Evangélica e carente: pegas no flagra pelo pai e pelo irmão!
Rayane e Lorrana estavam na cama de casal que ela dividia com Erique — o mesmo colchão que já tinha sido palco de tantas depravações secretas. O ar estava saturado: cheiro forte de buceta excitada, porra seca grudada na pele, suor frio misturado ao calor baiano que entrava pelas frestas da janela entreaberta. O lençol já era uma ruína — manchas escuras de esguichos antigos, fios brancos ressecados de porra de cachorro, baba, lágrimas. Elas não se importavam. O corpo não queria limpeza; queria mais sujeira. Era uma tarde de domingo preguiçosa, o sol filtrando pelas cortinas finas e aquecendo os corpos nus das duas mulheres. Rayane estava deitada de costas, pernas escancaradas, enquanto Lorrana montava em sua cara, esfregando a buceta rosada e encharcada na boca da amiga. A língua de Rayane entrava fundo, lambendo o interior quente e melado, chupando o clitóris inchado com sucção ritmada enquanto as mãos agarravam as nádegas claras da missionária, abrindo-as para enfiar dois dedos no cuzinho apertado. Lorrana gemia alto, quadris girando em círculos lentos e desesperados, os seios médios balançando enquanto se masturbava o próprio clitóris com uma mão. “Porra, Rayane… lambe mais fundo, vai… enfia essa língua toda na minha buceta… chupa minha xota como se fosse o último dia da Terra… ahhh… tô gozando… tô gozando na sua boca, sua putinha corneteira e incestuosa!” Rayane respondeu com um gemido abafado, os dedos bombando no cu da loira enquanto a língua rodopiava no clitóris. Lorrana convulsionou, esguichando forte na cara da amiga, o líquido quente escorrendo pelo queixo, pelo pescoço, pingando nos seios fartos de Rayane. Elas trocaram de posição com pressa animal: Rayane sentou no rosto de Lorrana, esfregando a buceta depilada e inchada na boca dela, enquanto enfiava três dedos na buceta rosada da missionária, socando com força. “Chupa minha xota, sua missionária vadia… lambe toda a porra que sobrou do pastor… do cachorro… dos bandidos… me faz gozar na sua cara de missionária… goza comigo, sua cadela!” Lorrana obedeceu, língua penetrando fundo, chupando o clitóris enquanto os dedos de Rayane a arrombavam.Lorrana enfiou dois dedos na buceta da morena enquanto chupava o cu, mexendo devagar, sentindo as paredes internas ainda inchadas pulsarem ao redor. O som era obsceno: molhado, viscoso, o estalo dos dedos entrando e saindo misturado ao barulho da língua lambendo o anel dilatado. Rayane gozou assim, de bruços, sem aviso — um esguicho lento e quente que escorreu pela mão de Lorrana, pingou no lençol, molhou as coxas da loira. Elas gozaram juntas de novo, gritos abafados, corpos tremendo, esguichos molhando o lençol já encharcado. Rayane gritou desesperada quando começou a gozar. “Tô gozandooooo, tá vindo, tá vindo porra… tô gozando no seu dedo… na sua boca… ahhh… caralho… continua chupando… não para, não para, sua vagabunda…” Foi nesse exato momento que a campainha tocou. Rayane congelou, Lorrana também. Elas se olharam, olhos arregalados, bocas ainda brilhando de sucos uma da outra. Outro toque na campainha. Depois batidas na porta. “Rayane? Filha? Sou eu, seu pai. Trouxe seu irmão. Trouxe um presente pro seu aniversário que tá chegando.” A voz de Eduardo ecoou pela casa. Rafael completou: “Mana, abre aí. Tá tudo bem?” Rayane sentiu o coração parar. Elas estavam nuas, suadas, meladas, fedendo a sexo intenso. O quarto cheirava a buceta, porra velha, suor e incenso residual do terreiro. Não dava tempo de se limpar. Lorrana sussurrou, pânico na voz: “Não abre… eles vão embora, depois eles voltam…” Mas a campainha tocou de novo. Batidas mais fortes. Rayane se levantou, enrolou-se numa toalha que estava jogada na cadeira, mas o corpo ainda brilhava de suor e fluidos. Lorrana se cobriu com o lençol. “Eu vou falar que tô no banho… que eles voltem outro dia…” Rayane abriu a porta do quarto, mas antes que pudesse descer as escadas, ouviu o som inconfundível da chave girando na fechadura. Eduardo tinha cópia da chave — “por segurança”, ele sempre dizia. A porta da frente se abriu. Eduardo entrou primeiro, carregando uma caixa embrulhada em papel colorido. Rafael atrás, sorrindo. “Filha? Cadê você? Trouxe seu presente…” Eles pararam no meio da sala. O cheiro os atingiu primeiro — sexo cru, feminino, animalesco. Depois o som: gemidos abafados vindo do andar de cima, pois enquanto Rayane ia descendo em direção a sala, Lorrana continuava se tocando e soltava alguns gemidos involuntários. Depois eles ouviram os passos descendo. Rayane apareceu no topo da escada, enrolada na toalha curta, cabelos molhados de suor, rosto corado, lábios inchados. Atrás dela, Lorrana, enrolada no lençol, olhos vermelhos de choro recente. Eduardo largou a caixa no chão. O sorriso morreu. “Que porra é essa, Rayane?” Rafael arregalou os olhos, reconhecendo Lorrana. “Mana… Lorrana… vocês…?” Rayane desceu os primeiros degraus, voz trêmula. “Pai… Rafael… eu… a gente… não esperava vocês…” Eduardo subiu dois degraus, rosto vermelho de raiva. “Eu ouvi os gemidos. Eu sinto o cheiro. Vocês duas… aqui… na cama do Erique… se esfregando como duas putas lésbicas… isso é o que você virou, Rayane, pois após a conversa que tivemos na sua última visita lá em casa, com seu irmão presente você me confirmou que iria andar na linha? Isso é o que você faz nas minhas costas? E você, Lorrana? Missionária? Pregando pureza na igreja e se esfregando na minha filha?” Lorrana começou a chorar alto, o lençol caindo um pouco, expondo um seio. “Desculpa… senhor Eduardo… foi um erro… a gente… a gente se perdeu… por favor… não conta pra ninguém… a gente pede perdão… a gente ora todo dia… a gente quer parar…” Eduardo riu seco, amargo. “Parar? Vocês fedem a sexo. Vocês estão meladas. Eu vejo nos olhos de vocês que não querem parar. Vocês são duas depravadas. Eu e o Rafael vamos embora. Não volto mais aqui. Nunca mais. Você não é mais minha filha.” Rafael assentiu, rosto contorcido de decepção e raiva. “Mana… eu te amava… mas isso… isso é demais. Se roçando com a missionária? Na cama do seu marido? Você se rebaixou demais.” Ele virou as costas. Eduardo também. Rayane e Lorrana desceram correndo os degraus, toalha e lençol caindo, ficando nuas no meio da sala. Ajoelharam-se aos pés deles, agarrando as pernas, chorando alto. “Pai… por favor… não vai embora… me perdoa… eu sou sua filha… eu te amo… eu preciso de você…” “Rafael… meu irmãozinho… não me deixa… eu sou sua irmã… eu te amo… me perdoa…” Eduardo parou. Olhou para baixo. Viu as duas nuas, ajoelhadas, corpos marcados por mãos, bocas, paus. Rayane com lágrimas escorrendo pelos seios fartos, Lorrana com o rosto sardento molhado, implorando. Rafael também parou. Olhou para a irmã — nua, vulnerável, submissa. Rafael lembrando de dias atrás, quando junto com o pai, meteu forte e gostoso na irmã, começou a sentir o pau endurecer e latejar dentro da bermuda. Ele tentou esconder, mas já era tarde. Rayane viu primeiro. Olhou para o volume do irmão. Depois para o do pai. Ambos endurecendo visivelmente. Ela sussurrou, voz rouca: “Vocês… estão excitados… vendo a gente assim… implorando… nuas… submissas…” Lorrana percebeu também. Levantou o rosto, lágrimas ainda caindo, mas os olhos mudaram — de desespero para fome. “Vocês querem deixar a gente aliviar isso… né? Deixa por favor, a gente aliviar vocês… por favor… deixa a gente mostrar que podemos ser suas, que podemos resolver tudo isso da melhor maneira possivel… que a gente pode amar vocês…” Rayane estendeu a mão devagar, tocou o volume na bermuda do pai. Apertou devagar. Eduardo gemeu baixo, olhos fechando por um segundo. Rafael tentou recuar, mas Lorrana já estava abrindo o zíper dele, tirando o pau duro pra fora. 19 centímetros latejando, veias saltadas, pré-gozo pingando. “Olha isso Rayane… o pau do seu irmão… duro por mim… por ver a gente assim…” Rayane abriu a bermuda do pai. O pau grosso saltou — 20 centímetros de carne grossa, veias pulsando, cabeça vermelha brilhando. “E o do meu pai… duro e latejando por ver a filha nua implorando… por ver a gente de joelhos…” Elas não esperaram mais. Rayane pegou o pau do pai com as duas mãos, abriu a boca e engoliu a glande, chupando com fome. Lorrana pegou o do Rafael, lambeu a glande devagar, depois engoliu até a garganta, engasgando. “Chupa gostoso, filha… lambe o pau do papai… engole tudo… mostra como você é minha putinha…” “Chupa, missionária… engole o pau do irmão de igreja… engasga… isso… boa vadia… chora enquanto chupa…” Elas chuparam com voracidade. Bocas se encontrando nos paus, línguas se tocando, saliva escorrendo pelos queixos, gemidos abafados. Rayane engolia o pai até a garganta, engasgando, lágrimas escorrendo; Lorrana chupava Rafael com sucção forte, lambendo as bolas enquanto masturbava o pau. Depois de minutos de oral molhado e barulhento, elas se deitaram no sofá, pernas abertas. “De quatro… empinem… queremos foder vocês… agora.” Rayane e Lorrana se colocaram de quatro no sofá, bundas empinadas, rostos virados uma para a outra. Eduardo se posicionou atrás de Rayane, cuspiu na buceta morena e enfiou o pau inteiro. Rayane gritou, corpo arqueando. “Paaaai… mais forte, mete mais fundo e mais rápido vaaaai...tá me rasgando… fode, fode assim forte… me arromba… mete forte, mete rápido até me encher de porra!” Rafael se posicionou atrás de Lorrana, enfiou na buceta rosada. Lorrana chorou de prazer. “isso, isso, varao… tá batendo no fundo… fode forte e rápido vaaai, mais, mais forte vai… me fode como puta… me rasga, me arromba!” Eles meteram com violência. Tapas fortes nas bundas, puxões de cabelo, xingamentos chulos. “Toma, filha… sente o pau do papai te fodendo… goza gritando… mostra como você é minha puta!” “Toma, missionária… sente o pau do varao te arrombando… goza na minha rola… grita, porra!” Elas gozaram juntas, esguichando forte, gritando nomes uma da outra, lágrimas escorrendo. Depois trocaram: Rafael na buceta de Rayane, Eduardo no cu de Lorrana. Mais tapas, mais gritos, mais gozos. “Me fode o cu, seu Eduardo… me arromba, vai, arregaça com meu cuzinho… me enche!” “Fode, fode forte a minha buceta vaai, irmão… me rasga, me arromba forte assim vaaai… me faz gozar!” Erique chegou nesse momento. Abriu a porta da frente com a chave reserva, entrou em silêncio. Parou na entrada da sala, vendo tudo: a esposa de quatro sendo fodida pelo irmão, a missionária sendo arrombada no cu pelo sogro, os quatro gemendo alto, porra e esguichos molhando o sofá. Ele não gritou, ele apenas reagiu admirado. Sorriu — um sorriso sacana, malicioso, excitado. Observou atentamente a esposa e a missionária delirar levando rolas, as rolas do sogro e do cunhado, ali bem próximo a ele, no sofá onde ambos passavam momentos de lazer. Rayane viu primeiro. Gritou rouca: “Erique, amor… você… chegou cedo…” Erique se aproximou, com o volume do pau duro já em evidência na calça. “Eu cheguei. E como falei com vocês duas recentemente quero participar. Como combinamos.” Eduardo e Rafael pararam, surpresos. Olharam para o genro/cunhado sorrindo. Tirou o short devagar, o pau duro saltando livre. Erique falou calmo: “Continuem. Fodem elas. Eu quero ver. Depois… eu entro.” Eduardo riu baixo, voltou a meter no cu de Lorrana. “Então assiste, genro… vê como sua esposa goza no pau do irmão dela… e como seu sogro arromba sem dó o cuzinho dessa missionária putinha.” Rafael continuou fodendo Rayane. “Olha, cunhado… olha como sua mulher grita quando leva rola do próprio irmão…” Erique se masturbou devagar, assistindo. Depois se aproximou de Rayane, que cavalgava no pau do irmão. “Continua sentada no pau dele, amor… mas empina, isso, empina bastante…” Rayane obedeceu, empinando a bunda. Erique cuspiu no cuzinho dela, alinhou o pau e enfiou devagar. Rayane gritou alto, o corpo tremendo com a dupla penetração. “Ahhhhhhhhhhhhh caralho, aí é covardia. Dois paus… irmão na buceta… marido no cu… ahhh… tô cheia, amor assim vou cagar no seu pau e mijar no pau de Rafael… tô explodindo… fode mais… me rasga!” Eduardo assistia incrédulo, vendo a filha receber e rebolar gostoso recebendo duas rolas, lembrando do dia que ele e Rafael fizeram a mesma coisa com ela, porém ele continuou metendo forte em Lorrana, que gritava ferozmente vendo a amiga sendo completamente empalada pelo marido e pelo irmão. Lorrana gritava: “Olha ela… levando rolada dupla… gozando louca… me fode mais, seu Eduardo…arromba esse cuzinho que é todinho seu!” Erique e Rafael meteram juntos em Rayane, ritmados, vai e vem, pau na buceta e pau no cu, tapas fortes na bunda, puxões de cabelo. Rayane rebolava, de maneira frenética e absurda, sentindo os dois paus bombarem em suas entranhas de vadia evangélica. “Ahhh eu não estou aguentando mais, tô gozando… com dois paus me fodendo… minha bucetinha e meu cuzinho estão dilacerados… ahhh… me enchem, vai… me melam de porra!” Ela gozou forte, esguichando nos dois paus, corpo convulsionando, lágrimas escorrendo. Erique saiu, foi pra Lorrana. Cuspiu na buceta dela, enfiou o pau enquanto Eduardo continuava no cu. Dupla penetração em Lorrana agora. Lorrana berrou: “Ahhhhh meu Deus, não para, não para vai, continua, continua metendo forte, seu Eduardo e Erique. Dois paus… seu Eduardo no cu… Erique na buceta… tô cheia… tô gozando… ahhh… me fodem mais… me encham de porra!” Ela gozou gritando, esguichando forte, corpo tremendo. Eles continuaram revezando — buceta e cu, boca e mão, posições insanas no sofá, no chão, na parede. Gozos múltiplos, esguichos, porra escorrendo, tapas fortes, xingamentos chulos. “ Toma, sua puta… engole meu pau… engasga… isso… boa vadia!” “Empina mais… quero ver esse cu piscando enquanto te fodo… toma tapa… toma mais!” Por fim, todos gozaram juntos. Eduardo no cu de Lorrana, Rafael na buceta de Rayane, Erique na buceta de Lorrana e depois no rosto de Rayane. Porra grossa melando rostos, seios, barrigas, coxas. Elas desabaram, ofegantes, meladas, abraçadas. Depois se levantaram, nuas, foram à cozinha, voltaram com suco gelado e biscoitos. Sentaram todos no sofá, nus, suados, exaustos, rindo baixo. Rayane sussurrou: “Nossa, vocês acabaram com nós duas. Espero que não se irritem conosco.” Eles brindaram com suco, corpos colados, prontos para o que viesse. Porque o desejo não tinha mais limites. E eles também não.
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