Favelada carente e cão safado! Parte 3: Ficou viciada em dá o cuzinho e quase foi pega no flagra!
Alguns dias depois, a ausência de João se repetia: outro trabalho fora, dessa vez três noites. Maria sentia o corpo em chamas constante, boceta e cu latejando só de lembrar o vira-lata. O risco agora era maior – vizinhos fofocavam, olhares curiosos quando ela saía à rua chamando o cão com voz baixa, pedaços de carne na mão. "Tá virando cachorreira, é?", riu uma comadre da janela ao lado. Maria sorriu forçado, coração disparado, mas a luxúria vencia o medo. Noite do segundo dia, favela quieta, só o barulho distante de funk abafado e latidos esparsos. João ligou cedo: "Chego amanhã de manhã, mulher. Se cuida." A voz dele soava desconfiada, como se sentisse algo no ar. Maria respondeu com voz doce, mas já estava nua, esperando na porta entreaberta. O vira-lata apareceu rápido, farejando o cheiro familiar dela misturado ao suor nervoso. Ela o puxou para dentro, trancou a porta com chave dupla – mas esqueceu a janela da cozinha entreaberta, cortina fina balançando com a brisa quente. No quarto escuro, luz fraca do poste da rua infiltrando pelas frestas, ela se posicionou de quatro no colchão, bunda empinada, cu já untado com vaselina roubada do banheiro. Lucas dormia pesado na sala, após mamadeira reforçada com mingau. "Vem, safado… hoje é no cu de novo, mas com mais força", sussurrou rouca, voz tremendo de excitação e perigo. O cão montou sem hesitar, patas pesadas arranhando suas costas suadas, deixando marcas que arderiam amanhã. O pau grosso cutucou primeiro a boceta encharcada – ela gemeu baixo, mel escorrendo pelas coxas –, mas ela o guiou para trás. A cabeça pressionou o anel apertado, já relaxado pela memória recente. Entrou devagar, esticando-a com dor prazerosa, veias pulsantes roçando as paredes internas sensíveis. "Ahhh, caralho… tá enorme hoje", gemeu, mordendo o travesseiro para abafar. Ele bombava selvagem, instinto puro, nó inchando rápido dentro do cu, travando-os num nó apertado. Cada estocada profunda fazia seus seios balançarem violentos, bicos roçando o lençol áspero. Ficamos assim durante alguns minutos, o cachorrão metendo na racha da minha bunda e eu curtindo cada segundo, quase chegando a outro orgasmo "Fode mais! Me rasga, porra, vai fode caralho, fode mais forte, isso, isso cachorro safado. Faz o que o corno do meu marido nao faz, vai, vai aaaaaaaaahhhhhhhh, arregaça, arregaça meu cuuuuuuuuu", sussurrou alto demais, esquecendo o risco. De repente, barulho na rua: passos pesados, voz masculina gritando algo para alguém. Maria congelou, cu contraindo em espasmo de medo ao redor do pau preso. O cão continuou bombando, alheio, bolas peludas batendo na boceta latejante. Ela ouviu a comadre da janela ao lado tossir alto, como se estivesse acordada, talvez espiando. O coração batia na garganta; suor frio escorreu pelas costas. Qualquer grito mais alto e alguém bateria na porta. Ou pior: João poderia ter voltado mais cedo, desconfiado. O perigo só aumentou o tesão. "Vai, goza logo… antes que me peguem", implorou baixinho, rebolando o quadril, apertando o cu ao redor do nó. O orgasmo veio como explosão – corpo inteiro convulsionando, boceta jorrando sem toque, cu apertando em espasmos violentos, leite quente canino enchendo-a até transbordar, escorrendo viscoso pelas coxas trêmulas e pingando no colchão. Ela mordeu o braço para não gritar, lágrimas de prazer e pavor misturadas. O nó demorou a desinchar – minutos eternos de imobilidade, ouvindo cada rangido da casa, cada latido distante. Quando finalmente se soltou, sêmen grosso escorreu do cu aberto, cheiro forte no ar. Maria limpou rápido com trapo velho, coração ainda acelerado. Levou o cão à porta dos fundos, espiou a rua vazia, empurrou-o para fora. Fechou tudo, trancou a janela que esquecera. Deitou ao lado de Lucas, corpo dolorido, marcas vermelhas nas costas, cu latejando deliciosamente. O risco a consumia, mas também a incendiava. Amanhã João chegaria; ela teria que disfarçar os arranhões, o cheiro, o andar meio torto. Mas no fundo, já planejava a próxima vez – talvez com a porta trancada, mas a janela aberta de propósito. O perigo era o novo afrodisíaco.
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