Vendo meu pai traçando forte minha mãe, não resisto e em seguida entro pra meter!
A noite caiu pesada sobre a casa, o tipo de silêncio que amplifica cada rangido de madeira, cada respiração mais funda. O pai, depois de um jantar calado e uma cerveja a mais, puxou Renata pela mão no corredor, voz baixa e rouca: “Vem, mulher. Tô precisando de você hoje, aquela cena de você se masturbando não sai da minha cabeça.” Ela deixou-se levar, o corpo já respondendo por instinto, mesmo que a mente estivesse em outro lugar — ou em outro pau. No quarto do casal, a luz do abajur ao lado da cama era amarelada, fraca, suficiente só para delinear contornos. O pai tirou a camisa sem cerimônia, a barriga um pouco saliente agora aos 48 anos, mas o pau já meio duro marcando a calça. Renata se despiu devagar, de costas para a porta entreaberta — porta que ela nunca mais fechava completamente desde aquela tarde em que Lucas quase foi pego. O vestido floral caiu aos pés, a calcinha preta seguiu. Ela ficou nua, bunda empinada de leve enquanto se inclinava para acender o abajur do outro lado. Lucas estava no corredor, coração martelando. Ouviu o primeiro gemido dela quando o pai a puxou para a cama. Encostou a orelha na madeira, mão já dentro da calça de moletom, pau latejando na palma. A porta estava só encostada, uma fresta fina o suficiente para ver tudo: a cama king size, os corpos se movendo, o cheiro de sexo já começando a vazar. O pai deitou Renata de costas, abriu as pernas dela com os joelhos, meteu sem preliminares. O pau dele, médio mas grosso na base, desapareceu inteiro na buceta dela num movimento seco. Renata arfou, unhas cravando nos ombros dele. — Isso… mete forte, amor… me abre toda… Ele obedeceu, bombando ritmado, saco batendo na carne dela. Renata gemia alto, sem se importar com o volume — ou talvez querendo que alguém ouvisse. — Caralho… tá gostoso… fode mais rápido… me faz gozar na tua rola… Lucas apertou o pau com força, punhetando devagar, olhos fixos na cena. Via o pau do pai entrando e saindo, brilhante de mel, os lábios da buceta da mãe se abrindo e fechando em volta dele. O ciúme misturava-se ao tesão de forma doentia: ele queria estar ali, queria ser ele metendo, queria ouvir ela gemer o nome dele. O pai virou ela de bruços, empinou a bunda. Cuspiu na palma, esfregou no pau, depois no cuzinho dela. — Hoje eu quero teu cu, Renata. Tô com vontade faz tempo. Ela empinou mais, mãos abrindo as nádegas. — Então vem… mete no meu cu… me arromba… quero sentir você fundo… Ele empurrou. O anel resistiu um segundo, depois cedeu. Renata soltou um grito rouco, mistura de dor e prazer. — Porra… tá grosso, tá latejando… arde… mas não para… mete tudo… O pai começou a socar, estocadas longas, saindo quase inteiro e voltando com força. O cu dela apertava visivelmente em volta do pau, vermelho, inchado. Renata gritava escandalosamente, rosto enterrado no travesseiro, depois erguendo a cabeça para gemer livre. — Isso… fode meu cu… me rasga… caralho, vou gozar com teu pau no meu cu… mete mais forte… me enche de porra… Lucas acelerou a punheta, pré-gozo escorrendo pelos dedos. Via tudo: o pau do pai entrando fundo, o cuzinho piscando a cada saída, as nádegas tremendo, o rosto da mãe contorcido de prazer. Ele queria entrar, queria empurrar o pai para o lado e meter no lugar, queria ouvir ela gritar “filho” em vez de “amor”. O pai gozou primeiro, grunhindo alto, jatos quentes enchendo o cu dela. Renata gozou junto, corpo convulsionando, buceta pingando no lençol mesmo sem ser tocada. — Caralho… gozei forte… tua porra tá quente dentro de mim… Eles ficaram imóveis um instante, ofegantes. O pai saiu devagar, sêmen branco vazando do buraco aberto. Beijou a nuca dela. — Vou tomar um banho. Já volto. Saiu do quarto, passos pesados no corredor, enquanto Lucas se escondia no próprio quarto pra não ser visto. A porta do banheiro fechou, o chuveiro começou a correr. Renata ficou de quatro, bunda empinada, rebolando no vazio, mãos ainda abrindo as nádegas, sentindo o sêmen escorrer devagar pelo rego. — Ainda quero mais… porra… ainda tô ardendo de tesão… preciso de mais pau agora… A porta rangeu. Lucas entrou rápido, fechou atrás de si, calça já abaixada, pau duro apontando para cima, veias saltadas, cabeça vermelha. Renata virou o rosto, olhos vidrados ao vê-lo. — Vem… rápido, filho… antes que ele volte… mete em mim… me fode forte enquanto ele se lava… Lucas não falou. Ajoelhou atrás dela, segurou a base do pau, esfregou a cabeça no cuzinho melado de porra do pai. Empurrou de uma vez, fundo, sentindo o calor sufocante, o sêmen do outro homem lubrificando tudo. — Caralho, mãe… teu cu tá cheio da porra dele… tá escorregando gostoso… Renata gemeu alto, empurrando para trás. — Isso… mete… usa a porra dele pra me foder… me arromba de novo… rápido, filho… me faz gozar antes que ele saia do banho… Ele segurou os quadris dela com força, unhas cravando na carne, e começou a socar frenético. Estocadas brutas, profundas, o pau deslizando fácil no cu aberto e melado. O som era obsceno: carne batendo, porra chapinhando, gemidos abafados mas intensos. — Tá sentindo, vadia? Tá sentindo o pau do teu filho te enchendo onde teu marido acabou de gozar? — ele grunhiu, voz baixa e rouca. — Sinto… porra, sinto tudo… mete mais forte… me rasga… quero gozar na tua rola enquanto a porra dele ainda tá quente dentro de mim… Lucas acelerou, metidas curtas e violentas no final, saco batendo na buceta pingando dela. Renata enterrou o rosto no travesseiro, mordendo o tecido para não gritar alto demais. — Vou gozar… caralho… vou gozar pelo cu com o pau do meu filho… goza comigo… enche tua mãe de novo… Ele sentiu o aperto, os espasmos violentos do cu dela ordenhando o pau. Gozou com um gemido contido, jatos grossos misturando-se à porra do pai, enchendo até transbordar, escorrendo pelas coxas dela em filetes brancos e quentes. Renata tremia inteira, gozando forte, buceta pulsando no vazio, cu apertando em ondas. Lucas saiu rápido, pau ainda pingando, subiu a calça com mãos trêmulase nervosa, imaginado que o pai já estivesse terminando o banho. — Sai, filho… vai… antes que ele ouça… Ele escapuliu para o corredor, coração na garganta, pau amolecendo devagar dentro da cueca molhada. Entrou no próprio quarto, trancou a porta, encostou na parede e respirou fundo. No quarto ao lado, Renata rolou de lado, pernas fechadas, sentindo as duas porras misturadas vazarem devagar. O chuveiro ainda corria. Ela levou a mão entre as pernas, espalhou o líquido nos lábios inchados, levou os dedos à boca e chupou devagar, provando os dois homens que a haviam preenchido na mesma noite. Sorriu sozinha, um sorriso cansado e saciado. — Meu Deus… o que eu tô virando… Mas o tesão não ia embora. Só crescia. E o risco também. Cada vez maior. Cada vez mais inevitável. Enquanto isso, a porta do banheiro ainda corria água quente quando Lucas saiu do quarto da mãe como um ladrão, o pau semi-duro grudado na cueca úmida de pré-gozo e sêmen. Ele encostou na parede do corredor escuro, respirando pela boca para não fazer barulho, o coração batendo tão forte que parecia ecoar nas costelas. Do outro lado da parede fina, o chuveiro abafava os sons, mas não os gemidos que Renata soltava sozinha agora, deitada de bruços na cama desarrumada, quadris mexendo devagar no ar vazio. Ela rolou de lado, levou dois dedos ao cu ainda aberto e melado — a mistura das duas porras escorrendo grossa e branca pelas coxas. Enfiou os dedos devagar, sentindo o ardor delicioso, e gemeu baixo, quase para si mesma: — Porra… dois paus na mesma noite… um do marido, outro do filho… e eu ainda quero mais… Lucas ouviu. Não aguentou. Empurrou a porta de novo, entrou rápido, trancou com o trinco. Ela virou o rosto na hora, olhos semicerrados, sorriso lento e perigoso. — Voltou, seu safado, perdeu o medo e noção do perigo, foi? Achei que tinha fugido antes do banho acabar. Ele se aproximou, calça já abaixada de novo, pau endurecendo só de olhar para ela: bunda empinada, cu piscando, porra vazando. — Não consegui. Ouvi você gemendo sozinha. Tá rebolando no vazio, mãe? Querendo ser preenchida de novo? Renata riu rouco, voz ainda tremendo do gozo recente. — Ainda tô morrendo de vontade. Teu pai abriu o meu cu gostoso, mas foi rápido demais. Você entrou e me encheu de verdade. Agora tô vazia de novo… vem cá, filho. Me fode mais uma vez. Rápido, forte, antes que ele desligue o chuveiro. Lucas ajoelhou atrás dela, segurou o pau pela base, esfregou a cabeça no rego melado. — Olha como tá escorrendo… porra do teu marido misturada com a minha. Tá gostando de ser uma vadia cheia dos dois? Ela empurrou a bunda para trás, impaciente. — Adoro. Me sinto suja, puta, desejada. Mete logo, caralho. Enfia esse pau grosso no meu cu e me faz gozar de novo. Quero apertar em volta de você enquanto a água ainda corre. Ele cuspiu na palma, passou no pau, depois empurrou devagar no começo — só a cabeça —, sentindo o anel quente e escorregadio ceder. — Caralho… ainda tá quente… tá apertado mesmo cheio de porra… você gosta de ser usada assim, né? De levar rola depois de levar outra? Renata mordeu o lábio, voz saindo entrecortada. — Gosto pra porra. Gosto de sentir os dois dentro de mim. Teu pai me abriu, você me arrombou. Agora mete fundo… me rasga… quero sentir você batendo no fundo enquanto ele se ensaboa lá. Lucas segurou os quadris dela com força, unhas marcando a carne morena, e socou de uma vez até o talo. Os dois gemeram ao mesmo tempo — ela alto demais, ele abafando no ombro dela. — Isso… toma… toma o pau do teu filho no cu cheio de porra alheia… rebola, vadia… rebola pra mim… Ela obedeceu, quadris girando em círculos lentos e depois rápidos, apertando o pau dentro dela. — Tô rebolando… tô sentindo cada veia tua pulsando… mete mais forte… me fode como se quisesse me marcar… me fazer lembrar que esse cu é teu agora… Ele acelerou, estocadas curtas e brutas, o som molhado ecoando no quarto — chapinhar de porra, carne batendo, respirações ofegantes. — Tá sentindo, mãe? Tá sentindo como eu entro mais fundo que ele? Como eu te encho mais? Renata virou o rosto de lado, olhos vidrados, suor escorrendo pela testa. — Sinto… você é mais grosso… mais duro… me abre toda… porra, vou gozar só de pensar que ele tá lavando o pau que acabou de me comer enquanto você me come de novo… goza comigo… enche mais… mistura tudo dentro de mim… Lucas puxou os cabelos dela para trás, obrigando-a a arquear as costas. — Pede direito. Pede pro teu filho gozar no teu cu sujo. — Goza, filho… goza forte no cu da tua mãe… me enche de leite quente… me faz gozar apertando em volta de você… porra, tô gozando… tô gozando agora… O orgasmo dela veio violento, cu contraindo em espasmos ritmados, ordenhando o pau dele. Lucas não aguentou mais — deu três metidas profundas, grunhiu baixo contra a nuca dela e gozou, jatos grossos se misturando ao que já estava lá, transbordando, escorrendo pelas coxas dela em filetes quentes e pegajosos. Ficaram assim um segundo, ofegantes, colados. O chuveiro ainda corria, mas o som parecia mais fraco — o pai já devia estar se enxugando. Lucas saiu devagar, vendo o cuzinho aberto, vermelho, latejando, sêmen branco vazando em abundância. — Caralho… olha o estrago… tá pingando tudo… Renata rolou de costas, pernas abertas, mão descendo para espalhar a mistura nos lábios inchados da buceta. — Estrago gostoso. Agora sai daqui antes que ele entre e veja a gente melado. Vai pro teu quarto… mas amanhã… amanhã a gente continua. Quero você me fodendo enquanto ele dorme no sofá. Lucas se vestiu rápido, pau ainda sensível roçando na cueca. — Amanhã eu te pego de manhã cedo. Antes dele acordar. Te chupo até você implorar. Ela sorriu, voz baixa e sacana. — Imploro agora mesmo. Mas vai. E sonha comigo cheia de vocês dois. Ele escapuliu para o corredor, fechou a porta com cuidado. Ouviu o pai desligar o chuveiro, assobiando baixo. Lucas encostou na parede oposta, respirando fundo, o corpo tremendo de adrenalina e tesão residual. No quarto, Renata ficou deitada, dedos ainda entre as pernas, provando a mistura na ponta da língua. Sussurrou para o teto vazio: — Meu Deus… eu tô perdida. E tô adorando cada segundo. A casa voltou ao silêncio. Mas o ar estava carregado — de cheiro de sexo, de segredos, de promessas que ninguém queria quebrar. Ainda não.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.