Traçando minha mãe, enquanto meu pai traça minha irmã: conseguimos o perdão de papai!

A meia-noite já tinha passado quando Lucas saiu do quarto de Clara, o corpo ainda quente, o pau semi-duro roçando na cueca úmida. Ele desceu as escadas devagar, pés descalços no piso frio, ouvindo o ronco baixo e ritmado do pai no sofá da sala. A luz da rua entrava pela janela, desenhando sombras longas no corpo do homem deitado de lado, garrafa vazia no chão ao lado do braço pendurado. Lucas parou na porta da sala, olhando o pai por um instante — o homem que o criara, que agora dormia alheio ao caos que ele próprio ajudara a criar. Sentiu uma pontada de culpa, mas o tesão venceu mais uma vez.
Subiu de novo, direto para o quarto dos pais. A porta estava entreaberta, como sempre ultimamente. Renata estava deitada de costas, lençol jogado no chão, pernas abertas, dedos circulando devagar o clitóris inchado. Quando viu o filho entrar, os olhos dela brilharam no escuro.
— Vem logo, filho. Tua mãe tá pingando desde que ouvi você descer do quarto dela. Quero sentir esse pau grosso me abrindo de novo.
Lucas tirou a cueca com um movimento rápido, o pau saltando duro, veias pulsando. Ajoelhou na cama, segurou as coxas dela, abriu mais.
— Você é insaciável, né, vadia? Acabou de levar do pai e já quer o do filho.
Renata agarrou os cabelos dele, puxou para baixo.
— Insaciável por você. Mete logo, caralho. Me fode forte enquanto ele ronca lá embaixo. Quero gozar pensando que ele pode acordar e ver a gente assim.
Ele empurrou de uma vez, fundo, sentindo a buceta quente e escorregadia engolir tudo. Os dois gemeram juntos, baixo no começo, depois mais alto quando o ritmo acelerou. A cama rangia ritmada, o som molhado da carne batendo ecoando no quarto.
— Isso… mete mais fundo… me rasga, filho… me faz tua puta de novo…
— Tá gostando, mãe? Tá gostando do pau do teu menino te enchendo enquanto teu marido dorme?
Do corredor veio um suspiro abafado. Clara estava encostada na porta entreaberta, camisola levantada até a cintura, dedos enfiados na buceta, esfregando o clitóris com força. Olhava os dois sem piscar, boca entreaberta, corpo tremendo.
— Porra… vocês são lindos assim… continua, Lucas… fode ela gostoso…
Renata virou o rosto, viu a filha se masturbando e arfou mais alto.
— Vem cá, filha… vem ver de perto como teu irmão me arromba…
Clara entrou, fechou a porta com o calcanhar, ajoelhou ao lado da cama, dedos ainda trabalhando rápido entre as pernas.
— Tô gozando só de ver… caralho, mãe… como você rebola nesse pau…
Lucas acelerou, estocadas brutas, saco batendo na carne dela.
— Olha pra tua filha, mãe… olha como ela tá molhada vendo a gente. Quer que eu meta nela depois?
Renata gozou primeiro, corpo arqueado, buceta apertando em espasmos violentos.
— Tô gozando… porra, tô gozando no pau do meu filho… continua… não para…
Foi quando ouviram os passos pesados nas escadas.
A porta abriu de supetão. O pai entrou, olhos arregalados, calça de pijama marcando o pau duro que ele nem tentava esconder. Os três congelaram — Lucas ainda enterrado na mãe, Clara com os dedos dentro de si, Renata ofegante.
Silêncio absoluto por dois segundos.
O pai respirou fundo, voz rouca, tremendo de raiva e desejo.
— Continuem. Não parem por minha causa.
Renata arfou, olhos marejados.
— Você… você quer ver?
Ele deu um passo para dentro, fechou a porta atrás de si.
— Quero ver. Quero ver tudo. E depois… quero participar.
Lucas olhou para o pai, pau ainda pulsando dentro da mãe.
— Pai…
— Mete, filho. Mete na tua mãe. Mostra pra mim como você faz ela gozar.
Lucas obedeceu, recomeçou devagar, depois forte. O pai se aproximou da cama, olhos fixos na filha que ainda se masturbava.
Clara olhou para ele, dedos saindo molhados.
— Pai… vem cá… me fode enquanto eles continuam…
Ele não hesitou mais. Tirou a calça, pau médio mas grosso e duro saltando. Ajoelhou atrás de Clara, segurou os quadris dela, esfregou a cabeça na entrada melíflua.
— Você quer isso, filha? Quer o pau do teu pai te abrindo?
— Quero sim, papai… porra, quero muito… mete forte… me arromba como o Lucas faz com a mãe…
Ele empurrou de uma vez, fundo. Clara gritou, corpo tremendo.
— Isso… caralho… pai… como seu pau é grosso… me fode, vai… me fode bem gostoso…
O quarto virou caos organizado. Lucas socava Renata de quatro, mãos nos seios dela, apertando os mamilos.
— Olha, pai… olha como eu fodo tua mulher… como ela geme pra mim…
O pai bombava em Clara, estocadas brutas, saco batendo.
— E olha como eu fodo tua irmã… olha como ela apera a rola na bucetinha.... essa putinha gostosa…
Renata virou o rosto para o marido.
— Vem cá… beija tua filha enquanto mete nela… me deixa ver vocês dois…
O pai inclinou-se, beijou Clara na boca, língua invadindo, enquanto metia mais fundo. Ela gemeu na boca dele.
— Pai… sua língua… sua rola… não tô aguentando mais....tô gozando… tô gozando no pau do meu pai…
Lucas virou Renata de lado, meteu de conchinha, uma perna dela levantada.
— Vem, mãe… rebola nesse pau… mostra pro pai como você goza pro filho…
Renata rebolava, gemendo alto.
— Tô gozando de novo… porra… olha, amor… olha como teu filho me enche…
O pai saiu de Clara, virou-a de bruços, empinou a bunda dela.
— Agora o cu, filha. Quero meter no teu cu apertado.
Clara abriu as nádegas com as mãos.
— Vem paizinho… mete no meu cu, pai… abre ele pra você… me rasga…
Ele cuspiu, empurrou devagar, depois fundo. Clara gritou, prazer e ardor misturados.
— Caralho… pai… tá me arrombando… mete mais forte, vai… fode o cu da tua filha…
Lucas, vendo a cena, virou Renata de quatro de frente para eles.
— Olha, mãe… olha teu marido fodendo o cu da sua filha… quer que eu meta no teu cu também?
— Quero… mete no meu cu enquanto eu vejo eles…
Lucas cuspiu no cuzinho dela, empurrou devagar, sentindo o aperto quente.
— Isso… toma… toma o pau do filho no cu enquanto teu marido fode o da filha…
Os quatro gemiam alto, sem pudor, corpos suados colidindo.
— Mete mais forte, pai… me arromba o cu… quero teu leite quente dentro…
— Toma, filha… toma tudo… vou gozar no teu cu…
— Filho… goza na mãe… enche meu cu de porra…
— Mãe… tô gozando… toma… toma tudo…
A sequência veio como uma onda: Clara gozou primeiro, cu apertando o pau do pai, gritando rouca. O pai gozou em seguida, jatos quentes enchendo o cu dela, escorrendo pelas coxas. Renata gozou logo depois, buceta pulsando no vazio enquanto o cu apertava o pau de Lucas em espasmos violentos. Lucas explodiu por último, grunhindo animalesco, enchendo o cu da mãe até transbordar, sêmen branco vazando misturado ao suor.
Eles desabaram na cama, ofegantes, corpos entrelaçados, cheiro de sexo impregnando tudo. O pai puxou Clara para o peito, beijou a testa suada dela. Renata encostou no ombro de Lucas, mão acariciando o pau amolecido dele.
— Isso… isso foi insano — murmurou o pai, voz rouca.
Renata sorriu fraco, olhos fechados.
— Foi necessário. Agora a gente não finge mais.
Clara sussurrou, voz tremendo de emoção e prazer residual.
— E amanhã… a gente faz de novo. Juntos. Sem segredo.
Lucas beijou a nuca da mãe, depois olhou para o pai.
— Sem segredo. Somos nós quatro agora.
O pai assentiu devagar, mão apertando a coxa da filha.
— Somos nós quatro.
A casa ficou em silêncio, mas não era mais silêncio de culpa. Era silêncio de aceitação. O santuário tinha sido profanado, reconstruído e consagrado na mesma noite. E ninguém queria sair dali.
Passado alguns minutos, os quatro em uma sincronia familiar perfeita, começaram a sentir o tesão voltar novamente e ali mesmo começaram o que seria mais uma rodada de depravação e luxúria.
O pai ainda ofegava, o pau amolecendo devagar dentro do cu de Clara, quando puxou os quadris para trás com um som molhado e obsceno. O sêmen grosso escorreu devagar pela entrada avermelhada, pingando no lençol já manchado. Ele olhou para a filha — rosto corado, olhos vidrados, boca entreaberta — e murmurou com voz rouca, quase quebrada:
— Caralho, filha… teu cu apertou tanto que eu quase gozei duas vezes seguidas. Você engole pau como se tivesse nascido pra isso.
Clara virou o rosto devagar, língua passando nos lábios inchados, e respondeu com um sorriso lento e perigoso:
— Eu nasci pra isso, pai. Pra sentir teu pau grosso me abrindo toda… pra sentir tua porra quente enchendo meu cu enquanto meu irmão fode a mãe do lado. Me sinto uma puta completa agora.
Renata, ainda de quatro ao lado, virou-se de lado, uma perna dobrada, expondo a buceta aberta e brilhante. O sêmen de Lucas vazava devagar, misturado ao mel dela. Ela estendeu a mão, passou dois dedos na entrada melíflua e levou à boca, chupando devagar enquanto olhava para o marido.
— Olha só, amor… teu filho me encheu o cu até transbordar. Tá escorrendo até minha buceta. Quer provar? Quer lamber o que ele deixou em mim?
O pai engoliu em seco, o pau dando um pulso involuntário apesar de ter acabado de gozar. Aproximou-se devagar, ajoelhou entre as pernas da esposa, rosto a centímetros da carne inchada.
— Porra, Renata… você tá fedendo a sexo. A porra do nosso menino misturada com a tua buceta. — Ele baixou a boca, língua plana lambendo da entrada do cu até o clitóris, provando o salgado grosso. — Delícia… gosto do teu filho em você. Me deixa louco.
Lucas, deitado de costas, pau ainda semi-duro repousando na barriga, riu baixo, voz grossa de tesão residual.
— Tá vendo, pai? Ela adora ser lambida depois de levar rola. Lambe bem gostoso… limpa o cu da tua mulher com a língua enquanto eu vejo.
Renata gemeu alto quando a língua do marido enfiou fundo no cu dela, sugando o que restava.
— Isso… lambe, amor… lambe a porra do teu filho do meu cu… me faz gozar na tua boca de novo… porra, tô pingando só de sentir vocês dois me usando…
Clara rastejou até o irmão, montou no peito dele, buceta ainda melada roçando na pele suada.
— Vem cá, maninho… teu pau tá mole, mas eu sei que volta rápido. Deixa eu sentar na tua cara enquanto o pai limpa a mãe.
Lucas agarrou as nádegas dela, puxou para baixo, boca abrindo-se para receber a buceta pingando.
— Senta, vadia… rebola nessa boca… me faz provar o que sobrou do teu gozo misturado com o do pai.
Ela desceu devagar, quadris girando em círculos preguiçosos, clitóris roçando na língua dele.
— Isso… lambe minha buceta, irmão… lambe enquanto o pai come o cu da mãe com a língua… olha pra eles… olha como ele tá devorando ela…
O pai ergueu o rosto, queixo melado, olhos escuros de desejo.
— Vem cá, filha… senta na minha cara agora. Quero provar os dois buracos que acabei de foder.
Clara saiu de cima do irmão, rastejou até o pai, posicionou-se sobre o rosto dele. Desceu devagar, cu ainda aberto roçando na língua.
— Toma… lambe meu cu, pai… lambe onde você gozou… sente teu próprio leite na tua filha…
Ele gemeu contra a carne, língua enfiando fundo, mãos apertando as nádegas dela.
— Porra… teu cu tá quente… tá piscando… engolindo minha língua… você é uma putinha safada, Clara… minha putinha…
Renata, vendo a cena, montou no pau do filho de novo, sem esperar endurecer completamente. Esfregou a buceta melada na glande, sentindo-o inchar devagar.
— Olha só, filho… teu pau já quer mais. Quer meter na mãe de novo enquanto o pai lambe o cu da irmã?
Lucas agarrou os quadris dela, empurrou para baixo, sentindo a buceta engolir tudo de uma vez.
— Quero… quero foder você enquanto vejo ele comer ela… mete forte, mãe… cavalga no pau do teu menino…
Renata rebolou devagar no começo, depois acelerou, seios balançando pesados.
— Isso… toma… toma a buceta da tua mãe… me enche de novo… me faz gozar cavalgando enquanto teu pai lambe o cu da nossa filha…
O pai ergueu Clara de leve, virou-a de bruços sobre o peito dele, posicionou o pau na entrada da buceta dela.
— Agora eu quero os dois buracos de novo, filha… vou meter na buceta enquanto enfio dois dedos no teu cu…
Clara empurrou para trás, gemendo rouco.
— Mete… mete tudo… buceta e cu ao mesmo tempo… me abre inteira, pai… me faz tua puta de verdade…
Ele empurrou na buceta, dois dedos no cu, bombando ritmado.
— Toma… toma o pau do pai na buceta e os dedos no cu… rebola, vadia… rebola pra mim…
Lucas, vendo a cena, acelerou em Renata, metidas profundas.
— Olha, mãe… olha teu marido fodendo novamente sua filhinha… quer que eu meta no teu cu de novo enquanto vejo?
Renata desmontou, virou de quatro, bunda empinada para o filho.
— Vem… mete mais forte no meu cu… me arromba enquanto eu vejo eles… quero gozar olhando pro meu marido foder de novo minha filha…
Lucas cuspiu, empurrou devagar no cu dela, sentindo o aperto quente.
— Isso… toma… toma o pau do filho no cu da mãe… rebola… rebola pra mim…
Os gemidos se misturaram, altos, sem pudor. O quarto cheirava a suor, sêmen, desejo cru.
— Porra… pai… vai gozar no meu cu de novo? Enche tua filha…
— Vou… vou gozar forte… toma tudo, Clara… toma o leite do pai no teu cu…
— Mãe… teu cu tá apertando… vou gozar dentro… toma… toma o gozo do teu menino…
— Isso… goza, filho… enche a mãe… me faz gozar apertando em volta de você…
A sequência explodiu mais uma vez: Clara gozou primeiro, corpo convulsionando, buceta e cu apertando os dedos e o pau do pai. O pai gozou em seguida, jatos quentes enchendo o cu dela. Renata gozou logo depois, cu ordenhando o pau de Lucas em espasmos violentos. Lucas urrou baixo, gozando fundo na mãe, sêmen transbordando.
Eles caíram juntos na cama, corpos suados e entrelaçados, respirações pesadas preenchendo o silêncio que veio depois.
O pai foi o primeiro a falar, voz rouca, quase sussurrada:
— Isso… isso não tem volta. A gente cruzou a linha de vez.
Renata virou o rosto para ele, beijou devagar a boca do marido.
— Não tem volta. E eu não quero voltar.
Clara encostou a cabeça no peito do pai, mão descendo para acariciar o pau amolecido dele.
— Então amanhã… a gente faz mais. Sem medo. Sem culpa.
Lucas sorriu contra a nuca da mãe, voz baixa e sacana.
— Amanhã eu quero ver o pai foder a mãe enquanto eu fodo a Clarinha. Quero ver vocês gozando juntos.
O pai riu baixo, som cansado e satisfeito.
— Combinado. Mas agora… agora a gente dorme. Juntos. Aqui mesmo.
Eles se arrastaram para debaixo do lençol, corpos colados, cheiro de sexo impregnando a pele. A casa, pela primeira vez em muito tempo, não guardava mais segredos. Só desejo. Puro, insano, irrevogável.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Traçando minha mãe, enquanto meu pai traça minha irmã: conseguimos o perdão de papai!

Codigo do conto:
254220

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
09/02/2026

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