Sim, é isso mesmo. Estou grávida do meu padrasto e vou contar a vocês como isso aconteceu. Meu nome é Camila, tenho 19 anos e moro com a minha mãe e o meu padrasto, já que meu pai nos abandonou quando eu ainda era muito pequena. Minha mãe conheceu o Augusto, meu atual padrasto, há uns 5 anos atrás. No início ela me falava que eles eram apenas amigos e tal. Porém, com o passar do tempo eu fui me ligando em alguns detalhes até pegar os dois se beijando. Então minha mãe não teve outro remédio senão me confessar que os dois estavam namorando. Em um primeiro momento eu fiquei chocada, pois eu não aceitava que a minha mãe tivesse outro homem além do meu pai, coisa de adolescente ciumenta. Porém, pouco a pouco, fui percebendo que o Augusto era um cara muito divertido e simpático. E logo ele foi ganhando a minha confiança. Ele era cheio de piadas engraçadas, mesmo para um homem de 45 anos. Depois de uns dois meses a minha mãe me disse que o Augusto iria morar com a gente. Aprovei de imediato a idéia dela, até porque, para mim, ele era uma ótima pessoa e já tinha ganhado o meu carinho. Eu simplesmente adorava ele, e fazia de tudo para ele se sentir confortável com a gente. Tudo estava indo às mil maravilhas, até que, há uns 5 ou 6 meses atrás, um pequeno acontecimento mudou tudo. Eu tinha combinado com alguns amigos de sairmos para uma festinha no meu bairro mesmo. Avisei minha mãe que eu dormiria na casa de uma das minhas amigas e ela concordou. O problema é que ninguém apareceu no local combinado. Fiquei muito chateada e comecei a ligar para todos, para saber o que tinha acontecido. Todo mundo deu uma desculpa diferente e tivemos que cancelar tudo. Como eu já tinha falado para a minha mãe que eu iria dormir fora, resolvi ligar para um carinha que já tinha me comido. Minha idéia era aproveitar e passar a noite com ele, na casa dele. E foi aí que me lembrei. O número dele estava anotado em um dos meus cadernos da escola. Affffff!! Que raiva que fiquei. Pensei rápido. Como eu tinha cópia da chave da minha casa, e provavelmente a minha mãe e o Augusto já estariam dormindo, eu conseguiria entrar, ir até o meu quarto, pegar o número e sair despercebida. Eu só teria que evitar fazer barulho para não acordá-los. Cheguei na minha casa umas 11:00hs da noite, e não percebi nenhum movimento. Só o nosso cachorro que latiu um pouquinho. Abri a porta da frente sem fazer qualquer ruído e entrei, passei pela sala e fui em direção ao meu quarto. Nessa hora eu tive uma surpresa e tanto. Ao passar pelo quarto da minha mãe eu ouvi gemidos. Ela e o Augusto estavam transando. E os dois confiaram tanto que eu ia dormir fora que nem fecharam a porta. Me aproximei com muito cuidado e fiquei observando os dois. Pela luz do abajur eu pude vê-los em todos os detalhes: meu padrasto deitado de barriga para cima e minha mãe subindo e descendo no pau dele, gemendo igual uma louca. Confiando na minha ausência, os dois estavam metendo com muita vontade mesmo, sem receio de fazer barulho. Meu deussssss!! Eu nunca fui curiosa em relação aos namorados da minha mãe, mas nessa noite eu não consegui tirar os olhos dos dois. Eles estavam fodendo gostoso demais. Quando minha mãe subia o corpo, eu conseguia ver o pauzão saindo da xoxota dela, já que ela estava sentada no pau do Augusto e de costas para a porta. Senti o fundo da minha calcinha ficar molhadinho. Era a primeira vez que eu via o meu padrasto foder a minha mãe, e isso me deixou muito excitada. Enquanto eu olhava os dois, levantei a minha saia e esfreguei o meu clitóris, por cima da minha calcinha. Hummmmmmm!! Que delícia! "Fode ela todinha, Augusto... fode a buceta da minha mãe, fode!", pensei baixinho, enquanto os dois gemiam, loucos de tesão. De repente minha mãe saiu de cima dele e ficou de quatro, na beirada da cama. E foi então que vi a coisa mais maravilhosa do mundo. O pau do Augusto deu uma balançada e pude ver o tamanho e a grossura daquele mastro. Era uma pica de respeito mesmo, uns 23cm no mínimo. Senti um arrepio percorrer todo o meu corpo e minha bucetinha palpitou de vontade. Fiquei olhando meu padrasto se posicionar atrás da minha mãe e enfiar toda aquela estaca de carne dentro da buceta dela. Que loucura! Parecia que ele estava enfiando aquela tora era em mim. Minhas pernas tremiam e minha xaninha entrou em convulsão. Eu estava gozando. Saí quase correndo para o meu quarto e me deitei na minha cama, no exato momento que outro orgasmo me atingiu. E nem precisei dedar muito minha buceta. Gozei essa segunda vez e fiquei deitada quietinha, ouvindo o Augusto foder a minha mãe. Nossaaaaa!! Pelos gemidos dela eu sabia o quanto aquela picona estava gostosa em sua buceta. E eu queria tanto aquele pau pra mim também. Me masturbei novamente e dei mais uma gozadinha, antes de cair no sono. No dia seguinte eu menti para a minha mãe que eu tinha chegado bem cedo, e ela não desconfiou que eu tinha visto os dois transando. O problema é que eu não conseguia mais ver o Augusto como um simples padrasto. Eu queria dar pra ele, queria pegar no pau dele, apertar, chupar, e depois enfiar ele todinho na minha buceta. Comecei a fantasiar muito com ele, com ele metendo em mim na cama da minha mãe, me tratando como se eu fosse a mulherzinha dele. Os meus olhos estavam nele o tempo todo, olhando para aquele volume gostoso no meio de suas pernas. Por várias noites eu fiquei acordada, esperando os dois começarem a transar só pra eu ir para a porta do quarto deles e ficar escutando. Esse tormendo durou vários dias, até que não aguentei mais. Eu precisava daquele pedação de carne dura do Augusto dentro de mim. Era hora do joguinho de sedução começar. Sempre fui uma menina bonita, nem magra nem gorda, morena clara, cabelos longos, olhos castanhos e uma boca muito bem desenhada, boa pra chupar rola. Eu já tinha dado para vários rapazes, e agora era a vez do meu padrasto. Ele não ia escapar de jeito nenhum. Comecei a usar roupinhas mais provocantes e me aproximar mais do Augusto, demonstrando mais carinho e fazendo as coisas que ele gostava. Quando a minha mãe não estava por perto eu inventava dores nos ombros e nas costas e pedia para ele fazer massagens em mim. Aos poucos fui percebendo que ele já me olhava diferente, e era só ficarmos sozinhos para um enorme volume de rola aparecer nas calças e bermudas dele. Continuei com o meu joguinho por vários dias, só esperando para atacar ele de forma que ele não pudesse escapar. Eu me deitava no sofá só de saia e abria as pernas para ele ver minha calcinha. Outras vezes eu me abaixava na frente dele só para mostrar minha bunda. Eu estava louca de vontade de dar para o meu padrasto, e sabia que ele estava louco de vontade de meter em mim também. O meu plano estava funcionando bem demais. E aquele jogo de sedução me deixava toda molhadinha. Todas as noites eu me masturbava pensando no meu padrasto, e ele, com certeza, já estava batendo punheta pensando em mim. Um dia eu saí do banheiro enrolada em uma toalha e, ao passar por ele, fingi ter levado um susto e deixei a toalha cair. O coitado me olhou dos pés à cabeça. Se não fosse a voz da minha mãe na sala, ele teria me agarrado naquela hora. Continuei deixando o Augusto cada vez mais louco, até um dia que minha mãe saiu para visitar uma amiga em uma cidade vizinha e eu fiquei sozinha em casa. Como eu já sabia que as chances de rolar alguma coisa com o meu padrasto eram muito boas, tomei um banho bem caprichado, me depilei, me perfumei e vesti um shortinho bem curtinho, uma blusinha sem mangas, sem sutiã e uma calcinha minúscula, enfiada todinha no meu rego. Por volta das 19:00hs o Augusto chegou do trabalho. Assim que ele me viu, seus olhos já ficaram arregalados. - Ué, Camila... pensei que você tinha ido com sua mãe! - ele me falou, depois de me cumprimentar, como ele sempre fazia. - Falei pra ela que eu ia ficar... vai passar um filme bom na TV mais a noite e eu não queria perder! - respondi. - Entendi... então... você vai sair hoje? - ele me perguntou. - Não... vou ficar o tempo todo em casa... por que? - respondi, já antecipando o que ia acontecer. - Eu queria conversar com você um pouco, Camila... só vou tomar um banho rápido... pode ser? - Claro... aí você vai lá no quarto... vou ficar te esperando! - falei, com um enorme sorriso no rosto. Meu deusssss!! Finalmente o Augusto ia meter aquele pauzão na minha buceta. Olhei para a calça dele e a picona já estava atravessada, querendo saltar para fora. Minha buceta começou a piscar totalmente descontrolada. - Ok... vou tomar banho bem rápido e vou lá! - ele disse e foi para o seu quarto. Corri para o meu quarto também e me deitei na minha cama. Deus do céu! Meu corpo se tremia todinho, só de pensar que em poucos minutos eu estaria espetada na estaca do meu padrasto, naquele pauzão que ele enfiava sem dó na buceta da minha mãe, naquele pedação de carne dura. Minha xoxota estava super molhadinha e os biquinhos dos meus peitinhos até doiam de tanto tesão. Não demorou mais que 20 minutos e meu padrasto entrou no meu quarto, só de bermuda e muito cheiroso. Me sentei no meio da minha cama e ele se sentou na beirada. Olhei para ele atentamente e esperei. - Camila... eu posso estar errado... mas percebi que você anda me provocando... e isso mexeu comigo... não aguento mais de vontade de te agarrar! - ele me falou calmamente. Pude ver uma enorme ereção em sua bermuda. - Sim, Augusto... não vou mentir não... e também estou sentindo isso... nossaaaaaaa... é estranho... você é o marido da minha mãe... mas estou louca de vontade de ficar com você... principalmente depois que vi esse seu pauzão enquanto você transava com ela! - Você... você... me viu transando... com sua mãe?!?... quando foi isso?!? - ele me perguntou, com a cara muito assustada. - Não importa... o que importa é que hoje temos uma chance de realizarmos nossa fantasia... vamos aproveitar, vamos?... vem cá... vem! - falei e puxei o Augusto para mais perto de mim. Imediatamente a boca dele procurou a minha e nos beijamos bem demorado. E, enquanto eu enroscava minha língua na dele, suas mãos percorriam todo o meu corpo, massageando minhas costas e tocando meus peitos. Em poucos segundos meu padrasto estava deitado em cima de mim, me beijando e dando mordidinhas no meu queixo, no meu nariz, boca, e logo senti sua boca no meu pescoço, e foi descendo. Eu estava tão ansiosa que tirei minha blusa rapidamente e ele caiu de boca nos meus seios. Meu deussssss!! Gemi como louca quando ele passou a ponta da língua nos meus mamilos, que estavam super durinhos. Depois ele mamou com muita vontade, parecendo um bebezinho faminto. - Ohhhhhhhhhhhhh... você quer me deixar louca, né? - sussurrei enquanto o meu padrasto descia com a boca pela minha barriga. Senti ele beijando ao redor do meu umbigo, lentamente. Eu mesma levantei o meu quadril, para facilitar a retirada do meu shorts e da minha calcinha. E foi o que ele fez. Sem deixar de lamber minha barriga, o Augusto foi tirando o resto da minha roupa, lentamente, sem qualquer pressa. Depois ele começou a beijar as minhas coxas, passando a língua, e se aproximando da minha xoxota. Ele ficou vários minutos me provocando, ameaçando encostar a boca, recuando, assoprando em cima do meu clitóris. Até que perdi o meu controle. - Ahhhhhhhhhh... chupa, Augusto... chupa ela todinha... chupa bem gostoso... ahhhhhhhhh... ohhhhhhhhhhhh... que delíciaaaaa!! - segurei ele pelos cabelos e enfiei a cara dele na minha buceta. Meu padrasto abocanhou a minha xaninha e chupou ela como se fosse uma laranja, sugando, mordendo, lambendo, enfiando a ponta da língua no meu buraquinho, me deixando completamente louca. E eu queria fazer o mesmo com ele. Parti para cima dele e tirei sua bermuda e cueca. A varona saltou para fora, dura, grossa, com uma cabeçona vermelha que me deu até medo. Ele até riu da carinha de susto que fiz ao ver a tora de carne apontando para o teto. - Chupa, gatinha linda... chupa bem gostoso o pau que vai ser seu e da sua mãe agora...!! - ele gemeu e falou, no exato momento que abri os meus lábios e engoli o máximo que consegui daquele monstruoso mastro quente e pulsante. Dei beijinhos em toda a cabeça e lambi e chupei como uma bezerrinha. Depois o Augusto me posicionou em cima dele e fizemos um 69 tão delicioso que acabei gozando duas vezes na boca dele. - Vem... mete um pouquinho em mim agora... deixa eu ver se eu aguento esse pauzão dentro de mim...! - falei e saí de cima do meu padrasto e me deitei de barriga para cima, com as pernas bem abertas, prontinha para ser penetrada. Ele veio e se ajeitou no meio das minhas coxas. Por quase um minuto ele ficou esfregando a cabeça da rolona nos lábios da minha pepeca e no meu clitóris. De repente veio o empurrão. - Ohhhhhhhhhhh... Augustoooooo... Aiiiiiiiiiii... aiiiii... devagarrrr... está doendo... muitoooooooo...!! - quase soltei um grito quando a cabeça daquele pedação de carne dura e quente entrou na minha bucetinha, me rasgando. Nunca me senti tão cheia de rola igual naquela noite. Eu parecia uma franguinha espetada na vara do meu padrasto. Olhei nos olhos dele e o safado parecia um animal, querendo enfiar cada vez mais. Mas o pau dele não entrava mais, por mais pressão que ele fizesse. - Tira e passa mais um pouquinho de cuspe... está doendo demais, Augusto! - falei, quase suplicando, já que a dor estava insuportável. Calmamente ele tirou o pouco que tinha entrado e passou bastante saliva tanto na minha entradinha quanto eu seu pênis. Depois ele enfiou de novo e ficamos os dois mexendo os quadris, até entrar mais um pouco, e depois mais, até a cabeçona da rola encostar no meu útero. - Ohhhhhhh... que gostoso, amor... que pau mais gostoso na minha buceta... fode ela, Augusto, fode... soca bem forte nela... faz eu gozar no seu pau... faz... ahhhhhhh... ahhhhh... ahhhh... que delíciaaaaaa... você está me arrombando todinha na sua pica, sabia? - eu falava essas coisas e prendia o meu padrasto, com as minhas pernas enroladas fortemente em sua cintura. Meu deusssss!! Ele estava me fodendo como se eu fosse uma bonequinha de pano. Eu aguentei firme na rola do Augusto por mais de duas horas naquela noite. E fiquei muito orgulhosa da minha bucetinha, por conseguir engolir toda aquela tora. Meu padrasto me fodeu em posições sexuais que eu nem sabia que existiam, e isso me fez a menina mais feliz do mundo. Gozei várias vezes na picona dele, com seu pau entrando e saindo de mim, deslizando, me enchendo de rola, bombando bem forte mesmo, quase me partindo em vários pedaços. - Caralhooooooo... agora vou gozarrrrrr... Camila... vou gozarrrrr... hummmmmmmmmmmm... que delícia, gatinha...!! - ele finalmente anunciou e veio gozando dentro de mim igual um cavalo. Eu queria tanto pedir para ele tirar o pau e gozar fora, mas não resisti. Eu sonhava tanto com aquele leitinho quente dentro da minha pepeca. Por isso deixei ele gozar tudo, bem lá no fundo. No dia seguinte eu tomaria uma pílula, já que eu não costumo usar anticoncepcional, pois sempre transei de camisinha. Depois de gozar, meu padrasto ainda ficou vários minutos no meu quarto, abraçadinho comigo. Depois ele foi para o seu quarto e eu peguei no sono. Pela manhã minha mãe chegou e, felizmente, não percebeu nada do que tinha acontecido. O problema é que fiquei viciada no pau do Augusto. Minha mãe não podia distrair um pouquinho que lá estava eu, engatada na pica do meu padrasto, igual uma cachorrinha no cio. Minha relação com o Augusto estaria uma maravilha se não fosse por um detalhe: semana passada eu senti um mal estar terrível e me consultei no postinho do bairro. Estou grávida, de 7 semanas. Eu deveria ter pedido para o meu padrasto usar preservativo em todas as vezes que transamos. Maldita pílula do dia seguinte. Me ferrei. Agora estou aqui apreensiva, sem saber o que vai acontecer comigo. O Augusto quer que eu fuja com ele para morarmos em outra cidade, mas eu não quero deixar a minha mãe sozinha. Ela descobriu que estou grávida e está super feliz com a chegada de seu primeiro neto. Meu deusssss!! Que situação difícil! Agora ela está insistindo para eu contar quem é o pai da criança, e eu prometi revelar logo.
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