No dia seguinte, o sol da manhã filtrava pelas persianas da casa da família Silva, tingindo os corredores de um dourado preguiçoso. Pedro acordou com o corpo ainda formigando das memórias da noite anterior – o calor da mãe, os gemidos proibidos ecoando em sua mente como um segredo delicioso. Ele se espreguiçou na cama, sentindo o pau endurecer só de pensar em Ana, mas a realidade o chamou: precisava urgentemente do banheiro. A bexiga apertada o fez pular da cama, vestindo apenas uma boxer folgada que mal disfarçava sua ereção matinal. Caminhou pelo corredor, bocejando, e parou na porta do banheiro principal. Bateu de leve, esperando a mesma impaciência de sempre. "Sofia? Anda logo, eu tô precisando!", gritou ele, a voz ainda rouca do sono. Do lado de dentro, veio a resposta surpreendente: "Entra aí, maninho. Tô ocupada, mas pode vir. Fecha a porta atrás de você." Pedro piscou, confuso. Sofia nunca o deixava entrar quando estava no banheiro. Hesitou por um segundo, mas a urgência venceu. Girou a maçaneta e entrou, fechando a porta com um clique suave. O banheiro estava úmido e perfumado com o cheiro de creme depilatório e sabonete floral. Sofia, sua irmã mais velha de 21 anos, estava de pé em frente ao espelho grande, vestindo apenas uma calcinha preta minúscula e uma camiseta velha que mal cobria seus seios firmes e empinados. Seus cabelos castanhos caíam soltos pelas costas, e ela segurava uma lâmina de depilação na mão, com as pernas ligeiramente afastadas sobre uma toalha no chão. Sua pele morena brilhava com o creme branco espalhado na virilha e nas coxas internas, depilando-se com movimentos precisos e casuais. Pedro congelou, os olhos percorrendo o corpo dela: as curvas atléticas de quem malhava na academia, a bunda redonda e firme moldada pela calcinha, e os lábios da buceta sutilmente marcados no tecido fino, com alguns pelos escuros escapando enquanto ela trabalhava. "Ah, oi, preguiçoso. Dormiu bem?", perguntou Sofia com um sorriso malicioso no espelho, sem parar o que fazia. Ela raspou uma faixa de creme da coxa interna, revelando pele lisa e macia, como se a presença dele fosse a coisa mais normal do mundo. "Não fica aí parado olhando. Usa o vaso se quiser, eu não ligo. A gente é irmão, né? Nada que a gente não tenha visto antes." Pedro engoliu em seco, sentindo o pau pulsar dentro da boxer. Ele se aproximou do vaso, mas seus olhos não saíam dela. "Cê tá... depilando aí? Tipo, na frente de mim? Que porra é essa, Sofia?" Ela riu, uma risada baixa e provocante, virando-se ligeiramente para encará-lo. Seus seios balançaram sob a camiseta, os mamilos endurecidos marcando o tecido fino. "Ué, qual o problema? Eu tô saindo com um cara hoje à noite, quero ficar lisinha pra ele. Você nunca depilou nada? Ou tá com inveja?" Ela piscou, raspando outra faixa, o movimento fazendo sua bunda se contrair levemente. "Aliás, ouvi uns barulhos estranhos ontem à noite no quarto da mamãe. Foi você lá? Parecia... divertido." Pedro corou, mas o desejo o tornou ousado. Ele baixou a boxer, expondo o pau semi-ereto, e sentou no vaso, fingindo naturalidade. "Talvez. E se foi? Cê tá curiosa agora?" Seus olhos fixaram na virilha dela, onde o creme cobria a área pubiana, e ele imaginou como seria tocar aquela pele recém-depilada. Sofia ergueu uma sobrancelha, olhando para o pau dele pelo espelho. "Olha só, maninho tá crescendo. Tá duro por causa de mim? Que safado." Ela terminou de raspar uma perna, limpando a lâmina na pia, e se virou completamente para ele, as mãos nos quadris. A calcinha estava úmida no centro, traída pela excitação casual da conversa. "Sabe, eu sempre pensei que você era um certinho. Mas ontem... sei lá, me deu tesão imaginar você e a mamãe. Incesto é foda, né? Proibido, mas excitante pra caralho." Pedro terminou no vaso, levantando-se devagar, o pau agora totalmente ereto, apontando para ela como uma acusação silenciosa. "Cê tá falando sério? Tipo, você acha isso normal?" Ele se aproximou, o cheiro dela – uma mistura de creme e arousal feminino – o enlouquecendo. Seus corpos estavam a centímetros, o calor irradiando. Sofia mordeu o lábio inferior, os olhos descendo para o pau dele, grosso e veioso, latejando. "Normal? Não. Mas quem liga? A gente é adulto. Se eu te disser que tô molhada só de te ver assim, você faz o quê?" Ela estendeu a mão, tocando a glande dele com os dedos pegajosos de creme, espalhando o resíduo branco na pele quente. "Vem, me ajuda a depilar o resto. Ou melhor, me fode enquanto eu termino." As palavras foram como um gatilho. Pedro a empurrou contra a pia, as mãos subindo pela camiseta dela, apertando os seios firmes e redondos, os mamilos duros como pedrinhas sob seus polegares. "Sua puta... você quer isso, né? Irmão e irmã se pegando no banheiro como animais." Ele a beijou com fome, a língua invadindo a boca dela, enquanto ela gemia e retribuía, as unhas cravando nas costas dele. Sofia arqueou o corpo, esfregando a buceta contra a coxa dele. "Sim, fode sua irmãzinha, Pedro. Me usa como uma vadia depravada." Ela virou de costas para o espelho, empinando a bunda, e puxou a calcinha para o lado, expondo a buceta depilada pela metade, rosada e inchada, sucos escorrendo pelas coxas. "Enfia esse pau grosso em mim enquanto eu raspo o resto. Quero sentir você me esticando." Pedro não hesitou. Ele posicionou a cabeça do pau na entrada úmida dela e empurrou com força, sentindo as paredes apertadas e quentes se abrindo para ele. Sofia gritou de prazer, as mãos tremendo enquanto tentava continuar depilando, mas o ritmo dele a fazia largar a lâmina. "Ah, caralho, Pedro! Você é maior do que eu imaginava... me fode mais forte, irmãozinho safado!" Ele segurou os quadris dela, batendo com violência, o som de pele contra pele ecoando no banheiro úmido. Os seios dela balançavam no reflexo do espelho, e ele os apertou por trás, puxando a camiseta para cima. "Olha pra gente no espelho, Sofia. Irmãos fodendo como putos. Você gosta, né? Gosta de ser minha vadia incestuosa." Ele mordiscou o pescoço dela, uma mão descendo para esfregar o clitóris inchado, sentindo-a contrair ao redor dele. Sofia delirava, os olhos vidrados no reflexo deles – corpos suados, unidos em um ritmo frenético. "Sim... ah, fode! Me enche de porra, Pedro. Quero gozar sentindo você gozar dentro da sua irmã!" Ela empurrava para trás, o cu piscando com cada estocada, e em um impulso depravado, guiou a mão dele para lá. "Mete um dedo no meu cu também... me faz gozar como uma depravada." Pedro obedeceu, enfiando um dedo lubrificado pelo suco dela no ânus apertado, sentindo-a se contorcer. O prazer a atingiu como um raio; ela gozou violentamente, as paredes da buceta pulsando, jatos de squirt molhando as coxas dele enquanto gritava: "Tô gozando, irmão! Gozando no pau do meu maninho!" Ele não aguentou mais, explodindo dentro dela, enchendo-a de sêmen quente e espesso, que escorria pela buceta depilada. Eles caíram contra a pia, ofegantes, rindo entre beijos suados. "Isso foi louco... mas a gente repete, né?", murmurou Sofia, virando-se para lambuzar o pau dele com a boca, limpando os resquícios. Pedro sorriu, puxando-a para mais. "Todo dia, mana. Agora somos cúmplices." E assim, o segredo da família se expandia, um banheiro de cada vez.
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