Comendo o cuzinho da jogadora de vôlei!

Meu nome é Pedro e vou contar a vocês uma estória que aconteceu comigo há uns cinco anos. Na época eu trabalhava para uma empresa de engenharia como responsável pelo gerenciamento da área de Tecnologia da Informação (TI). Como eu malhava muito e tinha o corpo bem atlético, fui escolhido para fazer parte de um dos dois times de vôlei da empresa. A empresa para a qual eu trabalhava investia muito em esportes e tínhamos, além dos dois times de vôlei, times de futebol, basquete, entre outros.
Uma das restrições dos times de vôlei era que estes deveriam ser uma mistura de homens e mulheres, de forma que cada time tinha no mínimo duas garotas jogando. E foi assim que a Juliana, uma jovem programadora que tinha acabado de terminar a faculdade, veio trabalhar com a gente e se juntou a um dos times. Ela era atrativa, mas estava longe de ser um espetáculo de mulher. Ela tinha 1,80m de altura e pesava algo em torno de 65kg. Ela era magra, bem retinha e com seios médios. A única coisa que ela tinha e que muitas garotas altas não têm, era uma bundinha bem redondinha e empinada.
A Juliana reconhecia que seu corpo não era essa belezura toda e, no trabalho, ela sempre usava umas roupas compridas e soltas, talvez com a intenção de parecer um pouquinho mais gorda. Na quadra de vôlei as coisas eram diferentes. Ela usava shortinho e camiseta. E foi lá que eu percebi o quando o bumbum dela era gostosinho. Eu nunca tinha pensado em transar com a Juliana, já que eu estava comendo duas meninas que não trabalhavam na empresa.
Uma tarde, após um de nossos jogos, alguns de nós nos juntamos próximos ao carro da Juliana, uma van equipada com frigobar, para tomarmos um pouco de cerveja. Eu tinha comprado as cervejas e ela se encarregou de guardá-las no frigobar do seu carro, que na verdade era do pai dela. Ele tinha uma empresa de entregas e usava a van para auxiliá-lo neste trabalho.
Depois de algumas cervejas todo mundo foi embora, me deixando sozinho com a Juliana.
Como estávamos na área de lazer de uma das chácaras que alugávamos para nossos treinos e jogos, os insetos já estavam começando a encher o saco e ela sugeriu nos sentarmos na van e terminar a cerveja. Conversamos mais um pouco, ouvindo música, e logo comecei a pensar para qual das duas meninas que eu comia eu iria ligar pra dar uma trepada logo mais à noite. Nisso a Juliana se abaixou para pegar mais duas cervejas e eu tive uma visão fantástica da sua bundinha. Ao se abaixar seu shortinho desceu um pouco, revelando uma calcinha vermelha que me deixou louco de tesão.
Não resisti e coloquei minha mão na bunda dela, apertando levemente.
- Juliana!!! Que bumbum lindo, menina! - falei sem pensar nas consequencias.
- Vou te dar uma hora pra tirar sua mão daí!! - ela disse rindo e percebi que a cerveja já estava começando a fazer efeito nela.
- Que maravilha!! Que delicia de bunda!! - pensei enquanto apertava as nádegas dela, me deliciando com sua bundinha redondinha.
Eu percebi que ela estava com muito tesão e pronta para trepar quando ela ligou o motor do carro, subiu todos os vidros e ligou o ar condicionado. Como nós estávamos longe do escritório de administração da chácara eu sabia que dificilmente seríamos incomodados.
- Vamos passar pra trás! Venha! - ela disse apressada.
Fomos para a parte de trás e ela forrou o assoalho da van com um tapete que estava em uma caixa. Quando nos deitamos eu a abracei carinhosamente e a beijei na boca. Ela correspondeu de imediato.
Em seguida nossas mãos buscavam reduzir as roupas um do outro e com poucos movimentos eu subi a camiseta e o top dela, mostrando seus seios pequenos mas bem firmes. Comecei a beijar seus peitinhos e a mordiscar e chupar os biquinhos já durinhos, enquanto coloquei uma de minhas mãos no meio das pernas dela e esfreguei sua bocetinha por cima de seu shortinho. Ele já estava toda arrepiada e eu continuei alternando minha boca entre seus peitinhos deliciosos. Em seguida puxei o shortinho e a calcinha dela pra baixo, deixando-os na metade de suas coxas.
- Ohhhhh!!! Issoooooo!!! Meu deussss!! - ela sussurrou quando meus dedos tocaram sua boceta, que já estava completamente encharcada de tanto desejo que ela sentia.
Chupei os seios dela por mais alguns segundos e então dei um intervalo para me concentrar no shortinho e na calcinha dela. Terminei de tirá-los lentamente, vendo como a pele dela se arrepiava todinha a medida que eu tocava suas pernas e coxas. O fundo da calcinha dela estava bem molhadinho. Lambi o fundo da calcinha dela e ela arregalou os olhos, talvez me achando muito safado e atrevido.
Agora a Juliana estava nua, ou melhor, quase nua, já que sua camiseta e seu top estavam puxados pra cima, deixando seus peitinhos à mostra. Coloquei ela deitada de costas com as pernas bem abertas e me coloquei no meio delas.
- Ahhhhhhh!! Pedroooooo!!! Faz isso não!!! - ela deixou escapar um gemido profundo quando minha boca tocou sua xoxotinha e comecei a dar longas lambidas em seus grandes e pequenos lábios. Depois me concentrei em seu clitóris, fazendo com ela levantasse sua pélvis, procurando minha boca.
- Issooooooo, Pedroo!!! Chupaaaaa!!! Chupaaaa!!! - ela gemia feito louca e rebolava na minha boca. Percebi que ela ia gozar logo e enfiei um dedo em sua bocetinha enquanto eu trabalhava seu clitóris com a minha boca. Ela estava tão molhadinha que meu dedo escorreva pra dentro e pra fora de sua buceta com total facilidade. Enfiei dois dedos e o corpo dela começou a tremer e sua respiração ficou mais ofegante.
- Ohhhhh!!!! Estou gozandoooooooo!! Estou gozando gostoso...!!! - de garota comportada ela passou a uma selvagem. Suas mãos agarraram meus cabelos e puxaram meu rosto em direção à sua xoxotinha, se esfregando todinha na minha boca e me deixando completamente lambuzado com o caldinho de sua prexeca. Chupei com muita vontade mesmo, enquanto ela se contorcia, aproveitando cada espasmo que aquele orgasmo delicioso estava provocando nela.
- Meu deussss!!! Que loucura!! Parece que um furacão me pegou!! - ela me disse rindo e toda descabelada quando seu corpo parou de tremer e ela começou a recuperar seu fôlego. Eu apenas olhava para o rostinho dela e seu sorriso de felicidade, como se aquela gozada fosse algo que ela estivesse esperando há muito tempo.
Nos beijamos demoradamente e aproveitei para tirar minha camiseta, meu short e minha cueca.
Meu pau estava duro como uma barra de ferro e a Juliana o segurou entre seus dedos e começou a punhetá-lo bem lentamente. Em seguida ela abaixou a cabeça, começou a lamber a cabeça da meu pênis e, depois de alguns segundos, senti a boquinha molhadinha dela engolir metade do meu membro.
- Ahhhh!!! Que boca gostosa, Juliana!! Chupa minha pica!! Chupa!! - falei e ela ficou muito animada, mamando minha piroca como uma verdadeira profissional.
Aos poucos fomos movendo nossos corpos no tapete de forma que, enquanto ela mamava no meu pau, a bocetinha dela veio parar na minha boca novamente. Chupei e lambi o clitóris dela até sentir seu corpo começar a se estremecer todo.
- Ohhhhh!!! Que gostosoooooo!!! Vou gozarrrrr de novoooo!!! - ela avisou e abocanhei a bocetinha dela todinha, chupando e sugando. Não deu outra. A coitada gemia e gritava descontrolada. Tive que me segurar muito pra não gozar na boquinha dela.
- Agora quero foder essa bucetinha gostosa!! - eu disse já me preparando para penetrar a xoxotinha dela.
- Você trouxe camisinha? - ela perguntou e balancei a cabeça negativamente, me perguntando se daria tempo de ir até uma farmácia próxima e comprar uma. Mas aí me lembrei que estávamos uns 10km longe da cidade e seria um absurdo descer da van e ir até o escritório da chácara perguntar se alguém tinha um preservativo pra me emprestar. Maldita a hora que não renovei o estoque de camisinhas que eu sempre levava no carro.
- Que pena, Pedro!! Minha bucetinha está com tanta vontade de levar ferro hoje! - ela disse me olhando nos olhos e sorrindo do meu desespero. Enquanto isso ela passava os dedos nos lábios de sua xoxota, me mostrando como ela ainda estava molhadinha.
- É, o jeito é gozar nessa boquinha linda então! - eu disse dando um beijo na boca dela. De imediato ela começou a chupar meu pau novamente. Enquanto ela chupava eu brincava com a bocetinha dela, enfiando um dedo e depois dois. Finalmente arrisquei uma cartada: usei um dedo para fazer movimentos circulares no cuzinho dela.
Quando meu dedo tocou o ânus dela, ela soltou um gemido bem profundo.
- Você já fodeu uma garota por trás, no cú? - ela perguntou sem me olhar.
- Muitas vezes, Juliana! Eu adoro sexo anal! - respondi.
- Então já sei como resolver nossa situação! Deixa eu pegar um creme na minha bolsa! - ela disse e foi em busca da bolsa dela, que estava na frente da van.
O movimento que ela fez pra pegar a bolsa deixou sua bundinha empinadinha e suas nádegas bem abertas, me mostrando seu cuzinho maravilhoso. Nem acreditei que a falta de preservativo ia me premiar com uma metida naquele rabinho depiladinho e gostoso.
A Juliana pegou o creme para as mãos e me entregou. Em seguida ela se deitou de lado e empurrou a bunda na minha direção, dando ênfase ao lindo contorno do seu bumbum.
Passei creme no ânus dela e no meu pau. Em seguida usei mais um pouco da minha saliva pra deixar mais pênis ainda mais escorregadio e posicionei a cabeça da rôla na entradinha do cuzinho dela. Só bastou uma pequena pressão.
- Uiiiiiii!!! Devagarrrrr, Pedrooooo!!!! - ela gemeu e contraiu a bundinha quando minha pica praticamente deslizou pra dentro do rabinho dela. O cuzinho dela estava tão quentinho, escorregadio e macio que percebi na hora que ela já tinha levado muito ferro por ali antes.
Abracei-a carinhosamente e usei uma de minhas mãos para massagear e apertar seus peitinhos. Coloquei a outra mão na bocetinha dela e ela gentilmente abriu suas pernas um pouco mais, permitindo meu acesso ao seu clitóris. Enquanto eu fodia o cuzinho dela, minhas mãos brincavam com seus seios e seu grelinho. Ele gemia baixinho e se contorcia toda, procurando uma penetração ainda mais profunda do meu pênis em seu ânus apertadinho mas bem escorregadio e gostoso.
De repente ela começou a gemer mais alto e soltar gritinhos de prazer. Percebi que uma onda de prazer percorria seu corpo e a deixava completamente arrepiada. Aproveitei e aumentei o rítmo das bombadas no cuzinho dela. Ela ficava tensa, se relaxava, aproveitava e o ciclo repetia. Até que senti a base do meu pau encostar no rabinho dela. Já tinha enterrado todo o meu cacete naquele cuzinho delicioso.
- Ohhhhhh, meu deussssss!!!! Está tão grandeeee!!!! Me encheu todinha, Pedro!!! - ela gemia, quase chorando - E está tão gostosoooooo!!! Me fode!!! Me fode mais forte!!
Continuei metendo bem fundo e forte, sem dó daquela magrinha gostosa. Quando meu pau tocou as áreas mais sensitivas do seu ânus ela pareceu querer desmaiar de tanto prazer e vi que seu orgasmo era inevitável.
- Toma esse pau no seu cú, Juliana!!! Você gosta, não gosta??? - falei no ouvido dela, provocando-a ainda mais.
- Simmmmm!! Eu gostosoooo!!! Mete sem dó!! Come esse cuzinho!!! Come, seu safado!! - ela disse e passou a rebolar mais rápido na minha pica.
Ela parecia tão submissa e vulnerável com meu pau todinho enterrado em seu ânus e isso me deixava louco de tesão.
- Ohhhhhhh!!! Vou gozarrrrrr!!! Meu deussssss!!! Que gostosooooooooo!!! - ela gritou e eu a agarrei fortemente, beijando e dando mordidinhas na nuca dela.
Senti a bocetinha dela palpitar nos meus dedos e seu corpo começou a tremer todo, totalmente sem controle. Seu cuzinho apertava e soltava meu pau enquanto ela se entregava a um orgasmo delicioso.
- Julianaaaa!!! Vou gozarrrr também!!! Ohhhhhh!!! - avisei e comecei a disparar jatos de esperma quentinho no fundo do cuzinho dela.
- Gozaaaaaaa, meu machooooo!! Goza no meu cú, seu tarado!!! - disse ela entre os dentes.
Eu nunca tinha gozado tanto na minha vida. Parecia que meu pau não ia mais parar de esporrar dentro dela. Ela se remexia toda, querendo prolongar aquele momento ao máximo.
- Nossa!!! Estou tão cheia de pôrra que parece que vai sair pela minha boca!! - ela disse toda sorridente enquanto eu a abraçava carinhosamente.
Continuei com o meu pau ainda duro enfiado bem fundo nela, sentindo seu cuzinho piscar compassado, como se quisesse espremer minha pica e tirar mais algumas gotas de sêmen.
- Pedro!! - ela disse baixinho depois de alguns minutos - Não tira sua pica ainda! Não quero sujar o carpete do meu pai! Espere aí!
Então ela esticou o braço e pegou sua calcinha. Aí entendi o que ela ia fazer. Usar sua calcinha pra limpar meu esperma, que ia sair do rabinho dela, e evitar que caisse no tapete. Isso me deu um tesão adicional e meu pau reagiu imediatamente.
Agarrei ela fortemente e voltei a meter no cuzinho dela sem dó. Como o ânus dela estava cheio cheio de pôrra, minha pica deslizava muito suavemente.
- Nãooooooooo!!! Não aguento mais!!! No cú mais não, Pedro!! Deixa eu descansar um pouco, por favor!! - ela falou quase suplicando.
Nessa hora fiquei com dó dela e tirei meu pau lentamente. Antes que minha pica saísse por completo ela dobrou sua calcinha e colocou na entradinha do seu cuzinho, limpando todo o esperma que saía junto com o meu cacete. Que cena mais gostosa de se ver.
Enquanto ela usava sua calcinha pra limpar sua bundinha e coxas eu fiquei de joelhos próximo ao rosto dela.
- Não acredito!!!! Que safado!!! - ela disse rindo quando punhetei meu pau por uns segundos e gozei no rostinho dela, jorrando pôrra em seus lábios, olhos e cabelos. Ela abriu a boca e sugou o restinho de esperma que ficou, engolindo tudo.
- Agora vou usar sua cueca pra limpar meu rosto!! - ela disse e caímos na gargalhada.
Depois que ela se limpou ficamos sentados um pouco e bebemos mais umas duas cervejas.
- Eu não devia ter feito isso, Pedro! - ela disse quase sussurrando.
- Por que não?? Você foi maravilhosa, Juliana! - eu disse.
- Não me refiro a isso! A transa foi ótima! Eu não devia era ter ficado com alguém do trabalho. Eu nunca faço isso.
- Eu não vou contar pra ninguém! Não faço isso!! Sou do tipo que come quieto pra comer várias vezes! - eu disse rindo e tentando acalmá-la.
- Te agradeço muito, Pedro!! Mesmo assim eu penso que a gente não devia ter feito isso! - ela insistiu e seu rostinho agora parecia um pouco triste.
Então nos vestimos e nos beijamos mais alguns minutos. Quando eu desci da van dela e fui em direção ao meu carro, eu percebi o quanto já estava escuro. Trepamos na van por mais de uma hora e pareceu ser apenas alguns minutos.
Depois disso eu via a Juliana no trabalho e nos treinos e partidas de vôlei, mas, como ela mesmo disse, a gente nunca meteu mais. O máximo que ela permitiu foi uns beijinhos de vez em quando. Mas valeu. O sexo anal que fizemos na van dela foi algo que vou levar na memória para sempre.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comendo o cuzinho da jogadora de vôlei!

Codigo do conto:
254684

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
15/02/2026

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