Evangélica e carente: encontro inesperado com o pai e o irmão!

Rayane dirigiu até o subúrbio de Camaçari com o coração batendo forte demais, o volante suado nas mãos, o rádio desligado para não interromper os pensamentos que giravam como vórtex na cabeça. Fazia quase três semanas desde a última vez que se entregara ao pai, e cada dia sem ele havia sido uma tortura lenta. O corpo dela não esquecia: o jeito que Eduardo a segurava pelos quadris como se ainda fosse uma adolescente sob sua autoridade, o pau grosso esticando-a até o limite, a voz grave mandando ela “gozar pro papai” enquanto metia fundo. Erique continuava distante, Lorrana estava em retiro espiritual em outra cidade, Rafael mandava mensagens escondidas pedindo pra voltar logo. Mas nada preenchia o vazio que o pai deixava. Era ele quem havia aberto a porta do inferno nela, e agora Rayane precisava voltar pra casa pra se queimar de novo. Rayane estacionou o carro na rua estreita de terra batida, o motor ainda quente rangendo enquanto esfriava. O sol da tarde baiana batia forte na lataria, mas dentro dela o calor era outro: um formigamento que subia pelas coxas, apertava a barriga e fazia o cu piscar só de lembrar o que havia acontecido na última vez. Ela saiu do veículo com a saia jeans curta colando nas pernas suadas, sem calcinha, sentindo o ar quente roçar direto na buceta depilada e já úmida. Antes mesmo de bater na porta, ouviu vozes masculinas lá dentro — graves, familiares. Seu coração deu um salto.
Eduardo abriu a porta sem camisa, o peito largo brilhando de suor, a barba grisalha aparada, os olhos escuros percorrendo o corpo dela como se já soubesse o motivo da visita. Atrás dele, encostado no batente da cozinha, Rafael. Camiseta preta justa, jeans surrado, cabelo castanho bagunçado, os mesmos olhos verdes da irmã fixos nela com uma mistura de surpresa e fome imediata. Ele havia chegado de Feira de Santana naquela manhã, sem avisar ninguém. Coincidência ou destino? Rayane não se importou em perguntar.
“Filha… seu irmão chegou hoje cedo. Veio resolver umas coisas do trabalho e resolveu ficar o fim de semana.” A voz de Eduardo era calma, mas o tom carregava um peso que só os três entendiam. Ele fechou a porta atrás dela, o clique da tranca soou como um tiro de largada.
Rayane deixou a bolsa cair no chão da sala. Olhou de um para o outro, sentindo o ar ficar mais denso, mais quente. “Que bom que você tá aqui, irmãozinho. Fazia tempo que a gente não se via… todos juntos.” A última palavra saiu carregada, quase um gemido disfarçado.
Rafael deu um passo à frente, o volume no jeans já evidente. “Mana… eu tava pensando em você o caminho inteiro. Sonhando com aquela noite. Com o jeito que você gemeu quando eu meti no seu cu.” Ele falou baixo, mas sem rodeios, o tom rouco de quem não aguentava mais fingir.
Eduardo cruzou os braços, o pau já marcando a calça de moletom velha. “Então é isso que vocês dois andaram fazendo nas minhas costas? Filho e filha… se fodendo como animais.” Não havia raiva na voz dele. Havia orgulho sujo, possessivo. “Vem cá, Rayane. Mostra pro teu pai o quanto você sentiu saudade.”
Ela não esperou convite duas vezes. Ajoelhou-se no meio da sala, bem em frente à mesinha onde a Bíblia ainda estava aberta. Puxou a saia até a cintura, abriu as pernas, expôs a buceta molhada e o cuzinho que já piscava de antecipação. “Eu vim pra dar o cu pro meu pai… mas agora que o Rafael tá aqui, quero os dois. Quero sentir os dois paus me abrindo ao mesmo tempo, me enchendo até eu não aguentar mais.”
Rafael tirou a camiseta com um movimento brusco, revelando o peito definido, os músculos tensos de quem pilota moto o dia inteiro. Desabotoou o jeans, o pau saltou livre — 19 centímetros de carne grossa, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. “Então vem, mana. Primeiro eu te preparo pro pai. Quero ver esse cuzinho se abrindo pra mim de novo.”
Eduardo se aproximou por trás, ajoelhando-se atrás dela. Cuspiu na palma, esfregou no pau grosso e alinhou com o cuzinho. “Olha só como tá piscando… querendo pau de família.” Empurrou devagar, só a cabeça entrando, o anel resistindo antes de ceder. Rayane gemeu alto, as unhas cravando no tapete.
“Ahhh… pai… tá grosso demais… rasgando meu cu… continua, por favor…”
Rafael se posicionou na frente, segurou o queixo dela e enfiou o pau na boca. “Chupa enquanto o pai te abre, mana. Engole tudo, sua vadia incestuosa.” Rayane obedeceu, a boca se esticando ao redor do pau do irmão, a língua rodopiando na glande enquanto o pai metia mais fundo no cu, centímetro por centímetro, até enterrar as bolas contra a buceta pingando.
Os dois começaram a meter em ritmo oposto — Rafael fodendo a garganta dela com estocadas curtas e brutas, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios; Eduardo socando o cu com força crescente, as bolas slapando na buceta, os dedos enfiando na entrada molhada enquanto metia. “Toma, filha… sente os dois te usando… teu cu tá apertando meu pau como se quisesse me prender dentro.”
Rayane gozou a primeira vez assim, sufocada no pau do irmão, o cu contraindo violentamente ao redor do do pai, a buceta esguichando jatos quentes que molhavam as coxas de Eduardo. Ela gritou abafado, o corpo convulsionando, lágrimas escorrendo enquanto engolia o pré-gozo salgado do irmão.
Eles a levantaram como se ela não pesasse nada. Rafael deitou no sofá, puxou-a para cima dele. “Senta no meu pau, mana. Quero sentir essa buceta me engolindo enquanto o pai te arromba o cu.” Rayane obedeceu, guiando o pau do irmão para dentro da buceta encharcada, descendo devagar até sentir as bolas dele coladas na bunda. Eduardo se posicionou atrás, cuspiu no cuzinho já aberto e empurrou o pau grosso para dentro, esticando-a ao máximo.
A sensação foi avassaladora: os dois paus preenchendo-a completamente, separados apenas por uma parede fina de carne. Rayane gritou rouca, o corpo tremendo inteiro. “Caralho… os dois dentro de mim… pai no cu, irmão na buceta… me fodendo ao mesmo tempo… tô cheia… tô explodindo…”
Eles começaram a meter em sincronia cruel — quando um entrava, o outro saía, criando um vaivém que a fazia perder o ar. Rafael apertava os seios dela com força, torcendo os mamilos enquanto metia fundo na buceta. Eduardo puxava os cabelos dela para trás, mordendo o ombro, sussurrando chulo no ouvido: “Toma, filha… sente teu pai e teu irmão te usando como puta da família… goza assim, goza com os dois paus te rasgando.”
Rayane gozou de novo, o orgasmo mais violento que já tivera. O cu e a buceta contraíram ao mesmo tempo, ordenhando os dois paus, esguichando jatos quentes que molhavam o sofá e as coxas dos dois. Ela chorou alto, lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto enquanto gritava: “Tô gozando… os dois me enchendo… ahhh, porra, gozem dentro de mim… me encham de porra familiar!”
Rafael veio primeiro, enterrando-se até o talo na buceta e gozando com um grunhido animal, jatos grossos inundando o interior dela, transbordando e escorrendo pelas bolas. Eduardo seguiu logo depois, socando o cu com estocadas brutas e gozando fundo, a porra quente enchendo o canal apertado até vazar pelos lados, misturando-se à do filho e escorrendo pelas coxas dela em fios brancos e viscosos.
Eles não pararam. Trocaram de posição: Rafael no cu dela agora, Eduardo na buceta. Mais uma rodada de socadas duplas, mais gozos, mais esguichos. Rayane perdeu a conta dos orgasmos — cada um mais intenso, mais dolorido, mais delicioso. O chão da sala ficou manchado, o sofá encharcado, o ar pesado com o cheiro de porra, suor e buceta.
Quando finalmente desabaram, os três ofegantes no chão, Rayane entre eles, os paus ainda semi-duros roçando nas coxas dela, ela sussurrou rouca:
“Eu amo vocês dois… amo ser a puta da família. Quero isso sempre. Toda vez que o Rafael vier, quero os dois me fodendo assim… me enchendo até eu não conseguir andar.”
Eduardo beijou a testa suada dela, a mão ainda apertando a bunda marcada. “Então vem sempre, filha. Tua buceta e teu cu são nossos. Pra sempre.”
Rafael sorriu, lambendo o suor do pescoço dela. “E da próxima vez… vamos trazer a Lorrana. Quero ver ela chorando no pau do pai também.”
Rayane fechou os olhos, o corpo dolorido e saciado, um sorriso lento se abrindo nos lábios. “Combinado. Agora me levem pro quarto… quero dormir com os dois paus dentro de mim a noite inteira.”
Eles a carregaram escada acima, os corpos colados, o sêmen ainda escorrendo devagar pelas coxas dela. A porta do quarto se fechou, e a casa mergulhou no silêncio — quebrado apenas pelos gemidos baixos que recomeçavam, mais uma vez, sem fim à vista.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Evangélica e carente: encontro inesperado com o pai e o irmão!

Codigo do conto:
253766

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
03/02/2026

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