Era um dia chuvoso, e quando acordei meu sogro já estava na cozinha preparando o almoço. Ele não sabia que eu estava dormindo na casa dele, tanto que se assustou quando me viu. Ele sempre me tratou muito bem. - Oi, baixinha... você estava dormindo aí? - Chegamos tarde, seu Antonio! Seu filho vai trabalhar agora cedo... então viemos dormir aqui. Minha sogra já tinha ido trabalhar. Eu estava com um pijaminha novo, shortinho largo e blusinha de alças deixando meus peitinhos durinhos bem à vontade. Ele me olhou com cara de surpresa. - Hum... pijaminha novo, bonitinho... - ele disse, em tom de brincadeira. - Seu Antonio... bonitinho é feio!!!! - Você sabe muito bem que qualquer roupa em você fica bonita, Kelly! - Menos, sogrinho... - Mas você é bonita, baixinha... você valoriza as suas roupas, não ao contrário. Resolvi fazer um docinho para a sobremesa, pois passaria a tarde com meu sogro, e ele merecia. Meu marido ainda tomava banho, e nós ali na cozinha, lado a lado. Meu sogro, como sempre, me comendo com os olhos, não perdia um movimento sequer, disfarçadamente olhava a minha bundinha carnudinha e arrebitada, e meus seios pequenos com os bicos durinhos. Eu não sabia porquê, mas meu sogro provocava em mim um tesão perfeitamente controlável, mas era tesão, pois eu sempre ficava meladinha quando ele me olhava furtivamente, e isso ele não deixava passar. Meu marido foi para o trabalho e ficamos só nos dois. Coloquei uma musiquinha e continuei com a mesma roupa, mesmo depois do banho, e nem coloquei a calcinha. Eu estava acesinha. Meu sogro gostava de uma cervejinha e logo abriu uma e me ofereceu. Eu não era muito chegada à cerveja mas aceitei. Notei que ele estava de pijama, mas, acho que quando fui tomar banho ele tirou a cueca, pois algo estranho balançava sob o tecido de malha do pijama. Falo estranho devido ao tamanho. Era algo estranho mesmo, por ser grosso e um tanto quanto comprido. Seu short era largo assim como o meu, e aquilo me deixou num estado de alerta. Só então é que eu pude perceber o tamanho do tesão que se apoderava do meu ser. Minha xaninha pequenina se contraia a cada vez que eu podia ver aquele negócio balançando. Eu me mostrava para o meu sogro, deixava a alça da blusinha cair do ombro, me agachava para apanhar algo embaixo da pia e fazia com que minha linha bundinha voltasse em sua direção, para que ele pudesse perceber que eu também estava sem calcinha. Meu deussssss!!! Eu estava fervendo, tanto que a cerveja acabou rapidinho e eu peguei outra. - Aí, sogrinho... essa cerveja está descendo muito bem hoje... tá uma delícia. - Cuidado, hein, Kelly... vai ficar altinha! Eu não vou dar banho em ninguém... aí teu marido chega e você esta aí grogue! - ele falou e rimos muito. - Credo, sogrinho!! Isso não vai acontecer, mas se eu ficar, é sério? - Sério o que? - Você não dá banho em mim? - perguntei. - Baixinha, é muito perigoso um coroa como eu dar banho numa ninfetinha de apenas 24 anos! - ele disse. Meu sogro era um coroa mesmo, mas muito bonito, bem apanhado, corpo bem feito, na medida, cabelos grisalhos, e aquele troço que não parava de balançar sob seu pijama. Eu já estava tonta de tesão, sem saber o que fazer. Continuamos ali parados. Logo ele pegou uma cadeira e se sentou, enquanto eu apurava o molho, e me olhava, agora sem receio. Eu era seu alvo. Acabei por perguntar: - Porque você me olha tanto, sogrinho? - Porque você é bonita, Kelly! Mas se não puder olhar, eu não olho mais. - Não é por olhar, mas para onde você olha... - falei. - Ah, entendi... olhar para sua bundinha... ela é muito lindinha... e seus peitinhos são lindos também... isso faz bem para um cara da minha idade. Nesse momento eu olhei para baixo e vi que ele segurava o copo de cerveja sobre seu pau, e deu para perceber que o volume tinha se alterado, estava bem maior. - E se você é linda assim vestida, fico imaginando... deixa pra lá, vou tomar mais uma!!! - ele disse e completou. - Olha, menina, se eu ficar ruim você cuida de mim, e temos a tarde inteira para que eu me recupere. - Vê lá, hein, sogrinho.... não quero nenhum bêbado me enchendo o saco! - falei sorrindo. - Pode deixar, baixinha! Eu me controlo! - ele falou e continuamos, com ele me olhando em todos os movimentos. - Tá vendo? Por que eu fui perguntar? Agora fico sem jeito com você me olhando assim! - eu disse depois de algum tempo. - Fica tranquila, baixinha... que olhar não tira pedaços. - Aí de mim se tirasse... acho que estaria só metade do corpo! - respondi sorrindo. - Eu não faria isso nunca, Kelly!! - meu sogro disse. - Agora olha pra lá que eu vou levantar. - Por que???? - É que agora quem fica sem jeito sou eu! - meu sogro respondeu. - Por que, sogrinho? Você tá excitado...? - perguntei caindo na gargalhada. - Claro, né?... você desfilando toda essa gostosura e esse papo caliente... não poderia ser diferente! Veja só como estou! - ele falou a apontou para o volume enorme da benga sob o pijama. - Pode levantar... eu não ligo não. - Olha lá, hein, menina! Estou à perigo agora!! Quando meu sogro se levantou e eu vi o tamanho da encrenca engoli seco. Até minhas pernas tremeram, e um calor indescritível percorreu meu corpo, direcionado para minha xaninha. "Que enorme... é muito grande!!", pensei. O shorts do pijama do meu sogro parecia mesmo um circo armado, aquele mastro em pé, e sobre ele a lona. Me fiz de despercebida e continuei fazendo meu docinho. Minha buceta estava em estado de choque, e eu tinha a impressão que ela até pingava de tão melada que estava. Fui à geladeira e peguei a outra cerveja. Que loucura!!! Eu já estava na quarta, e minha conta é três. Eu estava bem mais solta. Logo o molho apurou, ele se levantou e ficou andando por perto, e eu podia ver sua rola, naquela situação. - Isso não incomoda não? - perguntei depois de um tempo. - A mim não, baixinha! E a você? Incomoda? - Não... só pela curiosidade, achei muito grande! - eu disse. - Curiosidade por que? - Nunca vi nada desse tamanho... só em filmes! - falei sorrindo. - Só que esse é ao vivo e a cores, baixinha!! - meu sogro respondeu dando uma gargalhada. - Coitada da sogrinha... meu deusssss!! - Ela gosta... e muito!!! - Mas deve doer muito... - falei. - Dói um pouco, mas é só no começo! Depois que laceia, é só prazer, e paciência, tem que fazer com cuidado, carinho, jeitinho... na primeira vez não pode ir com muita sede ao pote... e tem mais, baixinha... depende do tamanho da xaninha. - meu sogro falou cheio de safadeza no olhar. - A minha é bem pequeninha, sogrinho! Até o do seu filho dói de vez em quando. - Mas o que está acontecendo? Você está querendo experimentar? - meu sogro perguntou. - Sabe como eu sou curiosa, né, sogrinho? Eu gosto de experimentar todas as suas comidas... porque não essa? - Hummmmmm... que delícia ouvir isso, baixinha... deixa eu sentir como ela está, deixa? - meu sogro disse isso, se encostou ao meu lado e levou a mão na minha xana. - Ohhhhhhhhh!! Ela está tão gostosinha, seu Antonioooooo!!! - soltei um gemido e falei quando ele enfiou a mão por dentro do meu shorts e deslizou pela minha racha, que estava inundada e escorregadia. - Assim vai ser fácil, Kelly! Está toda meladinha, do jeito que eu gosto. - meu sogro disse. Nesse momento levei a mão no seu pau e senti o tamanho da encrenca em que eu havia me metido. - Nooooossa... como é grande... isso não vai caber dentro de mim não!!! - Claro que cabe, baixinha! Você vai ver. Ele me bolinava e o meu tesão ia só aumentando. Eu não via a hora de sentir sua pica dentro da minha prexeca molhadinha e gulosa. Meu deussss!!! Que tesão!!! Depois de alguns segundos ele abaixou meu shorts e me colocou debruçada na pia. Minha buceta palpitava, já sabendo que ia ser fodida por uma piroca bem gostosa. - Abre as pernas, meu amorzinho... - meu sogro pediu, me encoxando e com a boca colada no meu ouvido. - Assim tá bom? - perguntei, com a voz trêmula, toda arrepiada. - Você que vai sentir... - meu sogro falou, me dando a dica pra eu ir ajeitando meu corpo do jeito que eu quisesse, para dar e sentir mais prazer. Ele começou literalmente a pintar a minha buceta com seu pau enorme. Em cada pincelada que ele dava eu sentia minha xaninha dilatar. Ele foi forçando, e pincelando, e apertando e pressionando, e pincelando, desde o meu cuzinho até meu grelinho. Ele continuou me torturando até que forçou um pouco mais e senti algo me rasgando. Era um misto de incêndio e dilaceração, algo que não consegui entender. Foi aquela dor imediata e logo em seguida eu comecei a gozar, explodindo feito uma louca. Aquele pinto estava todo dentro de mim, enfiado até o talo. E minha bucetinha o estava recebendo tão bem, toda molhadinha e escorregadia, abraçando-o e segurando, sugando, tentando trazer o saco também. Meu deusssss!!! Que loucura mais gostosa. Mais tarde eu vim a saber que a rola do meu sogro tinha uns 20cm, sendo que meu marido tem uns 15cm. Mas naquele momento eu não queria saber de nada. Eu forçava meu quadril para trás e sentia aquela pica gostosa cutucando meu útero. Eu me sentia ser explorada onde nunca ninguém tinha chegado antes, e eu gozando feito uma doente, e meu sogro metendo e enfiando cada vez mais. Eu já estava toda arrombada. - Mete, sogrinhooooo... meteee... come a bucetinha da sua nora, seu safado... velho safadoooo... comeeee... comeeee... mete sem dó... Enquanto eu gozava novamente na rola do meu sogro o telefone tocou, era meu marido que viria almoçar. Que loucura!!! Atendi o telefone com o meu sogro me comendo, por trás, lentamente. E eu me matando pra segurar os gemidos. Meu marido veio e almoçou com a gente. Depois que ele se foi nós recomeçamos aquela trepada gostosa, na verdade, uma das mais gostosas de toda a minha vida.
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