Essa história aconteceu a muitos anos atrás, foi logo que casei. A gente já não era bom de grana e com o casamento ficamos devendo, como se diz – até as calças. Eu não queria morar com minha mãe e minha esposa também não queria morar com a mãe dela. A solução foi irmos morar num bairro bem pobre em Fortaleza, distante do meu trabalho e distante do trabalho de minha esposa e distante de tudo. Mas era o que a gente tinha arrumado pra época. A casa que a gente foi morar era tipo um sobrado, a gente morava em cima e outra família em baixo, com entrada separadas. Várias casas eram assim. Quem morava em baixo tinha um pequeno quintal no fundo, agora quem morava em cima não tinha nada. A gente se dava bem com todos os moradores. Mas o que me intrigava na época era um senhor negão que morava na parte de baixo duas casas depois de onde eu morava. Era estranho porque não era todos os dias que eu o via, geralmente de quinta em diante e via que sempre vinham visitas em sua casa, sempre homens. Sua família. Esposa e filho dificilmente apareciam e quando iam chegavam no sábado e no domingo iam embora. O senhor era um negro forte, vivia sem camiseta, bermudas e chinelos nos pés. Deveria ter mais de 50, mais alto que eu, tipo gordo, mas forte e não flácido. Chamava Carlos e todos o chamavam de Carlão. Já era aposentado, mas ninguém sabia aposentado de onde. Tinha uma força enorme, o vi várias vezes erguendo coisas que outros machos não conseguiam. Era um sujeito boa gente, todo mundo gostava dele, falava baixo e com voz bem grossa. Eu achava uma coisa bem estranha, mas não comentava com ninguém, nem com minha esposa. O tempo foi passando e eu sempre curioso pra saber o que rola na casa do Carlão. Não sei se eu o observava diferente, mas comecei a percebeu que todas as vezes que me via dava um jeito de chegar perto para conversar. No começo não estranhei, mas depois começou a parecer que ele me vigiava e se eu descesse e aparecesse na entrada do corredor, lá via o Carlão bater papo. Ele conversava e me olhava no olho, bem fundo. Eu ficava intrigado e desviava o olhar, ele nunca. Com o tempo, ele começou além da conversa me dar toques leves no braço, barriga e até na perna. Eu já tinha experimentado trepar com outros machos, mas tinha sido com poucos. Sentia saudades, mas evitava já que era recém-casado e me sentia culpado se o fizesse. Depois além dos olhos nos olhos, dos pequenos toques, ele começou a pegar de leve na própria rola. No começo não levei a mal, já que é bem comum macho quando conversa com macho na amizade pega no pau, até para se firmar ao outro que também é macho. Mas depois começou a ser muito insistente essas patoladas no pau e saco. Não sei como passei, acredito a dar bandeira de que percebia isso, mas tenho certeza que ele percebeu. Um dia, do nada, conversando comigo, falou se eu gostava de cerveja, respondi que sim, então ele me convidou pra tomar umas com ele e levar um papo gostoso. Eu achei que estava ali a forma de descobrir porque só ia machos na casa do Carlão, então topei, marcamos para o dia seguinte, que era sábado, dia de tomar umas ele disse. No dia seguinte, sai na rua e ele já estava me esperando no portão da casa dele. Veio até mim, me levou até sua casa. Era uma casa simples, mas bem ajeitada, com uma sala com sofá e duas poltronas, uma mesa com tv em cima, um armário. Ele mandou eu sentar e foi pra cozinha buscar a cerveja. Trouxe uma e dois copos. Começamos a tomar, e papo vai papo vem, ele acabou contando que a mulher e filho moravam na casa da mãe, porque era muito velhinha e não queria deixar a mãe sozinha. O filho morava com a mãe porque a escola era mais perto da casa da avó. Depois, eu já que um mistério havia sido revelado, joguei verde: Você recebe bastante visitas. Ele me olhou sério, depois riu e falou com tom de maldade: são amigos: eu sou muito falante e faço amizades facilmente. Balancei a cabeça querendo dizer que tinha entendido. Ele continuou: são amigos, que curtem umas cervejas, um bom papo e umas brincadeiras legais. Essas brincadeiras legais, me soaram com algo que se eu entrasse na jogada ele iria falar. Fui nessa: legal, mas que brincadeiras vocês curtem. Ele riu e disse: brincadeira que a gente faz e que o outro gosta e curte. Pensei em punheta. Ele continuou: sabe aquelas brincadeiras que a gente normalmente faz quando é pivete. Achei que tinha que entrar no jogo: troca-troca? Ele riu e falou: é mais ou menos isso. Os amigos que vêm aqui gostam desses jogos. Ficamos quietos por um bom tempo. Daí ele encheu meu copo e o dele, e ergueu um brinde: pelo início da nossa amizade. E completou: e tu curte ou já curtiu essas brincadeiras entre machos. Ri e falei: já curti, hoje sou casado a pouco tempo e estou evitando esses tipos de brincadeiras. Ele riu e falou: porra, eu também sou casado e se a gente faz discreto não tem mal nenhum ou você acha que trepar tira pedaço, como dizem lavou tá limpo. Ele se levantou e foi buscar outra cerveja, demorou um pouco, só que agora sentou do meu lado e percebi que quando entrou com a cerveja a rola marcava a bermuda. Antes não tinha nada marcado. Depois fui descobrir que o puto tirou a cueca na cozinha e veio pra sala só vestindo a bermuda. Detalhe que esqueci, ele estava sem camisa. Serviu mais cerveja, e segurou na minha camiseta e falou, tira isso macho, tá um calor do cão aqui. Não queria tirar, mas ele começou a puxar e tirou minha camiseta. Ele olhou meu corpo e disse: tu tá bem ehm? E do nada, ele começou a passar as mãos pelo meu peito e barriga. Senti umas mãos ásperas, tipo de trabalhador braçal. Conforme ele passava as mãos nos meus mamilos de leve eu sentia um tesão da porra, foi isso que me fez topar a brincadeira. Ele percebeu porque comecei a gemer e começou a roçar as mãos calejadas de leve nos meus mamilos. Eu fico doido de tesão quando fazem isso. O puto então chegou perto e levou a boca, aí era a mãozona em um mamilo e a boca mordiscando o outro, eu gemia muito. Ele me abraçou, e me beijou. Mas não foi um beijo pra começar, o beijo dele parecia que ele queria me engolir. Senti a mão dele nas minhas costas alisando enquanto me beijava e alisava meu mamilo. Era tesão demais. A mão das costas foi descendo e entrou na minha bermuda a procura do meu rabo. Eu estava completamente entregue de tesão para aquele gigante preto. Na maior, ele puxou devagar minha bermuda, ergui um pouco a bunda pra ele descer minha bermuda, e com essa levantada o dedo dele encontrou o meu cu. Me assustei e ele falou: não se assusta não, vou devagar não se preocupe. Ele tirou a mão do meu peito e das costas e tirou a bermuda. Aí vi um cacetão preto que me assustou. Ele riu e falou: pica grande né? Mas devagar. Ele se levantou e me fez levantar, nisso abaixou minha cueca e tirou a cueca e bermuda, piquei pelado no meio da sala. Ele encheu os copos, tomamos em pé. Ele me puxou e fomos para o quarto. Tinha uma cama de casal, uns guarda roupas, um espelho muito grande na parece ao lado da cama. A cama estava desarrumada e os lençóis tinham cheiro de suor de macho. Ele foi na sala pegou os copos e a cerveja. Pois um copo na mesinha ao lado da cama, segurou o outro, enfiou a meiga pica no copo, olhou pra mim e disse: o jogo está começando. Eu sentei na cama, e ele segurou a pica na altura da minha cara e falou: veja que a mistura de cerveja com pica dá um sabor bom. Cai de boca na rola do Carlão, a rola dele parecia um chouriço grosso, preto e grande, conseguia colocar na boca um pouco mais que a cabeça. Ele falava, abre bem a boca. Abria, mais o chouriço era muito grosso. Dele deixou eu mamar do jeito que dava. Depois deitou e falou: vem cá chupa meus ovos. Me encaixei entre suas pernas e cai de boca nos ovos do Carlão. Gosto de suor e porra – cheiro de macho. Depois ele levantou as pernas, e falou: chupa meu cu, mete a língua garoto; cai de boca, lambi, o cu, as bolas e o rego, ele gemia de tesão. Falou: faz o serviço completo, chupa meu cu e bate uma punheta pra mim. Fiz o que ele queria, o negro foi à loucura. Até que ele disse: tô em ponto de bala, fica de quatro vou socar rola no seu cu. Tentei dizer que não, mas ele foi firme: Aceitou brincar então vai levar rola no cu sim, todo macho que entra pela porta de entrada leva a rola aqui do Carlão. Falei pra ele que não ia aguentar, que só tinha dado o rabo uma vez quando estava no exército e fazia muito tempo. Ele disse: vou bem devagar, tu vais gostar e vai fazer parte dos amigos que vem participar do jogo aqui em casa. Ele me fez beber mais cerveja, sou meio fraco para bebida, fiquei meio tonto. Acabei ficando de quatro no meio da cama, Falei: passa alguma coisa na rola e no meu cu. Ele abriu o guarda roupa, puxou uma gaveta e pegou um tubo, lambuzou a pica bem lambuzada e encheu meu cu de creme. Ficou de joelhos atrás, punhetou o pau, fez o encaixe e falou: vou bem devagar. Forçou, a rola não entrava, ele falou: não trava o cu, vai ser pior, faz força pra fora que a rola entra gostosa. Fiz força para fora e a cabeça começou a rasgar meu cu, na hora parei e ele falou: faz força para fora, porra, não trava o cu! Fiz força e a rola foi me arrombando. Doía muito, e ele dizia: aguenta que logo passa. E foi enfiando, enfiando até entrar quase tudo, eu estava com a cabeça enfiada no travesseiro e gemia. Ele parou, de meter, ficou quieto pro meu rabo se acostumar. Aí o puto, levou as mãos nos meus mamilos e começou a apertar. A dor era muita, mas o tesão de ter um trabuco daqueles dentro do meu cu e as mãos calejadas nas minhas tetinhas, me dava um tesão maior que a dor. Logo ele começou a bombar bem de leve, quase nem tirava do lugar, depois foi aumentando, até que ele forçou e entrou o resto da rola, quase dei um berro, ele falou: agora tá todinha dentro, viu como soquei toda. Esse cu de agora em diante vai aguentar qualquer tamanho de pica. Aí ele partiu pra fodelança, bombou, bombou, bombou. As vezes pegava na minha piça e batia punheta, outras vezes apertava meus mamilos eu estava adorando, o prazer era maior que a dor. Ele de repente tirou a rola do meu cu, deu aquele vazio no rabo. Falou deita, não vou judiar muito hoje, mas agora você faz parte dos amigos do jogo. Me fez deitar de barriga pra cima, ergueu minhas pernas, colocou em seus ombros. Cuspiu no pau, punhetou, e foi enfiando bem devagar, meu cu foi se abrindo e eu gemi daquele desconforto. Aí ele disse: se punheta que eu vou te ajudar socando rola. Tu já gozou com uma rola focando seu rabo? Respondi: já, mas faz muito tempo. Ele riu e disse: então você vai lembrar. Acelerei na punheta e ele socava com força, logo senti que ia gozar e avisei. Ele falou: isso, goza bem gostoso, morde minha pica com o cu. Nossa gozei muito até me assustei, acabei rindo ele falou: é bom né garoto! Falei é muito bom. Ele tirou a pica, se ajoelhou em cima de mim, e começou a descascar aquela punhetaça. Punhetou, punhetou, acho que mais de 5 minutos e a porra nada. Até que deu aquela gemida e disse: quer leite? Falei quero. Levei a boca perto da pica. Quando ele sentiu que ia sair o leite, empurrou minha cabeça de encontro a sua pica. Esvaziou a rola toda na minha boca. Fazia muito tempo que não sentia gosto de leite de macho. Acabei engolindo, ele veio me beijou, meteu a língua na minha boca, sentiu que eu tinha engolido tudo e disse: garoto guloso, nem dividiu comigo o leitinho que produzi, da próxima vez, divide, ok? Ficamos um pouco deitado. Ele foi se lavar depois fui eu. Quando fui lavar o cu senti que o chouriço me deixou arrombado. Voltei para o quarto e ele tinha colocado minhas roupas na cama, me vesti. Fui saindo, ele me segurou e falou: não é assim não, me dá um beijo e agradece o negão aqui pelo prazer que te deu. Meio sem graça beijei e agradeci. Antes de eu sair ele disse: Logo te aviso quando será a próxima brincadeira contigo. Sai apressado, meio sem graça, achando que todo mundo ia olhar pra mim e saber que eu tinha sido arrombado pelo Carlão, nada disso aconteceu e eu voltei várias outras vezes a participar das brinca
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