Evangélica e carente: o pecado da zoofilia!

No dia seguinte, uma segunda-feira preguiçosa em Camaçari, o sol da Bahia já escaldava as ruas de terra batida logo cedo, por volta das 10h da manhã. Rayane acordou sozinha na cama de casal simples, o lençol fino grudado ao corpo suado pela umidade tropical. Aos 24 anos, sua beleza evangélica ainda reluzia, mas agora carregava marcas secretas do dia anterior: hematomas leves nos quadris onde o pai e o mendigo a haviam apertado com força, a buceta ainda inchada e sensível, latejando com uma mistura de dor prazerosa e resquícios de porra seca que ela não lavara completamente na noite anterior, temendo acordar Erique com o barulho do chuveiro. Seu marido havia saído cedo para o trabalho na igreja, murmurando uma oração rápida antes de beijá-la na testa, alheio ao cheiro sutil de sexo que impregnava sua pele. "Volto à noite, amor. Ore por mim", dissera ele, deixando-a com a casa vazia e o silêncio opressivo.
Rayane se levantou devagar, vestindo uma camisola fina de algodão branca que chegava até os joelhos, sem sutiã ou calcinha por baixo – o calor a fazia se sentir livre, mas também exposta aos seus próprios desejos traiçoeiros. Ela preparou um café simples na cozinha modesta, o aroma forte misturando-se ao suor que escorria entre seus seios fartos, os mamilos rosados endurecendo involuntariamente ao roçar no tecido. A culpa da véspera a atormentava como um demônio sussurrante: o incesto com Eduardo, o pau grosso do pai gozando dentro dela, marcando-a como sua; depois, o mendigo na casa abandonada, o cheiro sujo dele, o pau escuro e fedorento esticando sua buceta já usada, enchendo-a de mais porra quente e viscosa. "Deus, me perdoe... eu sou uma pecadora, uma adúltera, uma filha incestuosa", orava ela baixinho, de joelhos no chão da cozinha, as lágrimas escorrendo enquanto tocava distraidamente o clitóris inchado sob a camisola, sentindo um formigamento imediato. Mas a oração era vã – o prazer havia aberto uma porta que não se fechava mais, e seu corpo, outrora templo puro, agora ansiava por mais degradação.
Enquanto lavava a louça na pia que dava para a janela da frente, Rayane ouviu latidos ferozes ecoando da rua estreita e poeirenta. Curiosa, ela espiou pelas cortinas finas, o coração acelerando ao ver a cena: uma briga de cachorros vira-latas no meio da via deserta – dois machos grandes e musculosos, um marrom com pelo desgrenhado e o outro preto com manchas brancas, disputando uma fêmea no cio que se contorcia no chão, o rabo erguido, a vulva inchada e vermelha exposta, pingando fluidos claros de excitação animal. Os machos rosnavam e mordiam um ao outro, os corpos tensos e peludos colidindo com força bruta, o ar carregado com o cheiro forte de feromônios e urina. Mas o que prendeu o olhar de Rayane foi o pau do cachorro marrom, o vencedor momentâneo da briga: exposto para fora da bainha peluda, um órgão vermelho e inchado, com uns 15 centímetros de comprimento, grosso na base e afunilando na ponta pontiaguda, veias pulsantes ao longo da carne lisa e brilhante, o nó bulboso na raiz já se formando, inchando como uma bola de tênis pequena, pronto para travar dentro da fêmea. Gotas de pré-gozo claro escorriam da ponta afiada, e o cachorro montava no ar instintivamente, o pau balançando hipnoticamente enquanto latia triunfante.
Rayane sentiu um choque elétrico percorrer seu corpo, o clitóris inchando instantaneamente sob a camisola, a buceta umedecendo com sucos quentes que escorriam pelas coxas internas. "Oh, não... isso é loucura", murmurou ela, mas não conseguia desviar os olhos. A visão daquele pau animal, cru e instintivo, sem pudor ou culpa, a deixou maluca de tesão – uma excitação primitiva e proibida que fazia suas pernas tremerem. Ela imaginou o pau vermelho penetrando a fêmea, o nó inchando e travando, os dois unidos em um acasalamento selvagem. Seus mamilos endureceram como pedras, roçando dolorosamente no tecido, e ela apertou as coxas uma contra a outra, sentindo o atrito no clitóris protuberante. "Deus, por que isso me excita tanto? É sujo, é pecado... bestialidade, o pior dos pecados!" Mas a carência acumulada, somada aos eventos do dia anterior, a traiu: sua mão desceu involuntariamente sob a camisola, os dedos circulando o clitóris molhado enquanto assistia à briga, gemendo baixinho. O cachorro preto recuou, lambendo as feridas, e o marrom montou na fêmea, penetrando-a com estocadas rápidas e brutas, o pau desaparecendo na vulva inchada, o nó batendo contra a entrada.
A rua estava vazia – os vizinhos no trabalho, as crianças na escola, ninguém para testemunhar. Rayane, ofegante e com o corpo ardendo, viu uma oportunidade insana. O cachorro marrom, após gozar rapidamente na fêmea (um jorro de sêmen branco escorrendo da união), desmontou, o pau ainda exposto e latejando, o nó diminuindo devagar. A fêmea fugiu, e o outro macho se afastou, deixando o vencedor sozinho, farejando o chão. "Vem cá, cachorro... vem", sussurrou Rayane pela janela entreaberta, chamando-o com um assovio baixo, o coração martelando no peito. O animal ergueu as orelhas, o nariz farejando o ar, atraído pelo cheiro sutil de excitação humana que vazava dela. Ele trotou até a janela, latindo baixinho, e Rayane, olhando ao redor para garantir que ninguém via, abriu a porta da frente o mínimo possível, chamando-o para dentro com um pedaço de pão da cozinha. O cachorro entrou hesitantemente, o rabo abanando, o pau vermelho ainda semi-exposto da bainha, pingando resquícios de sêmen no chão de cerâmica.
Fechando a porta às pressas, Rayane trancou-a, o corpo tremendo de adrenalina e tesão. A casa estava silenciosa, Erique longe no trabalho, e o cachorro farejava ao redor, o cheiro forte de animal sujo preenchendo o ar – pelo emaranhado com pulgas, patas sujas de terra, o pau agora se retraindo levemente, mas ainda visível. "O que eu estou fazendo? Isso é loucura, é contra a natureza, contra Deus!", pensou ela, mas o desejo voraz venceu. Ela se sentou no sofá da sala, erguendo a camisola até a cintura, expondo a buceta depilada e inchada, os lábios maiores rosados e úmidos, o clitóris protuberante brilhando com sucos. "Vem, cachorro... cheira aqui", murmurou ela, abrindo as pernas largas, os seios fartos balançando livres sob o tecido. O animal, instintivo, aproximou-se, o nariz frio farejando entre as coxas dela, a língua áspera lambendo experimentalmente a pele suada.
Rayane arfou ao sentir a língua quente e rugosa roçando sua buceta, traçando os lábios inchados, penetrando o buraco molhado com lambidas rápidas e famintas. "Ahhh... isso, lambe minha buceta, seu cachorro safado... oh, Deus, que língua grossa!" O cachorro, excitado pelo cheiro de fêmea no cio humano, lambia vorazmente, a língua áspera como lixa fina raspando o clitóris sensível, enviando ondas de prazer intenso pelo corpo dela. Ela segurou a cabeça peluda dele, guiando-o, gemendo alto enquanto gozava pela primeira vez só com as lambidas – um orgasmo rápido e elétrico, esguichando jatos quentes na cara do animal, que bebia avidamente, o rabo abanando furiosamente.
Mas ela queria mais. Vendo o pau vermelho emergir novamente da bainha, inchando com o cheiro dela, o nó se formando na base, Rayane se virou de quatro no sofá, a bunda empinada, a buceta exposta e pingando. "Monta em mim, cachorro... fode essa evangélica pecadora!" O animal, guiado pelo instinto, montou nas costas dela, as patas dianteiras arranhando levemente a pele, o pau pontiagudo procurando a entrada. Ele errou algumas vezes, cutucando o clitóris e o cuzinho virgem, fazendo-a gemer de frustração e prazer, até achar o buraco molhado. Com uma estocada brusca, o pau vermelho penetrou fundo, esticando as paredes internas com sua forma afunilada, batendo no colo do útero em movimentos rápidos e animalescos.
Rayane gritou de êxtase, o corpo convulsionando com a sensação alienígena: o pau quente e liso pulsando dentro dela, crescendo mais, o nó inchando na entrada da buceta, esticando-a ao limite como uma bola pressionando para dentro. "Ai, caralho... seu pau de cachorro me rasgando... o nó... ahhh, está travando!" O cachorro bombava freneticamente, os quadris peludos batendo contra a bunda dela, as bolas peludas slapping contra as coxas, o nó finalmente entrando com um pop audível, inchando completamente dentro dela, travando-os juntos em um acasalamento inescapável. Ela sentia cada pulsação, o pau latejando e jorrando sêmen quente e fino em golfadas contínuas, enchendo-a como um jato de mangueira, transbordando pelos lados apesar do nó selando a entrada.
O orgasmo de Rayane veio como uma tsunami – mais forte, intenso e gostoso do que nunca havia gozado, superando até o pai e o mendigo. Seu corpo inteiro tremeu violentamente, as paredes da buceta contraindo ao redor do pau e do nó, ordenhando o sêmen animal, esguichando squirt em jatos poderosos que molhavam o sofá e o chão. "Estou gozando... oh, Deus, perdoa... gozando no pau de um cachorro... ahhhh, que delícia proibida!" Ela gritava rouca, as unhas cravando no estofado, os seios balançando descontrolados, lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto enquanto ondas sucessivas de êxtase a atravessavam, o nó pressionando pontos internos que a faziam ver estrelas. O prazer durou minutos, o cachorro ainda gozando dentro dela, o sêmen quente vazando em fios brancos pelas coxas, o cheiro forte de sexo animal preenchendo a sala.
Finalmente, após uns 15 minutos travados, o nó diminuiu o suficiente para o cachorro se soltar, o pau vermelho saindo com um som molhado, seguido por um rio de sêmen fino e branco escorrendo da buceta aberta e vermelha de Rayane. Ela desabou no sofá, ofegante e saciada, o corpo suado e marcado por arranhões leves das patas. "Eu... eu fiz isso. Com um cachorro. Que depravação...", murmurou ela, tocando a buceta latejante, sentindo o sêmen escorrer pelos dedos. Mas no fundo, um sorriso culpado surgiu – o gozo havia sido o mais intenso de sua vida, e ela sabia que o pecado a havia mudado para sempre. O cachorro, satisfeito, deitou no chão lambendo o próprio pau, enquanto Rayane se limpava às pressas, expulsando-o pela porta dos fundos antes que alguém voltasse. Naquela noite, com Erique ao lado, ela fingiria normalidade, mas seu corpo ansiava por mais tabus a quebrar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Evangélica e carente: o pecado da zoofilia!

Codigo do conto:
252299

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
16/01/2026

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