Às vezes passávamos horas e horas em salas de bate-papo conversando e rindo bastante. Com frequencia ele me perguntava se eu queria uma foto ou vê-lo na webcam, mas eu sempre dizia que não, afinal eu não estava procurando namoro e sim amizade. E depois, era bom ficar conversando com ele e imaginando como ele era.
Com o passar dos dias nossas conversas foram ficando mais quentes e cheias de insinuação a sexo. Como isso aconteceu o ano passado e eu já não sou mais uma menininha, acabei me deixando levar pela situação, já que eu ficava muito excitada com estas novas conversas. Aliás, é bom registrar que já tenho meus 30 anos e muito experiência com sexo.
Aos poucos fui descobrindo que o Gilberto tinha umas idéias malucas em relação a sexo. E isso me tirava do sério. Eu ficava louquinha de tesão, com a boceta pegando fogo e minha mente viajando na imaginação. Por muitas e muitas vezes, quando estávamos conversando no meu trabalho, eu corria para o banheiro e me masturbava até ter um orgasmo bem gostoso pensando nas coisas que ele me dizia. Em minha casa era mais fácil, já que eu teclava com ele sempre no meu quarto, me deliciando com suas provocações.
Eu estava ficando cada vez mais fascinada por finalmente conhecer alguém tão aberto a coisas diferentes. E fui ficando com vontade de conhecê-lo de verdade, pessoalmente. Não me importava se ele fosse alto, baixo, magro, gordo, feito. Nada disso importava mais. O que realmente importava era a liberdade sexual que ele me inspirava.
Finalmente me decidi e disse que queria vê-lo em uma foto ou pela webcam. Ele me mandou uma foto e nem acreditei. Que homem lindo e charmoso! Imediatamente mandei minha foto também, com receio de que ele fosse me achar esquisita, feia, sei lá. Para minha surpresa ele devolveu meu e-mail com um convite para nos conhecermos pessoalmente.
A verdade é que eu nunca tinha conhecido ninguém pela internet, e na verdade eu nem pretendia. Mas o Gilberto era diferente e mexia muito com a minha cabeça. O simples fato de devolver o meu e-mail com um convite para nos vermos pessoalmente me deixou tão molhadinha que tive que correr para o banheiro mais uma vez. É claro que acabei aceitando o convite e marcamos o dia e o local.
O local que combinamos de nos encontrar foi o mirante da minha cidade, um lugar de pouco movimento. Era um local bem alto e que possibilitava ter uma visão completa de toda a cidade. Logo que chegou ele já veio me abraçando bem apertado e beijou minha boca bem demorado, com direito a lingua e tudo. Eu estava super nervosa mas logo comecei a me relaxar, me sentindo muito à vontade com ele.
Começamos a conversar e olhar as luzes da cidade. Em um determinado momento, aproveitando que eu estava encostada na grade de observação, ele veio por trás e começou a beijar meu pescoço, minha nuca e a apertar minha cintura com suas mãos firmes e fortes. Eu estava simplesmente adorando tudo aquilo. De repente, sem nenhum sinal, ele enfiou a mão embaixo da minha saia e puxou minha calcinha para o lado, enfiando um dedo no meu ânus, de uma só vez.
- Ohhhhhh!! - soltei um gritinho de dor, prazer e susto ao perceber que o dedo dele estava enfiado no meu cuzinho até o fundo mesmo. Que tarado! Nem me deu tempo de reagir. Minha única opção foi ficar parada, com as pernas semi-abertas enquanto ele mexia o dedo no fundo do meu rabinho e continuava beijando meu pescoço, me arrancando gemidos de tesão. Logo ele enfiou um outro dedo na minha vagina, que já estava muito molhada. Meu corpo estava todo envolvido em desejo e minhas pernas já começavam a tremer, de tanto tesão que eu estava sentindo.
Ficamos alguns minutos nesse amasso gostoso. Ele me agarrando por trás bem forte enquanto eu sentia um dedo no cú e outro na prexeca. Me segurei firme na grade e ele começou a enfiar e tirar seus dedos de dentro de mim em um rítmo mais rápido, me dando dois tipos de prazer ao mesmo tempo. Eu gemia de puro êxtase e quando já estava quase gozando ele tirou seus dedos, olhou em volta e tomou uma atitude que me deixou surpresa e excitada ao mesmo tempo.
- Empina sua bunda mais um pouco, Joyce! - disse ele no meu ouvido.
- Pra que? - perguntei desconfiada.
- Você vai ver, meu amor! Só faça o que eu pedi.
Dei uma olhada ao redor pra ver se não tinha ninguém por perto e fiz o que ele pediu. Empinei minha bunda um pouquinho e afastei um pouco mais minhas pernas. Ele veio por trás, me abraçou durante uns segundos e, levantando minha saia novamente, desceu minha calcinha até a altura das minhas coxas.
Eu esperava que ele fosse comer minha boceta ali mesmo, mas ele tinha outra idéia. Senti meu cú ser lambuzado de cuspe. Na hora fiquei gelada, não com medo de ser penetrada no rabo, já que sexo anal não era novidade pra mim. Meu medo foi o tamanho do pênis dele. Eu nunca o tinha visto e fiquei com receio de que fosse grande demais para o meu buraquinho ainda apertadinho.
- Ohhhhh! Põe bem devagar, Gilberto! Por favor! - disse eu quando a cabeça da pica dele fez uma leve pressão no meu ânus. Ele não quis saber de nada, apenas me agarrou firme pela cintura e deslizou seu membro grosso todinho pra dentro de mim, bem devagar. Tive a sensação que ele estava rasgando meu cú, enfiando cada vez mais fundo. Eu gemia e soltava gritinhos de dor e prazer. Ele apenas olhava ao redor para se certificar de que ninguém estava nos vendo e me castigava, sem dó.
A violência das estocadas daquela pica no meu cú e a força com que o Gilberto me agarrava por trás fizeram com que eu perdesse a noção de onde estávamos. Meus gritos agora saiam da minha boca sem qualquer controle e um orgasmo me atingiu em cheio, fazendo meu corpo inteiro tremer. Cheguei a babar de tanto prazer. Era a primeira vez na minha vida que eu estava gozando fazendo sexo anal. Mas era gozando só pelo cú mesmo, sem nem tocar minha boceta. Que loucura!
- Gozaaaaa, sua gostosaaa! Goza com essa pica enterrada no seu cú! - dizia ele no meu ouvido enquanto metia sem dó na minha bunda. Eu tenho certeza que, mesmo fodendo meu ânus, ele sentiu as contrações da minha boceta. Depois que eu gozei ele continuou bombando lentamente, me dando um descanso para que pudesse recuperar meu fôlego.
- Você já pode tirar seu pau do meu cú agora! - disse eu sorrindo, querendo me livrar daquela piroca e dar um descanso para o meu rabo.
- Deixa ele ficar só mais um pouquinho no seu cuzinho gostoso, deixa? - ele pediu tão carinhoso que acabei concordando. Então ficamos os dois parados, bem quietinhos, olhando o movimento dos carros. Eu estava sentindo uma felicidade que nunca tinha sentido antes. Nós dois ali no mirante, a cidade aos nossos pés, um homem maravilhoso e um pau duro, grosso e quentinho espetado até o talo no meu cuzinho, que movimentava dentro de mim de vez em quando, me deixando completamente arrepiada.
- Shhhhhhhh! Está vindo um carro! - disse o Gilberto tirando seu pau do meu rabo rapidinho e enfiando-o de volta em sua cueca. Em seguida levantou sua calça e eu fiz o mesmo com minha calcinha e arrumei minha saia. Ficamos lado a lado, de mãos dadas, vendo o movimento lá embaixo. O carro parou próximo a nós dois e um casal desceu, nos olhou e subiu em uma plataforma, nos deixando a só novamente.
- Agora quero meter um pouco na sua boceta! - disse ele quando percebeu que ninguém mais nos via.
- Aqui? - perguntei a ele.
Antes que ele respondesse eu olhei para o lado e vi uma pequena parede perto da plataforma de observação. Sugeri a ele que fôssemos lá e ele concordou. Fiquei de costas para a parede e de frente pra ele, erguendo e apoiando uma de minhas pernas em um degrau. Então levantei minha saia e afastei minha calcinha para o lado. Ele veio com a pica já dura e cravou na minha boceta sem dó, quase me rasgando, me preenchendo toda.
Fui às alturas quando sua pica começou a entrar e sair da minha xoxota em uma velocidade acelerada, indo cada vez mais fundo. Procurei a boca dele e nos beijamos como loucos. Eu nunca tinha me sentido tão mulher até aquele instante. Ele só precisou dar mais umas quatro bombadas e me desmanchei de prazer. Gozei forte mesmo. Ele apenas sorria, sentindo minha boceta ficar encharcada e seu pênis deslizar suavemente, em um rítmo bem lento agora.
- Agora quero gozar no seu cuzinho, Joyce! - disse ele tirando a pica da minha boceta e me virando de costas pra ele.
- Nãooooo! Meu cú não aguenta essa pica mais não, Gilberto! - respondi tentando me livrar dele.
Ele não falou nada. Apenas me agarrou fortemente e me encostou, de costas pra ele, com o rosto contra a parede. Eu sabia que não tinha mesmo como escapar. Tudo que fiz foi abaixar minha calcinha novamente, subir minha saia, empinar minha bunda e torcer pra ele gozar logo.
- Ohhhhhhhh! Meteee devagarrrr!!! - soltei um grito quando ele meteu a pica no meu cuzinho de uma só vez, me fazendo literalmente subir pela parede. Agora eu gemia alto, sem me importar com o resto do mundo. Eu sabia que tinha gente ouvindo, e isso me deixava mais excitada. Um calor intenso me invadia e minha cabeça rodava de tanto tesão e prazer. Ele me pressionava contra a parede, colocando tudinho dentro de mim, cada vez mais rápido e mais forte, me arrancando gemidos e gritos. Eu não sentia nenhuma dor no meu cú. Sentia era um prazer intenso e queria aquela pica me tocando bem fundo mesmo.
- Vou gozarrrrrrr!!! Ohhhhhh! Que cuzinho gostosooooooo, Joyceeeee! - ele gemia no meu ouvido e agarrou meus cabelos bem forte. De imediato senti uns jatos potentes de pôrra bem quente bem no fundo do meu rabinho. Que sensação única. Nessa hora não aguentei e gozei também, rebolando como uma putinha naquele pinto gostoso.
- Que trepada gostosa, Gilberto! - disse eu quando conseguimos respirar mais calmos - nunca imaginei que você fosse me proporcionar tanto prazer assim.
Depois dessa transa inesquecível eu e o Gilberto namoramos durante um bom tempo. E foi com ele que eu aprendi o que é dar pra um macho de verdade. Bastava um olhar de minha parte que ele já estava de pau duro pronto pra me foder a qualquer hora e qualquer lugar. Como sinto saudades do meu amigo da internet que se converteu em um dos grandes amores da minha vida.