Semanas se arrastaram como correntes pesadas nos tornozelos. Rayane e Lorrana tentaram, de verdade, voltar à superfície, voltar a normalidade de uma vida pacata e santa. Cultos matinais, reuniões de oração, visitas domiciliares, hinos cantados com voz trêmula. Mas o corpo não esquece. Acordavam com a buceta latejando, o cu piscando vazio, o gosto fantasma de porra grossa na língua. Durante o dia, trocavam mensagens codificadas — “Senti saudade da reunião de ontem” significava “quero ser arrombada de novo”; “Vamos orar juntas hoje?” queria dizer “preciso gozar gritando”. Elas se encontravam na casa de Lorrana, se beijavam com desespero, esfregavam bucetas até esguichar, mas nunca era suficiente. O fogo que os bandidos acenderam não apagava; só crescia. Na igreja, sentavam lado a lado na terceira fileira, vestidos longos, lenços no pescoço escondendo chupões antigos. Erique ao lado de Rayane, cabeça baixa em oração, alheio ao tremor das coxas da esposa. Lorrana, como missionária, ajudava na distribuição de folhetos, sorriso forçado, olhos azuis vidrados de quem não dorme direito há dias. Naquele domingo, o culto estava quase no fim quando o pastor Baltazar subiu ao púlpito. Homem de 52 anos, barba grisalha bem aparada, voz grave que costumava confortar. Mas naquele dia o tom era outro — severo, quase acusador. Ele ergueu as mãos pedindo silêncio. “Irmãos, o Senhor me visitou em sonho esta semana. Uma revelação pesada. Duas irmãs que frequentam esta casa, que cantam hinos, que distribuem folhetos… estão vivendo na carne de forma depravada, repugnante, digna de juízo.” O silêncio caiu como chumbo. Rayane sentiu o estômago revirar. Lorrana apertou a Bíblia contra o peito até os dedos ficarem brancos. “Eu vi tudo”, continuou Baltazar, olhos percorrendo a congregação sem pousar em ninguém específico. “Duas mulheres, uma casada, outra missionária, entregando-se a todo tipo de imundície. Orgias com desconhecidos em becos imundos, deixando que homens violentos as arrombassem em colchões sujos, tomando porra na boca, na cara, no corpo inteiro. Chorando de prazer enquanto eram fodidas de quatro, de lado, em pé, gritando como cadelas no cio. Uma delas levou rola dupla — buceta e cu ao mesmo tempo —, esguichando como fonte enquanto implorava por mais. A outra chupava pau de bandido como se fosse o próprio pão da vida. Elas saíram meladas, marcadas, pingando sêmen pelas coxas, sorrindo como se tivessem encontrado Deus.” O pastor não poupou em nada no detalhes chulos, afinal não havia nenhuma criança presente. Rayane sentiu o mundo girar. O coração martelava tão forte que achou que todos ouviriam. Erique já sabendo que as duas andavam se pegando, pois o mesmo já presenciou e participou de uma pegação entre elas, olhou de forma incrédula pra Rayane, a mesma olhou pra ele como se tivesse pedindo perdão e misericórdia. Lorrana começou a tremer, lágrimas silenciosas escorrendo. Ninguém mais, além de Erique olhava diretamente para elas — ainda —, mas o ar estava carregado de suspeita. “Eu não vim citar nomes”, prosseguiu o pastor, voz mais baixa agora. “O Senhor me pediu para alertar. Essas irmãs estão aqui hoje. Elas sabem quem são. Que o Espírito as convença do pecado. Que se arrependam antes que seja tarde.” O culto terminou em silêncio constrangedor. Erique informou a Rayane que iria espera-la no carro e que era pra ela resolver essa situação com Lorrana hoje mesmo e aconselhou ela a convencer Lorrana a conversar com o pastor apos todos sairem. Cumprimentos rápidos, abraços frios, gente saindo depressa. Rayane e Lorrana ficaram até o fim, fingindo arrumar cadeiras. Quando o último irmão saiu, elas se olharam. Sem dizer nada, foram ao banheiro feminino nos fundos. Lorrana entrou primeiro, trancou a porta, caiu de joelhos no chão frio e chorou alto, soluços rasgados. “É minha culpa… tudo isso… eu que comecei… eu que tirei a calcinha naquele dia… eu que abri as pernas pros bandidos… eu que deixei eles me arrombarem na frente de todos… eu que gozei gritando como puta… eu que te arrastei pra isso, Rayane… me perdoa… me perdoa…” Rayane se ajoelhou ao lado, abraçou-a forte, também chorando. “Não… não é só você. Eu quis. Eu sempre quis. Desde o meu pai… desde o meu irmão… desde aquele cachorro lá na minha rua… desde o mendigo… desde os caras na estrada… eu quis tudo. Eu te puxei, Lorrana pra essa vida de depravação. Eu te fiz provar o pecado. E agora a gente tá perdida… mas eu não consigo parar. Eu sinto falta… sinto falta de ser usada… de ser melada… de chorar gozando… me perdoa você também…” Elas choraram abraçadas no chão do banheiro, lágrimas quentes misturando-se ao suor, ao cheiro residual de sexo que ainda carregavam. Rayane conversou em total cumplicidade com ela, convenceu ela a ir às duas juntas conversar com o pastor Baltazar, pedir perdão e prometer total disciplina na resolução desses pecados carnais. Depois de minutos, se levantaram, lavaram o rosto, ajeitaram os cabelos. Voltaram ao salão vazio. O pastor Baltazar ainda estava lá, arrumando a Bíblia no púlpito, sozinho. Ele ergueu os olhos quando as viu. Não pareceu surpreso. “Eu sabia que vocês duas voltariam.” Rayane engoliu seco. Lorrana segurou a mão da amiga com força. “Pastor… o senhor… o senhor sabe que somos nós?” Baltazar assentiu devagar. “Eu sei. O Espírito me mostrou os rostos. Eu vi tudo. As orgias, os cães, os bandidos, o terreiro. Vi vocês gritando, gozando, chorando de prazer enquanto eram arrombadas. Vi a porra escorrendo pelas coxas de vocês. Vi o sorriso nos rostos depois. Eu poderia contar pra igreja inteira. Poderia chamar o conselho, exigir disciplina, expulsão. Mas não vou. Com uma condição.” Rayane perguntou, voz rouca: “Qual condição, pastor?” Baltazar desabotoou devagar a calça social preta. O pau saltou livre — grosso, escuro, veias saltadas, já duro como pedra, uns 22 centímetros, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ele segurou a base, masturbou devagar, olhando pras duas. “Vocês vão me dar o que deram pros outros. Aqui. Agora. No salão do Senhor. Se fizerem direito, eu guardo silêncio. Se não… amanhã todo mundo sabe.” Rayane sentiu o estômago revirar — repulsa, medo, culpa. Mas também o calor subindo de novo, a buceta contraindo vazia, o cu piscando. Lorrana balançou a cabeça, lágrimas novas. “Não… pastor… isso é sacrilégio… a gente tá tentando parar… a gente quer andar na linha…” Baltazar continuou masturbando, lento, deliberado. “Vocês não querem parar. Vocês querem mais. Olhem pra mim. Olhem pro que o Senhor me deu. Olhem e decidam.” Rayane olhou. O pau reluzente, duro, em riste. Lembrou do Pai Jorge, dos bandidos, do cachorro. O corpo traiu mais uma vez. Sem falar nada, ela abaixou a calcinha por baixo da saia longa, deixou cair no chão, ergueu a saia até a cintura, expondo a buceta depilada brilhando de umidade. Lorrana sussurrou, desesperada: “Rayane, amiga… resista… por favor… a gente consegue, não se entregue…” Rayane olhou pra amiga, olhos vidrados. “Não consigo, Lorrana. É mais forte que eu. Desculpa.” Ela se aproximou do pastor, ajoelhou-se devagar, pegou o pau quente com as duas mãos, alisou devagar, depois abriu a boca e engoliu a cabeça. Chupou com fome, língua rodopiando, saliva escorrendo. Lorrana assistia, tremendo, lágrimas escorrendo — mas a mão dela já estava entre as próprias pernas, mexendo devagar. Rayane tirou a boca, olhou pra trás. “Vem, Lorrana… vem chupar comigo… você sabe que quer… vem provar o pau do pastor… vem ser puta comigo mais uma vez…” Lorrana soluçou, mas andou até lá. Ajoelhou ao lado da amiga. Pegou o pau com Rayane, as duas bocas se encontrando na glande, línguas se tocando enquanto chupavam juntas. Boca contra boca, língua contra língua, saliva escorrendo pelo pau do pastor, gemidos abafados. “Chupem gostoso, filhas… lambam o pau do seu velho pastor… engulam tudo… sejam minhas putinhas no altar…” Elas chuparam com desespero. Rayane engolia até a garganta, engasgando; Lorrana lambia as bolas pesadas, chupando uma de cada vez. O pastor gemeu, segurou as cabeças, fodeu as bocas alternadamente. Depois de minutos de oral molhado e barulhento, ele puxou as duas para cima. “Quero as duas de quatro agora. No púlpito. Empinem essas bundas santas pra mim.” Elas obedeceram. Subiram no púlpito de madeira, de quatro, bundas empinadas, saias levantadas. Baltazar se posicionou atrás de Rayane primeiro. Cuspiu na buceta morena, alinhou o pau e empurrou com força. Rayane gritou, o corpo arqueando. “Caralho… pastor… tá me rasgando… fode forte… me arromba… me enche de porra santa!” Ele meteu com violência, tapas fortes na bunda que ecoavam no salão vazio, puxando os cabelos dela. “Toma, filha perdida… sente o pau do pastor te possuindo… goza como a puta que você é!” Rayane gozou rápido, esguichando no púlpito, gritando: “Tô gozando… no pau do pastor… ahhh… me fode mais… me mela com sua porra, vai!” Ele saiu e foi pra Lorrana. Enfiou na buceta rosada, esticando-a até o limite. Lorrana chorou de prazer. “Aiiii… pastor… tá batendo no fundo… fode meu cu também… me arromba os dois buracos… me faz chorar gozando!” Baltazar obedeceu. Cuspiu no cuzinho dela, enfiou o pau inteiro, entrou com uma certa dificuldade, mas a medida que o pastor metia ela rebolava devagar e empurrava a bunda pra trás pra socar mais. Lorrana gritou, lágrimas escorrendo. “No cu… tá me rasgando o cu… fode forte, pastor… me enche… quero sair daqui pingando tua porra!” Ele alternava: buceta de uma, cu da outra, tapas fortes, puxões de cabelo, xingamentos chulos. “Toma, missionária vadia… sente o pastor te arrombando… goza gritando… mostra pra mim diante desse altar como você é puta!” “Toma, casada infiel… empina mais essa bunda… quero ver esse cu piscando enquanto te fodo… grita, porra!” Depois de foder as duas separadamente, ele as colocou lado a lado, de quatro. Enfiou na buceta de Rayane enquanto enfiava três dedos no cu de Lorrana. Depois inverteu. Depois colocou as duas de costas, pernas abertas, e meteu alternadamente, socando fundo. “Vocês vão gozar juntas… gozem no pau do pastor… mostrem como são putas arrependidas!” Elas gozaram ao mesmo tempo, esguichando forte, gritando nomes uma da outra, lágrimas escorrendo, corpos convulsionando. “Tô gozando… no pau do pastor… ahhh… me enche… me melar toda!” Após uma gozar o pastor meteu na buceta da outra. “Tô gozando também, seu pastor safado… chorando gostoso… fode mais… goza dentro… me faz tua!” Baltazar saiu da buceta de Lorrana, enfiou no cu de Rayane, socou com força bruta e gozou. Jatos grossos inundaram o cuzinho, transbordando, escorrendo pelas coxas morenas. Saiu e enfiou no cu de Lorrana, gozando mais, enchendo-a até vazar pelos lados. As duas desabaram no púlpito, ofegantes, meladas de porra, lágrimas secando no rosto, sorrisos exaustos nos lábios. Baltazar guardou o pau, ajeitou a calça. “Agora vão. E não voltem a pecar. Mas se pecarem… já sabem onde me encontrar.” Rayane e Lorrana se olharam, ainda tremendo. “Vamos pecar… toda semana… com você… com os outros… com tudo.” Elas se levantaram devagar, pernas bambas, saias manchadas, corpos marcados. Saíram da igreja pela porta dos fundos, porra escorrendo pelas coxas, o sorriso de satisfação nos lábios inchados. O culto tinha terminado. Mas era o começo de mais um novo pecado, adicionado a rotina depravada dessas duas evangélicas que estão mais do que nunca com as bucetinhas e cuzinhos pegando fogo.
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