Evangélica e carente: se confessando para o marido e tomando uma decisão justa!

Rayane e Lorrana saíram pela porta dos fundos da igreja, pois ao olharem pela janela pra ver se Erique ainda esperava-as, não viram o carro dele. Elas saíram como se fugissem de um incêndio que elas mesmas tinham acendido. A porra do pastor ainda escorria devagar pelas coxas internas, quente e viscosa, deixando rastros brilhantes que secavam ao contato com o ar noturno. Elas não falaram nada durante os primeiros metros. Apenas andaram, passos curtos e trêmulos, o silêncio entre elas mais pesado que qualquer grito proferido no púlpito minutos antes.
Quando chegaram à esquina da rua principal, Lorrana parou de repente. Encostou na parede de tijolo aparente de uma casa fechada e deslizou até sentar no meio-fio. As pernas abertas, a saia longa embolada na cintura, a buceta rosada ainda inchada e vermelha exposta ao ar fresco. Lágrimas grossas escorriam silenciosas pelo rosto sardento, caindo no colo, misturando-se à porra que pingava do cu e da buceta.
Rayane parou a dois passos dela. Não sabia se aproximar ou fugir. O peito subia e descia rápido demais. Sentia o próprio cu latejar dolorido, o gosto salgado do pau do pastor ainda na língua, o cheiro dele grudado na pele. E, pior: sentia o vazio. Aquele vazio que sempre aparecia depois do êxtase, como se o prazer tivesse cavado um buraco dentro dela que nenhum gozo preenchia por completo.
Lorrana foi a primeira a quebrar o silêncio. A voz saiu baixa, entrecortada por soluços.
“Eu… eu deixei ele me foder no altar. No púlpito onde eu mesma já subi pra falar da graça de Deus. Eu abri as pernas pra ele, Rayane. Eu chupei o pau dele enquanto você chupava junto. Eu gritei ‘me arromba, pastor’ enquanto ele metia no meu cu. Eu gozei esguichando no chão da igreja. Como… como eu vou olhar pra frente quando entrar lá amanhã? Como eu vou olhar pras irmãs que me chamam de missionária? Eu não sou mais nada. Eu sou só… só uma égua no cio que foi feita pra gozar com pau do pastor no altar e de várias outras pessoas em outros lugares.”
Rayane se agachou na frente dela. As lágrimas também escorriam agora, silenciosas, quentes. Ela segurou o rosto da amiga com as duas mãos, obrigando-a a olhar nos olhos.
“Você acha que eu sou diferente? Eu subi naquele púlpito de quatro. Eu empinei a bunda pra ele enquanto lembrava do meu pai me fodendo junto com meu irmão. Eu senti o pau do pastor entrar no meu cu e gozei gritando o nome de Jesus. Eu deixei ele gozar dentro de mim… duas vezes. E o pior… o pior é que eu queria mais. Eu queria que ele me fodesse até eu não conseguir andar. Eu queria que você assistisse e gozasse comigo. Eu queria que o culto inteiro visse.”
Lorrana soluçou mais forte, o corpo sacudindo.
“Então por que a gente faz isso? Por que a gente não consegue parar? Eu rezo, eu choro, eu prometo pra Deus que amanhã vai ser diferente… e aí eu acordo com a buceta molhada pensando em rola. Na rola dos cachorros, dos bandidos, do pai de santo, fico até imaginando a do seu pai e do seu irmão, que eu nunca tive nada mesmo… eu tô doente, Rayane. A gente tá doente.”
Rayane deixou as lágrimas caírem livremente agora. Ajoelhou-se no chão sujo da rua, abraçou Lorrana com força, os corpos colados, o cheiro de sexo ainda forte entre elas.
“Talvez a gente esteja doente mesmo. Ou talvez a gente só esteja viva pela primeira vez. Eu não sei mais. Eu só sei que quando eu sinto um pau me rasgando, quando eu sinto porra escorrendo de mim, quando eu sinto você gozando do meu lado… aí eu existo. Eu sinto algo maior que a culpa. Maior que o medo do inferno. E isso me assusta mais do que qualquer coisa.”
Lorrana encostou a testa na de Rayane. As lágrimas se misturavam, gota a gota.
“E agora? O que a gente faz agora? Volta pra casa e finge que nada aconteceu? Volta pro culto domingo que vem e canta hino como se não tivesse chupado o pau do pastor no púlpito? Como a gente olha pro Erique? Como a gente olha pro espelho?”
Rayane respirou fundo, o ar entrando entrecortado.
“A gente não finge. A gente não volta atrás. A gente aceita que virou isso. Que o desejo venceu. Que a culpa não apaga o fogo… só o alimenta. E se o fogo queimar tudo… que queime. Mas eu não consigo voltar pra cama fria do Erique. Não consigo voltar pra oração seca. Eu preciso de mais. Preciso sentir de novo. Preciso sentir você gozando comigo. Preciso sentir um pau me rasgando enquanto você chora do meu lado.”
Lorrana fechou os olhos, as lágrimas ainda caindo.
“Então a gente não para.”
Rayane assentiu devagar.
“A gente não para. A gente mergulha mais fundo. A gente vai atrás do Pai Jorge de novo. A gente vai atrás dos bandidos de novo. A gente vai atrás do que for preciso pra sentir isso de novo. E quando a culpa vier… a gente goza em cima dela.”
Elas ficaram em silêncio por longos minutos, abraçadas no meio-fio, o vento da noite secando as lágrimas e a porra nas coxas. Depois se levantaram, devagar. Ajustaram as roupas o melhor que puderam. Caminharam até o carro de mãos dadas, sem pressa.
No caminho de volta, Lorrana falou baixo, quase um sussurro:
"Segunda-feira… a gente vai no terreiro. Eu quero sentir ele de novo. Quero sentir você do meu lado. Quero chorar gozando enquanto ele me chama de filha de santo puta.”
Rayane apertou o volante, os olhos fixos na estrada escura.
“Segunda-feira a gente vai. E dessa vez… a gente leva o Erique. Ele precisa ver. Ele precisa saber que a esposa dele não é mais dele. Que ela é de todo mundo que souber foder direito.”
Lorrana virou o rosto, surpresa. Depois sorriu — um sorriso pequeno, triste e excitado ao mesmo tempo.
“Ele vai odiar.”
Rayane sorriu de volta.
“Ou vai amar. De qualquer jeito… ele vai sentir.”
Elas seguiram em silêncio o resto do caminho. O carro balançava nas ruas esburacadas, o motor ronronava baixo, e entre as pernas das duas ainda escorria a porra do pastor — quente, pegajosa, lembrança viva de que o caminho de volta já não existia mais. Só havia o caminho para dentro. Para o fundo. Para o próximo gozo. Para o próximo grito. Para o próximo choro de prazer que elas não sabiam mais se era pecado ou salvação. Elas chegaram na casa de Rayane depois da meia-noite. O silêncio da sala era cortante, interrompido apenas pelo tique-taque do relógio de parede que Erique insistia em manter regulado. A luz da cozinha estava acesa — um detalhe pequeno, mas que fez o estômago dela se contrair. Ele nunca deixava luzes acesas à toa.
Ela fechou a porta devagar, tirou os sapatos, deixou a bolsa cair no chão. O corpo ainda doía em lugares que não explicaria: o cu sensível, a buceta inchada, as coxas marcadas por tapas que não eram só do pastor. A porra dele ainda escorria devagar, grudenta, misturada ao suor e ao cheiro de sexo que impregnava a pele. Ela não tinha tomado banho depois. Queria chegar assim — suja, marcada, verdadeira.
Erique estava sentado à mesa da cozinha, de costas para a porta, uma xícara de café frio na frente dele. Não se virou imediatamente. Quando o fez, os olhos castanhos pareciam mais fundos, mais velhos. Ele não gritou. Não jogou a xícara no chão. Apenas perguntou, voz baixa, quase neutra:
“Você demorou.”
Rayane ficou parada no batente. O coração martelava, mas não era medo. Era outra coisa — uma mistura de culpa, desafio e uma excitação residual que a envergonhava.
“Fui… resolver umas coisas com a Lorrana.”
Ele assentiu devagar, como se já soubesse.
“Eu sei.”
Duas palavras. Simples. Pesadas. Rayane sentiu o chão sumir por um segundo.
“Você… sabe?”
Sim Rayane, eu sei, imaginei que vocês duas depois do que rolou aqui entre a gente, iriam esquecer tudo isso e andar na linha, porém pelo visto estava eu super enganado.
Erique levantou-se. Caminhou até ela devagar. Parou a um metro. O cheiro dele — sabonete comum, café, Bíblia aberta na cabeceira — contrastava violentamente com o cheiro que ela trazia: sexo, porra, suor, incenso de terreiro, terra molhada de beco.
Erique prosseguiu.
“Eu sei há meses. Do seu pai. Do seu irmão. Dos cachorros. Dos desconhecidos na estrada. Do terreiro. Do alojamento dos bandidos. E agora do pastor Baltazar no púlpito hoje à noite.”
Rayane abriu a boca, mas nada saiu. As lágrimas vieram antes das palavras — quentes, rápidas, silenciosas.
“Como e por que não me falou nada, Erique, por que não me mandou embora ou falou pra todos na congregação…?”
“Porque eu te amo, Rayane. E porque eu não sou cego. Nem burro. Eu via você saindo mais cedo, voltando tarde, com o corpo diferente. Com o olhar diferente. Eu sentia o cheiro em você. Eu ouvia os gemidos abafados no banheiro quando achava que eu dormia. Eu vi as mensagens no seu celular. Eu vi os vídeos que você salvou. Eu vi tudo.”
Ele deu mais um passo. Agora estava perto o suficiente para que ela sentisse o calor dele. Mas não a tocou.
“Eu chorei muito. No começo. Chorei pedindo a Deus pra me dar forças pra te perdoar… ou pra te expulsar. Mas depois… depois eu parei de chorar. Porque percebi uma coisa.”
Rayane ergueu os olhos, o rosto molhado.
“O quê?”
Erique respirou fundo. A voz saiu baixa, quase um sussurro.
“Que eu também queria. Que eu também sentia falta. Que eu também imaginava… coisas. Que eu também me masturbava pensando em você com outros. Com homens. Com mulheres, principalmente com Lorrana, queria muito presenciar novamente você roçando sua bucetinha na xoxota rosinha dela. Com… tudo. E que eu odiava você por fazer o que eu não tinha coragem. E odiava mais ainda por gostar de imaginar.”
Rayane sentiu o chão tremer de novo. Não era medo. Era reconhecimento.
“Você… assistia?”
“Sim. Às vezes eu seguia você. Ficava do lado de fora. Via pela janela. Via você gemendo no colo de outros. Via você chorando de prazer. E eu me masturbava ali mesmo, escondido, odiando você e me odiando mais ainda. Porque eu gozava vendo você ser fodida por outros. Porque eu queria estar lá. Queria ver de perto. Queria… participar.”
O silêncio que veio depois foi o mais denso que elas já tiveram.
Lorrana, que tinha ficado calada até então, deu um passo à frente. A voz saiu frágil, mas firme.
“E agora? O que você quer fazer agora, Erique?”
Ele olhou para ela — não com raiva, mas com uma tristeza profunda.
“Eu quero saber se ainda sou parte disso. Ou se eu sou só o marido que ficou pra trás.”
Rayane deu um passo. Depois outro. Parou colada nele. Ergueu a mão, tocou o rosto dele. As lágrimas dela caíam no peito da camisa dele.
“Você sempre foi parte. Eu só… não sabia como te incluir. Eu tinha medo que você me odiasse. Que você me expulsasse. Que você me salvasse.”
Erique fechou os olhos. Uma lágrima escorreu pelo rosto dele — a primeira que Rayane via em anos.
“Eu não quero te salvar. Eu quero… te acompanhar. Quero ver. Quero sentir. Quero estar lá quando você chorar gozando. Quero que você me olhe enquanto outro te fode. Quero que você me diga que ama isso… e que ainda me ama.”
Rayane o beijou. Não foi um beijo casto. Foi faminto, desesperado, com gosto de lágrimas e culpa e desejo. Lorrana se aproximou devagar, tocou o ombro de Erique. Ele virou o rosto, olhou para ela. Depois a beijou também — devagar, quase com reverência.
Quando se separaram, Rayane sussurrou:
“Então vem com a gente. Segunda-feira. Pro terreiro. Pro Pai Jorge. Pro alojamento. Pra onde for. Vem ver. Vem participar. Vem me ver ser puta… e me amar mesmo assim.”
Erique assentiu. Uma única vez. Firme.
“Eu vou. E vou ficar até o fim. Seja qual for o fim.”
As três figuras ficaram ali, no corredor escuro da casa, abraçadas, chorando baixo, tremendo juntos. Não era redenção. Não era perdão. Era aceitação. Aceitação de que o desejo tinha vencido. De que a culpa não apagava o fogo — só o alimentava. De que o próximo passo seria juntos.
E que, na segunda-feira, eles iriam ao terreiro. Não para rezar. Para se entregar. Para se possuir. Para se destruir e renascer na mesma fogueira.
E, pela primeira vez em anos, Erique sentiu o pau endurecer sem culpa. Rayane sentiu a buceta pulsar sem vergonha. Lorrana sentiu o cu piscar sem medo.
Após Erique sentir esse tesão avassalador o possuir, Rayane olhou pra ele. Depois para Lorrana. Depois de novo para Erique. Ajoelhou-se devagar, sem tirar os olhos dele. Lorrana fez o mesmo, ajoelhando ao lado.
Erique ficou parado, respirando pesado. Rayane abriu o zíper da calça dele com dedos trêmulos. O pau saltou livre — modesto em comparação aos outros, mas duro como nunca estivera em anos. Latejando, pré-gozo brilhando na glande.
Rayane olhou para cima, olhos marejados.
“Deixa a gente te mostrar… que ainda somos suas.”
Lorrana completou, voz baixa:
“Deixa a gente te amar… como a gente ama o pecado.”
As duas se aproximaram ao mesmo tempo. Bocas coladas na glande, línguas se tocando enquanto lambiam. Rayane engoliu primeiro, devagar, sentindo o gosto familiar misturado ao novo — o gosto do marido que ela traíra e que agora aceitava. Lorrana lambeu o lado do pau, depois as bolas, chupando com delicadeza reverente.
Erique gemeu baixo, as mãos hesitantes indo para os cabelos delas.
“Vocês… vocês são minhas… mesmo assim…”
Rayane tirou a boca, olhou para cima.
“Sim. Somos suas. E somos delas. E somos de todo mundo que nos fizer gozar. Mas hoje… hoje somos suas.”
Elas voltaram a chupar juntas. Bocas se encontrando na glande, línguas se enroscando, saliva escorrendo pelo pau de Erique. Ele segurou as cabeças, fodeu as bocas devagar no início, depois com mais força, gemendo rouco:
“Tô gozando… tô gozando na boca de vocês… minhas putas… minhas putinhas evangélicas…”
O orgasmo veio forte. Jatos grossos e quentes melaram os rostos delas — primeiro na boca de Rayane, depois na de Lorrana, depois nos seios, na testa, nas bochechas. Porra escorrendo pelos queixos, pingando nos mamilos, escorrendo pelas barrigas.
Elas engoliram o que conseguiram, lambendo os lábios, os rostos brilhando de porra e lágrimas.
Rayane sussurrou, ainda ajoelhada:
Eles estavam prontos para o próximo capítulo.
E o próximo gozo.
E o próximo choro.
Juntos.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Evangélica e carente: se confessando para o marido e tomando uma decisão justa!

Codigo do conto:
254426

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
11/02/2026

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