Bom pessoal, eu sou a Gisele e esse conto é um conto em paralelo ao "Fiquei gostando de ser cadelinha". É na perspectiva de minha mãe, mais precisamente uma explicação mais detalhada e aprofundada do dia que peguei tarzan grudado em minha mãe. Vamos ao conto: Meu nome é Helena e tenho 48 anos. Sou a mãe da Gisele, aquela loirinha magrinha que todo mundo na fazenda olha com desejo. Eu, ao contrário dela, sou morena de pele queimada de sol, cabelos pretos longos que descem até a metade das costas, corpo cheio de curvas maduras: peitos grandes e pesados, tamanho 44, com mamilos escuros que endurecem só de roçar na blusa, cintura ainda marcada mas com aquela barriguinha macia de quem pariu três filhos, e uma bunda grande, carnuda, redonda, que balança quando eu ando descalça pela terra. Meus quadris são largos, feitos pra parir e pra foder, e minha buceta... ah, minha buceta é peludinha, lábios grossos, carnudos, que incham fácil quando eu fico excitada. Tenho 1,68m, pernas fortes de tanto trabalhar na horta, e um cheiro natural de mulher madura que os cachorros sentem de longe. Casei com o José aos 19 anos, ainda virgem, e a vida na fazenda me ensinou rápido que mulher tem que aguentar. Ele me comia toda noite no começo: rola grossa, mas curta, metia forte, gozava rápido e dormia. Depois dos filhos, foi rareando. Aos 40 ele já preferia cachaça e TV a me tocar. Eu ficava noites acordada, buceta latejando, mão entre as pernas, dedando meu grelo inchado enquanto imaginava picas grandes, grossas, que me rasgassem de verdade. Nunca traí com homem. Medo do escândalo, medo de perder tudo. Mas o tesão queimava por dentro. Eu era uma cadela no cio disfarçada de dona de casa respeitável. Quando o José trouxe o Tarzan pra fazenda, tudo mudou. Aquele vira-lata enorme, mistura de Fila com não-sei-o-quê, pelo curto marrom, músculos saltados, latido que fazia tremer as janelas. Mas o que me deixou sem ar foi o pau dele. Na primeira vez que o vi lambendo aquela pica vermelha, grossa como meu pulso, veias pulsando, ponta pontuda pingando pré-gozo transparente, o nó na base inchado do tamanho de um limão grande... eu senti minha calcinha molhar na hora. Fiquei parada na varanda, olhando, boceta piscando, imaginando aquela coisa quente entrando em mim. O José ria: “Esse danado vai proteger a gente.” Eu só pensava: “Esse danado vai me foder gostoso, isso sim.” Mal sabia que o danado do Tarzan iria a vim aprontar com minha filha Gisele também, mas isso como contado anteriormente todos vocês já sabem. Comecei devagar, como quem não quer nada. Acariciava a cabeça dele, coçava a barriga, mas meus olhos sempre desciam pro saco pesado, peludo, balançando. Uma tarde, sozinha lavando roupa no tanque, ele veio cheirar entre minhas pernas. O focinho quente roçou minha coxa, subiu pro vestido fino. Eu abri um pouco as pernas, deixei. A língua áspera passou por cima da calcinha, lambendo o pano molhado. Eu gemi baixinho, segurei a cabeça dele: “Isso, Tarzan... cheira a buceta da mamãe...” Ele lambeu com vontade, baba escorrendo, e eu gozei ali mesmo, de pé, pernas tremendo, calcinha encharcada. Daí não parei mais. Toda vez que o José saía com os filhos pro campo ou pra cidade, eu chamava o Tarzan pra dentro. Tirava a calcinha, sentava no sofá de pernas abertas, puxava os lábios da buceta pra ele lamber tudo: o grelo inchado, os lábios carnudos, até o cu enrugadinho. A língua dele era longa, áspera, entrava fundo, girava, lambia meu cu com fome. Eu segurava as orelhas dele e rebolava na cara peluda: “Lambe, cachorro safado... lambe a xota da tua dona...” Gozava jorrando, molhando o focinho dele todo. Uma semana depois criei coragem pra tocar. Deitei no chão da cozinha, ele em pé sobre mim. Peguei aquela pica quente, vermelha, latejando na minha mão. Era pesada, grossa, pele fina escorregadia de baba. Comecei a bater punheta devagar, sentindo o nó inchar na base. O Tarzan gemia baixo, quadril tremendo, dando estocadas no ar. Eu aproximei o rosto, cheirei: cheiro forte de macho, almíscar animal que me deixava louca. Dei uma lambida na ponta, provei o pré-gozo salgado. Depois enfiei na boca, chupando a cabeça pontuda enquanto batia no resto. Ele fodia minha boca, babando, até gozar jatos grossos, quentes, que eu engoli parte, o resto escorrendo no meu queixo, pingando nos peitos. Mas eu queria mais. Queria ser montada, queria ser cadela dele. O primeiro dia de verdade foi um sábado chuvoso. José e os filhos foram pra Goiânia comprar remédio. Eu fiquei sozinha. Tirei toda roupa, fiquei nua na sala, de quatro no tapete velho. Chamei o Tarzan. Ele veio correndo, farejou meu cu, lambeu minha buceta pingando. Depois subiu. Patas pesadas nas minhas costas, unhas arranhando minha pele, peso dele me esmagando. O pau vermelho batia nas minhas coxas, procurava o buraco. Eu mexi o quadril, guiei com a mão. Quando a ponta entrou, eu gritei: “Ai meu Deus... tá entrando... que grosso...” Ele meteu tudo de uma vez. A rola quente, babada, invadiu minha buceta madura, abrindo as paredes, batendo no fundo do útero. Eu senti cada veia, cada centímetro. Ele bombava desesperado, rápido, selvagem. Patas cravadas na minha cintura, unhas furando a pele, sangue escorrendo fino. Eu gemia como puta: “Fode, Tarzan... fode a buceta da mamãe... rasga tudo... sou tua cadela...” O nó batia na entrada, inchando, forçando. Eu empinei mais, abri as pernas. Ele empurrou forte e o nó entrou com um “ploc” molhado. Dor queimando, mas prazer insano. Minha barriga inchou visivelmente, cheia dele. Ele parou, gozando jatos quentes, grossos, enchendo meu útero. Eu gozei gritando, buceta apertando o nó, leite escorrendo dos meus peitos de tanto tesão. Ficamos engatados 25 minutos. Eu deitada de bruços, ele de lado, pau latejando dentro de mim, jorrando mais porra. O líquido quente vazava quando eu mexia, escorrendo pelas coxas. Quando o nó desinchou e saiu, um rio de sêmen branco, grosso, saiu da minha buceta aberta, formando poça no chão. Eu lambi um pouco do chão, sentindo o gosto dele misturado com meu mel. Fiquei viciada. Daí em diante era todo dia que dava. De manhã cedo, enquanto José tomava café, eu ia pro quintal, agachava atrás do galinheiro, Tarzan me montava rápido. Ele metia, nó entrava, eu gozava mordendo o braço pra não gritar. À tarde na horta, eu tirava a calcinha, ficava de quatro entre os pés de alface, bunda empinada pro alto. Ele vinha, lambia meu cu primeiro, depois enfiava tudo. Eu sentia as bolas peludas batendo no meu grelo, o nó esticando minha entrada até doer. Gozava tanto que mijava junto, molhando a terra. Uma vez ele me pegou no banheiro. Eu tava tomando banho, ele entrou, subiu nas minhas costas molhadas, meteu na buceta ensaboada. A água escorrendo, ele fodendo forte, unhas arranhando meus ombros. Gozou dentro, porra misturada com sabão escorrendo pela minha perna. Outra vez, de noite, José roncando no quarto, eu deitei na cama da Gisele (ela tava fora), de quatro, Tarzan me comeu ali mesmo, lençol molhado de baba e porra. Eu sussurrava: “Fode baixo, safado... não acorda teu dono... mas me arromba toda...” Eu aprendi a tirar a calcinha sempre que ficava sozinha. Deixava ele cheirar, lamber, montar. Meu corpo ficava marcado: arranhões vermelhos na cintura, nas coxas, hematomas roxos onde as patas apertavam. Minha buceta vivia inchada, vermelha, lábios pendurados de tanto ser esticada pelo nó. O cu também: uma vez ele errou o buraco e enfiou no meu cuzinho. Doeu pra caralho, mas eu aguentei, sentindo a rola grossa abrir meu anel, nó forçando, gozando dentro do intestino. Depois eu andava vazando porra pelo cu dias seguidos. No dia que a Gisele me pegou, eu já tava completamente viciada. Era fim de tarde, céu nublado. José e os filhos tinham saído cedo. Gisele foi na vizinha pegar sementes. Eu tava na horta, de vestido leve, sem calcinha nenhuma – eu tinha tirado de propósito, sentindo o vento bater na buceta molhada. Agachei pra tirar mato, bunda empinada, vestido subido nas costas. O Tarzan, que eu tinha soltado da corrente escondido (eu sempre soltava quando ficava sozinha), veio correndo. Farejou meu cu, lambeu uma, duas, três vezes. Eu gemi: “Vem, meu macho... monta na tua cadela...” Ele subiu. Patas pesadas na minha cintura, unhas cravando fundo, rasgando a pele. O pau vermelho, babando, bateu nas minhas coxas, encontrou a buceta encharcada e entrou de uma vez, até o fundo. “Aaaahhh... Tarzan... que delícia... me fode forte...” Ele bombava como louco, quadril batendo na minha bunda, bolas estalando no meu grelo. O nó inchou, pressionou, entrou com força, esticando minha entrada até eu sentir que ia rasgar. Dor misturada com prazer insano. Minha barriga inchou de novo, cheia daquele pau animal. Ele parou, gozando jatos quentes, grossos, enchendo meu útero até transbordar. Eu gozei gritando baixo, corpo tremendo, buceta apertando o nó, leite escorrendo dos peitos soltos no vestido. Ficamos engatados ali, no meio da horta, eu de quatro no canteiro, vestido embolado nas costas, bunda empinada, Tarzan grudado em mim, babando no meu pescoço, porra vazando pelas minhas coxas, pingando na terra. Eu massageava meu grelo: “Isso... enche a mamãe... sou tua puta... tua cadela pra sempre...” Foi aí que ouvi o grito da Gisele: “Tarzannnnn... soltaaaaaa... soltaaaaa...!!” Eu gelei. Tentei empurrar, mas o nó ainda tava preso. O Tarzan saiu assustado, pau saindo com um “ploc” molhado, porra jorrando da minha buceta aberta, escorrendo pelas pernas. Eu caí sentada no canteiro, vestido sujo de terra e sêmen, sem calcinha, marcas vermelhas das patas na cintura, buceta inchada, vermelha, babando porra de cachorro. Olhei pra Gisele, rosto queimando de vergonha, mas no fundo ainda latejando de tesão. Ela ficou parada, olhos arregalados. Eu limpei o vestido com as mãos tremendo: “Foi... foi esse cachorro danado... me derrubou aqui...” Mas ela viu tudo: a calcinha que eu tinha tirado jogada no canto da horta, o rio de porra escorrendo de mim, o Tarzan com o pau ainda meio duro pingando. Entrei correndo pra casa, direto pro banheiro. Fiquei sentada na privada, pernas abertas, vendo no espelho a buceta destruída, o cu piscando, marcas roxas na pele. Gisele entrou atrás. Viu as marcas nas minhas coxas, na cintura. Eu não aguentei: chorei e confessei tudo. Contei das lambidas, das punhetas, das montadas, do nó me arrombando, da porra quente enchendo meu ventre, de como eu gozava mais com ele do que com o pai dela em 30 anos de casamento. Contei que eu tirava a calcinha de propósito, que soltava ele da corrente, que era viciada em ser cadela dele. Ela ouviu tudo, olhos brilhando de um jeito estranho... e eu soube que ela também sabia daquele gosto. Desde aquele dia, o Tarzan virou nosso segredo. Mas essa é outra história. O que importa é que eu, Helena, aos 48 anos, descobri que nasci pra ser comida por aquele cachorro enorme. E não me arrependo de nada. Cada arranhão, cada jato de porra, cada nó esticando minha buceta experiente... tudo valeu a pena.
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