos, pau grosso e veiado saltando ereto, cabeça vermelha babando pré-gozo claro, cheiro almiscarado forte misturando-se ao fedor animal do quarto. Sem lubrificação, ele cravou no cu dela de uma vez – estocada seca, brutal, rasgando as paredes sensíveis já irritadas, dor aguda como uma lâmina cortando carne viva. "Ahhh, caralho! Tá me matando!", berrou Maria, visão borrada de lágrimas, corpo arqueando em agonia, mas o nó de prazer crescia: cada bombada violenta acertava nervos profundos, misturando fogo com êxtase, seios balançando violentos contra o colchão, bicos endurecidos roçando o tecido áspero. João bombava selvagem, bolas pesadas batendo na boceta molhada, grunhindo insultos: "Gosta assim, né? De ser fudida como uma puta de rua!" Ele a esbofeteava nas costas, unhas arranhando a pele, deixando sulcos sangrentos que ardiam deliciosamente, suor pingando dele sobre ela, misturando-se ao cheiro de sexo cru.
Maria, aos poucos, começava a gostar – a violência a consumia, transformando pavor em luxúria doentia. "Mais... fode mais forte!", murmurou ela rouca, surpreendendo a si mesma, quadris empinando para encontrar as estocadas, cu apertando ao redor do pau dele em espasmos de prazer dolorido. O orgasmo veio como um tsunami: corpo convulsionando, boceta jorrando sem toque, cu contraindo em ondas intermináveis, gemidos guturais ecoando. João gozou logo depois, jatos quentes enchendo-a, prolongando o êxtase violento, sêmen escorrendo viscoso pelas coxas trêmulas.
Nesse momento, Zé voltou ao quarto, carregando Lucas no colo – o bebê de quase 2 anos, olhos inocentes arregalados, chupeta na boca, choramingando baixinho. Zé parou na porta, passivo como sempre, rosto corado de constrangimento, pau ainda semi-ereto na calça, mas sem intervir. Lucas presenciava a cena animal: os pais nus, suados, João montado em Maria como um bicho no cio, gemidos roucos e cheiro forte de sexo preenchendo o ar. O bebê piscou confuso, mãozinha estendendo para a mãe, alheio ao caos, enquanto Zé murmurava: "Cara... o moleque tá vendo tudo." Mas João, ofegante, só riu sádico, puxando Maria pelos cabelos para um beijo forçado, o corpo dela ainda tremendo de prazer culpado. A favela lá fora ignorava, mas dentro, o ciclo de violência e desejo se aprofundava.
Maria, de bruços no colchão encharcado de suor e fluidos, sentia o corpo inteiro como uma chama viva que não se apagava. A dor inicial no cu — aquela sensação de ser rasgada, esticada além do limite — havia se transformado em algo mais profundo, mais viciante. Cada estocada violenta de João enviava ondas de choque que começavam no anel dilatado e latejante, subiam pelas paredes internas sensíveis, roçando nervos que ela nem sabia que existiam antes do vira-lata. A dor ainda ardia, sim: uma queimação aguda nas bordas, como se a pele estivesse em carne viva, mas era exatamente essa queimação que alimentava o prazer.
O pau grosso dele, seco no começo, agora escorregava mais fácil com a mistura de cuspe, sêmen canino residual e o próprio mel que vazava da boceta dela. Cada vez que ele entrava até o fundo, batendo com força contra o cóccix, o impacto fazia seu clitóris pulsar indiretamente — como se o corpo inteiro fosse um instrumento afinado para o sofrimento e o êxtase. Ela sentia o nó de prazer se formar no baixo ventre, uma pressão quente e crescente que se espalhava para os seios pesados, fazendo os bicos escuros endurecerem tanto que doíam ao roçar no lençol áspero. Seus mamilos pareciam pontos de eletricidade, cada movimento enviando faíscas diretas para o centro da boceta.
O que mais a enlouquecia era a contradição: o corpo traído pelo medo. Enquanto a mente gritava humilhação — exposta na frente de Zé, do bebê choramingando na sala, do marido que a castigava —, a carne respondia com fome. O cu apertava involuntariamente ao redor do pau dele em espasmos ritmados, como se quisesse sugar mais, mais fundo. Cada palmada na bunda fazia a pele vibrar, o ardor se espalhando como ondas de calor que terminavam no clitóris túrgido, inchado e sensível ao extremo. Ela começou a rebolar os quadris para trás, instintivamente, buscando o ângulo exato em que a cabeça grossa acertava aquele ponto secreto lá dentro — o mesmo que o nó do cachorro havia descoberto antes —, e quando acertava, era como se um raio atravessasse sua espinha.
O orgasmo não veio de uma vez. Foi construído camada por camada: primeiro uma tensão crescente nos músculos das coxas, depois um formigamento quente subindo pelas costas arranhadas, depois o ventre contraindo em espasmos cada vez mais fortes. Quando explodiu, foi avassalador. Boceta jorrando em golfadas quentes e abundantes, sem que ninguém a tocasse ali — só o atrito indireto das bolas de João batendo ritmadas. O cu se contraiu em ondas violentas, apertando o pau dele como um punho de veludo, prolongando o prazer dele enquanto o dela se estendia em camadas intermináveis. Ela gritava rouca, sem controle: "Mais! Me fode assim, caralho!", a voz misturando súplica e comando, lágrimas de êxtase escorrendo pelo rosto.
Mesmo com a violência, mesmo com a vergonha queimando a alma, o prazer era maior que tudo. Era cru, animal, proibido — e por isso mesmo perfeito. Cada estocada punitiva virava carícia sádica; cada tapa na bunda virava carícia de fogo que a fazia tremer de delírio. Quando João gozou dentro dela, enchendo o cu já dolorido com jatos quentes e grossos, o calor se espalhou como lava, prolongando os espasmos dela por longos segundos. Ela desabou, ofegante, corpo mole e trêmulo, boceta ainda pingando, cu latejando em pós-orgasmo delicioso, uma mistura de dor latejante e satisfação profunda que a deixava zonza.
No fundo, Maria sabia: a violência de João não a quebrava mais. Acendia algo que o cachorro havia despertado e que agora não tinha volta. Ela gostava — não só tolerava, mas ansiava — pela dor que virava prazer, pela humilhação que virava êxtase, pelo risco que virava necessidade. E isso a assustava tanto quanto a excitava.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


252400 - Evangélica e carente: arrombada pelo irmão mais novo! - Categoria: Incesto - Votos: 2
252299 - Evangélica e carente: o pecado da zoofilia! - Categoria: Zoofilia - Votos: 5
252278 - Noite de patrulha da sargento Carla! Parte 2. - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
252264 - Noite de patrulha da sargento Carla - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
252259 - Evangélica e carente: currada por um mendigo em uma casa abandonada! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
252238 - Evangélica e carente: consolada pelo pai! Parte 2. - Categoria: Incesto - Votos: 4
252195 - Evangélica e carente: consolada pelo pai! - Categoria: Incesto - Votos: 9
252078 - Favelada carente e cão safado! Parte 4. Pega no flagra pelo marido! - Categoria: Zoofilia - Votos: 6
252029 - Favelada carente e cão safado! Parte 3: Ficou viciada em dá o cuzinho e quase foi pega no flagra! - Categoria: Zoofilia - Votos: 5
252015 - Favelada carente e cão safado! Parte 2: liberando o cuzinho pro vira lata. - Categoria: Zoofilia - Votos: 6
251990 - Favelada carente e cão safado! - Categoria: Zoofilia - Votos: 8
251938 - Banheiro da mãe. Parte2: a irmã caindo na vara! - Categoria: Incesto - Votos: 8
251934 - Pastor pacato e fiel desolada. Parte 2! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
251823 - O banheiro da mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 9
251805 - Pastor pacato consola fiel desolada! - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
251780 - Um Encontro Proibido: Fogo na Família! - Categoria: Incesto - Votos: 3
251779 - Um Desejo Proibido! - Categoria: Incesto - Votos: 5
247133 - Obcecada pelo irmão mais novo. Parte 4! - Categoria: Incesto - Votos: 6
247108 - Obcecada pelo irmão mais novo. Parte 3! - Categoria: Incesto - Votos: 5
247053 - Obcecada pelo irmão mais novo. Parte 2! - Categoria: Incesto - Votos: 6
246979 - Obcecada pelo irmão mais novo! - Categoria: Incesto - Votos: 14
246601 - Festa da minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 4
246147 - Meu coroa sonâmbulo! - Categoria: Incesto - Votos: 8
246144 - Desejos inesperados 3 - Categoria: Incesto - Votos: 1
246142 - Eclipse com meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 7
245544 - Eu 1,50 e meu pai 1,90! - Categoria: Incesto - Votos: 20
245542 - Religião, música e sexo. - Categoria: Incesto - Votos: 8
245541 - Na falta do marido; dei pro meu filho. - Categoria: Incesto - Votos: 15
245540 - Mãe ciumenta é foda... - Categoria: Incesto - Votos: 5
237880 - Desejos inesperados! Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 8

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Favelada carente. Parte 5: Vingança sádica do marido apos ser pega no flagra!

Codigo do conto:
252377

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
17/01/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0