Traçando minha mãe e quase sendo pego no flagra pelo meu pai!
O domingo chegou preguiçoso, com o sol filtrando pelas frestas da persiana do quarto de Lucas. Ele dormia pesado, corpo largado na cama, lençol embolado na cintura. A ressaca moral pesava mais que qualquer ressaca de álcool: imagens da mãe gemendo embaixo dele, o pau enterrado na buceta quente dela, o gosto dela na boca — tudo rodava na cabeça como um filme proibido que ele não conseguia pausar. “Sou um filho da puta”, repetia mentalmente, odiando o tesão que ainda latejava entre as pernas mesmo assim. A porta rangeu devagar. Renata entrou nua, pele morena brilhando com o óleo que passara no corpo minutos antes. Seios cheios balançando levemente a cada passo, mamilos já duros de antecipação, a buceta depilada inchada e úmida só de pensar nele. Ela parou ao lado da cama, olhando o filho dormindo, o volume evidente sob o lençol fino. — Acorda, meu amor — sussurrou, voz rouca de desejo. Subiu na cama devagar, montou no colo dele por cima do lençol, esfregando a buceta molhada contra o pau que já começava a endurecer. Lucas abriu os olhos devagar, confuso, depois horrorizado ao vê-la ali, pelada, olhos famintos. — Mãe… não. Por favor. Isso tá errado demais. Você é minha mãe, caralho. A gente não pode continuar. Ela inclinou o corpo, seios roçando no peito dele, boca perto da orelha. — Eu sei que é errado, filho. Mas eu tô morrendo de tesão por você. Desde ontem não consigo pensar em outra coisa. Teu pau me deixou louca. Deixa eu sentir de novo. Só mais uma vez, vai, prometo que não vou te incomodar mais. — Não… — ele tentou empurrá-la, mas a voz falhou. O pau traidor pulsava forte contra a buceta dela por cima do lençol. Renata puxou o lençol com um movimento brusco. O pau saltou, grosso, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. — Olha só… tá duro pra caralho mesmo dizendo que não quer. Teu corpo não mente, filho. Lucas fechou os olhos, respirando pesado. — Por favor, mãe… sai daqui, me deixa sozinho. Ela não saiu. Desceu o corpo, boca aberta, e engoliu a cabeça do pau num movimento lento e profundo. A língua rodou na glande, chupando forte, sugando como se quisesse extrair a alma dele pela uretra. — Caralho… mãe… não, por favor… — gemeu ele, mas as mãos traidoras foram parar nos cabelos dela. Renata acelerou, cabeça subindo e descendo rápido, garganta relaxada engolindo até a base. O pau batia no fundo da garganta, babando saliva que escorria pelo saco. Ela gemia em volta dele, vibrações enlouquecedoras. — Chupa, sua putinha, sua vadia… chupa o pau do teu filho… — ele grunhiu, rendendo-se de vez. Segurou a cabeça dela com as duas mãos e começou a socar na boca, metidas brutas, rápidas, fodendo a garganta como se fosse buceta. Renata deixou, olhos lacrimejando de esforço, mas boca faminta, língua trabalhando sem parar. Babava tudo, gemidos abafados, mãos apertando as coxas dele. — Isso… engole tudo, mae… porra… vou gozar, vou gozar forte na sua boquinha… — ele avisou, voz rouca. Ela não tirou. Chupou mais forte, sugando como se fosse a última pica do mundo. Lucas explodiu, jatos grossos enchendo a boca dela, transbordando pelos cantos, escorrendo pelo queixo, pingando nos seios. Renata engoliu o que pôde, depois deixou o resto melar o rosto, lambendo os lábios com um sorriso safado. — Delícia… teu leite é quente pra caralho, filho — murmurou, limpando o rosto com os dedos e chupando depois. Ela se levantou, nua, melada, e saiu do quarto sem dizer mais nada. Desceu, vestiu um robe leve, preparou o café da manhã como se nada tivesse acontecido. Lucas apareceu na cozinha minutos depois, olhos baixos. Parou atrás dela, agarrou pela cintura, virou-a de frente e beijou com fome, língua invadindo a boca que ainda tinha gosto de porra dele. — Me leva pro meu quarto agora — ela pediu, voz tremendo. — Não aguento mais esperar. Ele a pegou no colo, subiu as escadas correndo. No quarto do casal, jogou-a na cama. Renata arrancou o robe, ficou de quatro, bunda empinada, mãos abrindo as nádegas. — Chupa meu cuzinho primeiro. Molha bem, deixa bastante aliciado. Depois mete forte. Quero teu pau no meu cu hoje. Lucas ajoelhou atrás, língua plana lambendo o ânus franzido, circulando devagar, depois enfiando a ponta, fodendo com a língua enquanto os dedos abriam mais. Cuspiu direto no buraco, esfregou com o polegar, depois dois dedos entraram devagar, abrindo, preparando. — Isso… lambe gostoso, filhinho, lambe assim vai… abre meu buraquinho rosinha… — ela gemia, rebolando contra o rosto dele. Ele cuspiu mais, posicionou a cabeça do pau na entrada, empurrou devagar. O anel resistiu, depois cedeu, engolindo centímetro por centímetro. Renata ardeu, gemeu alto, mistura de dor e prazer insuportável. — Caralho, filho… que pau grosso e duro é esse… arde pra porra… mas não para… mete tudo, vai, me fode, fode o cuzinho da mamãe… Lucas enterrou até o talo, parou um segundo, depois começou a bombear devagar, saindo quase inteiro e voltando com força. O cu dela apertava como um punho quente, ardendo em volta dele. — Rebola, mãe… rebola nesse pau que lateja duro por você… — ele grunhiu, mãos apertando as nádegas com força. Renata empurrou para trás, rebolando forte, gritando sem pudor. — Mete mais forte, filho… arromba o meu cuzinho… fode tua mãe como uma puta… isso… maceta gostoso… Eles estavam perdidos no ritmo frenético quando ouviram passos no corredor. Lucas congelou, pau ainda enterrado fundo. Em um movimento rápido, saiu do cu dela — o buraco piscando, aberto, vermelho — e rolou para baixo da cama, coração disparado. A porta abriu. O pai entrou, camisa social meio aberta, olhando confuso para Renata de quatro, nua, bunda empinada, rosto vermelho, buceta pingando. — Caralho, que porra é essa, Renata? Tá se masturbando? Ela virou o rosto, voz rouca, fingindo surpresa. — Tava com vontade de foder contigo, amor, faz um bom tempo que não transamos… você não tava, pois hoje acordei pegando fogo… então resolvi me virar sozinha pensando em você, pensando nesse seu pau gostoso. Ele olhou o corpo dela, o pau endurecendo na calça na hora. — Caralho, como é que resiste a uma cena dessas… vem cá, vem sua putinha. Tirou a calça rápido, pau médio mas duro, e meteu na buceta dela de uma vez. Começou a socar forte, mãos nos quadris, metidas brutas. — Isso… fode gostoso, caralho… mete na tua esposa, seu vagabundo… — ela gemia alto, exagerando para disfarçar. Lucas embaixo da cama via tudo: o pau do pai entrando e saindo da buceta da mãe, o saco batendo, os gemidos dela cada vez mais altos. O cu dela ainda aberto, brilhando de saliva e pré-gozo dele. O pau de Lucas latejava insuportável. Ele segurou a base, começou a bater uma silenciosa, devagar, segurando o gozo. — Vou gozar… caralho… vou encher tua buceta… — o pai grunhiu. — Goza forte… me enche, me enche de porra vai… — ela urrou, gozando junto, buceta apertando, corpo tremendo. Lucas ouviu os gritos, sentiu o próprio orgasmo vindo. Gozou forte, jatos quentes melando a barriga, o chão, a mão. Ficou quieto, ofegante, vendo o pai sair de dentro dela, sêmen escorrendo pelas coxas dela. O pai pegou a carteira na cômoda, beijou a testa dela. — Volto mais tarde, amor. Te amo. Saiu. A porta fechou. Lucas esperou uns segundos, saiu de baixo da cama devagar. Renata estava deitada de lado, nua, melada de porra do marido e do filho, rosto corado. Eles se olharam. Ninguém falou nada por um instante. Depois explodiram em risos baixos, nervosos, cúmplices. Riam tanto que doía a barriga. — Seu filho da puta… quase fomos pegos — ela disse, ainda rindo, limpando o rosto. — E você gozando na rola dele enquanto eu batia uma embaixo da cama… vadia safada. Ela puxou ele para a cama, deitou ao lado. — Fica comigo o dia todo, filhinho. Sem roupa, assim nuzinho. Sem sair. Vamos abrir um vinho, comer uns petiscos e conversar. Eles ficaram ali, nus, corpos colados. Abriram uma garrafa de tinto, beberam devagar, falando sobre relacionamentos, sobre o quanto tudo era fodido, sobre como o desejo não pergunta permissão. Ela confessou que nunca se sentira tão viva; ele admitiu que a culpa o matava, mas o tesão vencia. Mais tarde, Lucas se levantou. — Preciso ir fazer umas compras, mãe. Volto logo. Ela sorriu, mão acariciando o pau semi-duro dele. — Volta rápido, filho. Não deixa em sua mamãe na saudade. Quero mais. Muito mais. Ele beijou a boca dela, demorado, e saiu. A porta fechou suave. Renata ficou na cama, nua, melada, vinho na mão, sorrindo sozinha. O dia ainda era longo. E a casa, silenciosa de novo e a mesma aproveitando do silêncio da casa, se masturbou horrores lembrando do pau do marido e muito mais ainda no pau de Lucas.
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