No banho com a irmã mais velha!

Simone sempre foi como um mãezona pra mim e ela sempre exerceu sobre mim um poder maternal que nunca se dissipou, mesmo com os quinze anos que nos separavam. Ela me tratava como se eu ainda fosse o menino que chorava no colo dela quando a mãe saía, e isso continuou depois que ela se casou, depois que virou mulher de outro. Cresci vendo-a como uma extensão da nossa casa liberal, onde corpos não tinham mistério e intimidade era moeda corrente. Éramos cúmplices, quase gêmeos de alma apesar da diferença de idade. Ela tinha o mesmo porte da nossa mãe: alta, pernas intermináveis, pele tão clara que parecia quase translúcida sob a luz. Os mamilos largos e rosados dos seus seios fartos mal contrastavam com o resto do corpo — lembro-me até hoje da primeira vez que notei isso, ainda criança, achando que era normal.
O acidente que levou nosso pai mudou tudo. Eu, com dezoito anos recém-completados, decidi que não aguentava mais o vazio da casa antiga e parti para fora do país levando comigo nossa mãe. Mas antes disso, nos últimos meses que passei aqui, a casa de Simone virou meu refúgio. O cunhado viajava a semana inteira como representante comercial; ela ficava sozinha, gostava da minha presença barulhenta, e eu adorava dormir lá, esticar a rede no quarto dela e fingir que ainda era pequeno o bastante para tudo ser inocente.
Naquela noite específica, cheguei por volta das nove. O ônibus atrasou, o calor grudava na pele. Ela abriu a porta vestindo um babydoll rosa quase transparente, curto o suficiente para mostrar a curva inferior da bunda quando se movia. O tecido colava nos mamilos endurecidos pelo ar-condicionado. Não disse nada sobre a roupa; entrei como sempre, joguei a mochila no canto e fui direto para o quarto dela, onde a TV a cabo exibia filmes que eu nem prestava atenção de verdade.
“Chegou tarde, moleque,” ela falou da cozinha, voz rouca de quem fumou um cigarro escondido.
“Ônibus atrasou. Culpa da empresa, não minha,” respondi já me jogando na rede ao lado da cama.
Ela apareceu na porta do banheiro, deixou-a entreaberta como fazia desde sempre. Tínhamos crescido dividindo espaços, vendo um ao outro sem pudor. Deitei de lado, sintonizei um canal qualquer e fingi assistir. Mas meus olhos traíram. Ela tirou o babydoll devagar, deixou cair no chão. A calcinha desceu em seguida, revelando a marca pálida do biquíni contra a pele leitosa. Quando se inclinou para pegar o shampoo no armário baixo, a bunda se abriu ligeiramente e eu vi tudo: a vulva grande, carnuda, coberta por um tufo escuro e avermelhado que parecia pulsar sob a luz fraca.
Meu pau endureceu na mesma hora, latejando dentro da bermuda. Era diferente das revistas velhas que eu escondia debaixo do colchão — ali não tinha censura, era carne real, quente, a poucos metros. O cheiro de sabonete misturado ao dela invadiu o quarto.
“Silvio,” ela chamou de repente, ainda de costas, “a mãe falou alguma coisa sobre aquela viagem pro Rio antes de… antes?”
Engoli seco. Dois pigarros. “Não. Nada.”
Ela enrolou uma toalha curta na cintura, os seios balançando livres, e saiu. Fiquei ali, bexiga cheia e pau latejando, tentando respirar. Quando ouvi o barulho dela no corredor, levantei correndo para o banheiro. Levantei a tampa, baixei a bermuda e segurei o cacete grosso, a glande já brilhando de pré-gozo. Tentei pensar em qualquer coisa triste para amolecer, mas a imagem daquela buceta peluda não saía da cabeça.
Foi quando a porta abriu de novo. Simone entrou sem bater, nua por baixo da toalha que agora estava dobrada só na cintura. Sentou no bidê ao meu lado, pernas abertas sem cerimônia, os seios pesados quase encostando nas coxas. Olhou direto para o meu pau semi-duro, a cabeça inchada e vermelha.
“Caralho, Silvio… já virou homem mesmo, hein?” A voz saiu baixa, quase surpresa. “Dia desses tu cabia no meu colo e mijava na fralda. Olha o tamanho dessa rola agora.”
“Faz tempo que sou homem,” retruquei, voz tremendo um pouco enquanto tentava mijar. “Por que agora essa surpresa?”
Ela deu uma risadinha rouca. “Porque nunca tinha reparado direito, menino. Essa torneirinha faz inveja em muito macho por aí.” Fez uma pausa, olhando fixo. “Vem tomar banho comigo agora pra gente está economizando água quente."
Costumávamos tomar banho juntos, mas a última vez já tinha sido há muito tempo.
“Agora não,” falei, já subindo o short.
“Deixa de frescura, porra. Tá com vergonha da tua irmã agora? Anda logo, entra debaixo d’água.”
Na hora foi um misto de emoção e medo, mas encarei.
O coração batia na garganta. Tirei a roupa devagar, sentindo o olhar dela me queimar. Entrei no box apertado. Nossos corpos se encostavam inevitavelmente. Meu pau, que tinha amolecido um pouco, inchava de novo só de sentir o calor dela. Simone saiu de baixo do jato, se ensaboou devagar, passando as mãos nos seios, apertando os mamilos até ficarem duros como pedrinhas. Depois desceu a mão entre as pernas, esfregando a buceta peluda com movimentos lentos, quase provocadores.
“Me dá o sabonete,” ela pediu, voz mais grave.
Eu passei. Ela se aproximou, os seios roçando meu peito. “Espera aí, deixa eu tirar o teu sabão.”
Os mamilos dela encostaram em mim de propósito. Meu pau ficou duro na hora, apontando para cima, latejando. Tentei virar de lado, mas ela segurou meu braço.
“Não foge, Silvio. Olha pra mim.” Virou meu rosto com os dedos molhados. “Tá assim por quê? Foi o filme? Ou foi outra coisa?”
“Sei lá… acho que o filme,” menti, sem graça.
Ela riu baixo, maliciosa. “Sei. Depois tu se alivia, então. Mas confessa: não foi só o filme, né, safado?”
Perdi a vergonha de vez. Deixei o pau durão apontando pro teto, sem esconder. Ela deixou o sabonete escorregar de propósito, virou de costas e se inclinou toda, abrindo as pernas. A buceta ficou a centímetros do meu pau, lábios entreabertos, brilhando de água e excitação. Meu caralho deu três pulsações fortes, cuspindo aquele líquido claro que escorreu pela glande.
Fiquei paralisado. Era virgem. Nunca tinha chegado tão perto. Ela não se mexeu. Abriu mais as pernas, um convite mudo. Encostei a cabeça da pica na entrada quente. Senti a carne macia ceder, o calor me engolir. Empurrei devagar. Ela gemeu baixo, empinando mais a bunda.
“Vai, mete, caralho… mete teu pau na buceta da tua irmã,” sussurrou, voz rouca de tesão.
Entrei inteiro. A sensação foi avassaladora: quente, apertada, molhada. Segurei a cintura dela, os dedos afundando na carne macia. Comecei a socar devagar, sentindo cada centímetro ser engolido. Ela apoiou as mãos na parede, jogou a cabeça pra trás.
“Assim, porra… fode gostoso, irmãozinho. Mete fundo, vai, não para.”
Aumentei o ritmo. Os seios dela balançavam a cada estocada. Levei as mãos até eles, apertando com força, beliscando os mamilos. Ela gemia alto agora, xingando baixo entre os suspiros.
“Tá gostando da buceta da mana, né? Tá gostando de meter nessa pepeca peluda?”
“Porra, Simone, que delícia… você está me deixando louco… nunca senti nada assim.”
Continuei dando umas estocadas, quando comecei a acelerar mais, sentindo que iria gozar, ela pareceu ter sentido e começou a rebolar forte, gozando antes de mim e gritando gostoso:
"Aiiiii meu irmãozinho, estou gozando, gozando gostoso nessa rua rola deliciosa"
Em seguida, tirou meu pau e se ajoelhou na minha frente, colocou meu pau na boca fazendo um enorme esforço e recebeu meus jatos de porra todo na garganta, minha pica tinha saído de uma bucetinha molhada pra gozar numa boca quente e gulosa. Segurei a cabeça dela e enfiei o pau até ela sugar até a última gota da minha porra.... A boca quente envolveu a glande, a língua rodando enquanto eu explodia. Jatos grossos bateram no fundo da garganta dela. Segurei sua cabeça, empurrando até o talo, sentindo ela engolir cada gota sem soltar.
Quando terminei, ela levantou devagar, limpando o canto da boca com o dorso da mão. Olhou pra mim com um sorriso cansado e satisfeito.
“Nossa Silvinho, que canseira gostosa tu me deu agora e pica deliciosa tu tem, menino. Se você quiser, vou querer sempre e com certeza isso não termina aqui.”
E me puxou de novo pra debaixo d’água, como se nada tivesse mudado — e, ao mesmo tempo, como se tudo tivesse mudado para sempre.
Momentos depois ainda no banho Simone me olhava com aqueles olhos que sempre souberam ler além do que eu dizia. A água ainda escorria pelos nossos corpos, o vapor embaçando o vidro do box, mas nada conseguia apagar a clareza do que acabara de acontecer. Ela não se afastou. Em vez disso, encostou a palma da mão no meu peito, sentindo o coração disparado, e desceu devagar até envolver meu pau, que ainda latejava, semi-mole, coberto de saliva e resquícios de porra.
“Olha só pra isso,” murmurou, voz baixa e rouca, quase reverente. “Ainda tá quente… ainda tá grosso. Você gozou na boca da tua irmã e nem piscou. Tá orgulhoso, Silvio?”
Eu não respondi de imediato. O gosto da vergonha misturava-se ao tesão residual. Segurei o pulso dela, não para afastar, mas para sentir o pulso acelerado sob a pele. “Não sei o que eu tô sentindo. Só sei que… porra, Simone, eu queria isso faz tempo. Sem nem saber que queria.”
Ela apertou de leve, fazendo meu pau dar um pulso involuntário. “Mentira. Você sabia. Todo menino sabe quando começa a olhar pra irmã de um jeito diferente. Eu via nos teus olhos quando tu ficava me espiando na cozinha, fingindo que era só curiosidade. Eu deixava. Sabia que um dia ia acontecer.”
Ela se virou de frente, encostando os seios molhados no meu peito. Os mamilos duros roçavam minha pele como se quisessem marcar território. Beijou meu pescoço devagar, mordiscando a pele logo abaixo da orelha. “Agora me diz a verdade: quantas vezes tu já bateu uma pensando na buceta da mana?”
Engoli em seco. A confissão veio rouca, quase sussurrada contra o cabelo dela. “Muitas. Depois que vi tu de biquíni naquele verão… depois que tu dormia de camisola curta e eu via a calcinha marcando. Eu imaginava abrindo tuas pernas, cheirando, lambendo. Imaginava meter devagar, sentindo tu gemer meu nome.”
Ela riu baixo, um som que era metade prazer, metade provocação. “E agora não precisa mais imaginar.” Desceu a mão, guiando meu pau entre as coxas dela, sem penetrar, só esfregando a glande inchada nos lábios grossos e peludos. “Sente como tá molhada ainda? É por tua causa. Meu irmão me deixou pingando.”
Empurrei os quadris para frente por instinto. A cabeça roçava o clitóris dela, que inchava visivelmente sob o toque. Simone gemeu, os olhos semicerrados. “Isso… esfrega aí. Mostra pra mim como tu queria me foder nesses teus sonhos sujos.”
Aumentei o ritmo, segurando a bunda dela com as duas mãos, abrindo as nádegas enquanto a glande deslizava para cima e para baixo na entrada escorregadia. Ela jogou a cabeça para trás, batendo na parede de azulejo. “Caralho, Silvio… assim tu me deixa louca. Quer entrar de novo? Quer meter essa rola grossa de novo até o talo e me encher de porra?”
“Quero,” respondi sem hesitar dessa vez. “Quero foder tu até tu não aguentar mais. Quero ouvir tu implorar.”
Ela se virou de costas outra vez, empinando a bunda alta, as mãos apoiadas na parede. Abriu as pernas o máximo que o box permitia. “Então vem. Abre essa buceta com teu pau. Mostra que tu é homem de verdade agora.”
Segurei a base do caralho, alinhei a glande na entrada quente e empurrei de uma vez. Entrei inteiro num só movimento. Ela soltou um grito abafado, meio dor, meio prazer puro. “Porra… tá maior do que momentos atras… tá me abrindo toda…”
Comecei a socar com força, sem dó enquanto Simone rebolava freneticamente. Cada estocada fazia os seios dela balançarem violentamente. O som molhado da carne batendo ecoava no banheiro pequeno. Ela empurrava contra mim, encontrando cada investida.
“Mais forte, caralho… me arromba… fode tua irmã como se fosse uma puta qualquer. Me usa.”
Levei uma mão até o clitóris dela, esfregando em círculos rápidos enquanto metia fundo. Senti os músculos internos se contraírem em volta do meu pau, apertando como se quisessem me sugar para dentro. “Tá gozando, né? Tá gozando no pau do teu irmãozinho…”
“Sim… sim, porra… tô gozando, tô gozando mais forte agora… não para… não tira…”
O orgasmo dela veio em ondas violentas. As pernas tremeram, os gemidos viraram gritos roucos. Apertei os seios com força, beliscando os mamilos até ela arquear as costas. Quando senti meu próprio gozo subindo de novo, não avisei. Só acelerei, socando até o fundo, e explodi dentro dela. Jatos quentes encheram a buceta apertada, escorrendo pelas coxas dela misturados com a água.
Fiquei parado, ofegante, ainda enterrado até o talo. Ela virou o rosto, olhos vidrados, boca entreaberta. “Tu gozou dentro… sem camisinha… sem nada…”
“Não consegui parar,” admiti, voz rouca.
Ela sorriu devagar, um sorriso perigoso e satisfeito. “Nem eu queria que parasse.” Apertou os músculos internos de propósito, ordenhando as últimas gotas. “Agora tu marcou tua irmã. Essa buceta é tua quando tu quiser. Mas tem uma condição.”
“Qual?” perguntei, ainda dentro dela, sentindo o calor pulsar ao redor.
“Tu vem morar aqui de vez. Nada de viagem pro exterior. Nada de me deixar sozinha. Quero acordar com teu pau duro encostado na minha bunda todo dia quando meu marido não estiver. Quero foder contigo até esquecer que existe mais alguém no mundo.”
Saí devagar, vendo minha porra escorrer pelas coxas claras dela. Ela se virou, me beijou com fome, língua invadindo minha boca como se quisesse provar o gosto de nós dois misturados.
“Então tá combinado,” murmurei contra os lábios dela. “Eu fico. E tu vai aprender o que é ser fodida todo dia pelo teu irmão.”
Ela riu, mordendo meu lábio inferior. “Promessas, promessas… Agora me leva pra cama. Quero sentir teu peso em cima de mim. Quero mais. Muito mais.”
E assim, com a água ainda caindo ao fundo, saímos do banheiro pingando, corpos colados, sabendo que aquela noite era só o começo de algo que nenhum de nós jamais conseguiria — nem desejaria — parar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
No banho com a irmã mais velha!

Codigo do conto:
254532

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/02/2026

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