Traçando minha mãe e sem perceber fui pego no flagra pela minha irmã!
Clara estacionou o carro na garagem escura, o motor ainda quente rangendo enquanto esfriava. A viagem de Salvador tinha sido longa, mas o impulso de aparecer sem avisar veio de repente, como uma coceira que não explica. Ela pegou a mala pequena, subiu os degraus da varanda e girou a chave que ainda tinha. A casa estava silenciosa, luzes apagadas exceto um brilho fraco vindo do andar de cima. Subiu devagar, o coração batendo um pouco mais forte do que o normal. No corredor, parou. Um som baixo, ritmado, veio do quarto dos pais. Gemidos abafados, carne batendo em carne. Ela congelou, mão na maçaneta do próprio quarto. O cheiro chegou em seguida: suor, sexo, algo denso e inconfundível que impregnava o ar como fumaça. Clara sentiu o estômago revirar — não de nojo, mas de algo mais confuso, mais antigo. Empurrou a porta do quarto dos pais só um centímetro. Viu Renata de quatro na cama, bunda empinada, Lucas atrás dela, mãos cravadas nos quadris da mãe, metendo com força contida, o pau grosso desaparecendo inteiro no cu dela a cada estocada. — Isso… mete fundo, filho… me arromba… — Renata sussurrava rouca, rosto enterrado no travesseiro. Lucas grunhia baixo, suor escorrendo pelas costas. — Tá gostando da rola do teu menino no teu cu, vadia? Tá apertando gostoso… Clara fechou a porta com cuidado extremo, coração na garganta. Recuou até o quarto dela, fechou a porta, encostou na madeira e respirou fundo. O cheiro de sexo ainda estava no ar, agora misturado com o perfume velho do quarto dela. Sentou na cama, pernas tremendo. “Meu Deus… eles, não dá pra acreditar…”. A imagem queimava na retina: o irmão fodendo a mãe. Não era raiva o que sentia. Era um misto de choque, curiosidade e um tesão traiçoeiro que subia pelas coxas. Minutos depois, ouviu passos leves no corredor. Renata apareceu na porta do quarto dela, robe mal amarrado, rosto corado, cabelo bagunçado. — Clara? Filha… você chegou agora? Clara forçou um sorriso. — Surpresa. Resolvi passar a noite. Rafael viajou de novo. Renata entrou, sentou na beira da cama. O cheiro dela era forte — sexo fresco, suor, sêmen. Clara sentiu o pau do irmão latejar na memória. — Que bom, meu amor. Seu pai já tá apagado, dormindo, nada nesse momento o acordaria. A gente… a gente tava arrumando o quarto. — Arrumando? — Clara ergueu uma sobrancelha, voz neutra. Renata corou mais. — É… bagunça acumulada. Lucas apareceu na porta segundos depois, camiseta grudada no peito suado, bermuda folgada não escondendo o volume semi-duro. — Maninha… que surpresa maravilhosa você aqui. O olhar dele era faminto, culpado, nervoso. Clara sustentou o olhar um segundo a mais. — Vim. E pelo visto a casa tá bem animada sem mim. Renata riu forçado, levantou. — Vou deixar vocês conversarem. Boa noite, filha. Saiu rápido. Lucas ficou parado na porta. — Desculpa… a gente não esperava… Clara cortou, voz baixa. — Eu vi. Ouvi. Senti o cheiro. Vocês dois… caralho, Lucas, você comendo nossa mãe. Ele entrou, fechou a porta. — Não foi planejado. Só… aconteceu. — Aconteceu várias vezes, né? — Ela se levantou, aproximou-se dele. — Eu sinto o cheiro dela em você agora. E o teu nela. Lucas engoliu em seco. — Clarinha… por favor. Ela tocou o peito dele, sentiu o coração disparado. — Não vou contar pra ninguém. Mas… isso me deixa louca. De um jeito que eu não esperava. Pensei que eu fosse ficar chateada, irritada, algo assim, mas o que sinto é totalmente diferente. A noite avançou lenta. O pai roncava no quarto ao lado. Renata fingia dormir. Clara tomou banho, vestiu uma camisola curta, deitou na cama velha que rangia. Lucas esperou meia hora, depois bateu de leve na porta dela. Entrou sem esperar resposta. Fechou a porta, trancou. — Eu não consigo dormir pensando em você aqui do lado. Clara sentou na cama, joelhos dobrados, camisola subindo nas coxas. — Lucas, pelo amor de Deus, garoto… a mãe e o pai estão do lado. Eles vão ouvir. Ele se aproximou, ajoelhou na cama, mãos subindo pelas pernas dela. — Eles dormem pesado. E eu tô morrendo de saudade de você. De sentir tua buceta apertando meu pau. De te ouvir gemer baixinho no meu ouvido. Ela tentou empurrar as mãos dele, mas sem força. — Não. É arriscado demais. Lucas inclinou o corpo, boca roçando a orelha dela. — Arriscado é bom. Lembra como a gente fodia escondido antes? No banheiro, na cozinha, no sofá enquanto eles dormiam. Eu quero isso de novo. Quero te foder até você morder o travesseiro pra não gritar. Clara arfou quando os dedos dele encontraram a calcinha já úmida. — Seu safado… você tá duro só de falar. — Duro pra caralho. Olha. Ele pegou a mão dela, levou até o pau latejando na bermuda. — Sente. Tá pulsando por você. Deixa eu meter em você, maninha. Deixa eu te abrir inteira. Ela hesitou, depois cedeu. Puxou a camisola pela cabeça, ficou nua, seios pesados balançando. — Então vem. Mas se eu mandar parar, você para. Lucas arrancou a roupa em segundos. O pau saltou grosso, veias saltadas, cabeça brilhando. — Abre as pernas. Quero chupar você primeiro. Ela obedeceu, joelhos dobrados, mãos abrindo os lábios da buceta. — Chupa gostoso… lambe tudo… faz eu molhar mais. Ele mergulhou, língua plana lambendo da entrada ao clitóris, depois sugando forte. Dois dedos entraram, curvando para acertar o ponto G. Clara mordeu o próprio braço para não gemer alto. — Isso… chupa minha buceta… caralho, tua língua é boa… me faz gozar na tua boca… Ele acelerou, dedos bombando, língua rodando. Clara gozou rápido, corpo convulsionando, gemido abafado no travesseiro. — Porra… gozei forte… agora vem… mete em mim… Lucas subiu, posicionou o pau na entrada, empurrou devagar no começo, depois fundo. — Caralho… tua buceta tá quente, tá melada e pingando… apertada… toma tudo… Ele começou a socar forte, estocadas brutas, cama rangendo. — Mete mais forte… me arromba, me arromba forte assim, vai… fode tua irmã como uma puta… — Tá gostando, vadia? Tá gostando do pau do teu irmão te rasgando? — Tô gozando gostoso, vai… tô gozando de novo… não para, não para de bombear que vou gozaaaaar… Ele virou ela de bruços, empinou a bunda. — Agora o cu. Quero meter no teu cu apertado. Clara empinou mais, mãos abrindo as nádegas. — Vem, maninho… mete toda no meu cu… abre ele pra você… me faz gritar baixinho, vai… Lucas cuspiu no buraco, esfregou a cabeça, empurrou devagar. O anel cedeu, ela gemeu alto demais. — Porra… tá grande, tá enorme e latejando dentro… arde… mas mete, mete forte sem parar… mete tudo… Ele enterrou até o talo, parou um segundo, depois começou a bombear forte. — Isso… rebola nesse pau… rebola no pau do teu irmão, sua cachorra… Clara empurrou para trás, gritando abafado. — Fode meu cu, irmãozinho… me arromba, vai… quero sentir teu leite quente dentro, quero sentir queimando por dentro… Ele acelerou, metidas violentas, saco batendo na buceta pingando. — Vou gozar, maninha… toma… toma tudo no teu cu… Gozo veio forte, jatos enchendo ela, transbordando. Clara gozou junto, cu apertando em espasmos, corpo tremendo. Ficaram colados, ofegantes. Lucas beijou a nuca suada dela. — Isso não acaba aqui. Clara virou o rosto, olhos brilhando no escuro. — Não acaba. Amanhã… a gente vê o que faz com a mãe sabendo que eu sei. Eles riram baixo, cúmplices, perigosos. A casa dormia — ou fingia dormir. O segredo tinha ganhado mais uma camada. E ninguém queria desfazer.
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