Evangélica e carente: currada por um mendigo em uma casa abandonada!
Após o êxtase proibido na casa do pai, Rayane se arrumou às pressas, o corpo ainda formigando com os resquícios do prazer incestuoso. A porra de Eduardo escorria devagar pela parte interna das coxas, uma sensação pegajosa e quente que a fazia corar de vergonha enquanto vestia a calcinha encharcada de volta, sentindo o tecido grudar na buceta inchada e sensível. Ela ajeitou a saia florida, agora amassada e com manchas sutis de suor e fluidos, e abotoou a blusa branca com mãos trêmulas, os mamilos ainda endurecidos roçando contra o sutiã. O espelho da sala refletia uma mulher transformada: cabelos castanhos ondulados desgrenhados, olhos verdes vidrados com um brilho de culpa e satisfação, bochechas vermelhas como se tivesse corrido uma maratona. "Pai, eu... eu preciso ir para casa antes que Erique chegue", murmurou ela, evitando o olhar possessivo de Eduardo, que a beijou na boca uma última vez, a língua invadindo com fome residual, sussurrando: "Volte logo, filha. Seu corpo é meu agora." Ela saiu da casa modesta no subúrbio de Camaçari ao entardecer, o sol poente tingindo o céu de laranja e rosa, o ar úmido da Bahia carregado com o cheiro de terra molhada após uma chuva rápida. Suas pernas tremiam levemente ao andar pela rua de terra batida, cada passo enviando ecos de prazer dolorido pela buceta latejante, que ainda pulsava com as memórias das estocadas profundas do pai. A culpa religiosa a assolava como uma onda: "O que eu fiz? Incesto... com meu próprio pai. E agora, indo para casa fingir que nada aconteceu, enquanto a porra dele vaza de mim." Mas por baixo da culpa, um fogo novo ardia – o prazer havia despertado algo voraz nela, uma fome que Erique nunca saciara, e que o pai apenas atiçara. Ela orava baixinho enquanto caminhava, pedindo perdão, mas as imagens eróticas invadiam sua mente: o pau grosso de Eduardo gozando dentro dela, os gemidos que ecoavam na sala. No caminho para sua casa, uma rua mais isolada e mal iluminada, Rayane avistou uma casa abandonada à beira da estrada – uma construção velha de tijolos rachados, telhado parcialmente desabado, janelas quebradas cobertas por plásticos rasgados, e mato alto invadindo o quintal. Era um lugar conhecido no bairro como refúgio de mendigos e viciados, um antro de miséria que os evangélicos da igreja evitavam como se fosse o próprio inferno. Mas algo chamou sua atenção: um homem sentado na varanda deteriorada, um mendigo de aparência sofrida, fumando um cigarro improvisado. Ele parecia ter uns 40 anos, corpo magro e sujo de dias na rua, pele escura queimada pelo sol, barba desgrenhada e cabelos pretos emaranhados, vestindo uma camisa rasgada e calças sujas de terra. Seus olhos, no entanto, eram penetrantes, fixando-se nela com uma mistura de surpresa e desejo cru ao vê-la passar devagar, a saia balançando e revelando as pernas longas. Rayane parou, o coração acelerando. "Por que estou olhando para ele? Eu sou casada, evangélica... acabei de pecar com meu pai, e agora isso?" Mas a carência, misturada ao tesão residual, a traiu. O mendigo – vamos chamá-lo de Manoel, um nome que ela imaginaria depois – acenou com a cabeça, um sorriso torto revelando dentes amarelados. "Ei, moça bonita, tá perdida? Vem cá, senta um pouco. O dia tá quente, né?" A voz dele era rouca, carregada de sotaque baiano forte, e algo na crudeza dele a atraiu como um imã proibido. Contra todo bom senso, Rayane sentiu um formigamento entre as pernas, a buceta umedecendo novamente sob a calcinha suja. "Deus, me perdoe... mas eu preciso de mais. Só mais uma vez, para apagar a culpa." Ela se aproximou, entrando pelo portão enferrujado, o mato roçando nas pernas, e subiu os degraus da varanda, sentando-se ao lado dele no chão de madeira podre. "Eu... eu não sei por que vim aqui", murmurou ela, as mãos no colo, sentindo o cheiro forte de suor e cigarro dele, misturado ao odor de álcool barato. Manoel riu baixo, os olhos devorando o decote dela, onde os seios fartos se erguiam com a respiração rápida. "Moça, você veio porque quer algo que não tem em casa. Eu vejo nos seus olhos. Mulheres como você, bonitas e casadas, às vezes precisam de um homem de verdade, sem frescuras." Ele estendeu a mão suja, tocando o joelho dela, e Rayane não recuou – em vez disso, um arrepio elétrico subiu pela coxa. A religião gritava em sua mente: "Adultério! Pecado mortal!", mas o corpo traidor respondia com umidade crescente, os mamilos endurecendo visivelmente sob a blusa. Eles conversaram por minutos, ela desabafando vagamente sobre a solidão no casamento, ele contando histórias de rua com um tom sedutor, a mão subindo devagar pela saia. "Vem, entra na casa. Aqui fora tem mosquito", disse ele, puxando-a pela mão. Rayane o seguiu para dentro da casa abandonada, o interior escuro e poeirento: paredes descascadas com grafites obscenos, chão coberto de lixo e colchões velhos jogados no canto, o ar abafado cheirando a mofo e urina velha. Uma vela improvisada iluminava fracamente o quarto principal, revelando um colchão sujo onde Manoel a levou. "Aqui ninguém vê, moça. Deixa eu te mostrar como um homem de rua trata uma mulher." A tentação venceu de vez. Rayane, com o corpo ardendo, deixou que ele a beijasse – um beijo rude e faminto, a boca dele com gosto de cigarro e álcool, a barba áspera arranhando o rosto dela enquanto a língua grossa invadia sua boca. As mãos dele, calejadas e sujas, subiram pela blusa, apertando os seios com força bruta, os dedos pinçando os mamilos endurecidos através do sutiã. "Que tetas grandes, caralho... você é uma delícia, moça." Ele arrancou a blusa e o sutiã com impaciência, expondo os seios fartos, chupando-os vorazmente, mordendo os mamilos rosados até ela gemer alto, arqueando as costas no colchão imundo. "Ai... isso dói, mas é bom... não para!" Manoel desceu, erguendo a saia e rasgando a calcinha com um puxão, revelando a buceta depilada e ainda vermelha do encontro com o pai, os lábios inchados e úmidos, com resquícios de porra seca nas coxas. "Olha só, já tá molhada... e cheirando a foda recente. Seu marido te comeu hoje, né? Mas eu vou te foder melhor." Ele mergulhou o rosto entre as pernas dela, a língua suja lambendo a fenda com fome animal, chupando o clitóris protuberante enquanto enfiava dois dedos grossos e sujos no buraco apertado, sentindo a mistura de sucos frescos e porra velha. Rayane gritou, as mãos apertando a cabeça emaranhada dele, as pernas tremendo: "Oh, Deus... sua língua é nojenta, mas tão boa... me lambe mais, mendigo safado!" Ele a fez gozar rápido, o corpo dela convulsionando no colchão, esguichando um jato quente na boca dele, que bebeu avidamente, lambendo os lábios. "Agora é minha vez, vadia casada." Manoel se levantou, desabotoando as calças sujas, liberando o pau ereto: uns 18 centímetros de carne escura e grossa, veias salientes, a cabeça brilhando com pré-gozo fedorento, bolas peludas penduradas. O cheiro forte de suor e falta de banho a repelia e excitava ao mesmo tempo – era o oposto da pureza evangélica, puro pecado cru. "Chupa, moça. Mostra como uma evangélica mama um pau de rua." Rayane, tomada pelo desejo, se ajoelhou no chão sujo, pegando o pau com mãos trêmulas, sentindo o calor pulsante e o cheiro almiscarado forte. Ela lambeu a cabeça devagar, o gosto salgado e amargo na língua, depois engoliu o máximo que pôde, a garganta se ajustando ao invasor grosso enquanto chupava com sucção ritmada, as mãos massageando as bolas pesadas. Manoel grunhiu, segurando os cabelos dela e fodendo a boca com estocadas brutas: "Isso, engole tudo, sua puta santa... garganta profunda pra mim." Não aguentando mais, ele a jogou de volta no colchão, abrindo as pernas dela como uma boneca e posicionando o pau na entrada escorregadia. "Vou te encher agora, moça. Sem camisinha, cru mesmo." Ele empurrou de uma vez, o pau esticando as paredes internas já sensíveis, batendo fundo no colo do útero. Rayane gritou de prazer e dor, as unhas cravando nas costas suadas dele: "Fode forte... me rasga, seu mendigo porco!" Ele bombou com fúria, os quadris batendo contra os dela, o colchão rangendo, os estalos molhados ecoando no quarto vazio. Mudaram de posição: ela de quatro, a bunda empinada, ele metendo por trás enquanto apertava as nádegas, enfiando um dedo sujo no cuzinho virgem, fazendo-a gemer mais alto. "Seu cu é apertado... um dia eu como ele também." Rayane gozou duas vezes mais, o corpo convulsionando, a buceta contraindo ao redor do pau, leiteando-o com sucos quentes. Manoel, por fim, rugiu e gozou dentro dela, jatos grossos e quentes inundando o interior, transbordando e escorrendo pelas coxas enquanto ele continuava socando devagar. "Toma minha porra, vadia... enche essa buceta casada." Exaustos, eles caíram no colchão, Rayane ofegante, o corpo suado e marcado, a porra dele vazando dela misturada à do pai. "Eu... eu preciso ir", murmurou ela, vestindo-se às pressas, a culpa agora um tsunami. Mas ao sair da casa abandonada, no escuro da noite, ela sentia uma excitação perversa – o pecado a havia libertado, e ela sabia que voltaria por mais. Em casa, Erique a esperava dormindo, alheio a tudo, enquanto Rayane se lavava no banheiro, tocando-se novamente ao lembrar dos dois homens que a haviam fodido naquele dia.
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