Ola pessoal, Vanessa aqui novamente. Esse relato se passa após eu ter dado pro meu pai a primeira vez e antes de me encontrar novamente com ele. Depois que meu pai foi embora lá no começo do ano, voltando pra casa dos meus avós, a saudade dele ficou latejando dentro de mim como um caralho latejando na buceta. Eu não parava de pensar naquela rola grossa de 20cm me arrombando, me enchendo de porra quente, mas a vida em Brasília seguia. Minha mãe continuava saindo com um peguete atrás do outro, voltando de madrugada fedendo a sexo, e eu, a putinha de 19 anos, 1,56 de altura, 57kg de corpo violão que deixava todo mundo babando, continuava caçando pau por aí. Mas em casa tinha alguém que eu nunca tinha olhado com esses olhos de vadia: meu irmão mais novo, o Lucas, que tinha acabado de fazer 18 anos mês passado. Ele era alto pra caralho, 1,82, magrinho mas com aqueles músculos de quem malha escondido no quarto, pele morena igual a minha, cabelo preto bagunçado e um rosto de menino que ainda parecia inocente... até eu descobrir o que ele escondia entre as pernas. Foi um acidente idiota que mudou tudo. Era uma tarde quente pra porra de fevereiro, mãe tinha saído pro trabalho cedo e eu tava sozinha com o Lucas em casa. Eu tinha acabado de voltar da academia, suada, buceta latejando de tesão porque na esteira eu ficava imaginando meu pai me comendo de novo. Fui direto pro banheiro do corredor pra tomar banho, mas esqueci que o Lucas tava usando o outro banheiro. Saí do meu quarto só de toalha enrolada no corpo e passei pelo corredor. A porta do banheiro dele tava entreaberta, o safado nem fechou direito. Olhei sem querer... e caralho, que visão. Ele tinha acabado de sair do chuveiro, pelado, secando o corpo com a toalha. O pau dele balançava pesado entre as coxas finas, mole mas já enorme, uns 18cm fácil, grosso como meu pulso, veias saltadas, cabeça rosada grande e brilhando, saco cheio e pendurado, todo depiladinho. As bolas eram grandes, redondas, e o corpo dele brilhava de água, abdômen marcado, peitoral definido. Fiquei parada ali, toalha quase caindo, sentindo minha bucetinha piscar e começar a melar na hora. "Porra, Lucas... que caralho é esse?", pensei, mordendo o lábio. Ele não me viu, virou de costas e eu ainda vi aquela bunda durinha, redonda. Corri pro meu quarto, fechei a porta e meu coração tava explodindo. Daquela noite em diante, eu não conseguia mais olhar pro meu irmão do mesmo jeito. Deitada na cama, sozinha, ficava relembrando aquela rola balançando. Comecei a me masturbar pensando nele. Tirava a calcinha, abria as pernas no espelho do quarto, via minha bucetona rosada, gordinha, já inchada, e enfiava dois dedos bem fundo enquanto imaginava o Lucas me comendo. "Ai, irmãozinho... vem foder a buceta da mana, enfia esse caralhão grosso nessa xota melada, me arromba, Lucas, me faz tua putinha particular..." Eu rebolava os dedos, esfregava o grelinho inchado, imaginava ele me segurando pelos cabelos, socando aquele pauzão até as bolas baterem na minha bunda. Gozei jorrando, mel escorrendo pela coxa grossa, gemendo baixinho o nome dele. Isso virou rotina. Todo dia, duas, três vezes. De manhã no banho, dedo no cu e na buceta pensando no pau dele me invadindo os dois buracos. À tarde, sozinha em casa, eu pegava o vibrador, sentava nele de quatro na cama e gritava "Lucas, me fode o cuzinho, irmão, me enche de porra no rabo!" Gozava tanto que o lençol ficava encharcado. Passaram uns cinco dias dessa tortura. Eu não aguentava mais só me dedar. Comecei a dar indiretas pro Lucas. Quando a mãe tava no trabalho, eu descia pra cozinha de shortinho jeans bem curto, daqueles que mal cobriam metade da bunda, sem sutiã, camiseta fina branca que marcava meus bicos duros e fartos. Passava perto dele no sofá, me abaixava "pra pegar o controle" e deixava ele ver minha calcinha fio dental preta sumindo entre as bandas da minha bunda grande, lisinha. Ele olhava disfarçado, ficava vermelho, mas eu via o volume crescendo na bermuda dele. "Tá calor hoje, né irmão? Tô quase pelada aqui...", eu falava rindo, piscando. Outra vez, ele tava jogando no PS5, eu sentei do lado, cruzei as pernas de propósito pra ele ver minha coxa grossa toda exposta, e "sem querer" rocei meu pé na coxa dele. "Ops, desculpa Lucas... mas você tá ficando forte hein? Esse corpo tá uma delícia..." Ele gaguejava, pau duro visível. Chegou o dia que eu resolvi subir o nível pra caralho. Mãe saiu de casa às 8h pro trabalho e só voltaria à noite. Eu tomei banho, sequei o corpo, passei perfume doce na buceta e no cu, e desci só de calcinha. Uma calcinha vermelha de renda transparente, fio dental que entrava todo no meu cuzinho apertado e deixava minha bucetona inchada quase toda à mostra, lábios carnudos pressionados contra o tecido molhado. Peitos livres, balançando, bicos marrons duros de tesão. Fui pra sala onde ele tava vendo TV, sentei do lado, perna encostada na dele. "Lucas... tá sozinho com a mana hoje o dia todo. Não acha que eu tô gostosa assim?" Ele arregalou os olhos, olhou pros meus seios, pra minha calcinha molhada. "Vanessa... porra, você tá... quase...nua... Que isso mana?" Eu ri, passei a mão na coxa dele subindo devagar até quase tocar o volume. "Eu vi você pelado aquele dia, irmão. Vi esse caralhão grosso balançando... fiquei louca. Tô me masturbando todo dia pensando em você me fodendo. Quero dar pra você, Lucas. Quero que meu irmãozinho me coma gostoso, me arrombe a buceta e o cu, me encha de leitinho quente." Ele ficou paralisado uns segundos, pau já explodindo na bermuda, mas o tesão venceu. "Caralho, Vanessa... você é minha irmã... mas porra, eu também te desejo pra caralho. Essa bunda, esses peitos... eu bato punheta pensando em você todo dia." Não esperei mais. Me joguei em cima dele, beijei com fome, língua invadindo a boca dele, chupando, mordendo o lábio. Ele apertou meus seios com força, torceu os bicos, "Que tetas deliciosas, mana, tão durinhas, tão grandes pra sua altura..." Eu desci, puxei a bermuda dele pra baixo junto com a cueca. O pau pulou pra fora, duro pra caralho, 19cm agora latejando, cabeça roxa inchada, veias pulsando, pré-gozo escorrendo. "Que rola linda, irmão! Grossa, cabeçuda, perfeita pra arrombar a mana." Ajoelhei no chão da sala, abocanhei tudo de uma vez. Chupei guloso, descendo até garganta, babando litros, "Gluck gluck gluck", batia o pau na minha cara, lambia o saco, chupava cada bola enquanto punhetava a rola melada. "Chupa meu caralho, sua putinha de irmã! Isso, engole fundo, ahhh porra que boquinha safada!" Ele segurava meus cabelos longos pretos, metia na minha garganta, eu engasgava mas não parava, baba escorrendo pros meus peitos. Ele me levantou, me jogou no sofá de quatro, puxou a calcinha pro lado e enfiou a cara na minha buceta. "Que xota gostosa, mana! Toda melada, inchada, cheirosa... vou lamber tudo." Língua dele invadiu minha bucetinha, chupou o grelinho, enfiou dois dedos socando forte enquanto lambia meu cu. "Rebola nessa língua, vadia! Goza na boca do irmão!" Eu rebolava, gemia alto "Ai Lucas, lambe a buceta da mana, chupa meu cuzinho, eu sou tua puta, caralho!" Gozei jorrando na cara dele, mel escorrendo pro sofá. Sem esperar, ele posicionou o caralhão na entrada da minha buceta e meteu tudo de uma vez. "Toma, mana! Toma o pau do teu irmão na tua xota apertada!" Socou fundo, bolas batendo na minha bunda, mão dando tapas fortes nas bandas. "Porra, que bucetão quente, sugando meu caralho, tá piscando em volta dele!" Eu gritava "Me fode irmão, soca forte, arromba a buceta da Vanessa, quero sentir você batendo no fundo!" Ele metia como um animal, segurando minha cintura fina, me puxando pra trás. Troquei de posição, sentei nele de frente, cavalgando loucamente, peitos pulando na cara dele, ele chupando os bicos enquanto eu rebolava fundo "Senta gostoso, mana, quica nessa rola, ahhh que bundão macio!" Gozei de novo, esguichando na barriga dele. Então eu pedi o que eu tava louca pra sentir: “Agora quero no cu, Lucas. Quero meu irmão arrombando meu rabo virgem pra você.” Ele cuspiu na mão, passou na cabeça grossa, posicionou no meu cuzinho apertado. Eu tava de quatro no sofá, bunda empinada ao máximo, rosto no travesseiro, mãos abrindo as bandas. “Vai devagar no começo, irmão... mas depois me quebra.” A cabeçona pressionou o anelzinho. “Ai caralhooo... tá abrindo, Lucas... tá rasgando meu cu!” Ele empurrou devagar, centímetro por centímetro. Senti cada veia, cada sulco da rola grossa esticando meu intestino. “Porra, mana, teu cu é um vício... tá esmagando meu caralho, quente pra caralho!” Quando entrou até o meio eu já tava tremendo, dor virando prazer insano. Ele segurou meus cabelos longos pretos com uma mão, puxou forte pra trás, arqueando minhas costas, e meteu o resto de uma vez. “Toma tudo, sua putinha de irmã! Toma o caralho inteiro no cu!” Começou a socar. Devagar primeiro, tirando quase tudo e enfiando de novo, vendo meu anelzinho rosado esticado ao máximo engolindo a rola grossa. Depois acelerou. Tapas fortes estalando nas bandas da minha bunda grande: PLAC! PLAC! PLAC! Cada tapa deixava marca vermelha. “Rebola esse bundão, vadia! Empina mais pro irmão!” Eu rebolava como uma cadela no cio, gemendo alto: “Me arromba o cu, Lucas! Soca fundo, irmãozinho safado! Meu rabo é seu, caralho!” Ele enfiou dois dedos na minha bucetinha ao mesmo tempo, socando no mesmo ritmo do caralho no cu. Dedos curvados roçando meu ponto G enquanto a rola grossa dilatava meu intestino. Eu esguichava sem parar, mel escorrendo pelas coxas, sofá encharcado. “Tá sentindo, mana? Dedo na buceta e caralho no cu ao mesmo tempo! Você é uma puta completa!” Puxava meu cabelo mais forte, me fazia olhar pro espelho da sala: eu via meu rosto de menininha contorcido de prazer, boca aberta babando, bunda vermelha de tapas, o caralhão sumindo e saindo brilhando do meu cuzinho arrombado. “Olha pra você, Vanessa, minha irmãzinha sendo arrombada pelo irmão. Que vadia!” Troquei pra cavalgada de costas. Sentei devagar no caralhão, senti ele abrindo meu cu de novo, desci até as bolas. Rebolava devagar, sentindo cada centímetro dentro do rabo, depois comecei a quicar forte. Ele dava tapas por baixo, dedo no grelinho inchado. “Quica no pau do irmão, mana! Senta fundo com o cu, porra!” Voltei de quatro, ele metendo como um animal. Puxava meu cabelo, tapas seguidos, dedos na buceta. Eu gozei de novo, cu piscando forte no pau dele. “Tô gozando pelo cu, Lucas! Ai meu Deus, tô gozando só com rola no rabo!” Ele urrou: “Tô quase, mana... vou encher esse cu de porra quente!” Segurou minha cintura fina, socou fundo umas dez vezes brutais e explodiu. Senti jatos grossos, quentes, jorrando bem no fundo do meu intestino. “Toma leitinho no cu, irmã! Toma tudo, caralhooo!” Porra quente enchendo meu rabo, transbordando um pouco nas bolas dele. Ele não tirou. Ainda duro dentro de mim, mandou: “Agora empurra, vadia. Quero ver meu leitinho saindo do seu cu arrombado.” Eu relaxei o anelzinho e empurrei. Senti a porra branca, grossa, escorrendo devagar do meu cuzinho dilatado, escorrendo pela buceta inchada, pingando no sofá. Ele assistia babando, dedo recolhendo a porra e passando na minha boca: “Lambe, mana... prova o leitinho que teu irmão jogou no teu rabo.” Puxou o caralho pra fora com um “ploc” molhado. O pau tava sujo de porra e suco do meu cu. Eu virei, ajoelhei e abocanhei tudo, chupando gostoso, limpando cada veia, cada resto de porra e cheiro de cu. “Que pau sujo delicioso, irmão... adoro chupar meu próprio cu na sua rola.” Ele me jogou de lado, perna pra cima, e enfiou a língua no meu cuzinho arrombado, lambendo toda a porra que ainda escorria, chupando meu cu como se fosse a buceta. “Que cuzinho arrombado gostoso, mana... cheio da porra do irmão... vou lamber tudo.” Eu gozei de novo só com a língua dele no rabo. Voltamos pro vaginal, ele me pegou no colo, de frente, me fodeu em pé, pau entrando e saindo rápido, meus peitos balançando. Depois missionário no chão da sala, pernas no ombro dele, ele olhando nos meus olhos "Eu te amo mana, mas tô te comendo como uma puta, vou gozar dentro!" "Goza irmão, enche a buceta da irmãzinha de porra quente, me engravida se quiser!" Ele urrou, jorrou litros, porra transbordando da minha xota, escorrendo pro cu. Ainda não acabou. Ele me virou de lado, perna pra cima, meteu na buceta de novo, depois no cu alternando, dedo no grelinho. Chupamos 69 no sofá, eu mamando o pau melado de porra e buceta, ele comendo minha xota e cu ao mesmo tempo. Gozei na boca dele, engoli o resto do leite dele. Transamos a tarde toda, inúmeras gozadas minhas, três dele. No final, eu de joelhos, ele gozando na minha cara e boca, porra quente escorrendo pros meus seios. "Você agora é minha putinha particular, mana. Sempre que a mãe sair, vou te foder." Eu lambi tudo sorrindo: "Pode deixar, irmão. Quero esse caralhão todo dia." E assim, antes do meu pai voltar em janeiro pro meu aniversário, eu virei a vadia do meu irmão também. A casa nunca mais foi a mesma... e eu nunca mais quis parar.
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