Ola pessoal, sou a Vanessa novamente e dessa vez venho contar de como tive minha primeira experiência com zoofilia e como gozei loucamente no pau do cachorro da amiga de minha mãe. Aguardem que em breve trarei outros contos também contando outras experiências. Depois de foder loucamente com meu pai no começo do ano e depois virar a putinha particular do meu irmão Lucas, eu tava completamente viciada em sacanagem. Minha bucetinha e meu cuzinho viviam latejando querendo rola, não importava de quem fosse. Minha mãe, como sempre, tava saindo com uns caras e um dia ela me ligou pedindo um favor grande. A amiga dela, a Carla, tinha que viajar urgente pra resolver um problema de família em outro estado e precisava de alguém pra tomar conta da casa grande dela por uma semana e, principalmente, do Thor, o Pitbull enorme dela. “Ele é super manso com quem conhece, mas precisa de banho, comida e companhia, Vanessa. Você topa? A Carla me confirmou que te pagaria bem e ainda tem piscina”, ela disse. Eu tava entediada em casa e com tesão acumulado, então aceitei na hora. “Pode deixar, tia. Vou cuidar direitinho do Thor.” Cheguei na casa da Carla no dia seguinte, uma mansão nos condomínios de Brasília, super confortável e isolada. O Thor veio me receber na porta, um Pitbull branco e marrom, musculoso pra caralho, pesando fácil uns 40kg, cabeça grande, corpo forte. Ele era lindo, mas enorme. Me cheirou inteiro, abanou o rabo e logo começou a ficar agitado. Quando eu me abaixei pra fazer carinho na cabeça dele, o safado montou na minha perna direita e começou a dar aquelas estocadas rápidas, esfregando o pau dele que já tava saindo um pouco da bainha na minha coxa grossa. “Ei Thor, para com isso seu safado!”, eu falei rindo mas afastando ele assustada. Senti um calor estranho na buceta. “Caralho, que instinto forte esse cachorro tem... nunca cruzou né? Coitado tá precisando.” Os primeiros dias foram tranquilos. Eu dava comida, passeava com ele no quintal grande, brincava. Mas o Thor não parava de tentar me montar. Toda vez que eu sentava no sofá de shortinho curto, ele vinha e grudava na minha perna, metendo rápido, o pinto vermelho aparecendo mais. Eu afastava, mas minha calcinha ficava molhada. Eu era uma vadia, né? Já tinha dado pro pai e pro irmão, por que não tava ficando excitada com aquilo? O dia que mudou tudo foi quando resolvi dar banho no Thor no banheiro de serviço grande da casa, que tinha um box espaçoso. Tava um calor do caralho. Eu coloquei um vestidinho soltinho bem curto, sem sutiã, só uma calcinha preta de renda. Enchi a banheira portátil e chamei ele. O Thor entrou animado, eu comecei a ensaboar o corpo musculoso dele, passando a mão nas costas, na barriga. Quando cheguei perto da parte de trás, o pau dele começou a sair da bainha de novo. Dessa vez inteiro. Porra, que visão. O caralho do Pitbull era enorme, vermelho vivo, brilhando, uns 25cm de comprimento fácil, bem grosso no meio, com uma cabeça pontuda e na base uma bola enorme, o nó inchando já, veias pulsando, pingando um líquido claro viscoso. Era maior que o do meu pai e do Lucas juntos em grossura. Fiquei parada, boca aberta, sentindo minha bucetona piscar e melar na hora. “Meu Deus do céu... que pica monstruosa. Olha o tamanho dessa rola de cachorro, grossa, vermelha, com esse nó que deve travar tudo... caralho, tô ficando molhada pra porra.” Meu coração acelerou. A casa tava vazia, só eu e ele. Eu já tava excitada há dias, a buceta coçando. Sem pensar muito, tirei a calcinha ali mesmo, levantei o vestidinho até a cintura, expondo minha bunda grande, lisinha, macia, e minha bucetona gordinha, rosada, já inchada e babando mel. Me posicionei de quatro no chão frio do banheiro, empinando bem o rabo, abrindo as pernas. “Vem Thor... cheira a buceta da tia... lambe tudo, vai.” O cachorro não precisou de convite duas vezes. Veio atrás de mim, farejou meu cheiro forte de vadia no cio, e enfiou aquela língua longa, grossa e áspera direto na minha xota. “Aaaahhh porraaa!!” A língua dele era quente, molhada, raspava forte no meu grelinho inchado, lambia os lábios carnudos, enfiava a ponta dentro da minha bucetinha apertada, depois subia pro cuzinho piscando. Ele lambia com fome, longas lambidas que cobriam da entrada da buceta até o cu, babando tudo, fazendo barulho molhado. “Isso Thor, lambe a bucetinha da Vanessa, chupa o cuzinho, sua língua é maravilhosa, caralho!” Eu rebolava contra a cara dele, gemendo alto, peitos balançando dentro do vestido. Ele não parava, língua trabalhando rápido, áspera roçando meu clitóris sem piedade. Senti o orgasmo vindo forte. “Tô gozando, Thor! Aaaaiii porra, tô gozando na língua desse cachorro safado!” Gozei jorrando, esguichando mel na boca dele, pernas tremendo, buceta contraindo, mel escorrendo pelas coxas grossas pro chão. Ele continuou lambendo, limpando tudo, me fazendo gozar de novo em sequência, mais fraco mas gostoso, eu gemendo como uma cadela. Eu tava louca de tesão agora. A buceta latejava querendo mais. Empinei ainda mais a bunda, olhando pra trás. “Vem Thor, monta na titia vai... enfia esse caralhão vermelho na minha buceta, vai, me fode como uma cadela!” O Pitbull entendeu o sinal. Subiu em cima de mim com as patas dianteiras fortes agarrando minha cintura fina, o peso dele nas minhas costas, o peito peludo roçando. O pau dele batia loucamente entre minhas coxas, procurando o buraco, escorregando na minha buceta molhada. “Isso, acha o buraco... enfia tudo!” Ele deu várias estocadas erradas, a ponta pontuda roçando meu grelinho, depois acertou. Com um impulso forte, o caralho grosso invadiu minha bucetinha de uma vez, abrindo os lábios, esticando as paredes. “Aaaai caralhooo!! Tá entrando, esse pau de cachorro tá arrombando com força a minha buceta!! Que grossura, porra!!” O Thor começou a bombear violentamente, instinto puro, metendo rápido e fundo, o pau indo e vindo como uma furadeira. Cada estocada batia fundo, a cabeça pontuda cutucando meu útero, o meio grosso dilatando minha xota ao máximo. Dolorido no começo, mas o prazer era insano. Eu rebolava freneticamente contra ele, empinando, fazendo minha bunda grande bater no corpo dele. “Me fode Thor, soca essa pica de cachorro na buceta da titia Vanessa vai, arromba minha xota, vai seu cachorro safado!!” Os sons eram obscenos: ploc ploc ploc molhado, meus gemidos altos ecoando na casa, ele ofegando. Ele metia tão forte que meus seios balançavam, bicos duros roçando o chão. A sensação de ser usada como uma cadela, o pau animalesco me invadindo sem parar, me deixava em êxtase. De repente senti a bola inchando. O nó, aquele volume enorme na base, começou a crescer dentro de mim, travando o pau lá no fundo. Enquanto isso o Thor grunhia baixo, instinto puro, dando estocadas curtas agora porque o nó já não deixava sair. “Ai meu Deus, tá me travando, porra!! O nó do Thor tá preso na minha buceta, não sai mais!! Tá enorme, tá queimando, tá abrindo tudo!!!!” O Thor continuava bombando o que conseguia, o nó pressionando meu ponto G, o pau inteiro pulsando. Então ele gozou. Jatos quentes, ardidos, grossos de porra de cachorro jorrando direto no meu útero.“AAAAAHHHH PORRA, TÁ GOZANDO DENTRO!! O leitinho quente do Thor tá enchendo meu útero!! Tá ardendo gostoso, tá transbordando, caralhooo. Tá gozando muitoo!! O leitinho quente do Thor tá enchendo minha buceta!! Aaaahhh tá queimando gostoso, porra, tá muito quente, tá transbordando!!” A porra era abundante, jato atrás de jato, enchendo meu útero, pressionando as paredes, vazando em volta do nó travado. Minha buceta ardia com o calor da porra animal, mas o prazer era tão intenso que eu comecei a gozar de novo, forte pra caralho. “Tô gozando no pau do cachorro!! Aaaaiii, minhas pernas tão tremendo, tô chorando de tesão!! Rebola Vanessa, rebola no nó e aguenta firme!!” Eu gritava falando comigo mesma. Eu rebolava como podia, mesmo travada, o corpo convulsionando, lágrimas de prazer escorrendo no rosto, gritando escandalosamente “Porra Thor, me enche de porra de cachorro, sou tua cadela agora!! Goza mais, enche meu útero!!” O orgasmo foi o mais intenso da minha vida, buceta esguichando misturado com a porra dele, pernas moles, corpo inteiro tremendo. O nó ficou preso por quase 25 minutos, ele dando pequenos impulsos, soltando mais porra quente lá dentro. Eu gozei mais duas vezes só com a pressão do nó. Quando o nó finalmente desinchou e ele saiu com um “ploc” molhado, uma avalanche de porra branca, grossa, leitosa jorrou da minha bucetinha arrombada, escorrendo pelas coxas, pingando no chão em poças. “Olha quanta porra... meu útero tá cheio de leitinho de cachorro...” Eu tava exausta, de quatro ainda, ofegante, mas enfiei os dedos na buceta, tirei porra e lambi, provando o gosto salgado, animal. “Delicioso... sou uma vadia completa.” Depois desse dia, eu repeti a dose todos os dias da semana. Banho virou foda, de quatro na sala, na cama da Carla, até na beira da piscina. O Thor me comia como um animal, me deixando cheia de porra, arrombada, feliz. Quando a Carla voltou, eu já era viciada em pica de cachorro também.
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