Favelada carente: dupla penetração inesperada!

Zé chegou de viagem no fim da tarde, suado e fedendo a poeira da estrada, olhos flamejantes fixos na casa de Maria como se já soubesse o que o esperava. João ainda estava fora, e o acordo tácito pairava no ar desde aquela noite insana semanas atrás – Zé podia comer a mulher dele sempre que quisesse, contanto que não saísse do controle. Maria abriu a porta vestindo só uma camisola fina, seios pesados balançando livres, boceta já latejando só de ver o volume na calça dele. "Entra logo, seu safado... tô pingando desde que você ligou dizendo que tava voltando", murmurou ela rouca, puxando-o pelo braço e trancando a porta. Lucas dormia no berço da sala, alheio ao cheiro de tesão que já impregnava o ar úmido da favela.
Zé não perdeu tempo. Agarrou-a pela cintura, mão calejada subindo pela coxa grossa, dedos enfiando na boceta encharcada sem calcinha. "Sua puta safada... buceta melada pra mim de novo? João viaja e você vira cadela no cio", rosnou ele, beijando-a com força, língua invadindo a boca dela enquanto a empurrava pro quarto. Maria gemeu alto, unhas cravando as costas dele: "Sim, caralho... me come logo, Zé... mete essa rola grossa na minha buceta faminta... tô louca pra ser fudida por você de novo!" Ele a jogou na cama mofada, rasgando a camisola com um puxão, expondo os seios fartos com bicos escuros endurecidos como pedras. Zé tirou a calça, pau saltando ereto, veiado e babando pré-gozo claro, grosso como o antebraço dela. "Abre essas pernas, vadia... vou te arrombar como da última vez!"
Ele cravou tudo de uma vez na buceta inchada, estocada seca e profunda que fez Maria urrar: "Aaaaaahhhh porraaaa! Tá me rasgando toda, seu filho da puta... que pau delicioso, fode mais forte!" Zé bombava selvagem, quadris batendo com impactos ritmados, ploc-ploc molhado ecoando alto, bolas peludas esmagando o clitóris túrgido dela. "Toma, sua cachorra casada... buceta gulosa engolindo minha rola... rebola pra mim, puta!" Maria rebolava louca, quadris empinando pra cada socada, seios balançando violentos, suor pingando: "Rebolo sim, Zé... me fode como se eu fosse tua puta particular... aaaahhh tô quase gozando já, caralho!"
De repente, a porta da frente rangeu – João chegando cedo, chave girando na fechadura enferrujada. Ele parou na soleira do quarto, olhos arregalados vendo Zé montado na mulher dele, pau entrando e saindo da boceta melada com sons molhados obscenos. O cheiro de sexo cru o atingiu como um soco: suor azedo, porra pré-gozo, buceta excitada. Mas em vez de raiva, o pau dele endureceu instantâneo na calça. Ele sabia – desde aquela noite, o tesão sádico de compartilhar a vadia da Maria o consumia. "Continuem, porra... não parem por minha causa. Tô vendo que minha mulher tá sendo bem cuidada", disse ele rouco, voz tremendo de excitação, desabotoando a calça devagar. Zé riu sádico, sem parar as bombadas: "Vem cá, João... sua vadia tá louca por rola... junta aqui e vamos foder ela junto!"
João não aguentou mais. Tirou a roupa rápido, pau ereto e veiado saltando livre, babando de tesão ao ver Maria gemendo como louca. "Vira de lado, sua puta... vou meter no teu cu enquanto Zé fode tua buceta", ordenou ele, cuspindo na mão e untando o pau. Maria tremia inteira, olhos vidrados de luxúria: "Sim, caralho... me encham os dois... dupla penetração forte, me rasguem por dentro!" Zé ajeitou, pau ainda cravado na boceta, e João se posicionou por trás, cabeça grossa pressionando o cu piscando dela. Ele empurrou violento, esticando o anel apertado ao limite, dor lancinante misturando com prazer cru. "Aaaaaahhhh nãooooo! Tá doendo pra caralho, seus filhos da puta... mas fode, fode mais... me arrombem juntos!"
Os dois paus se degladiavam dentro dela – Zé na buceta, João no cu, entrando e saindo em ritmos alternados, veias roçando paredes sensíveis, preenchendo-a total. Maria chorava, gritava e gemia desesperada: lágrimas quentes escorrendo pelo rosto suado, corpo convulsionando em agonia deliciosa. "Aaaaaahhhh porraaaa! Dois paus me rasgando... sinto eles se roçando dentro de mim, caralho... tô sendo destruída, aaaahhhh!" Zé rosnava: "Toma, vadia... minha rola na tua buceta molhada enquanto João te enraba o cu... goza pra gente, puta!" João grunhia: "Cu apertado pra caralho... aperta mais, Maria... você ama ser fudida por dois, né sua cachorra?"
Maria começou a gozar escandalosamente, boceta jorrando em jatos quentes que molhavam as coxas dos dois, cu contraindo em espasmos violentos ao redor do pau de João. "Tô gozandooooo aaaahhhh! Gozando na rola de vocês dois... me fodem mais forte, imploro, caralho... me encham de porra, seus safados... aaaahhhh não paraaaa!" Gritos altos ecoavam pela casa fina, paredes tremendo com os uivos dela: "Fodeeeeem meuuuuu cu e bucetaaaaa... tô delirando de prazer, porraaaa!" Os vizinhos escutaram – funk distante abafado pelos berros guturais. Portas batendo na rua, vozes alarmadas: "Meu Deus, alguém tá matando a Maria lá dentro!" Uma comadre bateu na porta: "Maria! Tá tudo bem? Chamamos a polícia?"
Mas isso só excitou mais o trio. Zé acelerou: "Ouviu isso, vadia? Vizinhos acham que te matam... mas é prazer, né? Goza mais alto pra eles ouvirem!" João riu maligno: "Sim, grita, puta... vamos gozar com escândalo!" Maria uivava sem pudor: "Aaaaaahhhh simmmm... fodem mais, vizinhos vão ouvir eu gozando como loucaaaa... aaaahhhh tô gozando de novoooo!" Os dois gozaram juntos, rugindo alto: Zé enchendo a buceta de jatos grossos e quentes, João no cu transbordando sêmen viscoso. "Toma porraaaaa, vadiaaaa!" – "Encho teu cu de leite quente, caralhoooo!" Maria convulsionava, gritando o maior escândalo: "Gozandoooooo , gozandooo gostosooooooo aaaahhhh! Dois paus me enchendo... melhor foda da vidaaaa!" Vizinhos bateram mais forte, mas dentro, o orgasmo coletivo era uma explosão sensorial: corpos colados em suor, porra escorrendo por todos os buracos, cheiro de sexo animalesco tomando a favela. O escândalo os uniu mais, vício sem fim.

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Comentários


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klavfarbr Comentou em 28/01/2026

Pobre ganha pouco mas se diverte. Ainda mais com uma putinha depravada dessas💘♥️💘♥️




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Favelada carente: dupla penetração inesperada!

Codigo do conto:
253308

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
28/01/2026

Quant.de Votos:
6

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