Evangélica e carente: quase vítimas de uma facção!

Rayane e Lorrana não conseguiram esperar mais sete dias inteiros. O fogo que o Pai Jorge acendera nelas queimava como óleo derramado em brasa viva: acordavam com a buceta latejando, os mamilos duros roçando o lençol, os dedos já dentro de si antes mesmo de abrir os olhos. Durante o culto de quarta-feira, Lorrana pregava sobre “a carne que luta contra o espírito”, mas sua voz tremia toda vez que lembrava do pau grosso entrando seco no seu cu, esticando o anel até ela achar que ia rasgar, o sêmen quente jorrando em golfadas que escorriam pelas coxas claras enquanto ela chorava gozando. Rayane, sentada na terceira fileira, apertava as coxas com tanta força que sentia o clitóris pulsar contra a calcinha encharcada, imaginando o mesmo pau escuro batendo no fundo da sua buceta enquanto Lorrana chupava seus peitos.
Uma semana se arrastou como uma eternidade de brasas sob a pele. Rayane acordava várias vezes por noite, o lençol embolado entre as coxas, os dedos já dentro da buceta antes mesmo de abrir os olhos por completo. Imaginava o pauzão escuro do Pai Jorge entrando seco no seu cu, rasgando o anel apertado até ela sentir cada veia pulsar contra as paredes internas, o sêmen grosso jorrando em golfadas quentes que escorriam pelas nádegas e pingavam na cama. Lorrana, do outro lado da cidade, rezava de joelhos com a Bíblia aberta à sua frente, mas a mão direita sempre acabava entre as pernas, circulando o clitóris inchado enquanto revivia a sensação de ser possuída por Ogum — o corpo enorme do pai de santo batendo contra ela, o pau grosso esticando a buceta rosada até o limite, o cheiro forte de ervas e suor masculino invadindo as narinas enquanto ela chorava gozando.
Naquela tarde de sábado o desejo virou desespero. Rayane chegou na casa de Lorrana sem bater, empurrou a porta que já estava entreaberta. Lorrana estava na sala, deitada no sofá, saia longa levantada até a cintura, dedos enfiados na buceta, gemendo baixo enquanto assistia a um vídeo proibido no celular — cenas de mulheres sendo fodidas por homens enormes, gritando como cadelas. Quando viu Rayane, não tirou os dedos; apenas abriu mais as pernas, mostrando a buceta rosada brilhando de umidade.
“Você também não aguenta mais, né? Vem cá… me fode enquanto a gente lembra dele.”
Rayane caiu de joelhos entre as coxas claras da amiga, arrancou a calcinha já encharcada com um puxão, mergulhou a boca na buceta rosada. Lambeu devagar no começo, saboreando o gosto salgado misturado ao doce da excitação antiga, depois chupou o clitóris com força, enfiando três dedos ao mesmo tempo, socando rápido enquanto falava contra a carne úmida:
“Lembra do terreiro? Do jeito que ele te virou de quatro… enfiou aquele pauzão preto no seu cuzinho sem aviso… você gritava ‘me arromba, Pai Jorge, me faz tua puta de santo’… chorava gozando enquanto ele batia no fundo… eu vi tudo… vi você esguichar na cara dele enquanto o pau esticava seu cu…”
Lorrana agarrou os cabelos castanhos de Rayane, puxou com violência, empurrando o rosto mais fundo contra a buceta.
“Lembro sim… lembro do cheiro dele… ervas, cachaça, macho puro… lembro do pau grosso me abrindo o cu até eu achar que ia rasgar… e você do lado, gemendo enquanto ele te fodia a buceta… batendo tão forte que seus peitos balançavam loucamente… você gritava ‘me enche de porra, Pai… me melar toda’… e ele gozou tanto que escorreu pelas suas coxas morenas… porra grossa, quente… eu queria lamber tudo…”
Rayane acelerou os dedos, curvando pra acertar o ponto G, a língua rodopiando no clitóris inchado.
“Eu quero voltar lá agora… quero sentir ele me possuindo de novo… quero que ele me foda o cu enquanto você chupa minha buceta… quero chorar gozando no pauzão dele… vamos… pega o carro… vamos pro terreiro agora.”
Lorrana gozou na boca de Rayane, esguichando forte, o líquido quente escorrendo pelo queixo da morena, pingando nos seios. Gritou rouca:
“Tô gozando… pensando nele… no pauzão me rasgando… vamos… agora… quero ser fodida por ele de novo… quero sentir ele me chamar de filha de santo puta enquanto me enche…”
Elas se vestiram às pressas — saias longas para disfarçar as coxas meladas, blusas recatadas sem sutiã, mamilos duros marcando o tecido. Saíram no carro de Rayane, o motor ronronando enquanto desciam o morro em direção ao Baixo do Papagaio. O sol ainda queimava, o ar pesado de poeira e cheiro de esgoto. Chegaram na comunidade no fim da tarde, estacionaram numa rua lateral e caminharam a pé pela viela estreita, os corações disparados de tesão e expectativa.
Mal entraram na comunidade, dois homens surgiram do beco. Camisetas pretas, bonés virados pra trás, tatuagens subindo pelo pescoço, olhos duros de quem manda no pedaço. Um deles, mais alto, com cicatriz no rosto, apontou uma pistola pequena na direção delas.
“Ei, vocês aí. O que duas evangélicas tão fazendo aqui?”
Rayane congelou, Lorrana segurou o braço da amiga, as duas tremendo. O segundo homem, mais baixo e magro, deu um passo à frente, olhando de cima a baixo.
“Essas aí não são daqui. Vieram xeretar. Vamos levar pro alojamento. O chefe decide o que fazer.”
Elas foram empurradas pela viela, braços torcidos nas costas, até uma casa de tijolo sem reboco no fim do beco. Dentro, um quarto grande com colchões jogados no chão, cheiro de maconha e suor velho. Mais três homens estavam lá — todos jovens, tatuados, olhos vermelhos de droga e tesão. O chefe, um moreno de uns 30 anos, corrente de ouro no pescoço, sentou numa cadeira velha e olhou pras duas.
“Duas santinhas perdidas no nosso território. O que querem aqui?”
Rayane tentou falar, voz tremendo:
“Só viemos… evangelizar… trazer a palavra de Deus… por favor… nos deixe ir… não vamos contar nada pra ninguém… somos mulheres de bem… tementes a Deus…”
Lorrana chorava baixo, lágrimas escorrendo pelo rosto sardento.
“Por favor… não façam nada… a gente jura… não vamos falar nada… só queremos ir embora…”
O chefe riu seco.
“Mulheres de bem não entram aqui sem motivo. E vocês tão suando de medo… ou de outra coisa?”
Lorrana, tomada por uma ousadia que nem ela entendia de onde vinha, olhou pro chefe, depois pros outros. O fogo que queimava nela desde o terreiro explodiu de novo. Sem dizer nada, enfiou a mão por baixo da saia longa, tirou a calcinha branca encharcada, deixou cair no chão. Levantou a saia até a cintura, expondo a buceta rosada inchada, clitóris protuberante, coxas sardentas brilhando de tesão.
“Se vocês nos deixarem ir… podem fazer o que quiserem com a gente. Agora. Aqui. Só não nos matem.”
Rayane arregalou os olhos, o pavor misturado a choque.
“Lorrana… não… a gente não pode…”
Mas o chefe já estava de pé. Agarrou Lorrana pela nuca, colou a boca na dela com violência, língua invadindo sem pedir licença. Lorrana gemeu na boca dele, as mãos instintivamente indo pro pau que já marcava a calça jeans dele. O beijo foi bruto, dentes batendo, saliva escorrendo. Ele a empurrou contra a parede, ergueu a saia mais, enfiou dois dedos na buceta dela sem aviso.
“Tá molhada pra caralho… essa missionária tá louca pra levar rola. Olha só… pingando como puta.”
Rayane assistia, o corpo tremendo de medo e tesão. Um dos outros homens — careca, tatuagem no pescoço — agarrou ela por trás, apertou os seios por cima da blusa, roçou o pau duro na bunda dela.
“E você, morena… também quer? Ou vai ficar só olhando?”
Rayane chorou baixo, mas o corpo traiu. A buceta pulsou forte, um jato de tesão escorreu pela coxa. Ela assentiu devagar.
“Tira minha calcinha… me fode gostoso vai, me arromba de jeito… mas não me machuquem…”
O careca riu, rasgou a saia dela pela lateral, arrancou a calcinha com um puxão. Enfiou a mão entre as pernas, sentiu a buceta encharcada.
“Tá babando… essa evangélica tá louca pra levar rola também.”
Em minutos, o quarto virou um caos de carne e gemidos. O chefe jogou Lorrana no colchão, abriu as pernas dela, enfiou o pau grosso na buceta rosada de uma vez. Lorrana gritou, as unhas cravando nas costas dele.
“Caralho… que pauzao é esse, porra… tá me rasgando, me fodendo… fode forte, vai, maceta, machucaasa… me arromba… me enche de porra!”
O careca jogou Rayane de bruços no outro colchão, ergueu a bunda dela, cuspiu no cuzinho e enfiou o pau sem dó. Rayane berrou, o corpo arqueando.
“Ai…mete forte no meu cuuuu… tá me arrombando, tá me abrindo pelo cuzinho… fode mais… me rasga… quero sentir tudo!”
Os outros três homens se revezavam. Um enfiava na boca de Lorrana, fodendo a garganta até ela engasgar, saliva escorrendo pelo queixo; outro batia na bunda de Rayane com tapas fortes que deixavam marcas vermelhas, enquanto metia na buceta dela; o terceiro se masturbava assistindo, o pau na mão, gemendo baixo.
“Olha essas evangélicas… gritando como putas… tomando rola de bandido… goza, vadia… goza no meu pau!”
Lorrana gozou primeiro, esguichando forte no pau do chefe, o corpo convulsionando, lágrimas escorrendo enquanto gritava:
“Tô gozando… gozando forte no pau desse bandido… ahhh seu marginal… me enche de porra, vaaaai… goza dentro… me faz tua puta!”
Rayane veio logo depois, o cu contraindo no pau do careca, esguichando na cama, chorando de tesão:
“Tô gozando… gozando gostoso pelo cu… minha buceta está escorrendo, chorando e jorrando… me fodam mais… me arrombem… quero porra de todos vocês!”
Eles revezaram por quase uma hora. Cada homem fodeu as duas em todas as posições: de quatro, de lado, em pé contra a parede, no colo, no chão. Tapas fortes na bunda, puxões de cabelo, dedos no cu enquanto metiam na buceta, xingamentos chulos voando:
“Toma, sua evangélica vadia… engole meu pau… engasga… isso… boa puta!”
“Empina mais essa bunda morena, empina esse rabo, sua vagabunda gospel… quero ver esse cu piscando enquanto te fodo… toma… toma mais!”
Por fim, o chefe e outro homem pegaram Rayane. Um na buceta, outro no cu — dupla penetração brutal. Rayane gritou rouca, gritou de maneira bastante escandalosa, o corpo tremendo, convulsando, lágrimas escorrendo enquanto gozava de novo, esguichando nos dois paus.
“Tô gozando… dois paus me rasgando…minha buceta e meu cu preenchidos como nunca… ahhh… me enchem de porra, seus marginais, seus foras da lei…me dêem banho de porra, me melem toda!”
O terceiro homem se acabava numa vagarosa punheta só assistindo, o pau na mão, gemendo:
“Nunca na vida vi isso… duas evangélicas levando duas picas de vez, aguentando mais do que qualquer outra mulher… gozando como putas… tô quase gozando só de olhar, que delícia…”
Ele gozou forte, jatos grossos caindo nas costas de Rayane, melando a pele morena. O chefe veio dentro da buceta dela, enchendo-a até transbordar. O outro gozou no cu, porra escorrendo pelos lados.
Em Lorrana foi a mesma coisa: dupla penetração, gritos, esguichos, lágrimas, porra melando o corpo claro, os seios, o rosto sardento. Os homens revezavam, gozando em todas as partes — buceta, cu, boca, seios, barriga.
Quando acabou, as duas ficaram jogadas nos colchões, ofegantes, meladas de porra, lágrimas secando no rosto, sorrisos exaustos nos lábios.
O chefe se levantou, fechou a calça.
“Podem ir. Mas voltem quando quiserem mais. Aqui vocês não são santas… são nossas putas.”
Rayane e Lorrana se olharam, ainda tremendo de medo e tesão, um misto de luxúria e pavor inexplicável, mas convictas.
“Vamos voltar… toda semana… pra levar mais.”
Elas se levantaram devagar, pernas bambas, saias rasgadas e manchadas, corpos marcados como mapas de luxúria. Saíram do alojamento cambaleando pela viela escura, porra escorrendo pelas coxas, o sorriso de satisfação nos lábios inchados. A missão evangelística tinha morrido de vez. O que nasceu foi outra coisa — selvagem, suja, insaciável, sem volta. E elas sabiam que, na próxima semana, voltariam ao terreiro… e ao alojamento… até o corpo não aguentar mais. Ou até não sobrar mais lágrimas de prazer para chorar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Evangélica e carente: quase vítimas de uma facção!

Codigo do conto:
253990

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
05/02/2026

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