Essa história aconteceu a muitos anos atrás e um amigo aqui dos contos eróticos me fez lembrar dela. De vez em quando eu levava meu filho mais velho no colégio, quando minha mulher não podia ir. Não gostava dessa função, mas fazia parte. Num dia, passei a curtir muito, tudo porque meu filho tinha um coleguinha de sala que o papai levava na escola e que eu quando o via perdia até o rumo de casa. O jeito que o macho me olhava já estampava tudo querendo dizer, vou te pegar! Como não era sempre que levava meu filho, até arrumava desculpas para ir levar o pimpolho. E assim, foi por um tempo, até que uma bela manhã o papai se aproximou de mim e comentou: Quem manda ter filhos, não é? Respondi rindo: Pois é, mas até que vale a pena. Ele entendeu o recado e me olhou com uma cara de safado e completou: É tem dias que compensam vir até aqui, só que poderia melhorar. Ri e completei: acho que poderia ficar bem melhor. Ele me olhou, e falou na lata: anota meu celular e me liga para a gente conversar mais à vontade. Anotei e dei o meu número. O papai se chamava Marcelo, era casado, tinha dois filhos, 38 anos, 1,60m no máximo – do jeito que gosto, branquinho, cabelos curtos, parrudão no corpo, usava barba bem desenhada, tinha voz forte de macho. Na sexta-feira daquela semana liguei para ele, tentando arrumar uma brincadeira no final de semana. Ele atendeu e disse: estava esperando você me ligar. Meu pau empinou na hora, pensei: isso vai dar foda das boas. Conversamos e ele me disse, que no domingo pela manhã ele sempre ia ver jogo de futebol no clube que ele era sócio e que se eu quisesse eu poderia entrar com ele. Combinamos eu esperar na porta do clube às 9h da manhã. No domingo lá estava eu, de bermuda e camiseta. Avistei ele vindo ao longe, também de bermuda e camiseta, só que a bermuda do puto era bem justa e marcava o pacotão delicia e uma bunda maravilhosa. Ele veio sorrindo, me cumprimentou e já fomos entrando. Fomos sentar na arquibancada, o jogo já tinha começado. Ele me mostrou que os machos de camisa vermelha eram os Brothers dele e os de branco eram do time adversário. Para ser sincero nem estava interessado no jogo, ele percebeu depois de um tempo e disse: acho que você não está muito empolgado com o jogo. Respondi: não é bem o jogo que me interessa. Ele riu e completou: conheço um lugar aqui perto que é bem sossegado e acho que pra você vai ser mais interessante. O puto ainda piscou um olho, entendi o recado. Saímos do clube, não ficamos nem 30 minutos. Ele indicou que o carro dele estava numa rua próxima e fomos pra lá. Mal entramos no carro e ele patolou a rola e falou, olhando pra ela: você curte? Ri e respondi: muito. Ele fez que sim com a cabeça e saiu com o carro. Virou umas ruas, e parou em frente a um prédio, que parecia comercia. Aqui ninguém vai atrapalhar. Descemos do carro e entramos no prédio. O porteiro o cumprimentou: bom dia, Dr. Marcelo. Ele respondeu. Entramos no elevador e falei: quer dizer que é Doutor. Ele riu e falou: não sou não, mas os seguranças aqui me chamam de doutro. Paramos no sexto andar, e na porta estava escrito: Contabilidade xxxx. Entramos, tinha uma recepção, um banheiro e a sala dele com mesa e poltronas e muitas pastas pelo espaço. Ele falou acho melhor ficar na recepção. Ele falou que ia ao banheiro mijar e que eu ficasse à vontade. Escutei o chuá do mijo forte e depois longo silêncio. Quando saiu do banheiro o puto estava totalmente peladão e eu adorei o que vi. O baixinho era todo peludo, pelos lisos e grandes pelo peito, barriga e pernas. Pentelhama que emoldurava uma rola, coisa que eu mais curto numa rola. A pica deveria ter uns 16 a 17cm, grossinha e o melhor a pele cobria parte da cabeça. Eu estava sentado e ele foi chegando perto e vendo que eu estava adorando, chegou junto e segurou na pica que estava mole e disse: curte? Respondi: adoro! Fui pegar e ele, não deixou, falou: segura nas minhas pernas faz minha rola endurecer na sua boca. Levei a boca e senti o cheiro de pica suada e mijo recém-saído dela. Coloquei na boca e dei aquela passada de língua na cabeça. A verga foi crescendo mais rápido do que eu pensava. Ficou dura igual pedra, vergada para cima. A rola dele é daquela que quando duraça bate na barriga. Tentava segurar e ele dizia: só com a boca, sem a mão, engole ela toda puto, engole. Engoli ela toda e o macho, segurou na minha cabeça e falou: abre bem a boca, vou foder essa sua boca igual a uma boceta. Fodeu com tanta velocidade que eu sentia ânsia. Socava fundo, segurava na minha cabeça e dizia: queria pica então mama igual vadia, mama! Aí parava e me dava uns tapas de leve na cara e dizia: vai, mama direito o teu macho! Vai caralho! Chupei tanto que a baba corria pela minha boca e escorria pelo saco dele e pingava no chão. Aí do nada, ele tirou a rola da minha boca e mandou: tira toda roupa, fica pelado, quero ver essa bundona preta se merece a minha rola nela. Tirei toda a roupa, menos a cueca. Ele mandou que eu ficasse de quatro num sofá. Ele chegou, se ajoelhou, deu aquela fungada na minha bunda e disse: cheiro e bunda gostosa, vou meter muito nela. Baixou minha cueca só na parte de trás e abriu as bandas olhou, cheirou e disse: cuzinho lindo, parece apertadinho, assim que eu gosto. Aí fiquei preocupado, porque nessa época eu havia dado o cu poucas vezes e já fazia tempo que meu rabo não era invadido por uma rola. Pensei se ele for meter igual fodeu minha boca, vai me arrombar. Olhando para ele ninguém imaginaria o que aquele baixinho era capaz numa foda. Ele se levantou, pegou uma tesoura, ergueu novamente minha cueca e com a tesoura cortou as laterais dos dois lados. Depois puxou e arrancou minha cueca, pegou e falou: essa vai para minha coleção, vou escrever do negão grandão delicia. Voltou a se ajoelhar e caiu de boca no meu rabo. Sento a língua explorando todo meu rego, chegando até quase o saco, até que achou meu cu e aí senti as mais gostosas linguadas que tomei no rabo ao longo dos anos. Não sei por quanto tempo ele ficou cutucando meu cu com a língua, mas estava bom pra caralho, eu gemia e ele dizia: tá gostando né puto? Mas vai gostar mais ainda quando eu meter minha rola aí sim vai delirara. Ele levantou, foi até a sala dele, abriu um armário e pegou um lubrificante. Olhou pra mim e disse: sou precavido, quero minha rola deslizando pra dentro sem barreiras. Se abaixou cuspiu no meu cu, passou o gel, espalhou, enfiou um dedo depois dois. Levantou, punhetou o pau, passou gel e encostou no meu cu. Deu aquela forçadinha de leve a ponta da rola tentava abrir caminho. Segurou na minha lateral e forçou. Caralho a rola foi entrando, com tudo, escorregando pra dentro. Quase soltei um berro! Ele falou: não grita não puto, não era rola que você queria, então aguente. Pedi que ele ficasse parado um tempo pro meu rabo se acostumar. Ele falou: mas nem entrou tudo! Acabou de falar e enterrou o resto. Quase fui a lua e voltei de dor. Tentei empurra ele para fugir. Ele me segurou firme e disse: não foge não viado! Não queria rola, agora vai ter que aguentar. Enterrou a pica até o fundo. Vi estrelas durante o dia. Só que ficou parado um tempo, aos poucos a dor foi passando e ele mexia só de leve, estocadas bem curtas quase sem tirar o pau do lugar. Foi percebendo que eu não reclamava que passei a gemer, então foi acelerando as estocadas. Ele me segurava pela cintura e fodia muito forte e rápido, me sentia uma cadela sendo enrabada por um cachorro no cio. Quando não aguentou mais, tirou a rola, sentou no sofá, segurou a rola, balançou e disse: senta na minha pica! Me ajeitei subi e fui sentando. Quando a cabeça estava entrando ele deu aquela jogada de quadril que macho dá pra jeba entrar atolando no cu. Senti os ovos dele encostar na minha bunda. Comecei um sobe-e-desce cadenciado, mas ele queria ação, segurou minhas polpas da bunda com as mãos espalmadas para ela ficar erguida e socou fundo na maior fodelança. O baixinho era fenomenal. Depois quis me pegar no frango assado, mas no sofá era desajeitado. Deitamos no chão. Ergui as pernas no ombro dele, e ele encaixou e socou. Gemi gostoso, e novamente o macho fodeu um cu como se deve foder, forte, rápido e fundo. Meu pau roçando no peito dele, estava quase soltando porra, avisei a ele que disse: só quando eu deixar. Foi foda segurar a gozada. Ele acelerou ainda mais, fodeu muito e avisou, goza agora pro teu cu morder minha pica e encher esse cu de porra. Esfreguei de leve a pica no peito dele, sem botar a mão e a jatada começou a sair. E olhava e dizia: goza viado, morde meu pau com o cu, morde, pisca esse cu. Eu piscava o máximo que eu podia, até que ele avisou: vou esporrar, vou encher esse rabo preto de porra. Senti aquela quentura que só quem dá o cu e sente a esporrada dentro sabe como é. Ele fiou engatado em mim se contorcendo do gozo, depois parou, tirou minhas pernas de seu ombro. Riu e disse: que foda gostosa! Deitou em cima de mima. Ficamos assim quase 5 minutos. Até que ele se levantou, olhou no relógio e disse: caralho quase meio dia, o jogo já acabou faz tempo, preciso ir pra casa pra mulher não desconfiar. Se veste rápido. Fui rapidinho no banheiro, me limpei com papel higiênico como deu para limpara a porra minha e dele. Quando voltei para a sala ele já estava vestido. Segurava minha cueca e disse: essa vai para minha coleção. Mandou que eu me vestisse rápido. Saímos apressado do prédio. Tenho certeza que o segurança, pela cara dele e pelo risinho, sabia que eu tinha levado no cu do Doutor Marcelo. Ele me levou até a estação mais próxima do metro e falou: a gente se vê. Saiu apressado. Depois disso encontrei mais vezes com ele na porta da escola. Liguei outras vezes pra ele, ele ria e dizia: ficou apaixonado pela minha pica e foda, né safado! Mas sempre dava uma desculpa, entendi que com o Doutor Marcelo era só uma vez e para aumentar a coleção de cuecas rasgadas que ele tinha.
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