O sábado à tarde na igreja evangélica de Camaçari, na Bahia estava silencioso como um túmulo profanado. O sol escaldante batia nas janelas altas, filtrando luz dourada que caía em faixas sobre o altar de madeira simples, o púlpito onde o pastor Baltazar pregava há décadas, e agora sobre os três corpos nus que se contorciam ali em cima como se o próprio diabo tivesse tomado o lugar do Espírito Santo. Rayane estava de quatro, joelhos cravados na madeira polida, bunda empinada alto, as coxas morenas tremendo a cada estocada profunda que o pastor dava na sua buceta. O pau dele — grosso, escuro, veias saltadas como cordas grossas — entrava e saía com força bruta, batendo no colo do útero a cada investida, fazendo os seios pesados dela balançarem descontrolados, mamilos rosados duros roçando o ar quente. Lorrana estava ao lado, na mesma posição, bunda clara sardenta empinada, o pastor enfiando dois dedos grossos na buceta rosada dela, mexendo com violência enquanto o polegar esfregava o clitóris inchado. As duas gemiam alto, sem pudor, vozes roucas ecoando pelas paredes brancas do templo vazio. “Fode mais forte, pastor… me rasga essa buceta… me enche de pau santo… ahhh… tô gozando… tô gozando no seu caralho… me chama de puta de novo… me chama de filha do diabo!” Rayane rebolava como cadela no cio, empurrando a bunda pra trás, o som molhado da carne batendo contra carne preenchendo o salão. Baltazar segurava os quadris dela com força, unhas cravando na carne morena, deixando marcas vermelhas. “Toma, filha perdida… sente o pau do pastor te possuindo… goza gritando… mostra pro pastor, como você é vadia… como você ama levar rola no altar!” Lorrana virava o rosto para Rayane, olhos azuis vidrados de tesão e lágrimas, língua lambendo os próprios lábios inchados. “Olha pra mim enquanto ele te fode… olha como eu tô pingando… dois dedos me arrombando… quero que você veja minha buceta gozar… quero que você me beije enquanto gozo… vem cá, sua puta… beija sua irmã de pecado…” Rayane esticou o pescoço, colou a boca na de Lorrana. Beijo molhado, línguas brigando, saliva escorrendo pelos queixos enquanto Baltazar alternava: saía da buceta de Rayane e enfiava três dedos no cu de Lorrana, socando com força, depois voltava pra buceta da morena, batendo fundo. “Tá gostando, missionária vadia? Tá gostando de levar dedo no cu no altar do Senhor? Goza, sua santa safada… goza gritando meu nome… grita que nem gritou pros bandidos!” Lorrana gozou primeiro, corpo convulsionando, esguichando forte nos dedos do pastor, o líquido quente escorrendo pela mão dele, pingando no púlpito. Gritou na boca de Rayane: “Tô gozando… no dedo do pastor… no altar… ahhh… caralho… tô gozando como puta… me fode mais… me arromba!” Rayane veio logo depois, buceta contraindo no pau dele, esguichando no púlpito, gritando rouca: “Tô gozando… no pau do pastor… no altar do Senhor… me enche… me mela de porra vai, seu pastor descarado… me faz tua filha do pecado!” Baltazar acelerou, tapas fortes na bunda de Rayane, puxando os cabelos dela pra trás. “Toma, filha… toma mais… vou gozar dentro… vou encher essa buceta de porra quente… toma tudo!” Ele estava prestes a gozar quando a porta principal da igreja rangeu alto. Dez garotos do grupo de jovens — entre 18 e 20 anos — entraram de uma vez, rindo, carregando Bíblias e violão, prontos para o ensaio do culto juvenil que acontecia todo sábado à tarde. Eles pararam no meio do corredor central, olhos arregalados, bocas abertas, o riso morrendo na garganta. O silêncio foi quebrado por um deles, voz fina de choque: “Meu Deus do céu… tia Lorrana?” Outro, mais alto, tatuagem discreta no braço, apontou: “Tia Rayane… por Deus… o que é tudo isso?” Rayane congelou, pau ainda dentro dela. Lorrana tirou os dedos do pastor da buceta, o corpo tremendo. Baltazar saiu devagar, o pau brilhando de sucos, latejando no ar. Os três se levantaram do púlpito, nus, expostos. As roupas estavam jogadas no chão perto do altar — longe demais para pegar. Rayane tentou cobrir os seios com os braços, Lorrana usou as mãos pra esconder a buceta e o cu. Baltazar ficou parado, pau duro apontando pro teto, sem vergonha. “Meninos… isso… isso não é o que parece… por favor… não filmem… não contem pra ninguém… a gente… a gente errou… mas por favor…” Um dos garotos — moreno, cabelo raspado, 19 anos — já tinha o celular na mão, gravando. Outro, loiro magro, deixou cair a Bíblia no chão. Os olhos deles iam de Rayane para Lorrana, para o pastor, para os corpos nus melados de porra e suco. Rayane, no auge da malícia e do desespero, percebeu o volume nas bermudas deles. Todos endurecidos. Ela respirou fundo, deixou os braços caírem, expondo os seios fartos, mamilos duros. “Não gravem… por favor… a gente faz qualquer coisa… só não contem pra ninguém…” Ela se aproximou do garoto que gravava, nua, corpo brilhando de suor e porra. Ajoelhou-se na frente dele, mão tremendo tocando o volume na bermuda dele. “Desliga isso por favor meninos… e se vocês quiserem, deixa a gente aliviar vocês… ninguém precisa saber… a gente faz tudo que vocês quiserem…” Lorrana gritou, voz quebrada: “Rayane… não amiga, por favor… não corrompe os meninos… eles são do grupo de jovens… eles são inocentes…” Mas outro garoto — alto, tatuado no braço — já tirava o pau pra fora. Duro, latejando, uns 18 centímetros, veias saltadas. Começou a bater uma ali mesmo, olhos fixos nas duas nuas. “Porra… olha essas duas… peladas no altar… pingando porra… como é que resiste a uma cena dessas.... particularmente eu quero…” Outro garoto concordou com essa afirmação e disse que quer também, seguido por vários outros. Um terceiro fez o mesmo. Depois um quarto. Em segundos, todos os dez estavam com o pau pra fora, masturbando-se devagar, olhos famintos nas duas mulheres nuas. Lorrana sentiu o fogo voltar — mais quente, mais insano. Olhou pra Rayane, depois pros garotos. Lágrimas ainda escorriam, mas o desejo venceu. Ela se ajoelhou ao lado da amiga, pegou o pau do garoto mais próximo, começou a punhetar devagar. “Vocês… não contam pra ninguém… e a gente deixa vocês fazerem o que quiserem… só não falem nada…” Rayane pegou outro pau, chupou a glande devagar, língua rodopiando. “Chupa gostoso… engole… isso… boa vadia… vocês vão gozar com a gente… vão deixar a gente encher vocês duas de porra… mas faremos silêncio absoluto, ninguém irá saber…” Lorrana abriu a boca, engoliu outro pau, chupando com fome. Em minutos, as duas estavam de joelhos no meio do salão, rodeadas pelos dez garotos, bocas cheias de pau, mãos masturbando outros, saliva escorrendo pelos queixos, gemidos abafados. “Engole tudo, tia… engasga no meu pau… isso… boa puta… chupa mais…” “Olha como elas mamam… duas evangélicas chupando nossas picas juvenis… toma… toma na boca…” Depois de minutos de oral coletivo, as duas se levantaram, foram pro altar, se deitaram de costas, pernas abertas. “Fiquem de quatro… empinem vai, deixem a gente ver esses rabos empinados… queremos foder vocês… agora.” Rayane e Lorrana se colocaram de quatro no altar, bundas empinadas, rostos virados uma para a outra. Os garotos fizeram fila. O primeiro enfiou na buceta de Rayane, socando com força. Outro na buceta de Lorrana. Depois trocaram. Depois outro no cu de Rayane, outro no cu de Lorrana. Eles revezavam sem parar — buceta, cu, boca, mão. Tapas fortes nas bundas, puxões de cabelo, xingamentos chulos. “Toma, tia Rayane… sente minha rola jovem te fodendo… goza gritando… mostra como você é puta!” “Toma, tia Lorrana… engole meu pau… engasga… isso… boa missionária vadia… goza na minha rola, vai!” Elas gozavam sem parar, esguichando forte, gritando nomes uma da outra, lágrimas escorrendo. “Vou gozar, vou gozar gostoso… gozar na rola desses meninos me fodendo… ahhh… me enche… me melar de porra!” “Tô gozando também… chorando gostoso… fode mais… goza dentro vai, me fode assim… me faz sentir viva!” Por fim, os garotos formaram duas filas. Um na buceta de Rayane, outro no cu — dupla penetração. Outro na buceta de Lorrana, outro no cu. Os demais masturbavam-se ao redor, gozando nos corpos delas — rosto, seios, costas, barriga. Rayane gritava: “Dois paus me rasgando… minha buceta e meu cu sendo judiados… ahhh… tô gozando pra caralho… tô gozando forte, minha buceta tá ardendo, tô gozando horrores, que delícia… me enchem de porra… me melem toda!” Lorrana chorava de prazer: “Dois paus me arrombando… tô cheia… tô gozando… ahhh… porra… tô gozando nos paus desses neninos… me encham, por favor… faz a tia Lorrana se acabar, faz a titia Lorrana gozar, me façam chorar mais!” Eles gozaram quase ao mesmo tempo. Jatos grossos inundando bucetas e cus, transbordando, escorrendo pelos corpos. Os demais gozaram em cima — porra quente melando rostos, seios, barrigas, costas, coxas. As duas desabaram no altar, ofegantes, meladas, lágrimas secando no rosto, sorrisos exaustos nos lábios. Os garotos saíram em silêncio, um a um, celulares guardados, promessas de segredo sussurradas. Rayane e Lorrana ficaram ali, abraçadas no altar, corpos marcados, almas expostas. “E agora?”, Lorrana sussurrou. Rayane beijou a testa dela. “Amanhã tem culto. A gente vai. Cantando hino… com porra secando na pele… e sorriso no rosto.” Elas riram baixo, lágrimas misturadas a prazer. O próximo culto seria diferente. E elas sabiam que não tinha volta. Só tinha mais. Sempre mais.
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