Essa história aconteceu a bastante anos atrás. Nessa época morava em São Paulo, e trabalhava numa empresa de vigilância que me destacou para um prédio comercial na região da Paulista. Já era casado e como sempre e até hoje, dou meus pulos fora do casamento. Apareceu macho que pintou tesão se tiver oportunidade eu encaro. Era uma segunda feira, trabalharia até quarta e folgaria na quinta e sexta. Trabalhava, nessa época no turno das 6 da matina até as 6 da tarde. Então, todo dia era aquele sufoco de metrô lotado e ônibus mais ainda, já que morava na periferia. Bom nesse dia, depois de um aperto danado no metrô, quando chegou na estação que descia, resolvi dar um mijão pra poder encarar mais quase uma hora de busão lotado. Entrei no banheiro do terminal, tinha, como sempre, os manja rolas, mas eu estava cansado e fui no mijador que não tinha ninguém por perto. Tô já no mijão quando encostou outro sujeito ao meu lado. Estava segurando um capacete de moto e usava tipo farda, mas sem nada que identificasse de onde era. O cara, chegou e esticou o olho no meu pau, achei normal, já que é normal isso. Meu pau estava mole, mas vi que o sujeito olhou e ficou de zoião. Aí, cabra não tem como o pau passou de mole pra meia bomba e depois duraço. Olhie pro cabra e ele deu um leve sorriso. Manjei a rola dele, e era toda especial, não muito grossa, mas cumprida para caralho e estava em riste, vergada pra cima. Ele viu que olhei e me fez sinal, do tipo, brinca ai dom a sua jeba. Comecei a alisar devagar, não queria gozar, e pelo visto ele também não. Ficamos nessa uns 5 minutos, aí o cabra, guardou a piça, lavou a mão e saiu do banheiro. Pensei: fodeu, mas fazer o que? Fiz a mesma coisa, guardei o pau, ainda duro, fui lavar as mãos e sai do banheiro. Na saída a surpresa, o cara estava me esperando. Aí reparei no macho. Grandão, mais alto que eu, tipo mais de um metro e oitenta, fortão, de uns 90 kg, cabeço curto a la militar, a farda era toda preta, botas e o capacete era azul, amarelo e vermelho. Ei sorriu e me fez sinal. Fui até o cabra, ele falou: Firmeza? Voz grossa do caralho, voz de macho. Respondi: na boa. O sujeito já foi na finalidade: tem lugar pra gente foder! Ri e mostrei a aliança, ele mostrou a dele, riu e falou: motel? Caralho, o macho queria mesmo, mas é foda, quem é casado pra encarar uma dessas tem que ter todo um jogo de cintura e saber inventar uma história que cole pra mulher nem desconfiar. Queria muito, o puto era gostoso que só! Fora que tira uma bunda daquelas de impor respeito, apesar de ser brancão, quase loiro. Tive que encarar e disse: pra mim hoje não dá, queria muito, mas não tem como ser hoje, mostrei novamente a aliança. Ele sorriu e disse, sei como é e é foda! Se apresentou como Julio, mas riu e disse: pode me chamar de Julhão como todo mundo me chama. Pensei: macho de respeito. Acabou dando o número do celular e disse: só me liga na hora do almoço. Não teve jeito, nos despedimos e meio arriado fui pegar meu ônibus, falando em ônibus, tenho boas histórias que aconteceram em ônibus. Semana passou, e quinta feira minha folga, pensei em armar um esquema com o Julhão. Na quarta, hora do almoço, liguei pra ele, fui direto ao lance: tem como armar um esquema pra amanhã? Ele respondeu: demorou, mas que horas? Respondi: depois do almoço, pode ser? Ele: dou um jeito, vamos pra onde? Falei: motel. Ele riu e completou, tá marcado te espero no mesmo lugar que a gente trombou, às 14h30. Fechei. Arrumei uma desculpa em casa, que tinha que resolver uma parada seria do trabalho. Tomei aquele banho no capricho e fui lá pro combinado. Quando cheguei ele já estava me esperando, nos cumprimentamos, ele estava de farda e segurando dois capacetes. Falou: vamos pra onde. Respondi: qualquer motel, que a gente possa ficar à vontade. Ele riu e completou: começo um, que é firmeza. Saímos da estação do metro, fomos para o estacionamento onde ele tinha deixado a moto, por sinal uma bela moto. Ele subiu e eu me encaixei na garupa. Já fui encostando o pau, naquela bunda monumental. Ele riu e falou: já tô sentindo sua pica cutucando meu rabo. Ri e respondi: mas não é pra isso que viemos. Pegou umas ruas e caiu na marginal, depois de uns 10 minutos, entrou no motel. Pediu um apartamento simples. A moça da guarita nem olhou na nossa cara, estava mais interessada no celular. Mal entramos no apartamento, ele abriu o zíper do macacão que ia do pescoço até a altura do saco. Já deu pra ver uma cueca branca com um volume bem generoso dentro. Tirou as botas, as meias, o macacão a camiseta branca, e já se livrou da cueca. Sabe quando você fica só observando e pensa: caraio, mano! Ganhei na sorte grande. O macho era muito mais do que eu esperava, par de coxas que você quer por a rola entre elas e só ficar sarrando e já se sente feliz. Um peito bem formado, não malhado, mas definido, com pelos, par de tetas que dá vontade de cair de boca, por sinal adoro mamar teta de macho e de que mamem nas minhas, meu pau pulsa quando fazem isso. Ele falou: vou tomar um banho, pegou uma toalha e foi para o banheiro. Me olhou e falou, vai ficar parado ai? Ri e falei, estou abestado com esse corpo e essa sua bunda merecia um prêmio. Ele riu e falou: safado! Ele entrou no banho e eu me desvencilhei das minhas roupas em segundos e deitei peladão já com a pica em riste. Quando ele saiu do banho, me olhou e falou, você também tem um corpão delicia, essa sua cor de mulato, de deixa mais excitado, adoro pica escura. Segurei na minha rola e falei, então vem ver se é do seu gosto. Ele nem esperou eu terminar, deitou por cima de mim de boca na minha rola. Caralho, que boca, delicia, lambia a cabeça da minha pica e enfiava só a cabeça na boca, tesão de chupada. Depois foi passando a língua em toda a minha rola, até que abocanhou, minha rola não é um exagero de pica, mas eu acho que ela é até bem grande e grossinha, o puto engolia até o talo, os dentes chegavam na base da jeba e encostavam nos pentelhos e saco. Ele com uma mão segurava meu saco e devas pequenos apertões. Depois ergueu meu pau e se abaixou mais na cama e foi pro saco. A coisa mais tesuda que tem é um macho que saiba brincar com o saco de um outro macho e dar prazer nisso. Caralho, o cara era mestre, faixa preta e chupação de rola e saco. Puta que pariu. Me ajeitei e fui brincar naquele bundão branco, que delicia de bunda, redondinha, peludinha. Apertava, dava uns leves tapinhas, vi que ele não ligava pra tapas e pensei: vai levar muitos tapas nessa bunda, safado! Até que ele veio pra cima e se virou. Ficamos na posição 69, delicia. Aquela picona comprida deu uma lambada na minha cara, de tão dura e comprida. Cai de boca na verga do Julhão. Mamei gostoso, a saruba deveria ter uns 20cm, difícil de engolir, mas tentei, como ele estava por cima, o puto forçava eu engolir toda ela. Conseguia, mas se ficasse muito tempo entalado me dava ânsia. Depois, fui explorar o cuzinho do puto. Enquanto chupava da manjuba dura, levei o dedo no cu, e fiquei brincando no botão. Ele gemeu, pensei: gosta de pica no rabo! E vai ter bebe...rs Tinha chegado a hora do bem bom. Perguntei se ele tinha camisinhas, levantou pegou acho que umas 5, riu e disse: isso dá. Falei, brincando: acho que dá. Pra não ter dúvidas, já fui encapando a pica, e ele esperando. Caiu de boca, lubrificou bem, depois molhou os dedos de saliva e passou no cu. Veio de frente e sem cerimonias já foi sentando na minha rola. Pedia, vamos com calma. Respondi: todo o tempo do mundo. Ele foi sentando bem aos poucos, tipo centímetro por centímetro, até chegar no talo. Deixei ele se acostumar com a pica entalada no cu. E ele mesmo começou a cadencia, a princípio lenta e depois foi acelerando. Eu ajudava com as mãos. Ele se abaixou e me deu um beijo. Até então não tínhamos nos beijado. Fodi muito esse cu> Ele gemia e pedia pica com aquela voz grossa de macho, isso me deixava com mais tesão. Quis mudar de posição, já que sentar em pica cansa esse sobe e desce. Ficou de quatro e falou: soca tudo. Puxei aquele macho grande pra beira da cama e fiquei em pé no chão, segurei na jeba, encaixei e fui enfiando. Ele gemia naquela mistura de dor e prazer. Fui até encostar o saco na entrada do cu. Bombei gostoso, arrisquei dois tapas, ele gemeu, mas não reclamou. Só falou: cuidado em não deixar marcas. Achei melhor não dar mais palmadas, mas aquela bunda merecia umas boas palmadas e uma bela surra de pica. Pediu que eu tirasse a pica, e falou: minha vez! Pensei: fodeu, mas quem está na chuva é pra se molhar. Enquanto ele encapava o pau, pedi: vai com calma, esse cu é quase semi virgem. Ele riu e disse: então vamos deixar ele laceado. Ele quis me pegar no frango assado, fiquei na beira da cama, e ele em pé. Lubrificou a rola com cuspe. Apontou certeiro a rola no meu botão e forçou, doeu pra caralho. Reclamei. Ele se abaixou e me deu aquele banho de língua, que te deixa com um tesão e acaba pedindo pica no rabo. O macho era bom de língua e de boca. Caralho!!! Daí, levantou e cuspiu na pica e encaixou, forçou, doía, mas sabia que logo iria passar ou melhorar. Ele foi com muita paciência metendo, até entrar toda. Ficou quieto, até que eu falei. Vai macho, estoura esse rabo! Pois o macho sabia foder um cu, delicia e com aquela pica que não era muito grossa, me deixou com muito tesão. Logo quis levar no rabo de quatro. Fiquei e o cabra foi certeiro. Meteu igual cabra safado faz no outro! Tava bom demais. Ele metia numa velocidade que meus gemidos saiam em soquinhos. Ele também me deu dois tapas, daqueles de raspão, pra não deixar marcas. Fodeu, fodeu e fodeu. Até que falou, estou com vontade de gozar, posso dentro do teu rabo. Respondi, que não queria jatadas na cara, acho tesão ficar com a cara lambuzada de porra. Nessa época eu não sentia muita firmeza em levar jatadas na boca, mas depois que vi que é bom, se sentir que o macho é de confiança curto muito. Ele mandou eu deitar, ficou sentou na minha pica e se masturbou subindo e descendo na minha rola. Logo disse vou gozar. Falei: vem, enche minha cara de porra! Continuou na punheta e avisou, vou gozar. Caralho, parecia que o cara estava um ano sem gozar. Cada esguichada que voava longe. Fiquei não só com a cara lavada de gala como o cabelo. Ri e falei: caralho macho, sempre goza assim: Ele falou: quando me deixam com tesão gozo pra caralho! Aí foi minha vez de gozar e ele pediu leite, mas queria na boca. Fiz o mesmo que ele, sentei devagar na rola dele, até sentir toda dentro e comecei no sobe e desce cadenciado e na punheta, fui acelerando nas sentadas na pica e na punheta nervosa. Quando senti que ia porra estava já na portinha pra sair, desci do pau dele sentei no peito dele, com a outra mão, puxei a cabeça dele em direção ao meu pau. Ele abocanhou e fez eu tirar a mão e mamou, mamou que eu delirei e a porra saiu forte na boca e garganta do puto. Depois, descansamos e fomos tomar banho juntos. Contamos um pouco de nossas vidas e nos trocamos e saímos do motel. Ele me deixou na estação do metrô. Disse que tinha sido uma das melhores foda que ele teve. Nos despedimos. Infelizmente, nunca mais consegui marcar outra fodelança com o Julhão. Pensando hoje, lembrei de que não mamei naquelas tetas que pediam mamadas e mordiscadas e nem ele nas minhas. Pena mesmo, mesmo assim foi uma bela fodelança.
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