Evangélica e carente: arrombada pelo irmão mais novo!

Era uma sexta-feira à noite em Camaçari, o ar úmido da Bahia carregado com o cheiro de chuva recente que havia lavado as ruas de terra batida, deixando poças reluzentes sob as luzes amareladas dos postes. Rayane, aos 24 anos, sentia o corpo ainda latejando com as memórias acumuladas de sua semana de pecados vorazes – o incesto ardente com o pai Eduardo, cujas estocadas profundas e possessivas a haviam marcado como sua; o mendigo sujo na casa abandonada, com seu pau fedorento e bruto enchendo-a de porra viscosa; o cachorro vira-lata que a fizera gozar como nunca com seu nó inchado travando dentro dela, o sêmen animal escorrendo em fios quentes. Cada encontro havia escalado sua luxúria, transformando-a de uma evangélica devota em uma mulher consumida por desejos proibidos, o clitóris protuberante sempre inchado, a buceta depilada perpetuamente úmida sob as roupas recatadas.
Erique, seu marido frio e devoto, estava fora novamente – uma viagem missionária de fim de semana para Salvador, deixando-a sozinha na casa modesta com quartos simples e paredes finas que ecoavam sua solidão. Mas naquela noite, ela não estaria completamente só: seu irmão mais novo, Rafael, de 22 anos, havia ligado mais cedo pedindo para passar a noite. Ele morava em Feira de Santana, trabalhando como entregador de moto, e precisava resolver algo na cidade no dia seguinte. Rayane concordara com um sorriso falso ao telefone, mas por dentro, um formigamento traiçoeiro já se instalava entre as pernas. Rafael era o caçula da família, criado pelo pai Eduardo após a morte da mãe, um rapaz alto e magro, com 1,78m, pele morena como a dela, cabelos castanhos curtos e desgrenhados, olhos verdes herdados da mãe, e um corpo esguio mas definido por anos pilotando moto sob o sol – ombros largos, braços veiados de músculos finos, e uma inocência residual que o fazia parecer mais jovem. Eles eram próximos na infância, mas a distância adulta os havia separado; agora, a ideia de tê-lo sob o mesmo teto, dormindo no quarto de hóspedes, acendia um fogo incestuoso nela, similar ao que sentira com o pai, mas com um toque de nostalgia proibida.
Rafael chegou por volta das 20h, carregando uma mochila pequena, vestindo uma camiseta preta justa que delineava o peito liso e jeans folgados que escondiam o que Rayane imaginava ser um pau jovem e inexplorado – ele era tímido com mulheres, como contara em conversas passadas, ainda virgem aos 22 por causa da criação religiosa rígida. Eles jantaram juntos na cozinha simples, arroz, feijão e carne grelhada, conversando sobre banalidades: o trabalho dele, a igreja, o pai Eduardo que "estava bem, mas solitário". Rayane usava uma camisola solta de algodão rosa, sem sutiã, os seios fartos balançando levemente a cada movimento, os mamilos rosados marcando o tecido fino. Ela notava os olhares furtivos dele para o decote, o rosto corando, e isso a excitava – o cheiro sutil de suor masculino dele misturando-se ao perfume floral dela, criando uma tensão elétrica no ar.
Após o jantar, eles assistiram a um filme na TV da sala, sentados no sofá velho. Rayane se aproximou mais do que o necessário, a coxa dela roçando na dele, sentindo o calor do corpo jovem. "Você cresceu tanto, Raf... virou homem de verdade", murmurou ela, a mão tocando o braço dele com fingida inocência fraternal. Ele riu nervoso, mudando de posição para disfarçar o volume crescente no jeans. Por volta das 23h, ele bocejou e se retirou para o quarto de hóspedes – um cômodo pequeno com uma cama de solteiro, lençóis brancos e uma janela com cortinas finas que filtravam a lua cheia. "Boa noite, mana. Obrigado por me deixar ficar", disse ele, beijando-a na bochecha, o contato enviando um arrepio pela espinha dela.
Rayane esperou na cama do quarto dela, ouvindo os sons da casa se aquietarem: o chuveiro dele correndo, os passos leves no corredor, a porta se fechando. Seu corpo ardia; ela se masturbou devagar sob os lençóis, os dedos circulando o clitóris inchado enquanto imaginava o irmão nu, o pau endurecendo para ela. A culpa religiosa a atormentava – "Incesto de novo? Com meu próprio irmão? Deus, me perdoe..." – mas o desejo venceu, como sempre. Por volta das 2h da madrugada, quando o silêncio era absoluto e a cidade dormia, ela se levantou, descalça, a camisola colada ao corpo suado, e invadiu o quarto dele na ponta dos pés, fechando a porta atrás de si com um clique suave.
Rafael dormia profundamente de barriga para cima, o lençol fino cobrindo apenas até a cintura, o peito nu subindo e descendo ritmadamente, a boca entreaberta em roncos leves. Rayane se aproximou da cama, os olhos fixos no volume sutil sob a cueca boxer branca que ele usava – um contorno proeminente, o pau semi-ereto no sono, talvez sonhando com algo erótico, as bolas pesadas marcando o tecido. O cheiro dele enchia o quarto: suor jovem, sabonete barato e um toque almiscarado de masculinidade. Ela sentou-se na beira da cama devagar, o coração martelando, e estendeu a mão trêmula, tocando o volume por cima da cueca. Os dedos traçaram o contorno do pau, sentindo-o pulsar e endurecer instantaneamente ao toque, crescendo sob o tecido fino, a cabeça inchando e pré-gozo umedecendo a ponta. "Que pau grande meu irmãozinho tem...", sussurrou ela, apertando levemente, massageando as bolas através do pano, o corpo dela tremendo de excitação, a buceta pingando sucos quentes que escorriam pelas coxas internas.
Rafael acordou sobressaltado, os olhos verdes se arregalando no escuro, piscando incrédulos ao ver a irmã ali, a mão dela no pau dele. "Mana? Que... que porra é essa? Para com isso!", exclamou ele em um sussurro rouco, sentando-se na cama, o rosto corado de choque e confusão, tentando afastar a mão dela mas o pau traindo-o, latejando duro sob a cueca, agora com uma mancha úmida de pré-gozo. Rayane não recuou; em vez disso, apertou mais forte, masturbando-o devagar por cima do tecido, os olhos fixos nos dele com uma intensidade lasciva. "Calma, Raf... não grita. Eu sei que você quer isso. Eu vi como você me olha... seus olhos no meu peito durante o jantar."
Ele balançou a cabeça, o corpo tremendo, mas não a empurrou. "Isso é loucura, Rayane! Somos irmãos... é pecado, incesto! O pai nos mataria, a igreja nos excomungaria. Para, por favor..." A voz dele era um misto de pânico e desejo reprimido, o pau pulsando na mão dela, traindo suas palavras. Rayane se aproximou mais, o rosto a centímetros do dele, a outra mão tocando o peito nu dele, traçando os músculos finos. "Eu sei, irmãozinho... eu pensei a mesma coisa com o pai. Mas olha pra mim: eu era virgem até casar, fiel, devota. Mas Erique me ignora, me deixa carente. Eu precisei de amor... e o pai me deu. Foi tão bom, Raf... ele me fodeu como um animal, gozando dentro de mim. E depois outros... um mendigo sujo e um cachorro que me travou com o nó. Mas nada se compara ao sangue da família. Nós somos iguais, você e eu – criados na mesma casa, no mesmo pecado reprimido. Deixa eu te mostrar o prazer, Raf. Seu pau tá tão duro... você quer foder sua irmã, né? Quer me encher como o pai fez."
Rafael ficou totalmente desacreditado e incrédulo com as revelações de incesto de Rayane com o próprio pai, do sexo com um mendigo e mais incrédulo ainda ao saber que a mesma sucumbiu ao pecado e praticou zoofilia com um vira-lata de rua. Após todas essas revelações o mesmo ficou sem reação, tentou argumentar mas palavras não saiam de sua boca e contudo ficou submisso aos toques incestuosos de sua irmã em seu próprio pau por dentro da cueca.
A conversa se estendeu por longos minutos tensos, Rafael alternando entre negação e fascínio, os olhos baixando para os seios dela pressionados contra a camisola, o volume no pau não diminuindo. "Mas... e se alguém souber? Erique? O pai?", perguntou ele, a voz fraca, a mão dele agora instintivamente tocando a coxa dela sob a camisola. Rayane sorriu sacana, puxando a cueca dele para baixo devagar, liberando o pau ereto: 19 centímetros de carne jovem e grossa, veias salientes pulsando, a cabeça vermelha brilhando com pré-gozo abundante, bolas peludas e cheias. "Ninguém vai saber, irmão. É nosso segredo familiar. Eu te ensino tudo... você é virgem, né? Deixa sua mana te fazer homem de verdade. Fode-me com força, mais que o pai, mais que o mendigo... me violenta, me quebra. Eu aguento."
As palavras dela, carregadas de luxúria, quebraram as barreiras dele. Rafael, tomado pelo desejo primal, puxou-a para cima dele na cama, beijando-a com fome incestuosa, a língua invadindo a boca da irmã enquanto as mãos arrancavam a camisola, expondo os seios fartos e a buceta molhada. "Porra, mana... você é uma puta... e vai ser minha puta", grunhiu ele, a voz rouca de tesão, virando-a de bruços na cama com violência súbita, as mãos grandes – herdadas do pai – apertando os quadris dela com força bruta, deixando marcas vermelhas na pele morena.
Ele cuspiu na buceta dela, os dedos enfiando três de uma vez no buraco apertado, bombando rápido e profundo, o polegar pressionando o cuzinho virgem enquanto mordia as costas dela. "Vou te foder mais forte que todos eles, sua vadia incestuosa... vai gritar pro seu irmãozinho." Rayane gemeu alto, arqueando a bunda: "Isso, Raf... me violenta... enfia esse pau de irmão na minha buceta!"
Rafael posicionou o pau na entrada, empurrando de uma vez com fúria animal, o membro grosso esticando as paredes internas até o limite, batendo no colo do útero com uma força que a fez ver estrelas – mais intenso que o pai, mais bruto que o mendigo, mais selvagem que o cachorro. Ele bombava como um pistão enlouquecido, os quadris batendo contra a bunda dela com estalos altos e molhados, as bolas pesadas slapping contra o clitóris inchado, puxando os cabelos ondulados dela para trás, arqueando as costas enquanto mordia o pescoço, deixando chupões vermelhos. "Toma, mana... sente o pau do seu irmão te rasgando... melhor que o do pai, né? Goza, sua puta evangélica!"
Rayane gritava rouca, o corpo convulsionando em orgasmos múltiplos – o primeiro veio rápido, esguichando jatos quentes no pau dele, as paredes da buceta contraindo violentamente, leiteando-o; o segundo mais forte, quando ele enfiou dois dedos no cuzinho dela enquanto fodia, esticando o buraco virgem com rudeza, fazendo-a chorar de prazer e dor misturados. "Ahhh... Raf, seu safado... fode meu cu com os dedos... me quebra toda!" Eles mudaram de posição com selvageria: ela montada nele, cavalgando como uma amazona possuída, os seios balançando descontrolados, as unhas cravando no peito dele enquanto ele apertava os mamilos com pinçadas brutas; depois de quatro no chão do quarto, ele metendo por trás com estocadas que faziam a cama ranger, uma mão no pescoço dela em um estrangulamento leve, controlando o ar enquanto sussurrava obscenidades: "Você gosta, né? Minha irmã putinha... gozando no pau do irmão... vou encher você de porra, sua vagabunda"
A intensidade ultrapassava tudo que ela havia vivido: o pai era possessivo, mas controlado; o mendigo bruto, mas rápido; o cachorro instintivo, mas animal e nada familiar como estava sendo nesse momento com seu irmão. Com Rafael, era uma fúria incestuosa, violenta e apaixonada – ele a jogou contra a parede do quarto, as pernas dela ao redor da cintura dele, fodendo em pé com socos profundos que a faziam bater as costas na madeira, os seios esmagados contra o peito suado dele. "Toma mais, mana... vou te deixar arrombada pro Erique não notar." Rayane gozou o mais forte de todos, um orgasmo que a fez tremer inteira, esguichando como uma fonte no pau dele, lágrimas de êxtase escorrendo enquanto gritava: "Goza dentro, irmão... enche minha buceta de porra do meu sangue!"
Rafael rugiu, enterrando-se até o talo e gozando em jatos intermináveis, a porra quente e grossa inundando o interior dela, transbordando pelos lados, escorrendo pelas coxas em fios viscosos enquanto ele continuava socando devagar, prolongando o prazer. Eles caíram na cama exaustos, os corpos entrelaçados em suor e fluidos, ofegantes. "Isso... foi insano, mana. Mas... mas .. por favor, faz disso tudo nosso segredo, não comenta e não dá trela pra ninguém desconfiar, por favor", murmurou ele, beijando-a possessivamente.
Rayane assentiu, o corpo dolorido mas saciado como nunca, sabendo que o incesto familiar havia selado um novo capítulo de sua luxúria sem limites. A noite ainda era jovem, e ela já planejava mais rodadas antes do amanhecer.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Evangélica e carente: arrombada pelo irmão mais novo!

Codigo do conto:
252400

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/01/2026

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