Evangélica e carente: convencendo a missionária Lorrana a ser enrabada pelo vira-lata!

Passados alguns dias desde aquela noite de descoberta lésbica que selara uma aliança proibida entre Rayane e Lorrana, as duas mulheres viviam em um torpor de segredos compartilhados, seus corpos entrelaçados em encontros furtivos que desafiavam a fachada evangélica que mantinham na igreja. Aos 24 anos, Rayane sentia uma evolução em sua luxúria: o que começara como uma carência conjugal com Erique havia se transformado em uma voracidade insaciável, alimentada pelo incesto com o pai Eduardo, o irmão Rafael, a bruteza do mendigo, o nó travado do cachorro vira-lata e agora o toque macio e feminino de Lorrana. Elas se encontravam quase diariamente na casa de Rayane, aproveitando as ausências de Erique para devorar uma à outra – chupadas vorazes que deixavam as bucetas inchadas e vermelhas, tesouras molhadas que encharcavam os lençóis com esguichos quentes e viscosos, dedos enfiados em cuzinhos apertados enquanto gemiam versos bíblicos distorcidos em sussurros roucos. Lorrana, aos 30 anos, havia descoberto um lado selvagem que sua vida missionária reprimira: sua buceta rosada, outrora virgem de toques além dos próprios, agora pulsava com uma fome que a fazia tremer só de pensar em Rayane, os seios médios com aureolas claras endurecendo ao menor roçar de tecido.
Naquela quarta-feira à tarde, o sol da Bahia filtrava pelas cortinas semi-cerradas da sala, criando padrões dourados no sofá onde as duas se sentavam após um almoço preguiçoso de moqueca de peixe e farofa crocante, o ar ainda carregado com o cheiro de temperos e suor residual de uma rapidinha matinal. Rayane, vestida apenas com uma camiseta folgada de Erique que mal cobria os quadris generosos, sem calcinha por baixo para facilitar os toques casuais, observava Lorrana – em uma saia florida e blusa branca recatada, mas com os botões abertos o suficiente para revelar o vale suado entre os seios. Elas bebiam chá de hortelã gelado, as gotas de condensação escorrendo pelos copos como prelúdio de algo mais úmido. A conversa fluía natural, mas Rayane sentia uma urgência em compartilhar mais, em puxar Lorrana para o abismo de sua depravação. "Sabe, Lorrana... esses dias com você têm sido incríveis. Você me faz gozar de um jeito que nenhum homem conseguiu. Mas tem algo que eu fiz... algo que me levou ao limite, e eu acho que você precisa saber, como minha confidente."
Lorrana inclinou a cabeça, os olhos azuis curiosos, os lábios carnudos – ainda inchados das chupadas da manhã – se abrindo em um sorriso intrigado. "Conta, Rayane. Depois do que fizemos... tesoura na cama, eu enfiando a língua no seu cu até você esguichar na minha cara... nada me choca mais. Somos irmãs no pecado agora." Rayane respirou fundo, o coração acelerando, sentindo a buceta umedecer só de reviver a memória. Ela descreveu em detalhes chulos e safados: o dia em que vira a briga de cachorros na rua, o pau vermelho e inchado do vira-lata emergindo da bainha, veias pulsantes na carne lisa e pontiaguda, o nó bulboso inchando como uma bola de desejo primal. "Eu chamei ele pra dentro, Lorrana... deitei no sofá, empinei a bunda e deixei ele lamber minha buceta até eu gozar esguichando na cara peluda dele. Depois, ele montou em mim, o pau afunilado esticando minha entrada, batendo no colo do útero com estocadas rápidas e animais. O nó inchou dentro de mim, travando-nos juntos, e eu gozei horrores, sentindo o sêmen quente e fino jorrar como uma mangueira, enchendo-me até transbordar. Foi o orgasmo mais intenso da minha vida... sujo, proibido, mas libertador."
Lorrana ouviu em silêncio inicial, os olhos azuis se arregalando progressivamente, o rosto claro corando de um vermelho profundo que subia pelo pescoço salpicado de sardas. A incredulidade era palpável: as sobrancelhas loiras franzidas em descrença, a boca entreaberta em um "O" de choque, as mãos tremendo ao pousar o copo de chá na mesa com um tilintar audível. "Rayane... você... com um cachorro? Isso é... abominação! Bestialidade, um pecado que nem a Bíblia menciona de tão horrível. Como você pôde? Eu pensei que nossos pecados eram entre mulheres, humanos... mas isso? É sujo, nojento, contra a natureza! Deus vai te julgar, irmã... e eu, como missionária, devo te repreender. Como você se sente depois? Não tem vergonha?" O tom dela era carregado de julgamento fora do comum – não o de uma amante recente, mas o de uma devota chocada, os olhos piscando como se tentasse apagar a imagem mental do pau vermelho penetrando a amiga, o nó inchando e travando, o sêmen animal escorrendo pelas coxas morenas de Rayane. Lorrana cruzou as pernas instintivamente, mas Rayane notou o sutil aperto das coxas, o mamilo endurecendo sob a blusa, um traço de curiosidade mascarada por repulsa.
Rayane não se abalou; em vez disso, sorriu com uma malícia calculada, inclinando-se para frente no sofá, os seios fartos balançando sob a camiseta, os mamilos rosados marcando o tecido fino como pontas eretas de desejo. Ela pegou a mão de Lorrana, traçando os dedos pela palma suada, sussurrando com voz rouca e persuasiva: "Eu sei que soa louco, Lorrana... eu mesma julguei no início. Mas pense: a igreja reprime tudo, nos faz sentir culpa por desejos que Deus nos deu. Com o cachorro, foi puro instinto – sem julgamentos, sem promessas quebradas. O pau dele é quente, liso, pulsa de um jeito que nenhum homem faz. O nó incha e trava, pressionando pontos internos que me fizeram chorar de prazer, esguichando como nunca. Não é sujo... é libertador. Você, que gozou na minha língua ontem, sentindo meu dedo no seu cu virgem até tremer inteira... imagine isso multiplicado. Vamos experimentar juntas. Eu sei onde o vira-lata fica – na rua de trás, farejando lixo. Deixa eu te mostrar, irmã... você vai gozar tanto que vai esquecer os homens da igreja."
Lorrana balançou a cabeça veementemente, puxando a mão, mas os olhos azuis traíam um brilho de fascínio proibido, o corpo traindo-a com um formigamento entre as pernas, a buceta rosada umedecendo involuntariamente sob a saia. "Não, Rayane... isso é demais. Eu sou missionária, pregadora da pureza! Como eu poderia? É animalesco, degradante... imagine se alguém souber? Mas... conta mais. Como foi o cheiro? O gosto? O nó dói?" As perguntas escapavam apesar do julgamento, a voz tremendo com uma mistura de horror e excitação reprimida, as coxas se apertando mais forte, o clitóris inchando contra o tecido da calcinha. Rayane persistiu por horas naquela tarde, descrevendo cada detalhe chulo e safado: o pau vermelho emergindo da bainha peluda, veias latejando na carne pontiaguda, o pré-gozo claro pingando da ponta afiada; a língua áspera do cachorro lambendo sua buceta como lixa quente, raspando o clitóris até ela convulsionar; o monte súbito, as patas arranhando as costas enquanto o pau esticava as paredes internas, o nó bulboso inchando como uma bola de tênis dentro dela, selando o sêmen fino e quente que jorrava em golfadas contínuas, fazendo-a gozar em ondas que borravam a visão. "Você vai chorar de tanto prazer, Lorrana... como eu chorei. Deixa eu te levar lá, só pra ver. Se não quiser, paramos."
A convicção de Rayane, somada à carência acumulada de Lorrana – que confessara nunca ter gozado com um homem como com ela, sempre reprimida nos namoros castos da igreja –, quebrou as barreiras. Ao entardecer, com o sol poente tingindo o céu de laranja flamejante, elas saíram juntas pela rua deserta, o vira-lata marrom – o mesmo de antes, pelo desgrenhado e olhos famintos – farejando perto de uma lixeira velha. Rayane o chamou com um assovio baixo, oferecendo um pedaço de carne da cozinha, e o animal trotou até elas, o rabo abanando, o nariz frio farejando o ar carregado de excitação feminina. Elas o levaram para dentro da casa, trancando a porta, o coração de Lorrana martelando como um tambor de ritual pagão. No quarto, com as cortinas fechadas e a luz fraca de um abajur criando sombras dançantes, Rayane ajudou Lorrana a se despir: a saia caindo no chão, revelando as pernas longas e claras; a blusa aberta, expondo os seios médios com mamilos rosados já endurecidos de medo e tesão; a calcinha branca encharcada, os lábios rosados da buceta visíveis através do tecido úmido, o cheiro doce de excitação misturando-se ao odor animal do cachorro.
Lorrana tremia, nua e vulnerável na cama, as mãos cobrindo a buceta por instinto, os olhos azuis vidrados no pau vermelho que emergia devagar da bainha peluda do vira-lata, atraído pelo feromônio humano. "Eu... eu não sei, Rayane... olha isso, é nojento... vermelho, pontudo, veias pulsando como uma cobra viva. E o nó... vai inchar e me travar?" A voz dela era um sussurro de julgamento residual, mas os sucos escorrendo pelas coxas traíam o corpo. Rayane, sentada ao lado, masturbando-se devagar – os dedos circulando o clitóris inchado, enfiando na buceta molhada enquanto assistia –, incentivou: "Deixa ele lamber primeiro, irmã... sente a língua áspera raspando seu clitóris. Você vai implorar pelo pau depois." Lorrana assentiu fracamente, abrindo as pernas, e o cachorro, instintivo, mergulhou o focinho entre as coxas claras, a língua grossa e rugosa lambendo os lábios rosados com fome, traçando a fenda úmida, penetrando o buraco apertado enquanto chupava o clitóris protuberante.
Lorrana arfou, os olhos se revirando, as mãos apertando os lençóis brancos: "Oh, meu Deus... essa língua é... áspera, quente, raspando tudo... ahhh, no meu clitóris... não para, cachorro safado!" O animal lambia vorazmente, o nariz frio roçando a pele sensível, os bigodes peludos arranhando as coxas internas, e Lorrana gozou rápido, esguichando um jato quente na cara do vira-lata, o corpo convulsionando como se eletrocutado. "Estou gozando... na boca de um cachorro... que pecado delicioso!" Rayane, assistindo loucamente, enfiou três dedos na própria buceta, bombando rápido enquanto via a amiga se contorcer, os sucos de Lorrana escorrendo pelo focinho peludo do animal.
Convencida pelo prazer inicial, Lorrana virou de quatro na cama, empinando a bunda clara e redonda, o cuzinho rosado piscando ao lado da buceta encharcada: "Vem, cachorro... monta em mim, me fode como uma cadela no cio." O vira-lata obedeceu, as patas dianteiras arranhando as costas dela, o pau vermelho e pontiagudo cutucando a entrada úmida, errando algumas vezes no clitóris e no cu antes de achar o buraco, empurrando com estocadas rápidas e brutas. Lorrana gritou rouca, a sensação alienígena do pau afunilado esticando as paredes internas rosadas, veias latejando contra a carne sensível, batendo no colo do útero com uma fúria animal que nenhum homem da igreja jamais igualara. "Ai, caralho... o pau dele é quente, liso, pulsando dentro de mim... fode mais, vira-lata imundo e pecador!" O nó começou a inchar na base, pressionando a entrada, esticando-a ao limite como uma bola inchando devagar, travando-os juntos em um acasalamento inescapável.
Lorrana gozou tanto, mas tanto, como nunca havia gozado com homem algum – ondas sucessivas de prazer devastador, o corpo tremendo violentamente, esguichando squirt em jatos poderosos que molhavam as bolas peludas do cachorro e o lençol abaixo, as paredes da buceta contraindo ao redor do pau e do nó, ordenhando o sêmen fino e quente que jorrava em golfadas contínuas, enchendo-a até transbordar pelos lados, escorrendo pelas coxas claras em fios brancos e viscosos. Lágrimas escorriam pelo rosto dela, não de dor, mas de êxtase sobrecarregado: "Estou chorando de tanto gozar... ahhhh, o nó me travando, pressionando tudo... melhor que qualquer pau humano... me enchendo de porra de cachorro!" Os soluços misturavam-se aos gemidos roucos, o corpo convulsionando em espasmos que a faziam bater as nádegas contra o pelo desgrenhado, o cheiro forte de sexo animal preenchendo o quarto como um néctar proibido.
Rayane, testemunhando a cena de perto, masturbava-se loucamente ao lado – deitada na cama, as pernas abertas, quatro dedos enfiados na buceta depilada, bombando com fúria enquanto o polegar circulava o clitóris inchado, os sucos escorrendo pela mão e pela bunda, misturando-se à porra residual do irmão. "Olha você, missionária safada... gozando no pau de um vira-lata, chorando como uma puta possuída... que visão deliciosa!" Ela gozou junto, esguichando no ar, os jatos atingindo a bunda de Lorrana, o corpo tremendo enquanto via o nó inchado pulsando dentro da amiga, o sêmen transbordando em poças pegajosas no lençol. Após minutos travados, o nó diminuiu, o cachorro se soltando com um pop molhado, o pau vermelho saindo seguido por um rio de sêmen fino e branco escorrendo da buceta vermelha e aberta de Lorrana.
Exaustas, as duas se abraçaram na cama encharcada, Lorrana ainda chorando de prazer residual, os corpos suados e pegajosos se colando. "Você tinha razão, Rayane... gozei como nunca... chorei na pica do cachorro. Que pecado... mas que delícia." Rayane beijou-a possessivamente, os dedos traçando o sêmen escorrendo: "Agora você é como eu, irmã... viciada no proibido. Vamos repetir com ele... e quem sabe com mais." A descoberta havia aprofundado sua ligação, o vira-lata deitado no chão lambendo o próprio pau como testemunha muda de sua queda conjunta no abismo da luxúria.

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Nome do conto:
Evangélica e carente: convencendo a missionária Lorrana a ser enrabada pelo vira-lata!

Codigo do conto:
252617

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
20/01/2026

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