Tenho 37 anos, sou moreno, alto, 1,81m de altura, um corpo definido com apenas um ligeira barriguinha, uso barba e tanto ela quanto meus cabelos são grisalhos. Sou divorciado e tenho uma filha do primeiro casamento e há pouco mais de dois anos fui morar com uma mulher que era um caso antigo, a Leila, numa cidade do interior de São Paulo. Ela é uma coroa bastante enxuta e bem resolvida sexualmente, além de muito carinhosa. Fisicamente é uma mulher atraente, com uma boa bunda, larga e macia e dona de um belo par de seios. O grande barato é que ela tem duas filhas de 18 e 20 anos. A mais velha, Cristina, é um bagulhinho e graças a Deus estuda fora noutro estado. A mais nova, Aline, no entanto é um tesãozinho: cabelos castanhos compridos, um lindo rostinho e herdou os seios da mãe, grandes e macios. Ela é uma verdadeira princesinha de delicadeza. Tem apenas um defeito: tem uma bundinha muito pequena. De início as coisas transcorreram normalmente, eu ia me adaptando à nova rotina e elas também. Só que entre eu e a Aline começou a nascer uma amizade forte. Passávamos horas discutindo literatura, história e geografia, pois a garota estava no cursinho e eu sempre gostei de humanas e ia auxiliando a mocinha. Num belo dia estávamos nós três (eu, minha esposa e minha enteada) e uns amigos num barzinho curtindo a vida. Todos já estavam meio alegrinhos quando a Aline, após os amigos darem uma saída rápida ao toalete, estando ao lado da mãe a abraça e tasca um selinho nela. Eu, de brincadeira, falei que assim elas me deixavam com ciúmes e aborrecido. - Aborrecido por quê, Luciano? - perguntou a Aline. - Ora, já estou com saudades de minha filha e você vem com essa demonstração explícita de carinho... fico pior ainda. Pra minha grande surpresa a Leila mandou a Aline me beijar também. - Posso mesmo beijá-lo, mãe? - minha enteada perguntou à minha esposa. - Claro, afinal qual o problema? - devolveu a Leila. Passaram-se alguns instantes de nervosismo e a Aline levantou-se e veio me beijar. Achei que seria um selinho e qual não foi a minha surpresa quando a moça me tascou um belo beijo. Nisso nossos amigos chegaram e continuamos as conversas como se nada houvesse acontecido. Só que a partir daquela noite, tudo mudou entre eu e a Aline. Sempre que nos encontrávamos era com um beijinho na boca que nos cumprimentávamos. Claro que longe dos olhares da Leila. Umas duas semanas depois do episódio do barzinho propus um cineminha para minha esposa e minha enteada. A Leila disse que não iria pois estava indisposta, com dor de cabeça e tal. E pediu que eu fosse só com a Aline. Ainda insisti com a Leila, mas sem sucesso. No fundo era tudo o que eu queria, uma oportunidade pra ficar a sós com a garota. Tomamos banho, nos arrumamos e partimos. No cinema, já no comecinho do filme, tratei de me aproximar da Aline e ficamos de mãos dadas. Devagarinho a fui puxando pra junto de mim, a alisando, fazendo uma porção de carinho nos seus braços, fui subindo para os ombros e atingi seu pescoço. Ela estava gostando muito da situação e ia colando o seu corpinho em mim. Eu estava com um tesão enorme, com o pau já rasgando minha calça. Daí resolvi beijá-la. Que delícia de boquinha! Um encaixe perfeito. Logo iniciamos uma deliciosa sessão de amassos. Como ela vestia uma blusinha decotada, enfiei a mão nos seus seios e a Aline gemia de tesão. Fora de mim resolvi propor pra menina sairmos dali e irmos para um local mais reservado. Pra minha surpresa ela topou na hora. Decidi não perder a oportunidade e a puxei pela mão e fomos pro carro. Saímos do shopping e dirigi para a avenida dos motéis. Entrei no primeiro que vi, tal a excitação que tomou conta de mim. Ao entrarmos na suíte fomos nos abraçando e beijando. Desci até seus seios e levantei a blusinha dela e caí de boca nos seus peitos lindos. Que perfume mais gostoso! Chupei aqueles seios com uma vontade fora do comum. Abri e puxei seu jeans pra baixo e tive uma visão de sonho: a calcinha vermelha que a Aline estava usando: linda, de lacinhos, daquelas de amarrar de lado. Ela estava um verdadeiro tesão. E sou doido por lingerie sexy! - Faça o que quiser comigo, Luciano! Quero ser toda sua hoje! - me disse a Aline entre um gemido e outro. Arranquei minha roupa o mais rápido que pude e a deitei na cama redonda. Eu cheirava a sua xoxota por cima do tecido fino da calcinha e a lambi de baixo pra cima. Ela gemia e respirava forte. Puxei a calcinha de lado e enfiei minha língua na sua rachinha toda encharcada de tesão. A Aline jogou o corpo pra trás, e isso me enlouqueceu de vez. Eu sugava cada centímetro daquela bucetinha linda e cheirosa. Quando cheguei no grelo dela ela grudou as mãos nos meus cabelos e apertou minha cabeça de encontro à sua xoxotinha. - Me chupa, seu puto, vai... - ela falava, quase gritando. - Chupa assim... que eu vou gozaaaarr! Depois de um tremor nas pernas a Aline parecia desmaiada. Mas eu estava a mil e subi em cima de seu corpo e pus minha rola na frente do seu rosto pra ela me chupar. Ela foi devagarinho passando a linguinha meio sem jeito na cabeça, mas foi pegando o esquema logo. Em pouco tempo ela mamava gostoso na minha rola, que diga-se de passagem, não é nada desprezível: 19cm de comprimento e muito grossa, tanto que a menina não conseguia envolvê-la com as mãos. Ela chupava muito gostoso, com uma boquinha de seda. Não gozei na boca dela porque tenho um bom controle de ejaculação e segurei numa boa. Me deitei ao lado dela e fiquei beijando aquela boquinha linda por algum tempo e alternado carícias entre os seios deliciosos e sua xoxota. - Quero sentir você dentro de mim... vem!! - ela pediu. Atendendo seu pedido montei naquele corpinho e já ia me encaixando na entrada da sua xoxotinha quando ela me interrompeu. - Só tem uma coisa, Luciano... seja delicado comigo. É minha primeira vez, tudo bem? - Claro que sim, meu amor... vou fazer com muito cuidado! - respondi, com o o pau já encaixado na portinha. - Pode deixar que serei muito carinhoso com você. Falei e iniciei uma série de movimentos de entra e sai daquela xoxota. A menina estava ajudando com uma lubrificação incrível. Em pouco tempo rompi seu hímen sem dor nenhuma. Engatei então uma foda deliciosa na xoxota recém deflorada da minha enteada e ela me disse: - Meu deusssss!!! Como é gostoso fazer sexo! Como me arrependo de não ter feito antes! Vai... me come... fode gostoso! Que delícia!! Minha pica deslizava na bucetinha dela, molhadinha e toda escorregadia. A prexequinha dela parecia querer morder e segurar meu pau. - Sua putinha gostosa!!! Vou te ensinar a trepar gostoso! Sua vadia! - eu falava no ouvido dela e ela se arrepiava todinha. Como percebi que o cabacinho já tinha sido rompido sem muitos problemas, resolvi colocá-la de quatro: - Vem, minha putinha, fica de quatro! Quero te pegar de gatinha. Ela se ajeitou na cama e mandei rola naquele buraquinho quente e úmido. Eu fodia com força e ela rebolava na minha vara, louca, completamente doida de tesão. Deve ter gozado umas três vezes. Como sou vasectomizado, avisei ela que eu estava no ponto de encher a xoxota dela com minha porra. - Goza dentro... goza dentro... ahhhhh... vai... me enche a buceta com seu leitinho, seu safado... quero gozar junto com você. - ela falou, ficando completamente empinadinha. Não aguentando ouvir isso, despejei uma carga violenta de porra na xota da Aline. Foi tanta porra que escorreu pelas coxas da mocinha. Caí por cima do corpo dela e cochilamos. Ela despertou primeiro e foi ao banheiro. Daí a pouco ela voltou e me mostrou um fio de sangue brilhante escorrendo pela sua coxa direita. - Luciano de deussss!!! Olha aí o que você fez com o meu cabacinho! - ela falou e rimos um pouco. A puxei pra cama e a beijei carinhosamente. Nisso meu pau deu sinal de vida novamente e a segunda foda da vida da Aline começou.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.