Dia inesquecível na praia!

Eu me chamo Luna e, porra, aquele sábado na praia da barra, em Salvador foi o dia que eu realizei a maior fantasia safada da minha vida. O sol ainda batia forte, mas já tava baixando, pintando o mar de laranja. O bar de praia tava lotado: gente de sunga, biquíni, cerveja na mão, reggae tocando baixo no fundo. Eu, Pri e Juju chegamos cedo, de biquínis que eram quase nada. O meu era vermelho, fio-dentalzinho que entrava no meio da bunda empinada e mal cobria a xota depiladinha. Pri, loiraça de peitão, usava um verde neon que apertava aqueles melões e deixava o mamilo marcando. Juju, morena de bunda gigante, tava de preto, o tecido fino quase transparente de tão molhado de suor.
Pedimos uma jarra gigante de caipirinha de limão com bastante cachaça e sentamos numa mesa bem no meio, perto da areia. "Hoje eu quero aprontar, meninas. Quero ficar aloprada de verdade", eu disse, rindo, já chupando o canudinho bem devagar, enfiando ele todo na boca, sugando com força, fazendo barulhinho molhado. Pri e Juju fizeram igual, olhando pros caras das mesas do lado. O garçom, um negão gostoso de uns 25 anos, veio trazer mais gelo. Eu chamei ele: "Ei, vem cá rapidinho". Quando ele chegou perto, puxei o top do biquíni pra baixo com dois dedos, mostrando o biquinho do peito todo duro, rosadinho, arrepiado. "Tá calor pra caralho, né? Olha como meu peito tá pedindo atenção". Ele engoliu seco, olhos grudados. Juju abriu as pernas devagar, puxou o fundo do biquíni pro lado e mostrou o grelinho inchado da buceta, brilhando de tesão e um pouquinho de suor. "Quer tocar pra ver como tá quente aqui também, amor?" Pri riu alto e lambeu o próprio dedo, passando na ponta do peito dela. O garçom ficou vermelho, pau marcando na bermuda, mas sorriu nervoso e saiu andando torto.
A gente não parou. Começamos a nos beijar ali mesmo. Eu puxei Pri pela nuca, enfiei a língua na boca dela bem fundo, chupando forte, saliva escorrendo pelo queixo, lambendo os lábios dela enquanto Juju enfiava a mão entre minhas pernas e apertava minha buceta por cima do biquíni. "Hmmm, sua língua é uma delícia, sua safada", eu gemi no ouvido dela. Pessoas nas mesas próximas pararam de falar. Um casal de velhos olhou chocado, uma galera de amigos começou a rir e apontar, mas ninguém saiu. A gente tava louca de tesão, o álcool subindo rápido.
Foi aí que os dois caras apareceram, nos apresentamos. Um moreno alto, corpo definido, bermuda azul, chamado Marcos. O outro loiro, musculoso, pele bronzeada, Rafael. Eles tavam bebendo numa mesa perto e não aguentaram mais só olhar. Marcos veio primeiro: "Vocês são as putinhas mais gostosas que eu já vi. Posso sentar aqui e participar dessa brincadeira?" Eu olhei pra rola dele marcando forte na bermuda e sorri: "Senta logo, gostoso. Mas só se aguentar a gente ficar cada vez mais safada".
Pedimos mais duas jarras. A bebedeira rolou solta. Eu sentei no colo de Marcos, rebolando devagar na rola dura que eu sentia crescer embaixo de mim. Pri fez o mesmo com Rafael, Juju entre os dois, beijando um e outro. Eu peguei a mão de Marcos e enfiei dentro do meu biquíni: "Sente como minha buceta tá molhada só de olhar pra vocês". Ele enfiou dois dedos grossos, mexendo devagar. "Caralho, Luna, você tá encharcada". Pri chupava a língua de Juju na frente de todo mundo, saliva pingando, enquanto Rafael apertava os peitos dela e torcia os bicos.
O bar inteiro tava olhando agora. Mesas cheias de gente parando pra assistir, alguns pegando celular discretamente. A gente não tinha mais escrúpulo nenhum. Eu beijei Marcos na boca, mordendo o lábio dele, enquanto Juju tirava o top do biquíni dela e mostrava aqueles peitões pra todo mundo. "Olha o que eu tenho aqui, seus safados". Pri abriu as pernas na cadeira e começou a se masturbar por cima da calcinha, gemendo alto: "Tô louca pra levar pau".
Marcos não aguentou. Ele puxou meu biquíni todo pra baixo num puxão só, me deixando completamente peladinha ali na mesa. Meus peitos balançando livres, buceta inchada, molhada brilhando sob a luz do fim de tarde. Rafael fez o mesmo com Pri e Juju. Nós três nuazinhas, bundas na cadeira de plástico, xotas expostas, corpos suados. A multidão cresceu. Uns 20, 30 pessoas em volta agora, murmurando "porra, que loucura", "essas mina são doidas", mas ninguém chamava segurança. Alguns já filmavam abertamente.
Marcos se ajoelhou na areia na minha frente, abriu minhas pernas e enfiou a cara na minha buceta. Língua quente girando no grelinho, chupando forte, enfiando fundo, sugando meu mel. "Ahhh caralhooo, chupa essa xota, Marcos! Lambe meu grelo assim, porra!" Eu segurei a cabeça dele, rebolando na cara dele, gemendo alto pra todo mundo ouvir. Pri tava de quatro na mesa, Rafael comendo ela de língua, Juju sentada na cara de um outro cara que se aproximou pra ajudar, chupando os peitos dela. O barulho era molhado, obsceno: slurp slurp, gemidos, risadas nervosas da galera.
A gente gozou quase ao mesmo tempo, gritando. Eu jorrei na boca de Marcos, porra quente escorrendo no queixo dele, pernas tremendo, corpo inteiro convulsionando. "Tô gozando, caralhooo! Engole tudo, vai!" Pri e Juju gritaram também, gozando gostoso, mel escorrendo pelas coxas. A multidão aplaudiu, mais celulares pra cima.
Os caras não esperaram. Marcos tirou a bermuda, pau pra fora: 22 centímetros grosso, veia pulsando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Rafael igual, enorme, curvado pra cima. Eu sentei na rola de Marcos ali mesmo, na cadeira, devagar no começo, sentindo ele abrir minha buceta toda. "Porra, que pauzão, me rasga, me fode!" Comecei a subir e descer, rebolando, peitos pulando na cara dele. Ele chupava meus bicos enquanto metia forte pra cima. Pri tava sendo comida por Rafael de lado, perna levantada, pau entrando e saindo rápido, barulho de tapa na bunda ecoando. Juju de quatro na mesa, um cara novo que se juntou metendo nela por trás, pau batendo fundo.
Era uma loucura total. Transa insana, sem filtro nenhum, sempre tive vontade de cometer uma loucura dessas, mas só nesse dia mesmo tive coragem. Eu rebolava na rola, gemendo "me fode mais forte, me enche de porra!", suor escorrendo, buceta fazendo barulho molhado a cada estocada. Pri gritava "rasga minha buceta, caralho!", gozando de novo, esguichando na areia. Juju chupava o pau de Marcos enquanto eu cavalgava ele, depois trocamos. Eu de quatro agora, Marcos me comendo por trás, mão no meu cabelo, metendo fundo até bater no fundo da buceta. "Toma, sua puta safada! Leva essa rola toda!" Rafael fodia Pri na boca e na xota ao mesmo tempo com os dedos, ela babando, olhos revirando.
A galera tava em volta, uns 50 agora, filmando tudo, alguns se masturbando por cima da roupa. Uma mulher até gritou "vai, delícia!", outra ria nervosa mas não tirava o olho. Eu gozei de novo, apertando a rola de Marcos, leite escorrendo pelas coxas dele. "Gozando na rola, porraaa! Me enche!" Ele não aguentou, meteu fundo e gozou dentro, jatos quentes enchendo minha buceta, transbordando. Rafael gozou na cara de Pri, porra branca escorrendo nos peitos dela. Juju engoliu um monte e ainda pediu mais.
A gente continuou por mais de uma hora. Troquei de pau, chupei rola com gosto de buceta, fui comida no meio da multidão, de pé, encostada na mesa, até na areia. Gozei mais três vezes, rebolando, gritando palavrão, corpo molhado de suor, porra e meu próprio mel. Os caras se revezavam, pau duro o tempo todo graças à cachaça. A praia inteira parecia ter parado pra ver a putaria ao vivo.
Quando o sol sumiu de vez, a gente tava exausta, peladas, gozadas, rindo, beijando umas às outras com gosto de porra na boca. A galera aplaudiu de verdade. Alguém gritou "melhor show do Rio Vermelho!". A gente vestiu só o suficiente pra não ser presa, pegou os números dos caras e saiu andando devagar, buceta latejando, porra escorrendo pela perna, já planejando a próxima.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dia inesquecível na praia!

Codigo do conto:
255249

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
22/02/2026

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