Aos 19 anos eu estava trabalhando em uma pequena clínica veterinária. Eu era a encarregada de alimentar, dar banho e passear com os cachorros e gatos que a minha chefe me pedia. Tudo ia às mil maravilhas, até que em um sábado à tarde, fui novamente encarregada de dar banho em uns quatro ou cinco cachorros. Eu já tinha quase terminado de dar banho em todos, quando percebi que faltava o Tubarão, o pastor alemão da Dra. Cintia, minha chefe. Esse cachorro ficava quase sempre na casa dela, e só vinha para a clínica umas duas vezes ao mês para tomar seu banho e fazer a tosa. Para facilitar os meus movimentos e poder das banho nos cachorros sem a preocupação de me molhar toda, eu costumava usar um shorts de lycra bem curto e uma camiseta, que já ficavam no armário da clínica. Eu sempre esperava pelo pior, já que os cachorros tem esse mal hábito de ficar se sacudindo, mesmo depois de termos passado uma toalha neles. Nesse sábado estávamos só eu e a Dra. Cintia na clínica. Enquanto ela estava arrumando uns papéis em seu consultório eu me dedicava a terminar os últimos banhos. Quando chegou a hora de dar banho no Tubarão, eu me ajolhei ao seu lado e comecei a ensaboar o seu corpo. De repente percebi que ele estava mais agitado do que das outras vezes, mas não dei muita atenção e continuei. Em um determinado momento eu estava de costas pra ele e, desastradada como sou, passei as mãos pelos meus cabelos e um de meus brincos caiu. Apressada me abaixei ainda mais para pegá-lo. Foi aí que senti um grande peso sobre os meus ombros, o que me fez perder o equilíbrio e caí de bruços no chão úmido. Imaginei que o Tubarão estava querendo brincar comigo, mas, ao tentar me levantar, me dei conta de que ele estava em cima de mim, e eu não podia me mexer. Foi tudo muito rápido. Em questão de segundos suas patas dianteiras me seguraram firmente na altura dos meus seios e, ao mesmo tempo, senti como se ele estivesse tentando meter em mim. Nesse momento dei graças a Deus por estar de shorts. Ainda assim eu pude sentir o enorme pau do Tubarão chocando contra minhas nádegas e parte da minha xoxota, mesmo sendo por cima do tecido do shorts. No entanto, como meu shorts era muito curtinho, não escapei de sentir a ponta da pica dele na minha pele, e estava quente e babada. Me desesperei, pois o Tubarão estava me arranhando todinha com suas enormes patas. - Doutora Cintiaaaaaaaaaa... socorrroooooo... me ajuda aqui...!! - gritei umas três vezes na esperança de que a minha chefe ouvisse e fosse lá me ajudar. No entanto, a sala de banho e tosa era bem fechada para não incomodar os vizinhos. Fiquei muito nervosa debaixo do Tubarão. Não era a primeira vez que um cachorro tentava fazer sexo comigo, mas era sempre com uma das minhas pernas, e não daquele jeito, trepado em cima de mim. Comecei a chorar baixinho e fiquei quietinha, torcendo para que não acontecesse mais nada de grave. Eu sabia que se eu ficasse quieta ele ia parar de me apertar com as patas. Depois de uns cinco minutos socando violentamente seu pau entre as minhas pernas, o Tubarão finalmente gozou em minhas coxas. Que loucura! Senti seu esperma quentinho descer pelas minhas pernas. Eu não sabia o que fazer, de tão incômoda que fiquei. Eu não estava com raiva dele, foi mais pelo fato de ter sido usada daquela forma. Passei a mão no meu bumbum e vi o quanto meu shorts estava melado atrás. Fui ao banheiro e tomei um banho caprichado. Depois lavei meu shorts e a minha calcinha e voltei à minha tarefa, procurando não pensar mais no que tinha acontecido. Minutos mais tarde eu comentei com a minha chefe e ela começou a rir e me falou que o Tubarão não era de ficar fazendo essas coisas. Para minha felicidade, o resto da tarde transcorreu sem mais nenhuma surpresa, ou pelo menos era o que eu pensava. Ao chegar em casa e tomar mais um banho eu comecei a me lembrar do que tinha acontecido na clínica. O fato de eu ter sentido o pênis do Tubarão chocando repetidamente contra as minhas nádegas e a minha xaninha, mesmo por cima do meu shorts, me deixou muito excitada. À medida que eu tomava meu banho, comecei a tocar o meu clitóris e a sussurrar baixinho dentro do banheiro. - Fodeeeeee... issooooo... soca tudo na sua cachorrinhaaaaa... ohhhhhh... que delíciaaaaaa... issssoooooo... sobe em mim, sobe... seu safado... fode gostoso, Tubarão... fode...!! - me peguei falando essas barbaridades e tive um dos orgasmos mais deliciosos da minha vida. Depois que gozei, a ficha caiu e eu percebi a gravidade do que eu tinha acabado de fazer. Eu me masturbei me imaginando debaixo de um cachorro. Que loucura! Terminei meu banho mais que apressada, me enxuguei e corri para o meu quarto. Era coisa demais para a minha cabeça. Me deitei e, depois de pensar um pouco, caí no sono. Nos dias seguintes, por mais que eu tentasse não pensar no ocorrido, mais eu pensava. Às vezes eu me pegava sonhando acordada, imaginando o que poderia ter acontecido se, em vez de estar usando meu shorts, o Tubarão tivesse me pego apenas de saia ou vestido e com uma calcinha mais folgada. Ele teria enfiado aquele pau na minha buceta com certeza. O negócio é que eu não conseguia mais tirar isso da minha cabeça. Bastava eu ver um cachorro pra eu já ficar pensando em mim de quatro e ele me penetrando até me fazer gozar. Para complicar ainda mais, minha chefe foi participar de um congresso no exterior, e me deixou encarregada de cuidar e alimentar os cachorros e gatos que estavam na clínica. Parece que quando queremos fazer algo proibido, até o universo conspira a nosso favor. No dia seguinte à viagem da minha chefe, seu esposo levou o Tubarão para a clínica e pediu que eu o banhasse. Aceitei alegremente a tarefa e deixei ele por último, já que eu queria botar o meu plano em ação. Quando finalmente chegou a hora de dar banho no Tubarão, lá estava eu com o meu shortinho de lycra e camiseta. Depois de brincar com ele um pouquinho, eu fiquei de quatro, empinei bem a bunda e o chamei. De imediato ele subiu em mim e ficou tentando engatar seu pau em mim, como se eu fosse sua cachorra. Fiquei com a bunda bem empinada e minhas pernas ligeiramente abertas, para que o Tubarão não tivesse nenhuma dificuldade em acertar minha xoxota. Nossa!! Que loucura! Os golpes de sua pica rosada e dura foram ainda mais fortes e certeiros do que da primeira vez. Havia momentos em que a ponta do pau chegava a enfiar meu shorts e minha calcinha pra dentro da minha buceta. É claro que não deixei ele me penetrar. No entanto, ao contrário do outro dia, que tinha sido algo acidental, dessa vez era eu quem estava facilitando tudo, com a minha xana toda aberta, à disposição dele, ainda que protegida pelo meu shorts e calcinha. Enquanto ele metia desesperado eu fiquei quietinha, morrendo de curiosidade em saber como seria se eu deixasse ele enfiar em mim. Depois que o cachorro da minha chefe gozou na minha bunda eu corri para o banheiro. Enquanto eu lavava o meu shorts e a minha calcinha, eu me masturbei deliciosamente. Parecia que eu estava sendo penetrada pelo Tubarão, de tão gostosa que a siririca estava. Gozei falando um monte de coisas que fico até com vergonha de repetir aqui. Nos próximos cinco dias o Tubarão ainda estaria na clínica, e eu ia dar pra ele, já estava decidido. Fui para casa e procurei me informar bastante sobre zoofilia, os cuidados a serem tomados para evitar infecções e coisas assim. Providenciei também umas meias para vestir nas patas dianteiras dele, para evitar que ele me arranhasse novamente. No dia seguinte eu organizei para dar banho no Tubarão novamente, só que desta vez, em vez de vestir o meu shorts de lycra, optei por ficar apenas de camiseta, sem nada por baixo, nem mesmo a minha calcinha. Então fiquei de joelhos ao lado dele e comecei a alisá-lo. Eu estava muito nervosa, sabendo de antemão o que ia acontecer comigo. Mas, como dizem, a curiosidade matou o gato. No meu caso, a curiosidade ia matar a minha gatinha, ou seja, a minha bucetinha. O meu desejo era que o Tubarão golpeasse a minha xoxota até eu gozar naquele pauzão dele. Depois de brincar um pouco com ele, eu finalmente fiquei de quatro, bem empinadinha, na altura certa para o corpo dele. Ele veio por trás, me cheirou, deu umas boas lambidas na minha buceta e no meu cú e rapidamente subiu em mim. - Isssoooooo... menino... isso mesmo... vem trepar na sua cachorrinha... hummmm... que delícia, Tubarão... vem foder a sua cachorrinha safada... vem...!! - falei e fiquei provocando ele, enquanto sua pica quente ficava batendo nas minhas nádegas. Nossa! De vez em quando a ponta da vara dele atingia o meu cú ou a portinha da minha xoxota e eu levava o corpo pra frente, de tanto medo que eu estava. Ficamos nessa enrolação por uns 15 minutos, ele querendo meter e eu esquivando o meu corpo. Até que criei coragem e me abri um pouco mais. - Aiiiiii... aiiiii... entrou... meu deusssss... entrou... ahhhhh... ahhhhhhh... socorrrrooooo... socorrrrroooo... devagar... Tubarão... devagarrrrr.... ahhhhhhhhhhh...! - soltei um grito sufocado quando o pau dele entrou em mim. Eu não sabia se gritava de dor ou de prazer. A sensação de ser penetrada por aquele pauzão rosa, quente e duro era algo que eu jamais esperava. Empinei minha bunda ainda mais e empurrei minha buceta em direção ao pênis dele, pra entrar tudo mesmo. E ele alí, com sua respiração ofegante e babando na minha nuca. As patas dianteiras do cachorro da minha chefe me seguravam firme pela cintura, deixando claro que eu não iria a lugar nenhum. E eu não queria ir mesmo. Eu ia ficar alí quietinha pra ele me foder o tanto que ele quisesse. Meu deusssss!! O Tubarão não parava de meter, rápido, cada vez mais fundo, procurado achar a posição que o permitiria encaixar ainda mais. - Ohhhhhhhh... gostosooooo... come a sua Letícia, Tubarão... come, seu safadinhoooo... soca esse pau todinho na sua cachorrinha, soca... come a sua Letícia gostosa, come...!! - eu falava toda entusiamada, rebolando meus quadris e curtindo todas as deliciosas sensações que o Tubarão estava me proporcionando. De repente um calor descomunal subiu pelas minhas pernas e percorreu todo o meu corpo, até atingir meu último fio de cabelo. Gozei tão gostoso que achei que o mundo ia acabar. Meu cú piscava descontrolado e minha buceta pulsava na vara do Tubarão, querendo chupar todo o seu pênis pra dentro de mim. E aí aconteceu. Meu corpo ainda dava os últimos espasmos da minha gozadinha quando senti algo inchando dentro de mim. Me assustei e tentei afastar o Tubarão de mim, mas já era tarde. Fiquei presa a ele e percebi que era inútil tentar escapar sem acabar me machucado. Resolvi ficar quietinha, com meus cotovelos apoiados no chão e minha bunda pra cima. Depois de alguns minutos o Tubarão passou uma pata por cima do meu bumbum e ficamos grudados, bunda com bunda. Que loucura! Aquela bola dentro de mim e o movimento que ele fez para virar para o outro lado fizeram com que meu corpo respondesse com mais um orgasmo tão forte que fez lágrimas sairem dos meus olhos. Fiquei muito fraca e fui abaixando o meu corpo ao poucos, até ficar deitada de bruços e com o Tubarão preso ao meu bumbum. Ficamos assim por quase meia hora, até que senti uma jorrada de líquido quente bem no fundo da minha xoxota. E tome mais um orgasmo. Gozei sem querer. Meu corpo involuntariamente começou a se tremer todinho e uma descarga elétrica me atingiu. - Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh...! - deixei escapar um gemido quando o Tubarão puxou mais um vez e a bola saiu de dentro de mim, fazendo um "plof". O pauzão dele saiu da minha buceta e o seu líquido veio escorrendo junto. Imediatamente ele se virou e lambeu tudo, me deixando praticamente desmaiada. Não sei por quando tempo dormi alí, deitada, só de camiseta, no chão da clínica. Quando acordei o meu corpo estava moído, e o Tubarão estava deitado ao meu lado, me olhando tranquilamente. Me levantei, fiz um carinho nele e fui para o banheiro tomar um banho. Ao lavar a minha perereca eu percebi o quanto eu estava dilatada. Mas eu também estava muito satisfeita por ter saído daquela aventura sem maiores danos. Depois desse dia eu fiquei viciada na pica do Tubarão, ao ponto de um dia experimentar chupá-la. O gosto era muito diferente do pau de um homem, mas no meu estado de excitação eu chupei como uma louca, e quando ele gozou eu me atrevi a beber toda a sua porra. Virei uma cachorrinha tão safada que até terminei com o meu namorado, só para ser exclusividade do cachorro da minha chefe. Estava indo tudo às mil maravilhas, até que um dia a minha chefe me chamou em sua sala. - Letícia... eu acho que está na hora de você dar um tempo com o Tubarão! - Dar um tempo?!?... não entendi, Doutora! - Entendeu sim... não se faça de boba... eu já estava desconfiada e coloquei uma câmera lá na sala de banho e tosa! - Meu deusss... eu... eu... eu não fiz por mal, Doutora... ele... eu...! - fiquei muito envergonhada e comecei a chorar. - Não precisa chorar, Letícia... eu sei que você não teve culpa... mas é que o Tubarão mudou completamente o seu comportamento... ele está muito agressivo, subindo em mim e na minha filha... e meu marido já está querendo doar ele! - a Dra. Cintia começou a me explicar. - Me desculpa, Doutora... não fiz por mal...! - Eu sei, Letícia... eu sei...! - minha chefe falou e eu estava muito nervosa, pois eu imaginava que ela ia me colocar pra fora da clínica a qualquer momento. - Doutora... eu prometo nunca mais fazer isso... é que... é... foi o Tubarão que começou... mas eu não vou mais fazer isso! Meu choro não parava e a Dra. Cintia continuava me olhando, e eu podia ver irritação em seu rosto. Eu ia perder o meu emprego. - Vem cá... eu já sei como resolver isso! - ela falou e me agarrou firmemente pelo braço. Nessa hora pensei que ela ia me levar até a porta e me mandar sumir da clínica dela. Mas não foi isso que aconteceu. Em ver de irmos até a porta da rua, minha chefe me levou até a sala de exames, onde havia um lindo e gigantesco cachorro da raça Dogue Alemão. Fiquei sem entender nada, até que veio a ordem. - Tira sua roupa, Letícia... agora... vamos! - a Dra. Cintia falou e resolvi obedecer. - A calcinha também... tudo! - ela insistiu, quando percebeu minha indecisão em ficar completamente pelada na frente dela. Tirei minha calcinha também e fiquei ali parada, com um braço cobrindo os meus seios e a minha outra mão cobrindo minha região íntima, sem entender claramente o que ela queria que eu fizesse. - Agora você vai fazer com o Sansão... na minha frente! - O que?!?... eu... eu... ele... não...! - tentei falar, mas eu estava super confusa, sem saber o que fazer. - Vai sim... fica de quatro e empina bem essa sua bundinha! - a Dra. Cintia falou e não me restou outra opção a não ser obedecer. De imediato minha chefe segurou o Sansão pela coleira e levou o enorme focinho dele até a minha buceta. Foi o bastante para que ele colocasse a linguona pra fora e me desse a primeira lambida, de baixo para cima. - Ahhhhhhhhhhhhhh... meu deusssssss... Doutoraaaaaaaaaa...! - gemi gostoso e curvei a minha coluna ainda mais, ficando totalmente exposta. O Sansão intensificou suas lambidas na minha buceta e de vez em quando passava bem em cima do meu cuzinho, me provocando arrepios e umas deliciosas ondas de prazer. Depois ele me rodeava, tentava montar, descia e lambia mais. Até que ele me montou de novo, bem decidido a me penetrar. - Doutoraaaa... ele não está conseguindo... acho melhor tentar outro dia... ahhhh... ahhhh... está entrando... ahhhhh... ahhhh... meu deusssss... meu deusssss... ahhhhh... ahhhhh... entrou tudo... entrou... ohhhhhhhhhhhhhhh...!! - gemi como uma desesperada quando o Sansão deu umas três metidas certeiras e o pauzão quente e grosso conseguiu invadir a minha xoxotinha melada. - Isso, Sansão... fode essa putinha bem gostoso... mostra pra ela o quanto você gosta de comer as bucetinhas das meninas... seu safadinho...!! - minha chefe falou e levantei o meu olhar. Ela estava com a saia levantada e a mão dentro de sua calcinha, se masturbando e se deliciando com o meu sofrimento. Eu nunca tinha visto a Dra. Cintia tão satisfeita. - Ahhhhhhhhhh... a bola... dele... está me rasgandoooooo... ahhh...! - senti uma dor terrível ao sentir o pênis do Sansão começar a inchar e fazer minha xoxota dilatar ao máximo. Novamente eu estava cheia de pica, de cachorro. E a Dra. Cintia alí do nosso lado, vendo o Sansão me comer e se masturbando bem gostoso. De repente o Sansão começou a esporrar dentro de mim, e era porra que não acabava mais. Meus olhos reviraram e um orgasmo forte como um furação me atingiu em cheio. Gritei como uma louca e, mesmo com a minha vista começando a escurecer, consegui ver a Dra. Cintia esfregando o grelo e gozando também. Depois que recuperei as minhas forças o Sansão já tinha passado uma perna por cima de mim e estávamos engatados, bumbum com bumbum. Fiquei quietinha para que ele não se mexesse dentro de mim, já que sua enorme bola estava me machucando. Nisso a minha chefe veio e ficou fazendo um carinho nos meus cabelos. - Se você quiser continuar a trabalhar aqui, Letícia... você vai ser a cachorrinha de todos os cachorros que eu pedir... você aceita essa condição? - Simmmmm... ahhhhhhhh... ahhhhh... aceito sim, Doutora! - Muito bem, sua safadinha!... Os cachorros gostam de ficar aqui porque só aqui eles têm esse tratamento especial... sabia disso? - Que t-t-t-tratamento... e-e-especial? - perguntei ainda confusa e revirando os meus olhos, já que o Sansão estava liberando mais esperma quentinho dentro da minha xoxota. - Aqui eles podem foder uma bucetinha bem gostoso, Letícia... sempre foi assim... e agora... com você... eles vão ficar mais felizes ainda... depois que a outra menina saiu era eu quem tinha que dar a buceta pra eles... agora você vai me ajudar nessa tarefa... pelo menos até a minha filha completar 16 anos! Quando minha chefe terminou de falar isso eu já estava revirando meus olhos novamente. Gozei só de ouvir tamanha safadeza.
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