Evangélica e carente: Rayane e Lorrana chegam em casa ainda famintas!
Rayane e Lorrana saíram do terreiro cambaleando, as pernas moles, as saias amarrotadas e úmidas, o cheiro forte de porra grudado na pele como uma segunda camada de roupa. A porra do Pai Jorge ainda escorria devagar pelas coxas das duas — grossa, branca, quente, deixando rastros pegajosos que brilhavam sob o sol poente. Elas não falaram nada no caminho de volta. Só olhares de lado, respirações pesadas, sorrisos tortos que diziam tudo. Chegaram na casa de Lorrana já noite alta. A porta mal fechou e as duas se jogaram uma na outra como animais famintos. Rayane empurrou Lorrana contra a parede do corredor, rasgando a blusa da loira com as unhas, os seios médios saltando livres, mamilos rosados duros como pedrinhas. “Porra, sua missionária vadia… você gozou gritando no pauzão daquele negro lindo e gostoso… tomou porra até melar a cara e ainda quer mais, né?”, Rayane rosnou, mordendo o pescoço sardento, chupando com força até deixar uma marca roxa. Lorrana agarrou os cabelos castanhos da amiga, puxou com violência, colou a boca na orelha dela. “E você, sua puta incestuosa… levou rola de pai, de irmão, de dois desconhecidos na estrada e ainda queria o pau do Pai Jorge esticando seu cu… tá pingando porra de macho até agora, sua cadela nojenta. Me abre essa buceta… quero ver se ainda cabe mais.” Rayane riu baixo, sujo, empurrou Lorrana pro quarto. As duas caíram na cama ainda vestidas, saias emboladas na cintura, blusas rasgadas. Rayane abriu as pernas da loira com os joelhos, enfiou três dedos na buceta rosada sem aviso, mexendo rápido, curvando pra acertar o ponto que fazia Lorrana arquear as costas. “Olha como tá molhada… tá escorrendo porra de santo… toma, sua santa safada… goza nos meus dedos… grita que nem gritou no terreiro!” Lorrana mordeu o próprio lábio até sangrar, os quadris empurrando contra a mão de Rayane. “Fode mais forte… enfia quatro… me arromba essa buceta… quero sentir como você sentiu quando seu pai e seu irmão te encheram… ahhh, caralho… tô gozando… tô gozando na sua mão, sua filha da puta!” O esguicho veio forte, quente, molhando o braço de Rayane até o cotovelo. Lorrana tremia inteira, lágrimas escorrendo, mas os olhos brilhavam de tesão louco. “Agora você… de quatro… empina essa bunda morena… quero lamber o cu que levou rola de rua e de família.” Rayane obedeceu, empinando alto, abrindo as nádegas com as mãos. O cuzinho ainda vermelho, ligeiramente inchado, piscava exposto. Lorrana se ajoelhou atrás, cuspiu direto no anel, lambeu devagar, circulando a borda antes de enfiar a língua fundo. “Tá gostoso… tem gosto de porra velha e tesão novo… seu cu tá quente… tá piscando na minha língua… quero enfiar o dedo junto… toma, sua puta… dois dedos no cu enquanto chupo sua buceta.” Rayane gemeu rouco, empurrando a bunda pra trás. “Enfia mais… três dedos… me abre toda… me faz gozar com a boca no meu cu… sua missionária lésbica… chupa mais fundo… ahhh… tô gozando… tô gozando na sua cara!” O orgasmo veio violento, esguichando na boca de Lorrana, o líquido quente escorrendo pelo queixo da loira, pingando nos seios. Elas caíram abraçadas, ofegantes, mas o fogo não apagava. Lorrana se ergueu primeiro, foi até a cômoda, abriu a gaveta de baixo. Tirou um vibrador grosso, preto, veias simuladas, quase do tamanho do pau do Pai Jorge. “Você quer pauzão? Então toma. Vou te foder com isso enquanto chupo seu clitóris… e você vai me xingar de tudo que sabe.” Rayane riu, deitou de costas, abriu as pernas escancaradas. “Vem, sua vadia… enfia esse caralho de borracha na minha buceta… me fode como se fosse o Ogum… me faz gritar que nem gritei no terreiro.” Lorrana ligou o brinquedo no máximo. O zumbido encheu o quarto. Ela cuspiu na cabeça grossa, alinhou com a entrada inchada de Rayane e empurrou devagar. A morena arqueou as costas, gritou: “Caralho… tá me abrindo… tá grosso pra porra… enfia tudo… me arromba com esse pau falso… chupa meu clitóris enquanto fode!” Lorrana obedeceu. Enfiou até o talo, o vibrador pulsando dentro da buceta, batendo no ponto G. Abaixou o rosto, chupou o clitóris inchado com sucção forte, a língua rodopiando enquanto socava o brinquedo com força bruta. Rayane se contorcia, mãos apertando os próprios seios, torcendo os mamilos. “Tô gozando… tô gozando no pau de borracha… sua puta loira… me fode mais… chupa mais… ahhh… esguichando na sua cara… toma meu gozo, sua missionária nojenta!” O esguicho veio em jatos altos, molhando o rosto de Lorrana, o pescoço, os seios. A loira não parou — continuou socando e chupando até Rayane implorar: “Para… para… tô sensível… agora você… deita… abre tudo… quero te foder com a boca e com os dedos até você chorar.” Lorrana deitou de costas, abriu as pernas ao máximo, segurou os joelhos. A buceta rosada escancarada, ainda vazando porra antiga. Rayane mergulhou o rosto ali, lambeu devagar, saboreando o gosto misturado. “Tua xota tá deliciosa… cheia de porra de santo… vou enfiar a língua toda… e quatro dedos… toma, sua santa vadia… goza na minha boca.” Enfiou a língua fundo, depois os dedos — quatro de uma vez, mexendo rápido, curvando pra acertar o ponto. Lorrana gritou, as unhas cravando no lençol. “Porra… tá me abrindo toda… fode mais… me arromba com esses dedos… chupa meu clitóris… ahhh… tô gozando… tô gozando na sua boca… esguichando tudo… bebe, sua puta… bebe minha porra!” O esguicho veio forte, enchendo a boca de Rayane, escorrendo pelo queixo, pingando nos seios. Lorrana tremia inteira, chorando de prazer, as lágrimas escorrendo enquanto soluçava: “Tô gozando… tô gozando na sua boca… me fode mais… não para… quero mais… quero tudo…” Rayane subiu, colou o corpo no da amiga, as bucetas se roçando de novo, clitóris contra clitóris, quadris girando em círculos lentos e profundos. “Esfrega gostoso… roça essa xota rosada na minha… sente como tá molhada… goza comigo… goza gritando meu nome, sua missionária puta!” Lorrana agarrou a bunda de Rayane, puxou com força, acelerando o movimento. “Tô esfregando… tô sentindo seu clitóris pulsar no meu… vai… me faz gozar de novo… sua filha da puta… sua irmã de pecado… goza comigo… ahhh… tô gozando… tô gozando na sua buceta… esguichando tudo!” Elas gozaram juntas mais uma vez, esguichos quentes se misturando, molhando barrigas, coxas, lençóis. Gemidos viraram gritos, gritos viraram soluços, lágrimas escorrendo pelos rostos colados enquanto se beijavam com desespero. Quando o orgasmo passou, ficaram abraçadas, ofegantes, tremendo. Rayane sussurrou no ouvido da amiga: “Proxima semana a gente volta no terreiro… quero ver você levando o pauzão do Pai Jorge no cu enquanto eu chupo sua buceta… e depois a gente chama os cachorros de novo. Quero ver você chorar gozando nos três ao mesmo tempo.” Lorrana riu baixo, rouca, enfiando um dedo no cuzinho de Rayane. “Combinado… mas hoje ainda não acabou. Pega aquele vibrador… quero te ver gozar até desmaiar.” Rayane se esticou, pegou o brinquedo grosso da cômoda. Ligou no máximo. Abriu as pernas de Lorrana, alinhou com a buceta rosada e enfiou devagar. “Então toma… vou te foder até você implorar misericórdia… sua puta santa… sua cachorra, sua cadela de pai de santo…” E a noite seguiu assim — sem fim, sem culpa, só prazer bruto, sujo, insaciável. Duas mulheres que outrora pregavam pureza, agora entregues ao próprio abismo, fodendo uma à outra até o corpo não aguentar mais, até o sol nascer e elas desmaiarem abraçadas, meladas, saciadas, transformadas para sempre.
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