Evangélica e carente: consolada pelo pai!

Rayane acordou naquela manhã de domingo com o sol escaldante da Bahia infiltrando-se pelas cortinas finas do quarto modesto que dividia com Erique em Camaçari. Aos 24 anos, ela era o epítome da jovem evangélica devota: uma mulher de beleza natural e contida, com cabelos castanhos ondulados que cascateavam até os ombros, olhos verdes penetrantes que transbordavam uma inocência forçada pela doutrina religiosa, e uma pele morena clara que brilhava com um suor sutil, resultado do calor úmido do nordeste brasileiro. Seu corpo era uma tentação viva, moldado por anos de autocontrole e abstinência: seios fartos e firmes, com cerca de 95 centímetros de circunferência, que esticavam o tecido das blusas recatadas que ela usava para os cultos; uma cintura fina e definida, cinzelada por caminhadas diárias e orações matinais; quadris largos e curvilíneos que balançavam involuntariamente ao andar, e pernas longas e torneadas, sempre escondidas sob saias longas que chegavam abaixo dos joelhos para não provocar olhares pecaminosos. Mas por baixo daquela fachada de pureza, Rayane ardia em chamas. Seu casamento com Erique, um homem de 28 anos, contador na igreja local e devoto fervoroso, havia se transformado em uma prisão fria e assexuada. Ele chegava exausto do trabalho, murmurava versos bíblicos sobre o dever conjugal como se fossem uma obrigação mecânica, e virava para o lado na cama, deixando-a sozinha com um vazio doloroso entre as pernas.
Eles haviam se casado virgens, como exigia a igreja evangélica pentecostal que frequentavam, e no início, o sexo era um ritual tímido e apressado: Erique a penetrava com movimentos curtos e sem paixão, seu pau modesto – uns 14 centímetros ereto, fino e sem veias proeminentes – deslizando para dentro dela por apenas alguns minutos antes de ele gozar prematuramente, murmurando "Glória a Deus" enquanto ejaculava dentro dela, sem se importar se ela sentia prazer ou não. Ele justificava tudo com passagens da Bíblia sobre submissão da esposa e procriação como propósito divino, mas nos últimos seis meses, até esses encontros rarearam. Erique alegava cansaço do ministério, estresse com as contas da congregação, e noites de oração que o deixavam "espiritualmente exaurido". Rayane se sentia invisível, uma mera companheira de culto, uma esposa troféu para as fotos nas redes sociais da igreja, onde posavam sorridentes com Bíblias nas mãos. À noite, sozinha no banheiro, ela se masturbava em segredo, os dedos trêmulos explorando os lábios inchados da sua buceta depilada, circulando o clitóris protuberante enquanto imaginava toques mais intensos, mãos ásperas apertando seus seios, uma língua lambendo seu cuzinho virgem. Mas a culpa evangélica a devorava depois: ela caía de joelhos no chão frio, chorando e orando por perdão, pedindo a Deus para afastar o diabo que a tentava com visões de adultério.
A tentação estava em toda parte, como um demônio sussurrando em seu ouvido. Na rua, homens a olhavam com desejo mal disfarçado, seus olhos devorando as curvas que as roupas modestas não conseguiam esconder completamente. Nos sonhos, ela se via sendo fodida por estranhos em posições proibidas – de quatro, com o pau batendo fundo enquanto gemia como uma prostituta. Até o pastor assistente, um homem de 35 anos com sorriso charmoso, a fazia corar durante os cultos, quando ele elogiava sua "dedicação espiritual" com um toque prolongado no braço. Mas trair Erique? Isso era adultério, um pecado mortal que a condenaria ao inferno eterno, como pregava o pastor nos sermões flamejantes sobre o Apocalipse. Rayane era líder do grupo de jovens na igreja, responsável por ensinar abstinência e pureza às adolescentes, e o peso da hipocrisia a sufocava. Ela tentava se distrair com leituras bíblicas, mas versos sobre o "corpo como templo do Espírito Santo" só a faziam se sentir mais suja por dentro.
Naquela tarde, após o culto dominical onde cantara hinos com voz trêmula, Rayane decidiu visitar o pai, Eduardo, em sua casa simples no bairro periférico de Camaçari. Eduardo, um viúvo de 52 anos, era um homem imponente e carismático, com cabelos grisalhos curtos e desgrenhados, uma barba aparada que lhe dava um ar de autoridade paternal, e um corpo ainda robusto de anos trabalhando como mecânico em uma oficina local – ombros largos, braços musculosos salpicados de cicatrizes de óleo e ferramentas, e uma barriga levemente proeminente que não diminuía sua virilidade. Ele havia criado Rayane sozinho após a morte da mãe em um acidente de carro quando ela tinha apenas 12 anos, impondo uma educação rígida baseada na Bíblia: cultos diários, proibições de namoros prematuros, e lições sobre o perigo do pecado carnal. Mas por baixo daquela fachada de devoto evangélico, Eduardo escondia um desejo sombrio e proibido pela própria filha. Desde que a viu florescer na adolescência – os seios inchando sob as camisetas, as curvas se formando nos quadris, o jeito inocente e submisso que o excitava em segredo –, ele se masturbava pensando nela. À noite, na solidão da cama viúva, ele acariciava seu pau grosso, imaginando Rayane nua e de joelhos, chupando-o com aqueles lábios carnudos, ou montada nele, gemendo "pai" enquanto gozava. Ele nunca agira, temendo o julgamento divino e social, mas a oportunidade agora se apresentava como um presente do destino – ou do diabo.
Rayane chegou à casa do pai por volta das 15h, vestida com uma saia florida leve que chegava até os joelhos, balançando ao ritmo de seus passos, e uma blusa branca de mangas curtas que se grudava levemente ao corpo suado, delineando os contornos dos seios generosos pressionados contra um sutiã simples de algodão. Eduardo a recebeu na porta com um abraço apertado e prolongado, inspirando profundamente o cheiro doce do perfume floral dela misturado ao suor natural, sentindo o calor macio dos seios dela contra seu peito e o pau endurecendo involuntariamente sob as calças jeans desgastadas. Ele a guiou para a sala simples, decorada com cruzes na parede, uma Bíblia aberta na mesa de centro ao lado de uma xícara de café forte, e um sofá velho mas confortável onde se sentaram lado a lado. Rayane, com os olhos marejados, começou a desabafar quase imediatamente, as mãos nervosas torcendo a bainha da saia enquanto as lágrimas escorriam pelo rosto corado.
"Pai, eu não aguento mais essa vida", soluçou ela, a voz embargada e trêmula. "Erique... ele mal olha para mim como mulher. Chega em casa, ora, come e dorme. Faz meses que não me toca direito. Eu me sinto tão sozinha, tão carente de atenção, de carinho... de sexo. Meu corpo dói, pai. Eu oro todos os dias pedindo forças, mas o diabo me tenta com pensamentos sujos – imagino homens me tocando, me beijando, me penetrando. Eu quero ser fiel, como a Bíblia manda, mas Erique não cumpre o dever de marido. Ele goza rápido e me deixa insatisfeita, como se eu fosse só um vaso para sua semente. O que eu faço? Estou trancada nesse casamento, sem amor físico, sem paixão. A igreja diz que adultério é morte espiritual, mas eu sinto que estou morrendo por dentro!"
Eduardo ouviu com atenção fingida de pai compassivo, mas seus olhos traiçoeiros fixavam-se no decote sutil da blusa dela, onde uma gota de suor escorria devagar entre os seios, desaparecendo no vale profundo. Seu pau endureceu completamente agora, uma ereção pulsante e desconfortável que ele disfarçou cruzando as pernas, sentindo o pré-gozo umedecer a cueca. Ele viu a vulnerabilidade dela como uma brecha perfeita, uma chance de saciar anos de desejo reprimido. Colocando uma mão grande e calejada no joelho dela, um toque que começava paternal mas carregava intenções lascivas, ele falou com voz grave e reconfortante, mas calculada para semear dúvida e sedução.
"Filha, minha querida filha, eu entendo sua dor melhor do que ninguém. Eu perdi sua mãe cedo e vivi anos de solidão no leito, orando por alívio que nunca veio. A Bíblia nos ensina que o casamento é para amor e satisfação mútua – 'o marido dê à mulher o que lhe é devido, e do mesmo modo também a mulher ao marido', como diz em Coríntios. Erique está falhando como homem de Deus, deixando você sofrer assim. Você é jovem, linda, cheia de vida e fogo. Seus seios, suas curvas... Deus te fez assim para ser apreciada, não ignorada. Lembra das histórias do Antigo Testamento? Abraão e Sara, Ló e suas filhas – uniões familiares para preservar a linhagem, abençoadas pelo Senhor em tempos de necessidade. Talvez Deus permita exceções quando o pecado maior é o sofrimento."
Rayane piscou confusa, as bochechas corando ainda mais, mas um alívio inicial por finalmente desabafar a fazia ouvir. "Mas pai, trair é adultério. Eu não posso sujar minha alma com isso. Erique é meu marido perante Deus!"
Eduardo se aproximou mais no sofá, a mão subindo devagar pela coxa dela sob a saia, os dedos ásperos roçando a pele macia e quente, um toque que fingia ser consolador mas era deliberadamente erótico, enviando arrepios involuntários pelo corpo dela. "E se não for traição com um estranho, filha? E se for dentro da família, onde o amor é puro e sangue do sangue? Eu te criei, te amei mais que qualquer homem. Eu sei do que você precisa – um toque de verdade, um homem que te faça gozar como Deus planejou no Éden. No Antigo Testamento, incesto era aceito para manter a pureza da linhagem. Ló e suas filhas conceberam filhos assim, e Deus não os condenou. Eu posso te dar o que Erique nega, sem expor você ao mundo pecaminoso lá fora. Seria nosso segredo sagrado, um amor familiar que cura sua carência e fortalece nossos laços."
Ela sentiu um formigamento traiçoeiro entre as pernas, a buceta umedecendo involuntariamente sob a calcinha de algodão simples, o clitóris inchando com a proximidade dele. "Pai, isso é loucura... é incesto, um pecado horrível! A Bíblia condena isso em Levítico!"
Mas Eduardo persistiu, a voz agora baixa e rouca, carregada de desejo, puxando-a para mais perto até que seus corpos se tocassem, o cheiro masculino dele – suor, óleo de motor e colônia barata – invadindo as narinas dela. "Levítico era para os judeus antigos, filha. No Novo Testamento, é sobre amor e graça. Deus vê o coração, não as regras frias. Deixa eu te mostrar quanto eu te amo. Veja como você me afeta, como seu corpo desperta o homem em mim." Com ousadia calculada, ele pegou a mão delicada dela e a guiou para o volume endurecido em sua calça jeans, fazendo-a sentir o contorno do pau grosso pulsar sob o tecido áspero. Rayane arfou, os dedos instintivamente se fechando ao redor, apertando levemente, uma curiosidade proibida e excitante tomando conta dela. Ela nunca sentira algo tão imponente – comparado ao pau fino de Erique, isso era um monstro, quente e vivo, prometendo prazer além do imaginável.
"Pai... isso é errado, tão errado", murmurou ela, a voz fraca e entrecortada, mas não retirou a mão, os olhos vidrados no volume proeminente, o coração batendo acelerado no peito.
Eduardo, sentindo a vitória se aproximar, desabotoou a calça devagar, o zíper descendo com um som deliberado, e liberou o pau ereto para o ar livre: 20 centímetros de carne grossa e veiada, a pele escura esticada ao máximo, veias salientes pulsando como cordas, a cabeça vermelha e inchada brilhando com pré-gozo viscoso na ponta, gotas claras escorrendo pela glande. O cheiro almiscarado de excitação masculina encheu o ar, misturando-se ao suor deles. "Olha para mim, Rayane. Eu sou seu pai, mas também um homem que te deseja desde que você se tornou mulher. Esse pau é para você agora – duro, pronto para te encher e te fazer gritar de prazer. Deixa eu te tocar, te fazer sentir o que é ser amada de verdade."
A tentação, alimentada pela carência acumulada e pela persuasão astuta dele, venceu as barreiras religiosas. Rayane, com as bochechas flamejantes e o corpo tremendo de antecipação, assentiu fracamente, os olhos baixos em submissão. Eduardo a beijou então, um beijo profundo e incestuoso que começou suave mas logo se tornou voraz: sua língua grossa invadindo a boca dela, explorando cada canto, sugando a língua dela enquanto as mãos grandes subiam pela saia, encontrando a calcinha encharcada. Ele massageou o clitóris inchado por cima do tecido úmido, os dedos circulando com pressão ritmada, sentindo-a se contorcer e gemer baixinho contra seus lábios. "Isso, filha... solta esse desejo reprimido. Sinta como sua bucetinha está molhada para mim."
Com urgência crescente, ele a deitou no sofá, as almofadas afundando sob o peso deles. Arrancou a blusa dela com mãos impacientes, expondo o sutiã branco que mal continha os seios fartos; desabotoou-o rapidamente, revelando os mamilos rosados e endurecidos, aureolas grandes e sensíveis que se arrepiavam ao ar. Eduardo os atacou com fome, chupando um mamilo com sucção forte, a língua rodopiando ao redor enquanto mordiscava levemente a carne macia, alternando para o outro seio, deixando marcas vermelhas de sucção. Rayane arqueou as costas, as mãos apertando os cabelos grisalhos dele, gemendo alto: "Pai... oh, Deus, isso é tão bom... não para, por favor!"
Ele desceu mais, erguendo a saia até a cintura e puxando a calcinha para o lado com um puxão rude, expondo a buceta depilada e reluzente de umidade: lábios maiores inchados e rosados, o clitóris protuberante como um botãozinho ereto, o buraco apertado piscando de excitação, sucos claros escorrendo pela fenda até a bunda. O cheiro doce e almiscarado da excitação dela o enlouqueceu. Eduardo lambeu devagar no início, a língua larga traçando os contornos dos lábios, separando-os para penetrar o buraco molhado, lambendo fundo enquanto chupava o clitóris com sucção ritmada, os dentes roçando levemente para intensificar o prazer. Rayane gritou, as pernas tremendo incontrolavelmente, as mãos apertando a cabeça dele contra si: "Pai, sua língua... ahhh, me lambe mais fundo! Eu nunca senti isso... Erique nunca fez!"
Um orgasmo se construiu rápido, o primeiro de verdade em anos – não aqueles toques rápidos e culpados dela mesma. Ela gozou forte, o corpo convulsionando, esguichando jatos quentes de squirt na boca dele, o líquido doce escorrendo pelo queixo de Eduardo enquanto ele bebia avidamente. "Boa menina, goza para o papai... que delícia essa porra de filha."
Sem dar tempo para arrependimento ou dúvida, Eduardo se posicionou entre as pernas dela, o pau latejando contra a entrada escorregadia. Ele esfregou a cabeça grossa na fenda, lubrificando-a com os sucos dela, provocando: "Você quer isso, filha? Quer que eu te foda como Erique nunca soube? Diga, suplique pelo pau do seu pai."
"Sim, pai... me fode, por favor! Enche minha buceta com esse pau grosso, me faz sua", suplicou Rayane, a religião momentaneamente banida pelo desejo avassalador, as unhas cravando nas costas dele.
Ele empurrou devagar no início, a cabeça esticando as paredes apertadas da buceta virgem de experiências reais, centímetro por centímetro, sentindo a resistência deliciosa até enterrar os 20 centímetros inteiros, as bolas pesadas descansando contra a bunda dela. Rayane gritou de prazer misturado a uma dor prazerosa, sentindo-se preenchida como nunca, as paredes internas se ajustando ao invasor grosso. Eduardo começou a bombear, devagar para saborear, depois mais rápido e profundo, os quadris batendo contra os dela com estalos molhados, as bolas slapping ritmadamente contra a pele úmida. "Que buceta apertada e quente, filha... você foi feita para mim. Goza no pau do seu pai, mela ele todo."
Eles mudaram de posição com fúria animal: ele a virou de quatro no sofá, as mãos grandes segurando os quadris generosos, metendo fundo por trás, o pau batendo no colo do útero enquanto admirava a bunda redonda balançando; depois, ela montou nele, as pernas abertas, cavalgando com movimentos desesperados e circulares, os seios quicando hipnoticamente, os sucos dela escorrendo pelo pau e pelas bolas dele, encharcando o sofá. Eduardo apertava a bunda dela com força, deixando marcas vermelhas, e enfiou um dedo grosso no cuzinho virgem e apertado, sentindo a resistência enquanto fodia a buceta, preparando-a para futuras explorações. "Você gosta, né? Minha putinha evangélica, gemendo no pau do pai. Diga que ama isso, diga que vai me dar sempre."
"Pai, eu amo... fode mais forte! Meu cuzinho... ah, seu dedo aí é sujo, mas tão bom!", gemeu ela, outro orgasmo a atingindo, as paredes da buceta contraindo violentamente ao redor do pau, ordenhando-o como se quisesse extrair cada gota.
Eduardo não aguentou mais – o aperto dela o levou ao limite. Ele puxou o pau para fora no último segundo, masturbando-se furiosamente enquanto gozava em jatos grossos e quentes na barriga lisa dela, a porra branca e viscosa cobrindo a pele morena, escorrendo devagar até a buceta inchada e vermelha, misturando-se aos sucos dela. "Toma, filha... minha porra para você, marcando você como minha."
Ofegantes e suados, eles se abraçaram no sofá, os corpos entrelaçados em um emaranhado de pernas e braços. "Isso foi nosso segredo, Rayane. Deus nos perdoará, porque é amor puro, familiar. Erique não precisa saber – isso nos une mais", murmurou Eduardo, beijando a testa dela, sabendo que a convencera não só para essa vez, mas para muitas mais.
Rayane, exausta, saciada e com o corpo ainda tremendo de aftershocks, assentiu devagar, um sorriso culpado nos lábios. Pela primeira vez em meses, ela se sentia viva, desejada, completa – mesmo que isso significasse mergulhar no abismo do pecado incestuoso. A Bíblia na mesa de centro parecia julgá-la, mas o prazer ainda ecoando em seu corpo a fazia ignorá-la, pelo menos por enquanto.

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Comentários


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casualsomente Comentou em 15/01/2026

Um melhor q o outro

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lozo Comentou em 15/01/2026

Conto simplesmente fantástico, delicioso, muito bem escrito e maravilhoso de ler e reler. Esse incesto foi divino, como toda união feita com carinho e amor deve ser. votado e aprovado




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Evangélica e carente: consolada pelo pai!

Codigo do conto:
252195

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/01/2026

Quant.de Votos:
6

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